A diretoria colegiada do Sindicato dos Professores no DF lamenta e informa com enorme pesar, o falecimento do ex-diretor Frederico Antônio Queiroz de Oliveira. O companheiro que atuou na gestão de 1998-2001 e 2007-2009, sempre esteve presente nas lutas da categoria. Foi um profissional coerente, comprometido com a construção de uma educação pública de qualidade.
O velório será hoje, segunda-feira (15/7), na capela 2 do Cemitério Campo da Esperança do Plano Piloto, às 12h.
O SINPRO-DF presta toda solidariedade à família e aos amigos neste momento de dor.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF se solidariza com a família e comunica o falecimento do professor de física aposentado, Itevaldo Pereira. Ele se aposentou quando lecionava no CED 02 do Riacho Fundo 2 e, atualmente, era professor da Católica. O sepultamento será em Goiânia neste sábado (13).
Sinpro-DF atua na Câmara dos Deputados para reduzir impactos da reforma da Previdência
Jornalista: Maria Carla
A atuação do Sinpro-DF e movimento sindical juntamente com a bancada de esquerda e centro esquerda continua para amenizar os efeitos da reforma da Previdência sobre a classe trabalhadora.
Nesta sexta-feira (12), houve apresentação de emendas e destaques que reduzem os impactos. Graças a isso, vários pontos já foram alterados do texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06-A/2019 tanto durante a tramitação na Comissão Especial da Reforma da Previdência, como, nesta sexta, no Plenário.
Como a proposta é para modificar a Constituição, precisa ser votada em dois turnos. Embora tenha sido aprovada em primeiro turno no dia 10, com previsão de votação em segundo turno para esta sexta (12), o texto-base ainda tramita no Plenário da Câmara dos Deputados.
Por causa disso, a data de votação em segundo turno mudou. Agora, está prevista para ser em agosto. A Comissão Especial se reunirá ainda nesta sexta para dar uma redação final. Após isso, o texto volta para o Plenário para nova aprovação.
O Sinpro-DF continua acompanhando cada passo para conseguir obstruir, retirar e desidratar o texto o máximo possível para reduzir os impactos da privatização da previdência social sobre os mais pobres e assalariados.
Quando o texto for para o Senado, o sindicato continuará atuando para reduzir ainda mais os impactos e, caso essa Casa Legislativa modifique o texto, ele terá de voltar para a Câmara dos Deputados para nova discussão em Plenário. Quanto mais destaques, maior a possibilidade de salvar quem falta pouco para se aposentar pelas regras atuais.
Até o momento da última votação na Câmara dos Deputados, o funcionalismo público dos estados, municípios e Distrito Federal tinham ficado de fora do texto-base. O trabalho do Sinpro-DF em tentar impedir a aprovação de vários itens, atenuar outros, excluir estados e municípios e, assim, desidratar o máximo possível o texto-base, dificultará a reforma que os governadores devem tentar fazer.
Todavia, é importante lembrar que o texto ainda vai para o Senado, local em que estados e municípios poderão ser reincluídos e, se não houver atuação da categoria, poderá haver mais retrocessos.
O Sinpro-DF informa que já conseguiu retirar vários itens extremamente impactantes, confira:
1 – Impediu a desconstitucionalização.
2 – Retirou o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
3 – Conseguiu fazer o governo criar a Modalidade de Transição II em que as professoras se aposentarão cinco anos antes que os demais trabalhadores.
4 – Nessa regra de transição, o texto-base da reforma fixa um pedágio de 100% para trabalhadores que já cumprem os requisitos de idade e tempo de contribuição para que tenham direito à aposentadoria.
5 – Foi aprovado nesta sexta (12) o Destaque 43, apresentado pelo PDT, em que, na Modalidade de Transição II, as professoras poderão se aposentar com 52 anos e, o professor, com 55 anos. (Na redação anterior, ela se aposentaria com 55 e, ele, com 58 anos), tendo de passar por um pedágio de 100% sobre o tempo que falta para completar o tempo mínimo de aposentadoria.
6 – Retirou do texto a aposentadoria dos rurais.
7 – Retirou do texto os estados e municípios – o que afeta diretamente os servidores do Governo do Distrito Federal (GDF).
8 – Reduziu para 57 anos a idade de aposentadoria das novas professoras
O sindicato atualizou o material que mostra como ficará a situação das professoras e professores e dos orientadores e orientadoras educacionais após aprovação do destaque do PDT. Em seguida, confira material completo.
