Inscrições abertas para o I Encontro da Rede de Educadores EPNBraz-UnB
Jornalista: Maria Carla
Estão abertas, e vão até 28 de agosto, as inscrições para o I Encontro da Rede de Educadores EPNBBraz-UnB, a ser realizado entre os dias 17 e 21 de setembro, para formação em/para os direitos humanos.
O encontro foi construído para fortalecer a rede de educadores do Distrito Federal que fomentam práticas ambientais, patrimoniais, corporais e artísticas com responsabilização na formação integral de sujeitos em e para direitos humanos de maneira humanista, sustentável, política, crítica, ética e social.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF convida a toda a comunidade escolar do DF para compartilhar este momento. Confira no quadro, a seguir, toda a programação. Para maiores informações, entre em contato pelo e-mail: epnbbraz@gmail.com.
Com participação de sindicatos, Metrópoles realiza sabatina com candidatos ao GDF
Jornalista: Leticia
Nesta segunda (20) e terça (21) o portal Metrópoles realizou sabatina com os candidatos ao governo do DF. O evento contou com a presença dos candidatos, pela ordem de apresentação (definida por sorteio) Alberto Fraga (DEM), Renan Arruda (PCO), Júlio Miragaya (PT), Ibaneis Rocha (MDB), Alexandre Guerra (Novo), Fátima Sousa (PSOL), Eliane Pedrosa (PROS), Antonio Guillen (PSTU), Paulo Chagas (PRP) e Rogério Rosso (PSD). O governador e candidato a reeleição Rodrigo Rollemberg (PSB) não compareceu.
A sabatina contou com diversas perguntas elaboradas pelo Sinpro, Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília (SindSaúde), Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol), Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindepo), Sindicato da Categoria dos Peritos Oficiais Criminais (SindiPerícia) e o Sindicato dos Bancários de Brasília.
A iniciativa do Metrópoles foi de colocar em evidência no processo eleitoral o pensamento dos (as) trabalhadores (as) e seus representantes nos sindicatos e na CUT. Para Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro, a sabatina é positiva porque revela as intenções de cada candidato. “Às vezes o candidato dá respostas evasivas, mas, mesmo assim, a gente capta o que ele realmente pensa. Após a sabatina a gente vai apresenta-la à categoria e abrir uma discussão sobre cada um dos posicionamentos”, disse. Pontos de interesse da categoria
Entre alguns pontos centrais de interesse da categoria, foi possível identificar claramente os candidatos que afirmaram que vão pagar a última parcela do reajuste dos servidores previsto em lei (ressaltando que há condições financeiras) de outros postulantes, que disseram que pretendem pagar, mas que apresentam condições, como a necessidade de ter dinheiro em caixa.
Sobre as metas do PDE, principalmente a meta 17, que versa sobre equiparação dos salários de professores (as) e orientadores (as) educacionais com a média dos cargos de nível superior concursados do DF, foi importante perceber que alguns candidatos fugiram da resposta. Outros, ensaiaram dizer que não assumiriam o compromisso, em virtude do fato de professores (as), orientadores (as) constituírem um volume de 50 mil pessoas, entre ativos, inativos e temporários.
Alguns candidatos apoiaram a reforma trabalhista do governo Temer, defendendo a posição de que não houve prejuízo e fingindo, não percebendo que desde então o desemprego aumentou, ocorreram perdas de direitos trabalhistas e a fragilização da condição do trabalhador.
Por isso, é importante que cada professor assista a sabatina no Facebook do Sinpro, pra ver e ouvir o que cada candidato falou. Lembrando que o Sinpro irá tabular o conteúdo das matérias ao longo dos dias, mostrando para a categoria o que cada candidato falou.
