Prevista para segunda (11), Sinpro-DF tem reunião com o GDF para debater funcionamento das escolas
Jornalista: sindicato
Dirigentes do Sinpro-DF têm encontro marcado com o Governo do Distrito Federal (GDF) para debater a organização do funcionamento das unidades escolares. Isso porque existem excepcionalidades já identificadas neste ano – como a dificuldade de locomoção durante a greve dos caminhoneiros e os próximos dias de jogos do Brasil na copa mundial de futebol – que exigirão essa organização.
A reunião está prevista para ocorrer nesta segunda-feira (11/6) e objetiva conversar melhor sobre como as unidades escolares vão se ajustar em momentos atípicos, como os já citados.
Vale lembrar que este encontro com o GDF dará continuidade a uma discussão iniciada no dia 1º de junho.
Tão logo tenha novidades, o Sindicato informará os(as) professores e orientadores(as) educacionais pelos meios de comunicação usuais (Site, Facebook e WhatsApp).
Assembleia de prestação de contas será no dia 28 de junho
Jornalista: Luis Ricardo
Conforme o Artigo nº 19 do estatuto do Sindicato dos Professores no Distrito Federal, a diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as) para a Assembleia Ordinária de Prestação de Contas 2017, a ser realizada no dia 28 de junho, a partir das 18h30, no auditório do sindicato.
Compareça! A sua presença é fundamental para a construção e o fortalecimento da nossa luta e pela garantia de nossas conquistas.
Por Yuri Soares*
Dia 14 de junho começa a Copa de Mundo de Futebol na Rússia. No entanto, a pouco mais de duas semanas do maior espetáculo da Terra, o povo brasileiro não parece nada empolgado com o evento: as ruas não estão sendo pintadas, o comércio patina e são poucos os comentários nas mesas de bar e reuniões familiares.
Há alguns motivos para esse desânimo. O primeiro e mais óbvio foi o fiasco da Seleção Brasileira em casa na Copa do Mundo de 2014. É difícil superar aquele ridículo 7×1.
Mas há também outros fatores, como a falta de identificação dos torcedores com os jogadores selecionados. Quase todo o elenco joga em clubes de fora do país. De clubes brasileiros, somente 3 jogadores de 2 equipes, os outros 20 jogadores atuam em times estrangeiros. Isso é somente mais um sintoma da crise que vive o futebol brasileiro, que necessita de uma ampla reformulação em sua legislação, financiamento, estrutura e relação com a mídia.
Para piorar a situação da falta de identidade entre jogadores e a população, a maioria dos jogadores, quando não silenciam sobre os problemas do povo e do Brasil, se posicionam de forma deprimente, como o apoio de Neymar a Aécio Neves em 2014.
No último domingo a seleção embarcou para a Europa quase escondida, sem realizar nenhum jogo de despedida com preços acessíveis ou treino aberto em um grande estádio.
O cenário de aprofundamento da crise econômica, social e política do país também é um problema. Há uma descrença generalizada sobre o presente e o futuro do país, e isso afeta também o ânimo do torcedor em relação à sua seleção. Tanto aqueles que desde o início sabiam que era golpe, quanto aqueles que foram ou ainda são manipulados, mas que sentem na pele a sua vida piorar e a situação geral deteriorar-se a cada dia.
O futebol em nosso país é mais que um mero evento esportivo ou espetáculo. É parte da nossa cultura e sociabilidade quando nos encontramos e, além de assistir aos jogos, também discutimos os mais variados temas.
Em diversos momentos da história, dentro e fora de campo, foram realizados protestos sobre várias pautas, seja o Vasco combatendo o racismo na década de 20, a Democracia Corinthiana defendendo as eleições diretas dentro de campo e nas manifestações de rua durante a ditadura militar, ou mesmo as manifestações de torcedores contra Temer nas arquibancadas.
Em seus embates por um futebol mais democrático, por muitas vezes, setores populares se confrontam tanto com o oligopólio midiático da Globo e demais veículos, como os cartolas mafiosos dos clubes, federações e CBF, o que não deixa de ser uma forma de politização.
Muita gente confunde o apoio à seleção com o apoio ao governo em questão, o que não condiz com a realidade. Na Copa de 1970, a ditadura militar tentou captar para si a euforia do momento. Alguns militantes progressistas se viram na encruzilhada de torcer ou não a favor do escrete. No entanto, a popularidade do regime se devia muito mais ao crescimento econômico do período do que ao futebol.
