Aulas ficam suspensas até o dia 16 de março

A Secretaria de Educação do Distrito Federal retificou o período de aplicação do Decreto nº 40.509/2020, que suspendeu as aulas nas redes pública e privada. Diante disto, o período volta a ser aquele que o Sinpro havia informado: de 12 a 16 de março. Assim, a previsão para o retorno das aulas é para a próxima terça-feira (17).

O Sinpro lembra que o decreto permite que o GDF prorrogue ou reduza o período de suspensão das aulas. Quaisquer novidades informaremos na nossa página e nas redes sociais do sindicato.

Clique aqui e confira a Circular nº 22/2020 da SEE.

Aula inaugural da Jornada de Formação Feminista e Antirracista está suspensa

Devido ao Decreto nº 40509/2020, que suspendeu as aulas nas redes pública e privada, além de missas, shows, eventos esportivos ou quaisquer tipos de atividades com aglomeração de pessoas, o Sinpro informa que a aula inaugural para o curso Jornada Feminista Antirracista Patrícia Galvão está suspensa. A aula estava prevista para a próxima segunda-feira (16), às 19h, na sede do sindicato.

Também estão canceladas as aulas previstas para o dia 17 de março, que aconteceriam  de manhã, tarde e noite. Todas(os) as(os) inscritas(os) receberam orientações por e-mail sobre o início das aulas, via plataforma modlle da Universidade Livre Feminista.

 

Sinpro convoca reunião com gestores de Planaltina

Os (as) gestores(as) de Planaltina estão convidados(as) para importante reunião na próxima segunda-feira (16), às 14h30, na subsede do sindicato, em Planaltina. O objetivo do encontro é construir um espaço coletivo  para promover  debates organizados e  traçar estratégias a fim de identificar e solucionar problemas relacionados à educação.

Desta maneira, é possível fortalecer a Gestão Democrática, a luta pela construção e reforma de escolas, por um PDAF adequado e muito mais. Diante disto, sua presença é imprescindível. Compareça!

 

Audiência na CLDF discute Fundeb permanente

As discussões sobre a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 15/2015 que torna o Fundeb permanente continuam nesta quarta-feira (11). Logo mais, às 19h, o assunto será tema de Audiência Pública, no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Embora seja extremamente necessária aprovação da PEC, o projeto ainda possui muitas armadilhas e precisa ser amplamente debatido. Diante da importância do tema para a educação pública do país, o Sinpro  convida todas(as) professoras(es) e orientadoras(es) educacionais que estiverem em coordenação pedagógica para acompanharem as atividades.

O debate sobre o Fundeb – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica-  começou no Congresso Nacional. Uma Comissão especial já está analisando o parecer da relatora do projeto, Deputada Professora Dorinha Seabra Rezende. O Sinpro e demais entidades que representam os trabalhadores em educação têm acompanhado de perto essa discussão. Nessa  terça-feira (10), a diretoria colegiada do sindicato visitou os gabinetes dos deputados federais e entregou ofício aos parlamentares reivindicando apoio na luta em defesa do Fundeb permanente.

O Fundeb é um conjunto de recursos por orçamentos de municípios, estados e União para financiar a educação básica pública. Entretanto, A lei atual prevê a extinção do fundo em 2020. A diretora do Sinpro, Rosilene Corrêa alerta que diante do risco de extinção, defender um  Fundeb robusto e permanente é essencial para educação pública.

“Por meio do Fundeb poderemos avançar rumo à uma educação mais justa e igualitária. Sem os recursos do Fundeb escolas poderão fechar as portas e qualidade da educação cairá. Esta luta é fundamental para garantia da educação pública brasileira. Educação não é mercadoria e é dever de todas e todos defendê-la. Só assim garantiremos um ensino de qualidade” alertou.

 

 

 

 

 

Sinpro dá continuidade ao debate com os gestores

O Sinpro se reuniu na última segunda-feira (09) com gestores(as) de várias escolas, dando continuidade aos encontros promovidos pelo sindicato para identificar problemas comuns nas escolas e debater a Educação. Participaram da reunião no Centro de Ensino Médio 2 do Gama gestores(as) de Santa Maria, do Recanto das Emas, do Riacho Fundo II e do Gama.

Um dos objetivos destas reuniões é fortalecer a Gestão Democrática, entendendo que a responsabilidade da gestão a partir do processo eleitoral é de toda a comunidade escolar e que o Sinpro se coloca como parte dela. Entendemos que muitas das dificuldades encontradas e que infelizmente fazem parte da realidade das escolas estão contempladas na pauta de reivindicações da categoria. Dentre alguns exemplos podemos citar a construção e reforma de escolas; um PDAF adequado para dar melhores condições às unidades escolares; redução de estudantes nas salas de aula; autonomia financeira às escolas, dentre outros itens.

Diante disto, realizamos estes encontros com o intuito de ter um espaço para um debate organizado, com encontros periódicos para tratar destas questões e traçarmos estratégias que resultem em soluções.

NOTA DE PESAR | Hebert Silva Miguel

A diretoria colegiada do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) vem a público  solidarizar-se à família do professor Hebert Silva Miguel, 26 anos, mais uma vítima da extrema violência que assola o Distrito Federal.

Ele foi esfaqueado durante uma tentativa de assalto em uma parada de ônibus em Taguatinga, na última segunda-feira (2), não resistiu aos ferimentos e morreu na noite do sábado (7), no Hospital Regional de Santa Maria. O corpo de Hebert Silva Miguel será velado na tarde desta segunda-feira, no Cemitério Campo da Esperança de Taguatinga.

Muito respeitosamente, prestamos as nossas condolências e deixamos os nossos mais sinceros pêsames.