O governador Rodrigo Rollemberg foi o único dos candidatos que não compareceu para a sabatina. Então o portal Metrópoles aproveitou o espaço e fez uma roda de conversa com os sindicatos. Na ocasião a CUT entregou para os jornalistas do portal um documento, a plataforma da classe trabalhadora para as eleições de 2018. Confira abaixo todos os resumos da sabatina do Metrópoles e seus vídeos para assistir na íntegra: Roda de conversa com os sindicatos:
Resumo: https://bit.ly/2wqrZzl
Vídeo: https://bit.ly/2o6V2UR Alberto Fraga (DEM):
Resumo da sabatina: https://bit.ly/2OR5WZZ
Vídeo da sabatina: https://bit.ly/2wiU6Ap Renan Arruda (PCO):
Resumo da sabatina: https://bit.ly/2MDuKHC
Vídeo da sabatina: https://bit.ly/2w4inun Júlio Miragaya (PT):
Resumo da sabatina: https://bit.ly/2N9TUKE
Vídeo da sabatina: https://bit.ly/2LiQq6R Ibaneis Rocha (MDB):
Resumo da sabatina: https://bit.ly/2MrdYfh
Vídeo da sabatina: https://bit.ly/2N6gUKQ Alexandre Guerra (Novo):
Resumo da sabatina: https://bit.ly/2N8Qzvo
Vídeo da sabatina: https://bit.ly/2LgNDeJ Fátima Sousa (PSOL):
Resumo da sabatina: https://bit.ly/2wqm9xV
Vídeo da sabatina: https://bit.ly/2N9xkBW Eliane Pedrosa (PROS):
Resumo da sabatina: https://bit.ly/2PqgvEq
Vídeo da sabatina: https://bit.ly/2Lea2t2 Antonio Guillen (PSTU):
Resumo da sabatina: https://bit.ly/2MIBrrW
Vídeo da sabatina: https://bit.ly/2MICnws Paulo Chagas (PRP):
Resumo da sabatina: https://bit.ly/2BzrRD8
Vídeo da sabatina: https://bit.ly/2wjXhaH Rogério Rosso (PSD):
Resumo da sabatina: https://bit.ly/2BBr1WJ
Vídeo da sabatina: https://bit.ly/2w5EZuR
Candidato Rogério Rosso tenta ludibriar eleitor fugindo de perguntas
Jornalista: Luis Ricardo
Não foi somente o atual governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg quem fugiu da sabatina promovida pelo portal Metrópoles. Apesar de comparecer ao debate realizado durante a noite dessa terça-feira (21), Rogério Rosso, postulante ao GDF pelo Partido Social Democrático (PSD), fugiu à entrevista após esquivar de várias perguntas das mais variadas áreas, formuladas por dirigentes dos sindicatos e da CUT. O evento foi transmitido pelo Facebook do Sinpro.
A fuga às perguntas, a grande maioria com temas cruciais para o desenvolvimento do Distrito Federal e fundamentais para o futuro da população e do servidor público, é lamentável por parte de alguém que tem a pretensão de governar a capital federal, além de ser uma tentativa de ludibriar o eleitorado brasiliense. Ao ser questionado sobre temas como a Meta 17 do PDE; seu apoio ao ex-deputado Eduardo Costa; terceirização; pagamento dos reajustes salariais, dentre outros, Rosso optou por divagar, deixando a população sem respostas.
Confira a entrevista:
Terceirização na atividade fim e emendas que congelaram os investimentos na saúde
O candidato, atualmente deputado federal, votou a favor de projetos contrários ao trabalhador brasileiro.
“É importante observar que o Brasil precisava de uma norma de que não se pode gastar mais do que se arrecada. Neste caso, o presidente pode colocar os investimentos de acordo com suas prioridades. É uma normatização importante para que o país não gaste mais do que se arrecade”.
Aumentos salariais
Fui perguntado sobre a paridade na Polícia Civil. Sobre o reajuste da 3ª parcela, é um tema que tenho estudado. Afirmo que pelo comportamento da nossa receita tributária, cortando gastos e uma eficiência maior na receita federal, existe espaço para pagar essa parcela.
Diminuição dos impostos
Precisamos estimular a valorização do servidor público, isso volta para a economia. A redução do imposto é gradativa, à medida que gera desenvolvimento econômico. O atual governo se preocupou muito em aumentar impostos e quero gerar desenvolvimento no Distrito Federal.
Pró-DF
O Pró-DF é uma área importante para o desenvolvimento econômico. É importante uma descentralização para que todas as regiões tenham este projeto. Temos um setor atacadista que se não tivermos incentivos, não fica aqui. Os programas de desenvolvimento também precisam olhar para as cidades.
Recursos do IPREV
É um dos grandes desafios do próximo governo. É um retorno gradativo para que nunca deixe em risco o servidor público. Estamos elaborando um plano e precisamos analisar com muita cautela para recompor os fundos desse recurso.
Saúde
Os servidores da saúde estão de fato desestimulados. Desvalorização, péssimo ambiente de trabalho, ausência absoluta de coordenação. No meu governo o servidor público terá um resgate da sua dignidade.
Redução da carga horária
Tenho ouvido os servidores do DF. Não vou responder agora se isto vai mudar. Se for necessário, vou fazer. Se não for, não vou fazer.
Contratação de novos servidores
Se percebermos que existe deficiência, vamos contratar. À medida que haja aposentadorias, também vamos contratar. Esta parte orçamentária é suficiente para que possamos fazer uma prestação de serviços eficiente e vamos sempre repor, quando necessário for.
Salários dos policiais
Acho triste que alguns gestores tenham estimulado uma desavença entre forças policiais. Hoje existe, na minha avaliação, uma ação, uma intenção de colocar força contra força. É uma questão de direito. As policias Militar, Civil e dos Bombeiros têm características diferentes e precisam ser respeitadas. O atual governo não deu aumento porque não quis, porque tinha recursos para isso.