Observando as Copas mais recentes, em 1998, a seleção perdeu a copa e FHC foi reeleito; em 2002, a seleção venceu e o candidato eleito foi o oposicionista Lula; em 2006, a seleção perdeu e Lula foi reeleito; em 2010, novamente a seleção perdeu e foi eleita a governista Dilma; em 2014, mesmo com o fiasco histórico da seleção, Dilma foi reeleita. Isso demonstra que não há ligação direta entre o resultado na competição e o resultado eleitoral.
Provavelmente o torcedor esteja esperando ver para crer e, a depender dos primeiros resultados, sua postura em relação à Copa pode mudar.
Já virou febre o fenômeno das camisetas vermelhas alternativas. Muita gente quer torcer para a seleção brasileira sem vestir a mesma camisa verde e amarela utilizada pelos patos que bateram panela a favor do golpe. É um fenômeno interessante e bonito, mas não devemos identificar de forma automática quem utilizar a camisa tradicional durante a Copa como golpista. Vai ter gente de todo tipo vestindo a camiseta canarinho.
Por fim, deixemos o papel de torcer contra o Brasil para aqueles que o fazem sempre, seja no futebol, na política, na cultura e na sociedade. Aqueles que preferem ver nosso país derrotado e de joelhos. Vamos não só torcer pelo Brasil na Copa, como dialogar com nossos amigos e familiares sobre a necessidade de lutarmos coletivamente para tirá-lo do atoleiro em que estamos. Inclusive com aqueles que estiveram em lados opostos ou se calaram até agora. Tirar o Brasil do buraco e reconstruir a democracia será tarefa para os brasileiros e mais ninguém. * Professor de História da rede pública de ensino do DF e diretor de Políticas Sociais do Sinpro-DF
Texto publicado originalmente na Revista Fórum
Sinpro realiza plenárias regionais no próximo dia 20
Jornalista: sindicato
No dia 20 de junho, o Sinpro-DF realizará plenárias nas cidades. O objetivo é discutir com os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais a pauta de reivindicações da categoria.
As plenárias ocorrerão em todas as cidades nos locais e turnos identificados abaixo. Confira:
Brazlândia – CEM 01 – 9h/14h
Ceilândia – CEM 03 – 9h/14h
Gama/Santa Maria – CEM 02 – 9h/14h/19h
Guará – CEF 01 – 9h/14h
Núcleo Bandeirante – CEMNB 01 – 9h/14h
Paranoá – CAIC Santa Paulina – 9h/14h
Planaltina – Subsede do Sinpro-DF – 9h/14h/19h
Plano Piloto – Sede do Sinpro-DF – 9h/14h/19h
Recanto das Emas – CEF 301 – 9h/14h
Samambaia – CEE 01 – 9h/14h
São Sebastião – CAIC UNESCO – 9h/14h
Sobradinho – CEM 01 – 9h/14h
Taguatinga – CEMAB – 9h/14h/19h
Projeto Juntos somos Fortes é o destaque do Programa Alternativo
Jornalista: Luis Ricardo
Um trabalho voltado para os estudantes da Escola Classe 53 de Taguatinga e que conta com a parceria de professores, direção, coordenação e da comunidade escolar é o destaque do Programa Alternativo deste sábado (09). O objetivo do projeto Juntos Somos Fortes é oferecer autoestima para que os alunos sejam livres, façam escolhas acertadas, além de oferecer ferramentas para a inclusão, para a transformação social e educacional e para a celebração. “A gente pinta a vida do jeito que queremos. Nesta paleta temos amor, paciência, alegria, respeito, tolerância. Aprender a respeitar o próximo, conviver melhor com todos é um dos grandes diferenciais que temos nesta vida”, comenta uma professora da EC 53.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 12h30, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Canal da Educação desta quinta (7) debate como a privatização da Eletrobras afetará a sociedade brasileira
Jornalista: sindicato
O Governo Federal quer entregar à iniciativa privada o controle da maior empresa de energia elétrica estatal da América Latina, a Eletrobras. Para tentar enganar o povo, a proposta é colocar ações à venda, mas essas ações só podem ser compradas pela iniciativa privada. Dessa forma, todas as decisões estratégicas passarão a ser tomadas pelo setor privado. Mas a Eletrobras não é apenas uma empresa de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, ela desenvolve projetos nas áreas de saúde, segurança, educação e desenvolvimento regional em diversos locais do Brasil, principalmente na região Norte e Nordeste, onde ainda existem muitas desigualdades a serem superadas.
