Confira os horários e locais dos ônibus para assembleia geral desta terça (26), no Teatro Nacional

O Sinpro disponibilizará ônibus para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para a assembleia geral desta terça-feira (26), às 9h, no estacionamento do Teatro Nacional. Entre os assuntos a serem discutidos estão a construção da pauta de reivindicações, análise da conjuntura e a intransigência do GDF em impor uma reposição de aulas sem que o magistério público tenha feito greve.
Confira os locais e os horários a seguir:
BRAZLÂNDIA – Praça do Laço – às 8h;
CEILÂNDIA – Estacionamento do BRB – às 8h;
FORMOSA – Praça da Matriz/Catedral – às 8h;
GAMA – CEM 02 – às 8h;
PLANALTINA – Centro de Ensino Especial 01 – às 8h;
RECANTO DAS EMAS – Regional 306 passando pela Faculdade da Terra – às 8h;
SAMAMBAIA – Feira da 202 – às 8h;
SANTA MARIA – CEE 01 passando pelo CEF 215 – às 8h;
SOBRADINHO – CEM 01 – às 8h;
TAGUATINGA – Nene’s Chopp – às 8h30;
SÃO SEBASTIÃO – CAIC UNESCO – às 8h30.

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Cada vez menos jovens querem ser professores no Brasil. Outros tantos desejam morar no exterior


Ser professor do ensino ensino básico e médio não é uma alternativa para a maior parte dos estudantes brasileiros. É o que mostra relatório divulgado no sábado (16/6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Segundo os dados, a porcentagem de estudantes que querem ser professores passou de 5,5% em 2006 para 4,2% em 2015.
O relatório Políticas Eficazes para Professores é baseado nas respostas de estudantes de 15 anos no questionário do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), avaliação da qual  participaram 70 países. No Brasil, de acordo com o questionário do último Pisa, em 2015, a porcentagem dos que esperam ser professores é ainda menor que a média dos países da OCDE, 2,4%.
Com tamanho desinteresse pela licenciatura, já é possível prever um “apagão” de professores. Se nada mudar, o futuro dessa profissão – e portanto dos nossos filhos – fica cada vez mais ameaçado.
Especialistas dizem que a saída para isso nem é tão difícil. Aumentar salários, criar um plano de carreira e desenvolver cursos de formação são ações que precisam ser colocadas em prática, para ontem.
“A atratividade da carreira docente precisa mudar e isso implica também, não só o aumento de salário, mas a constituição de uma carreira mesmo”, afirmou Regina Scarpa, doutora em Educação pela  Universidade de São Paulo.
Para a professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Isabel Lelis, a falta de atratividade está nas precárias condições de trabalho como baixos salários, sobrecarga de trabalho (as atividades se prolongam para além da carga horária), excesso de alunos em sala de aula, dificuldades de desenvolvimento profissional. “O trabalho do professor envolve grande complexidade pois implica na relação humana, entre professor e aluno. Exige ouvir e fazer o aluno se envolver no processo de aprendizagem, isto é, hoje o professor deve possuir uma série de competências emocionais, para além da competência técnica. Diante dos baixos salários, uma parcela do magistério possui dupla, tripla jornada de trabalho o que provoca doenças como stress, síndrome de burnout, enfim um mal estar profissional”, afirmou.
“Em países onde os salários dos professores é mais alto, estudantes de 15 anos tendem a desejar mais seguir a profissão. O mesmo ocorre em países onde os professores acreditam que a profissão é valorizada pela sociedade”, enfatizou o relatório da OCDE.
A professora da Secretaria de Educação do Distrito Federal, Gina Vieira Ponte, explica que “vivemos em um país que representações sobre o que é ser professor são muito ruins. É muito recorrente que se replique casos de professores agredidos, de enfrentamento com alunos, com pais. Tem greve de professores, que precisam se organizar para garantir melhores salários. O aluno, dentro da escola, percebe o quão desafiador é para o professor realizar o trabalho dele”.
Para melhorar o ensino, o Plano Nacional da Educação espera, até 2024, alcançar algumas metas, entre elas garantir que os professores tenham formação superior, que pelo menos 50% de quem dá aula na educação básica tenha pós-graduação e valorizar o salário dos professores em relação a outros profissionais que também tenham nível superior.
O especialista em Educação da USP, Fernando Abrucio, acredita que o plano é bom, mas que o Brasil avançou muito pouco. “Nós temos que, ao mesmo tempo, melhorar a formação do professor, torná-lo alguém que saiba ensinar bem aos alunos e mudar a carreira do professor para atrair os melhores talentos do país para a docência e assim termos uma sociedade melhor para nossos filhos e netos”, disse.
“Acho que é consenso de todos os lados, de todos os campos políticos, que política educacional é caminho para o desenvolvimento do país”, disse o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo. “A educação muda a vida da pessoa e, para ter educação de qualidade, tem que ter pessoas animadas com autoestima elevada, com alegria e disposição para fazer o trabalho no dia a dia”.
A OCDE recomenda que os governantes “considerem melhorias nas condições de trabalho dos professores para tornar a carreira mais atrativa para os melhores estudantes. Ao mesmo tempo, poderiam aumentar o nível de autonomia e responsabilidade, as oportunidades de crescimento intelectual e possibilidades de progressão de carreira que agradem os professores”.
“Não Verás País Nenhum” – Refletindo o que ocorre hoje no país e pegando carona no título da ficção distópica do escritor Ignácio de Loyola Brandão, pesquisa do Datafolha divulgada no domingo (17/6) indica que 62% dos brasileiros entre 16 e 24 anos desejam morar no exterior. A cifra corresponde a 19 milhões de pessoas – o equivalente à população do estado de Minas Gerais. Segundo a sondagem, metade da população entre 25 e 34 anos deseja deixar o país, enquanto entre os entrevistados de 35 a 44 anos, 44% querem viver no estrangeiro.