A diretoria colegiada eleita para o triênio (2019-2022) tomará posse neste sábado (13), na Chácara do Sinpro, localizada no Núcleo Rural Alexandre Gusmão, em Brazlândia. A cerimônia começará às 16h e se encerra às 22h. Toda a categoria está convidada a prestigiar a solenidade.
Professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do Distrito Federal estão sendo vítimas de golpe. O Sinpro-DF recebeu, novamente, denúncias de que professores(as) em atividade e aposentados(as) sindicalizados(as) estão recebendo ligações telefônicas de golpistas se passando por funcionários da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do sindicato para extorquir dinheiro das vítimas.
A luta para combater essa farsa é uma preocupação antiga da diretoria colegiada do sindicato que já foi denunciada à Polícia Civil do Distrito Federal.
De acordo com as vítimas, o contato ocorre por meio de ligações telefônicas e cartas. A quadrilha se faz passar pelo sindicato, usando até mesmo o número do telefone do Sinpro, e oferece atendimento jurídico para “auxiliar” no trâmite de processos judiciais.
Os golpistas abordam os(as) professores(as) sobre os mais diversos assuntos, em um caso recente registrado: disseram para uma professora que ela tinha R$ 20 mil para receber, mas que, para liberar o recurso ela teria de enviar R$ 5 mil para uma determinada conta, no Ceará. Depois disso foi que ela percebeu que era um golpe.
A professora diz que o número é o do Sinpro-DF e aparece no Google. O Sinpro já noticiou o Google e providências estão sendo tomadas.
Sinpro-DF orienta
O Sinpro-DF está atento ao surgimento de novas denúncias e ressalta a importância dos(as) sindicalizados(as) desconfiarem de ligações e cartas com cobranças sobre qualquer assunto, principalmente os econômicos e esclarece que a entidade não cobra nenhum tipo valor monetário para administrar as causas jurídicas dos(as) professores(as).
Antes de passar qualquer dado pessoal, verifique se, de fato, está falando com um funcionário do sindicato. Ligue para o Sinpro-DF no 3343-4200/4201.
Outra maneira de se precaver contra falsos advogados é pedir o número de registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Com essa informação em mãos, é possível consultar a situação do profissional no Cadastro Nacional de Advogados (CNA).
Na tarde desta quinta-feira (11), o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) realizou uma transmissão ao vivo pelo Facebook.
Durante a live, o sindicato esclareceu à categoria diversos pontos das novas regras da Previdência, entre elas, a de transição, que ainda poderá sofrer alterações nas próximas semanas com o decorrer das votações.
Diante da necessidade de dar destaque no regramento de transição que valerá para os atuais servidores do GDF, o Sinpro produziu material explicativo sobre a regra de transição, que identificamos no arquivo como como modalidade 2. O quadro explicativo abaixo também poderá ser baixado em PDF clicando AQUI.
Para informações mais detalhadas sobre essa modalidade, basta acessar a live completa nas redes sociais do Sinpro no seguinte link: https://bit.ly/2NMS9rP
Acompanhe a live do Sinpro e entenda ponto a ponto as novas regras da previdência
Jornalista: Leticia
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno o parecer da Proposta de Emenda à Constituição (PEC n° 6-A/19) da reforma da Previdência, carro-chefe do governo Bolsonaro. Ao todo, dos 513 parlamentares, 379 votaram contra o povo brasileiro e a favor da reforma.
O texto ainda será analisado em segundo turno e o momento agora pede luta e resistência. Por isso, para esclarecer à categoria, ponto a ponto as novas regras da previdência e os riscos desta nefasta proposta, o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) realizará uma transmissão ao vivo, nesta quinta-feira (11). A live poderá acompanhada a partir das 14h30, aqui, no Facebook do Sinpro. E os internautas poderão participar enviando perguntas.
Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Aposentadoria Especial é adiado
Jornalista: Leticia
Nesta quarta-feira (10), estava previsto o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Aposentadoria Especial dos(as) Professores(as). Entretanto, diante da discussão e da possível aprovação da nefasta Proposta de Emenda à Constituição (PEC 006/2019), todas as forças estavam unidas para barrar esta ameaça à classe trabalhadora. Por isso, o lançamento foi adianto e deverá ser remarcado em breve.
A frente parlamentar foi criada a partir de uma ação conjunta do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e da deputada Federal Erika Kokay.
Durante várias semanas, representantes sindicais e a deputada Kokay realizaram uma verdadeira peregrinação pelos gabinetes da Câmara e do Senado Federal para sensibilizar os parlamentares sobre a importância da aposentadoria especial para a categoria magistério. A iniciativa deu tão certo, que o coletivo já conta, atualmente, com 203 deputados e senadores comprometidos com a classe trabalhadora e contrários ao projeto que retira do brasileiro o direito de aposentar.