Por isso mesmo, a privatização da Eletrobras e seus impactos sobre os brasileiros será o tema do Canal da Educação desta quinta-feira (7/6). Para falar sobre o assunto foram convidadas a diretora do Sinpro, Luciana Custódio, e a engenheira florestal Fabiola Latino Antezana – trabalhadora da Eletronorte, dirigente do Sindicato dos Urbanitários no DF e uma das coordenadoras da Campanha Energia não é Mercadoria.
O Canal da Educação é produzido e apresentado pelo jornalista Valdir Borges e vai ao ar, quinzenalmente, às quintas-feiras, ao vivo. Será transmitido pelo site e Facebook do Sinpro-DF e pela TopTV Brasil, às 20h.
O programa permite a participação em tempo real. As perguntas podem ser enviadas, ao vivo, pelo Facebook e/ou por mensagens de WhatsApp pelo número (61) 98162-0065. Educação – Na área da educação, há escolas nos interiores e áreas rurais que são construídas e mantidas pelas empresas controladas, bem como convênios com instituições de ensino técnico federal e universidades federais que levam cursos profissionalizantes e de ensino superior ao sertão do Nordeste, ao coração da Amazônia.
A população de Brasília pode se perguntar qual o impacto da privatização da Eletrobras para os brasilienses então. De acordo com Fabiola, “na proposta do Governo, a energia que a Eletrobras hoje vende por 40 reais em média, vai subir para 200 reais. Esse aumento logo no inicio da cadeia produtiva trará um efeito cascata ao longo da cadeia de transmissão, comercialização e distribuição de energia em todo o país. Esse aumento será sentido nas residências, na indústria, no comercio, na agricultura. Em todos os segmentos. Ainda, o histórico das privatizações que ocorreram na parte da distribuição da energia no Brasil aponta dados reais de que, além do aumento da energia, há também a piora no serviço. As empresas privadas querem aumentar ao máximo seu lucro, para isso, demitem os trabalhadores sem preocupação com o serviço que tem que ser prestado à sociedade. Exemplo disso é nosso vizinho Goiás, onde foi privatizada a CELG em 2017. Em um ano, demitiram mais de mil trabalhadores e a CELG amargou a pior colocação no ranking das empresas, com 7 vezes mais quedas de energia do que limite aceitável pela agencia reguladora, ANEEL, e aumentando o tempo que os goianos ficam no escuro, em média, 32 horas e meia. Quando foi comprada pelos italianos, a promessa foi de melhorar todos os indicadores da empresa, mas na prática o que houve foi uma piora para a população. E os impactos não param por aí. Haverão impactos diretos na soberania nacional, no controle dos nossos rios, na segurança no fornecimento de energia, no meio ambiente, na economia, e claro, no nosso bolso”.
GDF manipula informação para população pensar que Rollemberg cumpre o PDE
Jornalista: Maria Carla
Uma Apresentação em Power Point do Governo do Distrito Federal (GDF) para explicar sua adesão e o funcionamento do Programa Mais Alfabetização (PMALFA) na capital do país tem causado confusão e até a impressão de que o governo Rodrigo Rollemberg (PSB) cumpre o Plano Distrital de Educação (PDE). Na abertura da Apresentação, há três imagens e uma delas é um logotipo a indicar que o PMALFA está relacionado à Meta 5 do PDE.
Essa é a única menção ao PDE em todo o documento, contudo, é tão forte que pressupõe a leitura de que, com a contratação precarizada de Assistentes de Alfabetização, o GDF põe em curso o cumprimento da Meta 5. O enunciado dessa meta, no documento oficial do PDE, indica que o governo deverá “alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do terceiro ano do ensino fundamental”.
Para a diretoria colegiada do Sinpro-DF, o logotipo na Apresentação é uma forma de o governo confundir a categoria e, sobretudo, a população. “Ele quer forçar uma barra, justamente em ano eleitoral e por meio de um logotipo, para induzir o leitor a pensar que o PDE está em curso. É importante destacar que nenhuma das Estratégias da Meta 5 está em andamento no DF”, critica Letícia Montandon, diretora do Sinpro-DF.
Ela explica que essa meta busca a fortalecer a docência e o magistério. “Portanto, visa a solidificar o campo da alfabetização na rede pública de ensino por meio de novas tecnologias, formação continuada entre outras ações, e não mediante a contratação precarizada de pessoas que, muitas vezes, nem sequer têm formação superior em pedagogia para poder alfabetizar”, informa a diretora.
