Escritor e professor, Simão de Miranda completa 50 livros publicados na 34ª Feira do Livro de Brasília


Simão de Miranda, professor da rede pública, pós-doutor em educação, doutor em psicologia, completa 50 livros publicados e mais de 700 mil livros vendidos. Três traduzidos para Portugal e México e um distribuído para 27 países.
O professor estará na 34ª Feira do Livro de Brasília festejando estas marcas com o público, no Patio Brasil Shopping, na próxima segunda-feira (11/6), às 16h – no Estande da Arco Íris/Casa de Autores.
“Cinquenta livros plantados, multiplicados em centenas de milhares de exemplares, sementes em solo fértil multiplicadas por milhares de milhares de leitores a espalhar pólens do bem mundo afora! Espalhe você também. Comece espalhando este convite! Aguardo cada um de vocês com um abraço super apertado!”, enfatiza Simão de Miranda.
Para saber mais sobre o professor e suas obras, acesse o site www.simaodemiranda.com.br

 

Sinpro convoca a categoria para Assembleia Geral dia 26 de junho, com paralisação

Conforme decisão tomada pela categoria no dia 8 de março, o Sinpro convoca os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para Assembleia Geral, com paralisação, no dia 26 de junho, às 9h, no estacionamento do Teatro Nacional. Além de analisarmos a conjuntura, a assembleia construirá a pauta de reivindicações. Outro ponto importante será a análise sobre a tentativa por parte do Governo do Distrito Federal de impor à categoria, de forma truculenta e autoritária, a reposição de uma greve que não foi feita pelo magistério público, inclusive com dias de aula suspensas pelo próprio GDF.
A intransigência é ainda mais agravante pelo fato de até o momento a Secretaria de Educação (SEE) não ter realizado nenhuma reunião com o Sinpro, representante legal desta categoria, para tratar da recomposição das atividades pedagógicas. A direção do sindicato solicitou uma reunião em caráter de urgência com o GDF para tratar dos dois dias de suspensão de aula pelo governo, e dependendo do processo de negociação a assembleia poderá ser antecipada. Antes da assembleia serão realizadas plenárias nas regionais de ensino. Esta reunião com o governo está prevista para acontecer nesta sexta-feira (01).
Ao editar a Circular nº 51/2018, a SEE está impondo uma reposição sem ao menos dialogar com os professores. O Sinpro entende que por mais legítima que seja a greve dos caminhoneiros, professores(as) e orientadores(as) não podem ser unilateralmente responsabilizados pelo governo, mesmo porque existem outras formas de fazer com que a recomposição do conteúdo possa acontecer sem onerar estudantes, professores(as) e até mesmo a comunidade escolar com mais dias no calendário escolar.
Até que tenhamos mais informações sobre esta pauta, a diretoria do Sinpro orienta aos(s) professores(as) e orientadores(as) que aguardem orientações do sindicato sobre a reposição e não envie para as regionais, calendário de reposição.

Edição 201 do Quadro Negro começa a chegar na casa do professor

A edição 201 do Quadro Negro começou a chegar na residência dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Com 36 páginas, a edição traz uma análise dos impactos do golpe de Estado de 2016 na educação.
 
O jornal foi enviado há alguns dias para a casa dos(as) filiados(as), porém, demorou um pouco para chegar em razão do desabastecimento de combustível que também atingiu as Agências dos Correios e Telégrafos.
 