A frente faz-se extremamente necessária nesta luta, porque, se aprovada, a reforma da Previdência extinguirá o direito à aposentadoria especial, fruto de anos de luta sindical. A aposentadoria diferenciada dos professores é uma conquista antiga, que remonta ao início do século XX. No histórico da legislação brasileira, se materializou, pela primeira vez, em 1964, com o Decreto nº 53.831, que incluiu o magistério no rol de profissões classificadas como atividades penosas, desgastantes e, ao mesmo tempo, de relevância social.
Exemplo disso, uma pesquisa realizada pela Associação Nova Escola com mais de cinco mil educadores, entre de junho e julho de 2018, apontou que 66% das professoras e professores já precisaram se afastar do trabalho por questões de saúde. Já uma pesquisa do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) revelou que 40% dos professores afastados por problemas de saúde, quatro tiveram algum tipo de transtorno psiquiátrico. Os diagnósticos mais comuns foram ansiedade e depressão. O problema é agravado, segundo os docentes, pelo excesso de trabalho e pela falta de respeito na sala de aula.
Por isso, o Sinpro-DF defende que o magistério tenha normas próprias para aquisição de aposentadoria. Além disso, a PEC também alterará diversas regras que garantem benefícios assistenciais.
“Mais que nunca, é preciso que que a categoria docente se organize e unifique forças com o Sinpro-DF contra a reforma da Previdência para garantir e defender a aposentadoria especial”, conclama a diretoria colegiada do Sinpro.
Trabalhadores em educação unem forças na Jornada Nacional de Lutas da CNTE
Jornalista: Leticia
Desde o início de julho, trabalhadores do magistério público e mais de 50 entidades ligadas à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) estão unificados na Jornada Nacional de Lutas da CNTE. Trata-se de um extenso calendário de mobilizações que culminará em um grande ato em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria, em 13 de agosto. Na data, também está prevista a paralisação da educação, com atos e marchas nos quatro cantos do país.
Inspirados no pensamento do pedagogo brasileiro Paulo Freire (1921-1997), “Enquanto eu luto, sou movido pela esperança”, a jornada surgiu após reunião da direção executiva do Conselho Nacional de Entidades da CNTE e também foi uma das deliberações da 9ª Conferência Nacional de Educação Paulo Freire – Educação Libertária e Democrática: construindo o movimento pedagógico Latino-Americano, realizada em Curitiba.
No encontro, representantes sindicais traçaram estratégias e planos de enfrentamento aos ataques à educação e à aposentadoria da classe trabalhadora, promovidos pelo governo de Jair Bolsonaro.
Desde o dia 1° de junho, diversas atividades regionais estão acontecendo. De lá pra cá, marchas, atos e paralisações aconteceram nos estados e municípios. E nesta sexta-feira (12), é a vez do centro-este brasileiro engrossar as trincheiras da luta.
Em Brasília, está previsto ato público e passeata junto ao Movimento Estudantil. Na ocasião, estudantes de todo pais se reunirão no Congresso da União Nacional dos Estudantes (Conune).
O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) reitera a importância da participação de toda a categoria nesta mobilização. A diretoria colegiada do sindicato entende que é fundamental manter a defesa intransigente por uma educação pública, gratuita, laica, plural, integral e de qualidade socialmente referenciada.
Confira abaixo o cronograma de mobilizações:
Dia 10 de Julho (Quarta-feira): O Nordeste do Brasil contra a Destruição da Aposentadoria, rumo a PARALISAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 11 de Julho (Quinta-feira): O Norte do Brasil contra a Destruição da Aposentadoria, rumo à PARALISAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 12 de Julho (Sexta-feira): O Centro Oeste do Brasil contra a Destruição da Aposentadoria com Ato Público e Passeata em Brasília, junto com a UNE, UBES, ANPG e Centrais Sindicais, rumo a PARALISAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 13 de Julho (Sábado): Ocupar espaços nas rádios de todo o país para denunciar a Destruição da Aposentadoria promovida pelo desgoverno do Bolsonaro, rumo a PARALISAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 14 de Julho (Domingo): Ato Público em uma área de lazer e/ou piquenique na base eleitoral de um/a parlamentar membro da Comissão Especial da Reforma da Previdência na Câmara Federal, rumo a PARALISAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 15 de Julho (Segunda-feira): Reunião com Deputados Federais nos Estados e DF, rumo a PARALISAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 16 de Julho (Terça-feira):Diálogos e Panfletagens nos transportes coletivos, rumo a PARALISAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 17 de Julho (Quarta-feira): Bandeiraço e faixaço nos principais cruzamentos com grande fluxo de veículos, rumo a PARALISAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 18 de Julho (Quinta-feira):Diálogos e panfletagens nos mercados públicos, rumo a PARALISAÇÃO com Marcha em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 19 de Julho (Sexta-feira): Reunião com os/as Deputados Federais nos Estados e DF, rumo a PARALISAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 20 de Julho (Sábado):Colocar carro de som/bicicleta de som nas feiras livres, rumo a PARALISAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 21 de Julho (Domingo): Passeio ciclístico contra a Destruição da Aposentadoria, rumo a PARALISAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública no dia 13 de agosto.