Júlio Barros, diretor do Sinpro-DF, lembra que o governo Rollemberg nunca teve compromisso com as 21 Metas do PDE. “No caso da Meta 5, que está utilizada para justificar o PMALFA, é sem fundamento porque este governo fez de tudo para inviabilizar o PDE várias vezes. A principal tentativa foi quando entrou na Justiça para pedir a inconstitucionalidade do Artigo 9º , com a alegação de que as Metas e as Estratégias Intermediárias são inconstitucionais. Ou seja, sempre buscou transferir a responsabilidade de seu governo para governos vindouros”, denuncia.
Barros diz que a diretoria colegiada do sindicato entende que, se o governo Rollemberg tivesse compromisso com o PDE, como tenta passar na Apresentação Power Point — que explica, dentre outras coisas relacionadas ao PMALFA, o Processo Seletivo simplificado de Monitores – Assistentes de Alfabetização – para atuarem no programa no âmbito do DF —, teria manifestado isso nas leis orçamentárias, como na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e no Plano Plurianual (PPA).
“Realmente, este governo não tem compromisso com a educação. Não promove nem sequer a Meta 5 do PDE, que, em suas Estratégias define como o governo deverá fortalecer o magistério nos anos iniciais, investindo na formação do corpo docente. Ao contrário do que está lá, ele não promove e nem estimula a formação continuada dos professores para alfabetização das crianças e nem a formação continuada de gestores escolares, diretores, vice-diretores e supervisores. Não realiza levantamento criterioso do número de crianças de 4 a 5 anos, que corresponde à pré-escola, e, no caso de 6 anos, ao 1º Ano do Ensino Fundamental e, ainda, faz propagandas enganosas dizendo que universalizou as matrículas de crianças de 4 a 5 anos”, destaca Barros.
O diretor diz estar perplexo com a Apresentação Power Point do PMALFA do governo distrital. “E me causa estranheza também o fato de o GDF abraçar este projeto do governo federal justamente no ano de 2018. O Programa Mais Alfabetização está mais para ser um projeto extremamente eleitoreiro. Se não é, por que não fez isso no primeiro, segundo ou terceiro ano de mandato? Sem falar da precarização das relações de trabalho. É humilhante ser colocado para trabalhar nas escolas da rede pública mediante a lei do voluntariado com remunerações que variam de R$ 150,00 a R$ 300,00. Isso é aviltante”, afirma.
E acredita ser complicado os profissionais do magistério aceitarem esse tipo de projeto porque os Assistentes de Alfabetização terão competência para exercerem quase tudo o que esse profissional executa na escola, com exceção da parte burocrática de preenchimento de Diário. “Ora, se o próprio governo diz que é com exceção da parte burocrática, significa que até a parte de docência poderá ser executada pelos assistentes”, alerta.
O Programa Mais Alfabetização passa longe da reforma do Ensino Médio, porém, os dois programas se assemelham ao desregulamentarem e ao instituírem a relação trabalhista precarizada entre o Estado e a educação pública. O PMALFA contrata Assistentes de Alfabetização sem formação em pedagogia para alfabetizarem crianças e a reforma do Ensino Médio institui os “profissionais de notório saber”, ou seja, em ambos os casos os contratados não precisam ter formação superior na área em que darão aulas.
“O profissional de notório saber é algo de extrema subjetividade, afinal, quem irá dizer se a pessoa tem ou não notório saber e se está habilitada a lecionar a disciplina A ou B? Não temos dúvidas de que um governo golpista, como o de Michel Temer, apoiado, na época, pelo governo Rollemberg, não têm nenhum compromisso com a educação. E governador que se une a ele, também não. Se tivesse, não teria golpeado o coração a educação com a Emenda Constitucional nº 95/2016, que congela os investimentos em saúde e em educação por 20 anos”, analisa Júlio Barros.
Confira a Apresentação em Power Point do GDF e a manobra para levar o leitor a pensar que o PDE está sendo aplicado no DF. Slides PMALFA- Apresentação do programa – versão final
Confira a seguir outras matérias da Série TERCEIRIZAÇÃO NO MAGISTÉRIO PÚBLICO DO DF: O Programa Mais Alfabetização e a precarização do trabalho docente no DF
Primeiro mímico da Capital, Miqueias Paz hoje é um dos patrimônios culturais da cidade.