São dados estarrecedores e pode-se dizer que o futuro desistiu. O futuro desistiu do Brasil porque o Brasil desistiu do seu futuro muito antes. E não se trata aqui apenas de falar na garantia de emprego decente e educação de qualidade. Mas no respeito à vida e na proteção nos níveis mais básicos da dignidade – pontos que o governo Temer insiste em esquecer com sua “ponte para futuro”.
Ou seja, na lógica atual, para se construir um futuro melhor, mata-se o próprio futuro. O mais triste é que, quando perceberem essa contradição, já será tarde demais.

Sinpro-DF apresenta sugestões de emendas à LDO de 2019


O Sinpro-DF protocolou, na tarde desta segunda-feira (18), sugestões de emendas de interesse da Educação para o Colégio de Líderes para serem incluídas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2019, que está tramitando na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O compromisso do presidente da Casa e dos representantes dos partidos políticos foi o de aprofundar a discussão com o sindicato para, com base em mais informações, dar os devidos encaminhamentos.
“Recorremos à CLDF em razão da insistência deste governo de não atender às demandas da categoria e da própria Educação pública e gratuita do DF. Ou seja, apelamos para que a Câmara se empenhe em acatar as emendas, uma vez que o Plano Distrital da Educação e o Plano de Carreira são leis aprovadas pela Casa, e também porque o Poder Executivo mais uma vez não aponta responsabilidade com a Educação e não assegura na LDO nossos direitos”, afirma Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF.
Nas emendas, o Sinpro-DF apresentou a Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE), que prevê equiparação salarial com as demais carreiras de nível superior do DF; pagamento da pecúnia da licença-prêmio aos(às) aposentados(as); atualização do valor do auxílio-alimentação e saúde; também o número de nomeações de professores da educação básica e de pedagogo(a)-orientador(a) educacional; tudo isso tendo como referência o alto índice de aposentadorias, como construção, reconstrução e reforma de escolas dentre outros itens.
A LDO é a lei que define as metas e as prioridades, bem como todas as receitas e despesas, que o Governo do Distrito Federal (GDF) terá em 2019. O governo apresentou algumas prioridades. Mas o Sinpro-DF realizou um estudo aprofundado sobre as sugestões do governo e o que realmente precisa ser feito para o atendimento das demandas da Educação pública e gratuita do DF e da categoria.
Assim, por meio das emendas sugeridas, o Sinpro-DF atua em várias linhas, como a de valorização profissional, capacitação, reajuste salarial, vagas para concurso público. “Estamos sugerindo aos deputados a apresentação dessas emendas a fim de assegurar esse tipo de valorização no orçamento do ano que vem”, explica a diretora.
Ela afirma que, enquanto representante do magistério público do DF, é muito importante o sindicato se coloque nesse papel de auxiliar o Poder Legislativo porque isso faz parte de participação popular, o que é essencial para o atendimento das demandas, e principalmente das entidades sindicais, que estão antenadas e conscientes da situação da categoria e as necessidades da carreira e que tem de trabalhar junto com o Legislativo e o Executivo.
“A participação do Sinpro-DF na LDO é de suma importância porque, se não apresentarmos essas necessidades agora, ano que vem, o governador pode se aproveitar do fato de não constar da lei e se utilizar do argumento de que não estava previsto no Orçamento para não atender às demandas da Educação. Isso porque, no círculo orçamentário, há a necessidade de planejamento, como definido pela Constituição Federal e pela Lei Orgânica do DF, pede que tudo esteja previsto anteriormente”.
Crédito das fotos: Arquivo Sinpro-DF/Joelma Bomfim