BRB
Em 2010 existia uma tratativa entre o BRB e o Banco do Brasil para o Banco de Brasília ser vendido. A missão do banco é ajudar a desenvolver o DF.
Pagamento dos reajustes
Existe uma desconsideração para com o servidor público. Um dos subprogramas é o fortalecimento dos serviços e dos servidores. A questão da paridade, por ter um impacto de 600 bilhões, será feito nos primeiros dias, assim como a terceira parcela do reajuste salarial.
Meta 17 do PDE
Na verdade, pela Meta 17 são profissionais da educação e não só professores. A lei do PDE é o que precisamos fazer com quase todas as áreas. Entra um governo, muda uma política pública, acaba com outra ação anterior, então tem algumas ações de estado. As circunstâncias colocadas pelo atual governo não permitiram vários pontos e diria que a questão da terceira parcela é muito importante, as escolas do DF é outra matéria importante e uma das metas é a reforma das escolas, construção de creches. A questão salarial dos professores será analisada.
Parceria com setor privado nas escolas
O setor privado pode construir centros olímpicos, reformar as que precisam, fatores que poderão deixar os alunos mais tempo nas escolas e não querer ir embora. Temos espaço suficiente para isso e vamos encaminhar para análise.
Parceria com Temer
O projeto que reduz o investimento em algumas áreas, inclusive na educação, teve o apoio do candidato Rogério Rosso, além de ter votado a favor de vários projetos contrários ao conjunto da classe trabalhadora.
“A PEC (Emenda Constitucional 95) foi muito clara. Foi o indício que o governo não pode gastar mais do que arrecada. Essa foi uma medida muito importante para o Brasil e precisava ser feita. Cabe ao presidente da República executar esta PEC”.
Eduardo Cunha
O PSB não votou no Eduardo Cunha para a presidência da Câmara. Quando o ex-deputado venceu as eleições para presidência da Câmara, eu era líder do partido, mas o dia a dia dos deputados tem um colégio de líderes, e é ele quem define a pauta de votações. Tinha que me manifestar a todo o momento.
Antônio Guillen, do PSTU, irá extinguir os cargos comissionados e expropriar toda a riqueza roubada
Jornalista: Maria Carla
O candidato do PSTU ao Governo do Distrito Federal (GDF), primeiro entrevistado da tarde desta terça-feira (21/8), o professor da Secretaria de Estado da Educação (SEEDF) Antônio Guillen, disputa o cargo com um programa de governo completamente diferente dos outros 10 postulantes ao Palácio do Buriti.
“As empresas e instituições públicas devem ser geridas pelos próprios servidores, eleitos em seus locais de trabalho. Precisamos acabar com esse toma-lá-dá-cá que prevalece até hoje. No nosso governo não haverá cargos comissionados. Vamos extingui-los”, disse.
O professor Antônio Guillen tem 57 anos. Fundador do PSTU, sai sem coligação, na denominada chapa pura. Ele respondeu às perguntas dos sindicatos de servidores do GDF, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Sindicato dos Bancários e de jornalistas do portal.
Ele elogiou a iniciativa e apresentou sua proposta apontando de onde retirará recursos financeiros para viabilizar seu governo, caso seja eleito. “Muito candidato propõe, mas não explica como fazer. Meu partido se preparou. Estudamos o DF”, informou. Serviço público
Guillen disse que o o governo do PSTU irá respeitar os servidores e garantiu que “nenhuma medida da minha gestão será autoritária”. Prometeu “extinguir todos os cargos comissionados” e assegurou que “os servidores públicos têm condições técnicas para dar andamento à máquina pública”.
Ele disse que irá cancelar a privatização de todas as empresas e serviços que o atual governo pôs na mão da iniciativa privada. Defendeu o BRB público, como um banco de desenvolvimento e fomento. “Será comandado pelos próprios servidores. Isso ajudará a desenvolver a economia local”, afirmou.
Questionado sobre o posicionamento do PSTU em relação ao impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff (PT), ele disse que o partido não apoiou o golpe de 2016 e que, na época, defendeu eleições gerais. Lula e a Lava Jato
Embora o posicionamento do PSTU seja favorável à Operação Lava Jato, Guillen disse que o partido é contra a operação e os julgamentos seletivos que estão ocorrendo no âmbito dessa operação da Polícia Federa. E declarou que não deve haver críticas aos casos descobertos pelas ações policiais porque a corrupção é grave”, observou. “A Lava Jato não pode ser seletiva. Tem de prender políticos corruptos”. “A Justiça não pode ser lenga lenga: tem de prender e devolver tudo o que foi roubado”, assinalou o postulante ao governo do DF. Terceirização
Contra a terceirização dos serviços públicos, ele a considera um grande ralo e objeto de desvio de dinheiro público e defendeu auditorias nos contratos firmados entre os governos e a iniciativa privada. “Vou auditar todos os contratos terceirizados e vamos atacar firmemente a terceirização. No meu governo não haverá terceirização. Não haverá subsídio para empresários”, avisou. “A privatização e a terceirização são o ralo do dinheiro público para a corrupção”.