Sempre que contrariado, Rollemberg judicializa questões e apela à censura


O governador Rollemberg vem reafirmando a característica de ser altamente refratário a quem faz críticas à sua gestão. E a tratar logo de judicializar a questão, ao invés de buscar o debate, a apresentar soluções e a mostrar serviço.
Na manhã de sábado (2/6), a Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) iniciou uma operação de retirada de engenhos publicitários de grande porte no centro da cidade. Entre os equipamentos que se tornaram alvo do governo, estava o painel digital pertencente ao grupo Metrópoles. A estrutura, instalada em prédio do Setor Bancário Sul, no coração de Brasília, funciona desde 6 de fevereiro deste ano – e estava legalizada pelo próprio poder público.
Neste painel eletrônico eram veiculados informes publicitários e conteúdo jornalístico – como a previsão do tempo, a situação do trânsito, o funcionamento de equipamentos públicos, a programação cultural da capital, além de toda a sorte de assuntos que interessam a comunidade -, entre eles uma campanha do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília (SindSaúde), denunciando o descaso da saúde pública do Distrito Federal, e uma do próprio jornal, que buscava orientar as pessoas sobre as próximas eleições.
Mas parece que o governador não gostou de ver notícias que analisam mais a fundo as ações do GDF, assim como a repercussão junto ao público. A Justiça, claro, foi acionada e, em tempo recorde, o governo obtive decisão liminar de uma juíza plantonista do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) para remover o painel.
Registre-se também o desempenho olímpico com que a Agefis retirou o painel de prédio. A ação ocorreu minutos após o concessão da liminar em favor do GDF. O curioso é que uma ação desse porte necesssita de preparação prévia, pois contou, inclusive, com ajuda do Corpo de Bombeiros.
O normal, aliás, seria que o painel digital ficasse lá até que a ação judicial fosse transitada em julgado.
Filme repetido – A situação vivida pelo jornal Metrópoles é semelhante àquela que o Sinpro-DF passou quando da veiculação da campanha “E Agora, Rodrigo?”.
Em fevereiro passado, o GDF tentou por meios judiciais impedir a veiculação da campanha do Sinpro-DF seja nas TVs, em outdoors ou em qualquer outra mídia. À época, o Partido Socialista Brasileiro (PSB), de Rodrigo Rollemberg, alegava que o objetivo do sindicato era realizar propaganda eleitoral antecipada negativa do atual governador do Distrito Federal e a favor de “potenciais pré-candidatos ao Governo do Distrito Federal”.
“Se uma parcela da sociedade não concorda com as medidas de um governo, ela tem todo o direito de não só discordar, como abertamente criticar e exigir mudanças. É uma crítica que faz parte da democracia”, argumentaram, na ocasião, dirigentes do Sinpro-DF.
A desembargadora Carmelita Brasil, do Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF), julgou extinta e mandou arquivar ação. Porém, em outra ação, foi mantida a censura da campanha no interior das escolas públicas, mas permitindo que o Sindicato a veiculasse em outros meios de comunicação, como está sendo feito até hoje pelas cidades do DF.
Censura – A questão fica mais séria quando o PSB de Rollemberg tenta bloquear, junto ao TRE-DF, a veiculação de pesquisas eleitorais – pois nessas pesquisas o governador não atinge dois dígitos de aprovação popular.
O Sinpro-DF vem denunciando há bastante tempo e repudia, mais uma vez, a utilização contínua dessa prática repressiva que acaba por deixar a sociedade brasiliense sufocada pelo chefe do governo – “o estereótipo mais patético de gestor para inaugurar, durante seu governo, obras como calçada, praças, postes e até mesmo abrir a porta de um batalhão sem policiais”, como disse o jornal Metrópoles em editorial.
>>> Leia também: Sindicatos condenam censura de Rollemberg ao Metrópoles: “Mordaça”

SubSaúde reagenda atendimentos não realizados na sexta (1º)

A SubSaúde aderiu ao ponto facultativo e não trabalharam nessa sexta-feira (1º/6), porém, ela divulgou um cronograma com reagendamento de todos os servidores seriam atendidos nesta sexta. O novo cronograma redistribui os atendimentos ao longo da próxima semana.
Servidores com agendamento até às 11 horas da sexta-feira (1º/6), deve ir no dia 4/6; os agendados de 13 às 16 horas, deve ir no dia 5/6; e quem estava agendado para ir a partir das 17h, deve ir no dia 6/6.
Para maiores detalhes, o Sinpro-DF aconselha o servidor a entrar no Sistema de Agendamento de Perícia Médica do Governo do Distrito Federal (GDF).