Gestão Democrática prevalece na organização do funcionamento das escolas. SEEDF publica Portaria

Após debates com o secretário Júlio Gregório, a Secretaria de Educação (SEEDF) editou nessa segunda-feira (11/6) a Portaria nº 166 – reconhecendo a autonomia das escolas por meio da Lei de Gestão Democrática e dos Conselhos Escolares.
O objetivo é permitir que as unidades escolares e os conselhos possam, autonomamente, reunir-se e organizarem a recomposição do calendário em razão das excepcionalidades identificadas neste ano.
Desta forma, a SEEDF obedece ao artigo 5º da Lei de Gestão Democrática (nº 4751/2012), que dispõe sobre a autonomia administrativa das instituições educacionais quando da reorganização do seu funcionamento nos casos de reposição de aulas.
Confira abaixo a Portaria nº 166/2018:

Sinpro premia vencedores do IX Concurso de Redação e Desenho

Os(as) vencedores(as) do IX Concurso de Redação e Desenho do Sinpro foram premiados(as) durante cerimônia realizada na tarde desta quinta-feira (21), na sede do sindicato. Este ano o Sinpro trouxe como tema Água: sede de viver, sede de sobreviver, propondo o debate sobre a ameaça da falta de água no planeta, um problema que afeta toda a humanidade.
Ao todo, 3.721 mil redações e desenhos foram inscritos por estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal, mostrando que a preocupação com o futuro do mundo é de todos. “O tema deste ano vem bem a calhar, pois vivemos um momento em que direitos básicos aos poucos estão sendo subtraídos, e a água é um desses direitos. Tirar esta riqueza do povo é tirar a vida, e discutir esta temática é sim muito importante e necessário para mudar este cenário”, ressalta o diretor do Sinpro Cléber Soares.
Com o auditório repleto, os(as) estudantes foram chamados à frente para receber seus prêmios. Para a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa, este concurso cumpre com a tarefa de incentivar o debate, principalmente de temas relevantes e importantes. “É sempre muito gratificante ver tantos estudantes, alguns tão pequenos, participando deste concurso. A participação de cada um é muito positiva porque eles acabam debatendo com a família e participando da luta por melhorias. Damos os parabéns a todos que participaram e esperamos que este concurso cresça ainda mais”.
Clique aqui e confira o caderno de redações e desenhos vencedores.