Ele diz que no seu eventual governo irá passar um pente-fino nos contratos públicos e que essa será uma das primeiras medidas a ser adotada. “Existe lei para tudo. Se uma empresa estiver devendo, pode confiscar os bens. Não pagou imposto? Roubou? Vai ter de devolver.” Corrupção
Além do combate à corrupção, ele disse que irá pôr em curso medidas para reforçar os cofres públicos e, uma delas, é cobrar os débitos de empresas privadas, eternas devedoras do Estado. Informou que essas propostas têm como base um levantamento do PSTU no qual foi identificado que “a dívida de empresários com o GDF é de R$ 31 bilhões e, o Orçamento geral, quase R$ 42 bilhões”. Educação
Professor da rede pública de ensino, ele diz que ninguém melhor do que o próprio professor para administrar as escolas. Acredita que é necessário mudar o sistema e fazer com que o Estado cumpra seu papel de gerar empregos. “Não precisa reinventar a roda”, declarou. Emprego, habitação e terras públicas
Uma das propostas do candidato do PSTU é a valorização da Novacap enquanto empresa pública e para gerar empregos com novas obras, reformas. Ele assegurou que, no seu governo, irá investir recursos financeiros públicos na construção de casas populares. No entendimento do candidato, esse é um papel do Estado que não é cumprido porque, historicamente, as terras públicas sempre são destinadas às empreiteiras e à especulação imobiliária para dar lucros à construção civil e imóveis para a classe média. Nada para a classe pobre. Terra para agricultura
Do mesmo modo que irá investir em moradia para a população carente, Guillen afirma que no seu governo, se for eleito, um dos eixos será o investimento no fomento do trabalho na capital e, um dos setores para isso é a agricultura familiar: “A terra é do povo”.Para ele, é preciso preservar parte do Produto Interno Bruto (PIB) para a habitação. “Queremos dedicar 5% do PIB do DF para moradia. O servidor não precisa pagar esses juros exorbitantes”, declarou Guillen.“O povo tem de fazer uma rebelião. Parar de concentrar riqueza na mão do empresariado”, afirmou o candidato.
Para ele, é preciso atacar a proliferação dos condomínios irregulares na raiz: “Por que o governo não vai atrás dos grileiros? Nós vamos atrás dos grileiros e a população vai ficar chocada. Vamos pegar só os grandões. Vão ver que não tem peão nessa história”, afirmou. “Nosso problema não é que falta terra, mas que a terra tem sido destinada ao empresariado”, disse. Segurança pública
No tema da segurança pública, o professor condena o trabalho ostensivo e diz que a polícia deverá ser gerida a partir de uma parceria com a população. “A polícia não pode ser usada para reprimir o povo”, pontuou. E diz que, num eventual governo do PSTY, irá usar as forças policiais para apurar irregularidades em pagamentos feitos pelo GDF a empresas privadas. “Podemos usar a inteligência da polícia para auditar os contratos terceirizados”. Sistema eleitoral
Na segunda parte da sabatina, ele falou de sua história na capital federal e respondeu aos questionamentos de jornalistas do Metrópoles. Indagado se o PSTU era contra o sistema eleitoral vigente, o candidato disse que o partido defende a mobilização social e crê que essa é a única forma de promover mudanças efetivas na sociedade. “Quem gera riqueza é o trabalhador. O trabalhador consciente, organizado, pode fazer qualquer coisa”. Sinpro-DF
O candidato do PSTU mencionou, como exemplo, a luta da categoria docente e lembrou que, ao longo da sua carreira de professor, nunca viu a categoria conseguir vitórias sem luta. E ressaltou que todas as conquistas da categoria do magistério público no DF foram arrancadas com muita luta. “Cada item do meu contracheque foi conquistado por meio de uma greve”, declarou. Conscientização
Para Guillen, os trabalhadores precisam ser convencidos de que há possibilidade de mudança e que é preciso inverter a lógica atual, que prioriza o capital em vez do trabalho. Com críticas ao governador do DF, diz que “Rollemberg deu isenção de impostos para as empresas e a geração de emprego despencou. Esse tipo de ação é uma cantilena”, disparou.
Contrário à Parceria Público-Privada (PPP) para a gestão do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, ele defende que o estádio e o seu arredor deve ser destinado ao benefício social e não vê justiça em o governo construir com dinheiro público um equipamento daquele tamanho e, quando está pronto, entregar à iniciativa privada. É essa lógica que ele diz querer acabar.