Sinpro protocola ação pedindo prorrogação da validade do concurso de 2013

A Secretaria de Assuntos Jurídicos do Sinpro protocolou, na tarde desta sexta-feira (01), uma ação no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) pedindo a prorrogação da validade do Concurso Público de 2013. A ação é fundamentada no longo período em que o governador Rollemberg (PSB) ficou impedido de nomear concursados devido aos limites estabelecidos pela Lei de Reponsabilidade Fiscal (LRF). Em caso de vitória, a ação contemplará, além de professores(as) de Educação Física, todos aqueles que estão no cadastro reserva e foram classificados no certame.
O diretor do Sinpro Samuel Fernandes comenta que em virtude da validade do concurso para professores do ano de 2013 vencer no próximo dia 03 de junho e de termos a certeza da existência de centenas de carências nas escolas públicas do DF, em especial na disciplina de Educação Física, o sindicato protocolou uma ação na Justiça com o pedido de prorrogação desse concurso pelo mesmo período que o GDF alegou estar impossibilitado de nomear em razão da LRF. “Solicitamos a concessão da tutela de urgência para que a validade do concurso seja aditada pelo prazo de 90 dias até posterior julgamento do mérito da ação. Esperamos, caso consigamos êxito nessa ação, que mais aprovados possam ser nomeados”.
Nos últimos meses a diretoria colegiada do Sinpro realizou várias reuniões com a comissão dos aprovados de 2013, em sua grande parte professores de Educação Física, e nas últimas foi deliberado protocolar algumas ações. “Estamos atuando em duas frentes: ações de prorrogação que atenderão o coletivo, e várias ações individuais de professores de 2013. Nesta semana também fizemos muita divulgação pela rádio, em outdoors pelo DF e campanhas através da imprensa do sindicato na tentativa de sensibilizar o governo”, comentou a diretora do Sinpro Letícia Montandon.
Na última quarta-feira (30) o GDF publicou, no suplemento do Diário Oficial do DF, a nomeação de 60 professores(as) de Educação Física para a rede pública de ensino. Desde então o sindicato se reuniu com representantes do governo e afirmou que o número de nomeações é totalmente insuficiente, e com o agravante de o concurso perder a validade no próximo domingo. Além de ser um número muito abaixo das necessidades da rede, estas nomeações prejudicam o projeto Educação com Movimento, que tem sido uma possibilidade de melhoria significativa no ensino fundamental das séries iniciais.
Para o coordenador da Secretaria de Imprensa do Sinpro Cláudio Antunes, apesar de insuficientes, estas nomeações são fruto da luta da categoria. “Continuaremos reivindicando a nomeação dos aprovados em concurso público para que possamos ter um número suficiente de professores na rede pública de ensino. A categoria deve se manter unida para que conquistemos mais esta vitória”, finaliza o diretor.

Sinpro-DF se reúne com GDF nesta sexta (1/6)

O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) irá se reunir com o Governo do Distrito Federal (GDF), nesta sexta-feira (1º/6), para discutir a cobrança indevida de reposição de aulas suspensas pelo próprio GDF nesta semana e na passada.
O GDF suspendeu as aulas da rede pública de ensino nos dias 25 e 28 de maio e orientou o retorno das atividades no dia 29. Após isso, decidiu obrigar os professores a fazer a reposição de aula desses dias. Ora, a suspensão foi promovida pelo próprio GDF em razão de um movimento grevista de outra categoria de trabalhadores e numa situação de extrema instabilidade no país.
Agora, além de obrigar a categoria a repor esses dias, está ameaçando com corte de ponto. Diante dessa situação, a diretoria colegiada do Sinpro-DF solicitou uma reunião para discutir o assunto e recebeu a confirmação de que haverá a reunião nesta sexta (01).

Brasília ficará sem professores

O Governo do Distrito Federal publicou, no suplemento do Diário Oficial do DF dessa quarta-feira (30), a nomeação de 60 professores(as) de Educação Física para a rede pública de ensino. A nomeação destes professores de Educação Física é totalmente insuficiente e com um grande agravante: o concurso perderá a validade no próximo domingo. Além de ser  um número muito abaixo das necessidades da rede, estas nomeações prejudicam o projeto Educação com Movimento, que tem sido uma possibilidade de melhoria significativa no ensino fundamental das séries iniciais.
Exemplo exitoso, o projeto tem sido tratado com bastante descaso por parte da Secretaria de Educação do DF (SEE). Prova disto é o fato de nos próximos dois anos não só o projeto, mas toda a Educação Física da rede, sofrerá um duro golpe em função da opção que o governo Rollemberg (PSB) está tendo neste momento, que é a de não nomear uma quantidade suficiente para a demanda existente hoje na rede pública e também de realizar um novo concurso público para a disciplina.
Se o GDF iniciasse hoje os processos administrativos para a abertura de um novo concurso público para esta disciplina, até a última fase do pleito, que é a homologação, levaria dois anos. Este é o tempo mínimo estimado que o Distrito Federal ficará sem professor de Educação Física.  Com isto, o projeto Educação com Movimento não deve receber um número maior que os 60 professores que estão sendo nomeados agora. Além disto, toda Educação Física do Distrito Federal passará por outro problema, uma vez que no momento que um professor da modalidade se aposentar, o governo colocará no lugar um profissional em regime de contratação temporária. Com esta manobra o governo mostra que está ignorando e desrespeitando o texto constitucional que considera para este tipo de vacância (aposentadoria) uma vaga a ser preenchida por concurso público.
Para o coordenador da Secretaria de Imprensa do Sinpro Cláudio Antunes, esta artimanha utilizada pelo governo vai precarizar o serviço público, já que contratos temporários assumirão vagas que são de concursados. “Como não terá ninguém concursado nos próximos dois anos, o GDF colocará contratos temporários nestas vagas, precarizando o atendimento da rede. A precarização chegará ao trabalhador, que vai fazer esta substituição temporária sem ter direito aos benefícios que todo servidor público tem”, analisa o diretor.
“Ainda observamos que muitas escolas públicas estão sem orientador educacional, sendo que temos um banco com mais de 1000 profissionais da área aprovados em concurso no cadastro reserva. Isto é um número suficiente para contemplar a demanda da rede. Continuaremos lutando pela convocação de professores de Educação Física, de orientadores e dos demais professores aprovados nos últimos três concursos públicos”, finaliza a diretora do Sinpro Letícia Montandon.
A diretoria colegiada do Sinpro avalia que a herança que o governo Rollemberg deixará para a população do Distrito Federal na Educação, será a de uma Educação fragilizada em todas as suas estruturas: pouco investimento nas escolas, incluindo a não execução do orçamento para a educação nos anos em que governou; uma educação precarizada de recursos humanos para atender a população; e uma série de sequelas que só serão sanadas ao longo de muitos anos.
Nomeações feitas neste Diário Oficial
Além destas 60 vagas para professores de Educação Física 40h, foram nomeados:
 
