Projeto RAP é destaque no Programa Alternativo

Um projeto que utiliza o RAP como ferramenta pedagógica é o destaque do Programa Alternativo deste sábado (30). Com a preocupação de oferecer mecanismos de socialização para estudantes em privação de liberdade, a Unidade de Internação de Santa Maria (UISM) realiza, anualmente, o Festival de Música, que finaliza com a Ressocialização, Autonomia e Protagonismo (RAP).
De acordo com o professor de História e coordenador do Projeto RAP, Francisco Celso, durante o ano letivo os estudantes debatem várias temáticas e a partir do processo criativo, começam a produzir desenhos, letras de música e poesias. No Festival de Música, todos recebem troféus de participação e os melhores colocados ainda ganham premiações. “O RAP é uma linguagem que eles se identificam, é uma narrativa que eles conhecem. A partir disto, os estudantes se sentem atraídos pela temática e os fatores positivos são grandes. Melhoram a autoestima, desenvolvem um potencial que muitos deles nem sabia que tinham, sem falar de que a partir do projeto, se tornam protagonistas de todo o processo”, ressalta o professor.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 12h30, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Horário de funcionamento do Sinpro: Corpus Christi

Em razão do feriado de Corpus Christi, nesta quinta-feira (31/5), o Sinpro-DF informa que não haverá expediente na sede e subsedes no dia 1º de junho, sexta-feira.
As atividades no Sindicato retornarão normalmente na segunda-feira (4/6).
Desejamos um ótimo feriado a todos e a todas!!!

Sinpro se reúne com a Proeduc para discutir questão do CAIC do Gama

Um grupo formado pela diretora do Sinpro Letícia Montagnon, além de uma professora e pais de estudantes do CAIC Castello Branco, no Setor Oeste do Gama, foi até a Promotoria de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc) durante a tarde desta terça-feira (29) solicitar que a promotora visitasse as instalações para onde os estudantes deverão ser alocados. Há três semanas o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDF) interditou a unidade escolar e a Defesa Civil condenou o prédio por oferecer risco de desabamento e de incêndio, deixando cerca de 600 crianças da educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental sem aula.
Desde então o sindicato tem acompanhado a situação com o objetivo de garantir um local seguro para professores e estudantes, além da garantia do governo que o local não passe de temporário para permanente. Durante a reunião o grupo relatou ao chefe de divisão da Proeduc que o local em que os estudantes ficarão de forma provisória não tem condições de recebê-los. No último encontro ficou decido que o retorno às aulas ocorreria no dia 4 de junho e os estudantes seriam remanejados para a EC 29 (Setor Sul do Gama) e creche no Jardim nº 6 (Setor Oeste do Gama).
“Os dois locais para onde as crianças vão não tem a menor condição e solicitamos que a promotora designasse alguém para fazer a vistoria na Escola Classe 29 e no Jardim de Infância 6. Estes locais não possuem condições de segurança para estes estudantes”, ressalta a diretora do Sinpro.

GDF impõe reposição de uma greve que não foi feita pela categoria

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE) divulgou há pouco um comunicado às escolas públicas, solicitando o agendamento da reposição dos dias em que o governador Rollemberg suspendeu as aulas devido ao desabastecimento de combustíveis (25 e 28). O Sinpro informa que em nenhum momento a SEE realizou uma reunião com os representantes dos(as) professores(as) para tratar da recomposição das atividades pedagógicas, tampouco fez as devidas avaliações ao longo do dia.
O sindicato lembra que várias escolas públicas continuam com dificuldades de funcionamento em função do desabastecimento no Distrito Federal. Vários relatos têm chegado ao Sinpro informando que estudantes e professores(as) não conseguem chegar à escola. O problema é ainda maior para aqueles que moram no Entorno, já que nesta região o acesso a combustível é ainda mais deficitário. É bom lembrar que o abastecimento das cidades do Entorno não seguem a mesma lógica da capital federal, e algumas cidades estão com quase 0% de combustível nos postos, fazendo com que muitos profissionais que moram nestas áreas não tenham acesso nem a transporte público para a escola, muito menos a combustível para os próprios automóveis.
A diretoria colegiada do Sinpro vê com bastante preocupação a precipitação do GDF em propor o retorno das atividades pedagógicas, principalmente pelo fato de a Secretaria de Educação já ter enviado a Circular nº 51/2018 com as datas de reposição sem negociar com o sindicato, e sem aguardar a normalização do abastecimento na capital federal. Todos os meios de comunicação e a própria realidade vivida pelo brasiliense nos últimos dias dão conta que a cidade permanece desabastecida, inclusive com parte de seu aparato de segurança pública deslocado para acompanhar o transporte de combustível até os postos.
O governo do DF está impondo à categoria a reposição de uma greve que não foi feita por ela, inclusive com dias de aula suspensas pelo próprio GDF. Diante disto o Sinpro orienta aos(às) professores(as) e orientadores(as) que aguardem orientações do sindicato sobre a reposição.