O candidato, no entanto, sabe que será difícil superar a concorrência na disputa eleitoral. “Se chegarmos ao segundo turno, venceremos de lavada, pois será a prova de que o povo abraçou nossa causa”, finalizou
Rollemberg vetou a maior parte das emendas dos servidores ao Orçamento 2019
Jornalista: Maria Carla
O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), vetou a maior parte das emendas parlamentares de interesse do interesse dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais do magistério público do DF à Lei de Diretrizes Orçamentárias.
Entre elas estão as emendas orçamentárias que visavam a recompor as perdas salariais da carreira Magistério do Distrito Federal, entre outras emendas de outras categorias de servidores da área de educação do DF.
O governador vetou também a emenda que contemplava a realização de concurso público para a contratação de professores(as) da educação básica e orientadores(as) educacionais (pedagogos), demanda reconhecidamente prioritária da categoria, uma vez que é visível a imensa defasagem desses profissionais nas escolas da rede pública de ensino do DF.
Vetou ainda as demandas relacionadas ao reajuste dos auxílios saúde e alimentação, recursos para o pagamento da licença-prêmio em pecúnia e a recomposição salarial da carreira Magistério, que atendiam à Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE).
Confira nos quadros a seguir:
Sinpro-DF convoca a todos para audiência pública, no dia 29/8, sobre os 3 anos do PDE
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que será realizada uma audiência pública sobre os 3 anos do Plano Distrital de Educação (PDE), no dia 29 de agosto (quarta-feira), às 10h, no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A audiência é convocada pelo deputado distrital Wasny de Roure em parceria com Comissão de Monitoramento e Avaliação do PDE.
“Neste encontro, faremos um balanço das 21 Metas e 411 Estratégias do PDE, indicando o que foi executado integralmente, o que foi executado parcialmente e o que não foi executado. Esse balanço será feito com base no relatório oficial aprovado pela comissão”, informa Júlio Barros, diretor do Sinpro-DF e membro da Comissão de Monitoramento e Avaliação do PDE.
Paulo Chagas se diz favorável à meritocracia, às privatizações e diz que pagará reajuste caso tenha recursos
Jornalista: Luis Ricardo
O candidato ao Governo do Distrito Federal pelo Partido Republicano Progressista (PRP), Paulo Chagas, foi o penúltimo entrevistado da sabatina promovida pelo Metrópoles em parceria com sindicatos e pela CUT. As entrevistas estão sendo feitas com os onze postulantes ao GDF, que respondem a perguntas das mais variadas áreas. O evento está sendo transmitido pelo Facebook do Sinpro.
Na reserva, o general de Brigada se coloca favorável à meritocracia, principalmente na área da Educação; disse que o último reajuste salarial do servidor público deverá ser pago, desde que tenha recursos para isso; não vê grande disparidade de salários entre homem e mulher; afirma ser a favor da Escola sem Partido, argumentando que escola não é um lugar para se pregar ideologias; e ressalta ser favorável á privatização, argumentando que parto do princípio que o Estado não precisa ter empresas”.
Confira a entrevista:
Cumprimento das 21 metas do PDE
Vamos fazer uma revisão nesse plano e segui-lo à risca, para ver se as metas são realmente necessárias para o bom rendimento do ensino público do Distrito Federal. São coisas que devem ser seguidas e obedecidas para não ficar perdido no aspecto da educação, que é um área fundamental.
Meta 17
Com relação ao salário, deve ser obedecida na medida do possível. Se é uma lei, a obrigação é cumprir. Sou contra desfazer alguma coisa que já foi planejado anteriormente. Logicamente precisamos fazer uma revisão para ver se é viável, factível, mas é obrigação do governo assumir.
Universalização do ensino infantil
Está no nosso plano fazer vaga nas creches para todas as crianças. Não gosto de estabelecer números. Vamos nos empenhar para que todas as crianças tenham vagas nas creches, até mesmo porque as famílias precisam trabalhar e precisam deixar os filhos em um lugar seguro. É papel do Estado isso.
Pagamento da última parcela do reajuste
Se é um compromisso assumido anteriormente, deve ser cumprido. Só não será cumprido se não tiver recursos. Não faço promessas. Assumo compromissos. Cumpro uma missão e a missão que estou preparado e comprometido a cumprir é de arrumar tudo que não está funcionando bem, como por exemplo a etapa do reajuste prometido. É uma dívida e deve ser paga.
Cargos comissionados
Não tenho outro compromisso, senão com minha própria consciência. Não tenho comprometimento político, passado político nenhum. A nomeação de cargos para o pagamento de compromissos assumidos não será feito, mesmo porque não tenho compromisso com partido político nem político algum.