Por tudo que fez ao longo dos anos, usando a força da arte para mudanças sociais, a artista será homenageado em um festival de mímica em Cuba.
E para custear as despesas da viagem, Miqueias bolou a festa “Vai pra Cuba!”, que será no próximo sábado (9/6), às 21h, no Espaço Mimo – Casa do Miqueias. A atividade contará com a presença de diversos artistas e venda de comidas e bebidas. Clique aqui e confira aqui a rota.
A trajetória do paranaense, que chegou na Capital aos cinco anos de idade, é impressionante – inclusive com direito à passagem pela Câmara Legislativa, como deputado distrital (1995 a 1998).
Sobre o ofício, ele diz que “a arte de fazer teatro, artes cênicas, tem uma cobrança de existência, de vida, de responsabilidade, de convivência, de tudo, e às vezes o cara vai até fazer sem ganhar um centavo, porque ele vai estar vivo, gigante, imenso, com o que ele está fazendo”. Miquéias aponta a intelectualização dos artistas e a falta de políticas públicas claras de preparação e formação de atores como empecilhos para o crescimento das artes cênicas no DF.
Para o mímico, é necessário pensar a cultura a longo prazo, como transformadora da cidade.
Sinpro inicia negociação com GDF sobre as circulares de reposição de aula
Jornalista: Maria Carla
A comissão de negociação do Sinpro-DF informa que iniciou, nesta sexta-feira (1º/6), uma negociação com o Governo do Distrito Federal (GDF) sobre a reposição de aulas suspensas pelo próprio GDF em virtude do desabastecimento geral de combustíveis que ocorreu no Distrito Federal.
Embora tenha reconhecido que as escolas têm autonomia para decidir como e quando será efetuada a reposição, o governo continua insistindo que as duas circulares não restringem a possibilidade de negociação. Disse também que não há nenhum encaminhamento sobre corte de ponto ou de salário, porém, entende que a suspensão do calendário não pode significar prejuízo pedagógico para os(as) estudantes.
O encontro desta sexta-feira, portanto, dá início ao processo de negociação sobre as Circulares nº 35 e 51 emitidas pela Secretaria de Estado da Educação (SEEDF). Com isso, a comissão deixa claro que o processo de negociação continua em andamento.
Sinpro entrega doações da 5ª Corrida, Caminhada e Passeio Ciclístico do sindicato
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro entregou, durante a tarde desta segunda-feira (04), mais de 250 quilos de alimentos não perecíveis para a Associação das Mulheres de Sobradinho II. Participaram da entrega os diretores Carlos Maciel, Ticho Lavenere e Thaís Romanelli. Os alimentos foram arrecadados na 5ª Corrida, Caminhada e Passeio Ciclístico do sindicato, realizada no dia 14 de abril. A Associação é uma organização não-governamental que busca resgatar mulheres e jovens em situação de risco social, promovendo a reestruturação familiar.
Segundo a diretora social da instituição, Florisbela Soares, desde 2002 a entidade realiza ações junto à comunidade, como a promoção de cursos de capacitação, ações para valorização das mulheres e de assistência em saúde, entre outras atividades. “Trabalhamos com mulheres carentes e vítimas dos mais variados tipos de violência. Elas passam o dia na Associação e aqui recebem três refeições. Além deste auxílio, ainda oferecemos assistência social, jurídica e psicológica”, explica.
A Associação tem, hoje, 315 mulheres cadastradas e toda quarta-feira recebe entre 50 e 80 mulheres. “Contamos com a ajuda de 13 assistentes sociais. São duas pedagogas, duas advogadas, duas psicólogas, além das estagiárias que trabalham diariamente com estas mulheres”, ressalta Florisbela Soares, enfatizando que “ainda temos carência de materiais de limpeza, alimentos, higiene pessoal e de mobiliário em geral”.
Para a diretora do Sinpro Thaís Romanelli, a intenção do sindicato com esta doação foi de ajudar o público feminino, principalmente pelo fato do magistério público ser em sua maioria de mulheres. “Nós percebemos que o público feminino, infelizmente, é um segmento onde a violência cresce muito. Doarmos estes alimentos é uma oportunidade de ajudar esta instituição, que trabalha diretamente com vítimas dos mais diversos tipos de violência”.
Os interessados em ajudar a Associação das Mulheres de Sobradinho II podem ligar para os telefones 3483-1563 ou 99247-7493.