23 professores de Artes/20h;
01 de Música/bateria 20h;
01 de Música/trompete 40h;
01 de Artes Plásticas 20h;
01 de Artes Visuais 20h;
01 de Eletrônica 20h;
02 de Enfermagem de 20h;
03 de LEM/ Inglês 20h;
03 de Língua Portuguesa 20h.

GDF dispensa a categoria e agora ameaça cortar o ponto

O governador Rollemberg (PSB) ameaça os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais de corte de ponto caso não se submetam à Circular nº 35/2018, emitida pela Subsecretaria de Gestão de Pessoas (SUGEP). O documento, expedido nesta quarta-feira (30), orienta o lançamento de falta para aqueles(as) que não indicarem a reposição para o período em que o governador decretou a suspensão das aulas na rede pública de ensino (25 e 28 de maio).
Segundo a Circular, as escolas que não apresentarem as datas de reposições indicadas pela Circular nº 51/2018, da Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação (SUPLAV), deverão assinalar falta na folha de pontos destes funcionários. O documento foi emitido logo após o governador anunciar o ponto facultativo para os servidores públicos do GDF, ponto este que não estava previsto originalmente no plano anual de feriados, recessos e pontos facultativos do governo.
O GDF e toda a imprensa local noticiaram nesta tarde que Brasília estava com 92% dos postos de combustível sem abastecimento. Mesmo assim, são os professores que serão punidos caso não se submetam às decisões do governador Rollemberg (PSB). A forma truculenta e sem diálogo utilizada pelo governador do Distrito Federal é a mesma forma desastrosa como Temer tem conduzido as decisões sobre o preço dos combustíveis, ponto que tem prejudicado milhares de brasileiros.
O Sinpro já havia entrado em contato com o governo desde as primeiras horas das suspensões das aulas para fazer as confirmações. Quando o governo decidiu que as aulas retornariam, o sindicato apresentou ponderações quanto à pertinência do retorno às aulas, já que o desabastecimento ainda era forte na capital federal. Mas o governo optou por manter a decisão de retorno das aulas no dia 29 de maio.
A diretoria colegiada do Sinpro repudia a forma desastrosa como o GDF conduz um momento extremamente delicado e a maneira como trata o magistério público e os estudantes. É importante salientar que ao editar o ponto facultativo, justificando para isto esvaziar o trânsito da cidade, o governador mostra que está usando os professores e os estudantes para poder resolver um problema que não é da educação pública do Distrito Federal.

Professores e orientadores sindicalizados terão desconto em plano odontológico

O Sinpro vai ampliar o serviço de convênios para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as). Após assinar convênios com as operadoras de saúde SulAmérica e Quallity/Prosaúde, a diretoria colegiada fechou parceria para um plano odontológico com a operadora OdontoGroup.
Além de terem desconto na tabele praticada pelo mercado, os(as) sindicalizados(as) terão um plano odontológico completo, com mais de 200 procedimentos inclusos, sem limite de utilização, além de atendimento de urgência 24h por dia, todos os dias e em todo território nacional. A operadora ainda conta com uma ampla rede credenciada com mais de 900 especialistas cadastrados e distribuídos por todo o Distrito Federal.
Os(as) interessados(as) podem obter mais informações pelo telefone 3421-0000.

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