Tratamento com a CLDF
Serão eleitos 24 deputados distritais que prometeram defender o interesse público. Estou totalmente aberto para debater pontos que sejam positivos à população. Vamos discutir e chegar a bom termo. Agora, interesses pessoais, não serão feito.
Segurança pública
O sistema de segurança público é integrado por vários elos, incorporações, agências, e todas elas são importantes no sistema. O agente de segurança precisa ser muito bem preparado, porque é uma atividade de risco e envolve a segurança do cidadão. Precisa ter equipamento e ser remunerado de acordo com a importância que tem para a sociedade. Se a policia civil está carente de equipamentos, não é nenhum favor do governador fornecer. É uma obrigação.
Desmilitarização da PM
Sou contra. Vivemos um momento em que mais de 60 mil brasileiros morrem violentamente por dia. Nós vamos fazer uma reformulação? Não. Vamos fazer com que todos os meios funcionem. Não posso parar agora para acabar com uma polícia e começa-la do zero.
Saúde/ transtornos mentais
Hoje o DF tem vários centros que tratam transtornos mentais e muitos não funcionam. O SUS não tem funcionado de forma apropriada. Faltam médicos, faltam as equipes de apoio à família, faltam equipamentos. Se não está acontecendo este atendimento nas unidades básicas de saúde, acaba sobrecarregando os hospitais.
Precisamos colocar o SUS para funcionar novamente. Não é só a saúde mental que está desorganizada. Para podermos fazer com que ele funcione, é preciso fazer com que o SUS funcione.
Servidores da saúde
Se há uma sobrecarga e vemos isso em qualquer ação do Estado, é resultado da incompetência do Estado. A negligência é falta de motivação e os servidores da saúde devem ser valorizados. Se não incentivarmos a fazerem cursos, de melhorar suas performances, de não motivá-los, o serviço não vai funcionar.
Medidas para a saúde
As 167 unidades básicas de saúde precisam receber atenção imediata do governo. Precisamos colocar todas funcionando para que aqueles 80% comecem a ser atendidos no mais curto prazo e os hospitais recebam menos demandas.
Instituto Hospital de Base
Está baseado na administração do Hospital Sarah Kubitscheck. Seria demagógico criticá-la. Julgo que é necessário ao próximo governador fazer uma auditoria em cima dessa forma de administração para ver se está ou não dando certo. A missão é fazer com que o Hospital de Base volte a ser uma referência, como sempre foi.
BRB
O Banco não tem dado prejuízo, mas lucro. Não vejo nenhuma razão para privatiza-lo, mas vemos boas razões, até porque é algo que a gente traz na nossa característica de militar, tentar melhorá-lo. Tenho certeza de que o BRB pode fazer ainda mais à população do Distrito Federal.
Mulheres no mercado de trabalho
Hoje temos mais de 300 mil pessoas desempregadas. O papel do governo é criar empregos, independente se é homem ou mulher. Existe alguma lei que force os homens a ganharem mais que as mulheres? Não existe isso. Não vejo como o GDF pode interferir nesse ponto. O papel do governo não é este, mas sim daqueles que dependem do Estado.
Policiais em cargos administrativos
Não vejo necessidade em ter tantos seguranças. Depende do medo de cada um. Julgo que a prioridade não deve ser essa segurança tão poderosa em torno do governador, mas sim na rua, protegendo o cidadão. A prioridade da segurança pública deve ser para a população.
Desistência de Rollemberg em participar da sabatina
Perdeu uma ótima oportunidade de expor suas justificativas. Entendo que é uma oportunidade de comunicação com a população. Hoje gasta-se uma fortuna com propagandas e perde-se a oportunidade de dialogar com a sociedade.
Escola sem partido
Escola não é um lugar para se pregar ideologias, mas sim mostrar todas as ideologias. Isto deve ser colocado para eles sem nenhum tipo de viés de indicação ou de preferência. Ela é uma coletânea de normas que já existem. Educação se aprende em casa. Não identifico no Escola sem Partido nenhum viés político, religioso ou qualquer que seja.
Meritocracia
A recompensa financeira deve ser feita. No governo federal existe o cumprimento de determinadas metas, que dá direito ao estado de premiar essas conquistas. Vamos utilizar tudo isso à disposição dos servidores, para que eles produzam mais e se sintam motivados.
Políticas para as minorias
Neste quesito o candidato não apresentou proposta concreta, dizendo apenas que “todos são iguais perante a lei e perante Deus. Temos que tratar todos dessa maneira. Não é um favor ou escolha, é uma obrigação legal. Todos, independente de diferenças, devem cumprir a Lei”.