Programa Alternativo mostra Sarau Literário

Um projeto do Centro de Ensino Médio 304, de Samambaia, será destaque do Programa Alternativo deste sábado (23). Estudantes do 3º ano do ensino médio, professores e a direção do CEM realizam, anualmente, um Sarau Literário. Segundo uma das professoras da escola, o projeto tem o objetivo de oferecer aos estudantes uma releitura de contos consagrados da literatura brasileira na forma de fotonovelas. Autores como Machado de Assis, Otto Lara Resende, Cecília Meireles, entre outros, tiveram suas obras revisitadas. Os estudantes também apresentaram músicas e danças.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 12h30, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Previsto pagamento de pecúnia da licença-prêmio no dia 28 de junho

A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que a Secretaria de Fazenda do Governo do Distrito Federal (GDF) confirmou o crédito de pagamento da pecúnia da licença-prêmio neste mês. O crédito está previsto para o dia 28 de junho.
Com isso, o governo dá sequência ao pagamento do parcelamento e prevê contemplar os(as) servidores(as) públicos(as) que se aposentaram entre os dias 10 e 23 de maio de 2016.
O cronograma seguido tem sido o cronológico por data de publicação da aposentadoria no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). No mês passado foram pagos R$ 11 milhões e, neste mês, o montante será de R$ 12,3 milhões.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF parabeniza a todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) que se uniram ao sindicato para lutar pelo recebimento da pecúnia da licença-prêmio.
“A luta de todos e todas é o que garante esse pagamento. Porém, é importante ressaltar que o que queremos é o cumprimento da Lei Complementar nº 840/11”, afirma Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF.
Vale lembrar que o pagamento da pecúnia da licença-prêmio, mesmo assim, parcelado, ocorre graças à mobilização unificada do sindicato e do movimento docente, sobretudo, das últimas duas greves da categoria e da ação dos(as) aposentados(as).
Desde 2015, a direção colegiada do Sinpro-DF e, especialmente os(as) professores(as) aposentados(as), têm lutado pelo pagamento desse direito e pelo comprimento da lei.
 

Professores: campanha da vacina contra a gripe vai até a sexta-feira, dia 22


Atenção professores(as) que ainda não tomaram a vacina contra a gripe. A campanha de vacinação foi prorrogada até a sexta-feira (22/6). A campanha seria encerrada no dia 15 mas, devido às baixas coberturas vacinais, teve o prazo estendido para que chegue próximo à meta de imunização. De acordo com o Ministério da Saúde, até o momento, cerca de 73% da categoria foram vacinados em nível nacional.
As doses aplicadas contra a influenza imunizam contra os três subtipos de gripe que mais circulam no inverno: A/H1N1, A/H3N2 e Influenza B. No DF, 114 postos vão funcionar até a sexta-feira, das 8 às 17 horas.
“Contamos com o envolvimento de todos e todas, e agora ganhamos mais alguns dias para a vacinação. A gripe não é uma doença grave, mas entre os grupos prioritários pode se agravar, sim, e a vacina é uma das melhores formas de evitar que isso aconteça”, afirmam diretores da secretaria de Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sinpro-DF.
Quem deve tomar a vacina
O público-alvo da campanha inclui idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a 5 anos, trabalhadores da saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (mulheres em até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional. Portadores de doenças crônicas, como asma ou diabetes, também integram o grupo prioritário.

O programa TV Sinpro da TV Comunitária desta terça (19) apresenta as sugestões de emendas à LDO de 2019

 
O programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (19) apresenta sugestões de emendas à LDO de 2019. O próprio Sindicato protocolou, na última segunda-feira (18), sugestões de emendas de interesse da Educação e da categoria ao Colégio de Líderes para serem incluídas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano de 2019, que está tramitando na CLDF.
Para falar sobre o assunto foi convidada Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça vai ao ar às 17h, ao vivo, na página do Sinpro no Facebook. O programa também é disponibilizado no Canal 12 da NET, no site e na fanpage da TV Comunitária.
As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana. Confira a programação a seguir:
 
Terças – 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30

Isabel Portuguez recebe título de Cidadã Honorária de Brasília da Câmara Legislativa do DF

Em reconhecimento à luta e à importância da professora Isabel Portuguez – profissional coerente, comprometida com a construção de uma educação pública de qualidade e com as reivindicações da categoria -, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) entregará o título de Cidadã Honorária de Brasília in memoriam no dia 25 de junho, próxima segunda-feira.
A iniciativa é do deputado Wasny de Roure, que irá entregar o título em cerimônia a ser realizada no Auditório Paulo Freire, do Sinpro-DF, às 19h.
 

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