Dias 22 a 28 de Julho (Segunda-feira até Domingo): Curta vídeos nos bairros – exposição de vídeos explicando as medidas destrutivas da Reforma da Previdência do desgoverno Bolsonaro com debate popular, rumo a PARALISAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 29 de Julho (Segunda-feira): Organizar as estratégias para mobilização nos locais de trabalho, rumo a PARALISAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 30 de Julho (Terça-feira):Diálogos/Debates com os/as moradores/as da sua rua e/ou do seu prédio sobre a Reforma da Previdência do desgoverno Bolsonaro, rumo a Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 31 de Julho (Quarta-feira):Ligar ou enviar mensagem para o Deputado Federal de cada Estado e DF, solicitando o voto contra as propostas de Reforma da Previdência do desgoverno Bolsonaro, rumo a PARALISAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dias 1, 2, 5, 6, 7, 8, 9, 12 de Agosto: Mobilizar os locais de trabalho, convocando para a PARALISAÇÃO e participação na Marcha do Município em defesa da educação pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 03 de Agosto (Sábado): Ocupar espaço das rádios para convocar a população para participar da Marcha da Educação no dia 13 de agosto em defesa da educação pública e contra a Destruição da Aposentadoria.
Dia 04 de agosto (Domingo):Ocupar espaço nos jornais de grande circulação nos Estados e DF, com propaganda em defesa da educação pública e contra a Destruição da Aposentadoria, convidando a população para participar da Marcha no seu Município ou na sua Região em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria no dia 13 de agosto.
Dia 13 de agosto (Terça-feira):PARALISAÇÃO da EDUCAÇÃO com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria, rumo a garantia dos Direitos Conquistados pela Classe Trabalhadora e pela Igualdade Social
Dia 14 de agosto (Quarta-feira):Marcha das Margaridas em Brasília-DF, rumo a garantia dos Direitos conquistados pela Classe Trabalhadora e pela Igualdade social.
Dia 15 de agosto (Quinta-feira):Avaliação da Jornada e Divulgação das ações futuras em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria.
Na semana decisiva em que o governo tenta, a todo custo, aprovar o parecer da Proposta de Emenda à Constituição (PEC n° 6-A/19) da reforma da Previdência, o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) tem continuado as ações de conscientização sobre a importância de barrar o projeto que acaba com a aposentadoria da classe trabalhadora.
Nesta terça-feira (9), a atividade lúdica desenvolvida pelo sindicato, o Beco sem Saída, foi instalado no Espaço do Servidor, na Esplanada dos Ministérios, e ficará lá até a quarta (10). Nos últimos dias, o Beco também foi exposto em outros locais como, na feira dos Goianos e também na Feira Central da Ceilândia.
Trata-se de uma cabine, em que o cidadão é convidado a entrar para descobrir quem é a pessoa que não vai se aposentar com a reforma de Jair Bolsonaro. Ao passar pela cortina e entrar no beco, a pessoa se depara com uma pergunta (Quem não vai se aposentar com a reforma da Previdência) e uma porta. Ao abrir, descobre que é ele mesmo que vai ficar sem se aposentar.
A abordagem lúdica explica à população o quanto a reforma é prejudicial para todos(as) os(as) trabalhadores(as) e para os jovens que ao concluir seus estudos, terão dificuldades em ingressar no mercado de trabalho.
Nos próximos dias, a cabine continuará percorrendo as escolas e espaços de Brasília pra alertar sobre os riscos da nefasta PEC.
Aqueles(as) que quiserem que o sindicato leve a cabine para passar um dia na escola para que professores(as) trabalhar o tema com a comunidade escolar e com os próprios estudantes nos horários de entrada de turno ou em dias de reunião, podem ligar para a imprensa do Sinpro (3343-4236) e agendar o dia que querem a cabine do Beco sem Saída na sua escola