Privatização
Parto do princípio que o Estado não precisa ter empresas. Se não cumprem, dão prejuízo e existem interessados em transformá-las numa empresa melhor e que dê serviços melhores à população, vamos analisar a privatização.
Rodrigo Rollemberg confirma presença, mas não comparece à sabatina do Metrópoles
Jornalista: Maria Carla
O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) não compareceu ao último dia da Sabatina com os Candidatos ao GDF, realizada pelo site de notícias Metrópoles, na manhã desta terça-feira (21). Alguns minutos antes das 10h, hora em que ele deveria entrar no ar, juntamente com a equipe de jornalistas do veículo, a assessoria dele avisou do não comparecimento.
O espaço de 1 hora e 15 minutos em que ele iria responder às perguntas da sabatina e apresentar suas propostas para o Distrito Federal foi preenchida por uma Roda de Conversa com as lideranças sindicais presentes de vários sindicatos do setor da segurança, com o Sinpro-DF e com a CUT Brasília. Contudo, antes de iniciar a Roda de Conversa, a diretora de Redação, Lilian Tahan, leu uma mensagem com severas críticas ao comportamento do governador e à sua gestão no Governo do Distrito Federal (GDF).
“Embora tenha confirmado presença durante as tratativas para o evento e, reafirmado a participação na noite desssa segunda-feira (20), Rollemberg só informou que não viria na manhã desta terça-feira”, disse a diretora de Redação. Na crítica à atitude do governador, Tahan leu que, “com essa atitude, o governador sedimenta sua atitude de descompromisso com os trabalhadores do Distrito Federal. Mais que isso, ao se negar debater ideias, expor propostas, responder a questionamentos, Rollemberg exibe suas faces de covardia e autoritarismo. Rollemberg deixa sem respostas, mais de 120 mil servidores interessados em entender quais os rumos que ele pretende dar ao Distrito Federal, caso ganhe estas eleições”
E continuou: “Também ignora a massa de cidadãos curioso em saber o que ele faria de tão diferente do que fez até agora. Ao evitar ser sabatinado pelo maior veículo digital de maior alcance da capital da República e que se tornou um dos maiores do país, Rollemberg evidencia o tamanho do seu incômodo em ser confrontado a respeito de temas desconfortáveis, mas que são imprescindíveis para a tomada de decisão de eleitores”
No entendimento de Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF, o governador perdeu uma grande oportunidade. Para ela, a sabatina é positiva porque revela as intenções de cada candidato. “Às vezes o candidato dá respostas evasivas, mas, mesmo assim, a gente capta o que ele realmente pensa. Após a sabatina a gente vai apresenta-la à categoria e abrir uma discussão sobre cada um dos posicionamentos”, disse.
Rosilene considera lamentável a ausência do candidato Rodrigo Rollemberg. “Ele aparece nas pesquisas como um dos candidatos à reeleição e teve e está tendo uma gestão que está sendo desastrosa. Claro que, de nossa parte, havia um interesse muito grande de ouvir dele o que ele pretende de diferente numa possível gestão futura. Infelizmente, ele perdeu a oportunidade de fazer isso. Eu avalio que ele é quem perdeu”, afirmou a diretora.
Na Roda de Conversa, as lideranças sindicais do setor de segurança pública informaram números e avisaram que o setor foi abandonado. Denunciaram a falta de diálogo com as categorias e a falta de compromisso com os acordos. Os representantes do Sinpol, Sindperícia e Sindicato dos Delegados de Polícia do DF foram unânimes em dizer que Rollemberg abandonou a segurança pública do DF, retirou recursos financeiros e está sucateando as polícias.
Na segunda rodada, O Sinpro-DF e a CUT Brasília, representados respectivamente por Rosilene Corrêa e Rodrigo Rodrigues, lamentaram a presença do governador e também apresentaram os números da educação, mostrando que há sucateamentos intensos rede pública de ensino. Os vídeos com as sabatinas estão no site do Metrópoles. Confira.
Sinpro convida para o Salão de humor da cidadania: “Preconceito não tem graça”
Jornalista: sindicato
De 23 a 27 de agosto de 2018, o shopping Conjunto Nacional abriga o Salão de humor da cidadania: “Preconceito não tem graça” e uma série de atividades paralelas. Confira a programação:
24/08, às 19h, seminário “A produção do humor gráfico e o mercado editorial”
25/08, às 15h, Fórum de discussão: “Bullying e Direitos Humanos”
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site www.humordebrasilia.com.br
Vamos participar!!!
"Depende do Orçamento", diz Eliana Pedrosa sobre melhorar remuneração do magistério
Jornalista: sindicato
No segundo e último dia da sabatina promovida pelo portal Metrópoles – juntamente com a CUT Brasília, o Sinpro e sindicatos parceiros – com os candidatos ao governo do Distrito Federal, os trabalhos desta terça-feira (21/8) foram abertos com a ex-deputada distrital Eliana Pedrosa (PROS). O vice na chapa é o também ex-deputado Alírio Neto (PTB).