 

 

Terceirizar alimentação escolar é prejudicial aos direitos e educação

Com objetivo de diminuir os gastos, o Governo do Distrito Federal (GDF) apresentou um “novo” modelo de gestão de alimentação escolar. Trata-se de terceirizar o fornecimento da merenda aos estudantes da rede pública de ensino do DF.

Nessa sexta-feira (6), o assunto foi discutido em audiência pública, realizada no Palácio do Buriti e foi duramente rebatido pelo Sinpro.

O processo de privatização da alimentação escolar foi uma decisão do governador Ibaneis Rocha, sob a desculpa de melhorar a qualidade do serviço prestado. Entretanto, os exemplos vivenciados país afora, demonstraram que a terceirização indiscriminada representa retrocessos para a classe trabalhadora e, inclusive, a queda na qualidade dos serviços.

Exemplo disso, em alguns estados e municípios em que a alimentação escolar foi terceirizada, foram constatados inúmeros casos de corrupção. Em 2018, investigação da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU) descobriu um cartel privado que atuava há pelo menos 20 anos e desviou mais de 1,6 bilhões que deveriam ser destinados à merenda escolar de vários municípios do Estado de São Paulo. Com isso, as investigações apontaram que alunos de 30 municípios receberam merenda de qualidade inferior.

A Constituição Federal estabelece que que a merenda escolar é papel do Estado, portanto, não deve haver terceirização no setor. Para a diretoria colegiada do Sinpro-DF, a saída para melhoria na merenda escolar do DF passa, principalmente, pelo fortalecimento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Outra preocupação é em relação ao cumprimento da Lei Nº 11947 de 16 de junho de 2009, que determina que no mínimo 30% do valor repassado do FNDE para o PNAE deve ser utilizado na compra alimentos da Agricultura Familiar, do Empreendedor familiar rural ou de sua organização utilizando os assentamentos da reforma oral ou de suas organizações quilombolas.

O diretor do Sinpro, Samuel Fernandes explica que a merenda escolar também possui papel social. “São inúmeros os casos de  problemas na merenda. Sem dúvida, a alimentação escolar precisa de melhorias urgentes, entretanto, a terceirização não é a melhor solução. Para nós, a alimentação escolar tem um caráter pedagógico e não deve apenas ser terceirizada da mesma maneira que acontece nas indústrias e demais setores. A escola não pode ser apenas um refeitório e sim um local onde os estudantes aprendem como é feito alimentação saudável”, concluiu.

 

Programa Alternativo mostra projeto do CEF 412 de Samambaia

O Projeto Musical, atividade realizada pelo Centro de Ensino Fundamental 412 de Samambaia, é o destaque do Programa Alternativo deste sábado (07). O projeto pedagógico tem como objetivo promover a cultura aos estudantes.

O programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 12h30, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Categoria realiza assembleias regionais

Nos meses de fevereiro e março a categoria realiza assembleias regionais em várias cidades do Distrito Federal com o objetivo é mobilizar todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para a nossa pauta de reivindicações. Os debates serão de grande importância para nosso ato, que será realizado no dia 18 de março, às 10h, na Praça do Buriti.

Não deixe de participar. Nossa luta depende da mobilização de cada um de nós!

Pauta de Reivindicações:

1 – Plano de Saúde Já
2 – Não às OS’s
3 – Cumprimento da Meta 17
4 – Não à reforma da Previdência
5 – Em Defesa da Educação Pública, Gratuita, Democrática e Laica
6 – Não à militarização das escolas
7 – Em Defesa do Novo Fundeb Permanente
8 – Concurso público Já
9 – Nomeações – Convoca Já

Confira os locais, datas e horário de cada assembleia regional:

20/02
Recanto das Emas – CEF 301 do Recanto, às 9h e 14h

05/03
Núcleo Bandeirante – CEMUB, às 9h e 14h

10/03
Plano Piloto – Sinpro SIG, às 9h, 14h e 19h
Brazlândia – CEM 01, às 9h30 e 14h30
Santa Maria – CEE de Santa Maria, às 9h e 14h
Taguatinga– Cemab, às 9h, 14h e 19h
São Sebastião – CAIC, às 9h e 14h
Sobradinho – CEM 01, às 9h30 e 14h30

12/03
Ceilândia – CEM 02, às 9h e 14h
Guará – CEF 04, às 9h e 14h
Gama – CEM 02, às 9h, 14h e 19h
Samambaia – CEE 01, às 9h e 14h
Planaltina – CEM 01(Centrão), às 9h e 14h
Paranoá/Itapoã – CEF 01 do Paranoá, às 9h e 14h

 

Sinpro dá prosseguimento às reuniões com os gestores

O Sinpro convida os(as) gestores(as) do Gama, de Santa Maria, do Recanto das Emas e do Riacho Fundo II para reunião nesta segunda-feira (9), às 14h30, no auditório Célio Ferreira, no Centro de Ensino Médio 2 do Gama. A reunião dá continuidade aos encontros promovidos pelo sindicato para identificar problemas comuns nas escolas e debater a educação.

Um dos objetivos destas reuniões é fortalecer a Gestão Democrática, entendendo que a responsabilidade da gestão a partir do processo eleitoral é de toda a comunidade escolar e que o Sinpro se coloca como parte dela. Entendemos que muitas das dificuldades encontradas e que infelizmente fazem parte da realidade das escolas estão contempladas na pauta de reivindicações da categoria. Dentre alguns exemplos podemos citar a construção e reforma de escolas; um PDAF adequado para dar melhores condições às unidades escolares; redução de estudantes nas salas de aula; autonomia financeira às escolas, dentre outros itens.

Diante disto e com o intuito de ter um espaço para um debate organizado, com encontros periódicos para tratar destas questões e traçarmos estratégias que resultem em soluções, sua presença é imprescindível.

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