Eliane Pedrosa foi deputada distrital por três mandatos consecutivos, entre 2002 e 2014. De 2006 a 2009, foi secretária de Desenvolvimento Social do governo de José Roberto Arruda (PR). Em 2014, chegou a anunciar candidatura ao governo, mas disputou vaga na Câmara dos Deputados e ficou como suplente.
Confira as principais respostas da candidata a questionamentos sobre diversos assuntos: Terceirizados
De acordo com o presidente interino da CUT Brasília, Rodrigo Rodrigues, os trabalhadores terceirizados do GDF vivem uma realidade absurda, com constantes atrasos no pagamento dos salários; com demissões em massa; enfim, “são os mais massacrados”. Diante desse quadro, qual seria a proposta?
Para a candidata, os trabalhadores terceirizados têm a pior remuração e é preciso rever isso. “O GDF tem que ter compromisso dentro da responsabilidade fiscal. Caso eleita, só contrataremos aqueles que tivermos condição de pagamento, justamente para que não ocorram casos como os que vemos hoje”, disse. Reajustes dos servidores
A candidata já assumiu o compromisso de fazer a paridade entre os vencimentos dos policiais civis do DF com os dos policiais federais. Ela também quer dar um reforço nos vencimentos dos Bombeiros Militares e do pessoal da Polícia Militar. “Também faremos o equacionamento da PM e do Corpo de Bombeiros e nivelar, pelo líquido, com a Civil”, prometeu.
Sobre o pagamento da terceira parcela do reajuste devido aos demais servidores do GDF, Eliana Pedrosa disse que pretende pagar, “pois está na lei”. “A terceira parcela do reajuste, assim como a reformulação de planos de carreira, será possível a partir da arrecadação que temos hoje, com o aumento a eficiência arrecadatória e com economia em determinadas áreas; como a integração de órgãos que fazem a mesma coisa, por exemplo.
Com esta combinação, pretendo destinar 1/3 para pagamento de reajustes, 1/3 para redução de impostos (IPTU, por exemplo), e 1/3 para incrementar novos projetos para o DF”, explicou. Licença-Prêmio e pagamento de pecúnias
Indagada pela coordenadora de Finanças do Sinpro, Rosilene Correa, a candidata disse que não pretende encaminhar nada no sentido de acabar com o benefício da licença-prêmio, pois se diz contra a retirada de direitos.
Sobre as pecúnias, Eliana Pedrosa destacou que, caso eleita, pretende fazer uma programação de pagamento. “Quero formar uma comissão com os servidores e montar uma programação, dando preferência aos mais antigos. Essa programação será com o ‘livro aberto’, ou seja, dentro do orçamento possível. A quitação, entretanto, não será possível no primeiro ano de governo, mas faremos isso no menor tempo possível”, disse. Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE)
Em resposta ao coordenador de Imprensa do Sinpro, Cláudio Antunes, sobre a equiparação do vencimento básico do magistério, no mínimo, à média da remuneração das demais carreiras de servidores públicos do Distrito Federal, com nível de escolaridade equivalente, Eliana Pedrosa disse que a educação é um ponto central. “Todos os países que deram um salto de qualidade (inclusive econômica), o deram pela Educação. Porém, temos um orçamento para trabalhar e temos um limite de receitas; a questão da responsabilidade fiscal. Quero dar transparência ao orçamento e aos nossos gastos. Vamos melhorar a remuneração dos professores; torná-la mais digna”, finalizou. Saúde
“Corte na saúde é inadmissível”, disse ao se referir ao Orçamento do GDF. “Temos que remanejar o orçamento para carrear verbas para a saúde, e não o contrário”. A candidata também informou que Saúde, Educação e Segurança são atividades de estado e devem ser exercidas por servidores concursados. “A terceirização poderia entrar em algumas atividades-meio, como limpeza e informática”. BRB
Pretende mantê-lo como banco público, de fomento, “buscando eficiência e participação nas decisões juntos com os funcionários e outros segmentos da sociedade, reunidos em comissões”.
Na sabatina, a candidata falou em criação da Secretaria de Gestão Estratégica. “É fundamental para fazer acompanhamento de todas as ações do governo”, disse. Também pretende criar a Agência Brasília de Turismo. “Uma empresa de eventos para dar mais celeridade na captação para a cidade.” Ela afirmou não ter intenção de diminuir o número de pastas do GDF.
Ao final, a candidata procurou os diretores do Sinpro que estavam no local para conversar. Ela afirmou que, se eleita, “fará um governo focado na educação e que cumpriria as leis relacionadas com a educação, porque entende que isso é algo importante para a sociedade”.