Nota do Sinpro-DF em defesa da Petrobrás

Em defesa da Petrobrás
Pela redução dos preços dos combustíveis e do gás de cozinha
Em defesa da democracia e da soberania nacional

A profunda crise na qual o país se enreda nos últimos dias é mais uma desastrosa consequência do golpe de 2016. Orquestrado por amplos setores do empresariado brasileiro e do capital financeiro internacional através de seus representantes nos Poderes Legislativo e Judiciário, a ação destituiu uma presidenta legitimamente eleita para substitui-la por um programa elitista e entreguista, que fora derrotado nas urnas em 2014.
A Petrobrás foi uma das primeiras a sentir os duros impactos do golpe. Desde que a operação Lava-Jato passou a intervir nos rumos políticos e econômicos do país por meio somente de “convicção” de alguns juízes e procuradores, a empresa vem sofrendo intenso processo de desgaste e desvalorização, visando a um sucateamento bem conhecido dos brasileiros e brasileiras que viveram os anos plenos do neoliberalismo: o que os golpistas desejam é privatizar a Petrobrás de vez.
O golpe alterou substancialmente a política de preços da Petrobrás, bem como as políticas de concessão e exploração do petróleo e do pré-sal. Vinculou a política de preços ao mercado internacional, com isso foram mais de 200 reajustes de combustíveis em 2 anos de golpe. Vale lembrar que nos 13 anos dos governos de Lula e Dilma foram apenas 16 reajustes nos combustíveis. Reservas foram entregues ao mercado internacional e o próprio modelo de produção sofreu mudanças estruturais. Ao abrir mão da soberania sobre a política energética, os golpistas submetem o povo brasileiro a pagar preços abusivos por combustíveis e gás.
Para nós, este é o momento de erguermos trincheiras em defesa da Petrobrás, da soberania nacional e da democracia. Defender a Petrobrás também é defender os investimentos e o financiamento da Educação nos moldes preconizados nas metas do PNE. Não podemos assistir calados o desmonte de um dos maiores patrimônios do povo brasileiro, que já provou seu enorme potencial de gerar desenvolvimento e distribuição de renda. Muito menos podemos aceitar que seja o povo a pagar a conta da ânsia destruidora da elite colonialista e entreguista do Brasil, cujos atos colocam o país refém dos interesses do mercado internacional e ampliam vergonhosamente as desigualdades, a exclusão e a marginalização. Não podemos assistir passivamente movimentos reacionários impondo uma agenda autoritária e defendendo a intervenção militar como remédio para os problemas do país. Precisamos sim é de intervenção literária, de educação, de saúde, de alimentação e de segurança para o nosso povo. Precisamos sim de mais democracia, mais participação popular e transparência com os investimentos nas políticas públicas.
Apoiamos a greve nacional dos petroleiros, que se inicia nesta quarta-feira, dia 30 de maio, contra o aumento dos preços nos combustíveis e no gás de cozinha; pela defesa da Petrobrás; fora Temer e Pedro Parente. Reiteramos ainda a luta pela democracia e pela soberania popular com a realização de eleições livres e diretas com a participação de todas as candidaturas. O Sinpro, em sua história de luta, sempre apoiou a democracia e não a intervenção militar.

Diretoria Colegiada do Sinpro/DF
Brasília-DF, 29 de maio de 2018

11º Congresso dos Trabalhadores em Educação Chico Mendes é adiado

Diante dos problemas decorrentes ao desabastecimento de combustíveis e de toda conjuntura que se encontra o Brasil atualmente, a diretoria colegiada do Sinpro decidiu adiar o 11º Congresso dos(as) trabalhadores(as) em Educação Chico Mendes para o segundo semestre de 2018. A decisão tomada pelo sindicato teve a preocupação em assegurar o melhor atendimento e as melhores condições para que professores(as) e orientadores(as) educacionais tenham o melhor aproveitamento possível durante os três dias de evento, pontos que poderiam ser prejudicados diante do cenário atual.
A nova data será informada brevemente aos(às) delegados(as) já inscritos(as) e publicada na página do Sinpro.

Curso de Formação é adiado

Em razão da atual conjuntura, o Curso de Formação para delegados(as) sindicais e ampliado – agendado para esta terça-feira (29/5) – foi adiado.
Assim, a Secretaria de Formação do Sinpro informará, em breve, a nova data de realização do debate “30 anos da Constituição e o desenvolvimento nacional”.
Aguarde.

Delegação de Brasília marca presença na CONAPE

Uma delegação de Brasília, composta por 160 pessoas, participa da I Conferência Nacional Popular de Educação (CONAPE), que acontece em Belo Horizonte. Composta por 113 profissionais do magistério público do Distrito Federal, além de diretores do Sinpro, a delegação tem marcado presença nas mesas de debate, palestras e em toda a programação da Conferência, que vai até este sábado (26).
Segundo o diretor do Sinpro Júlio Barros, que faz parte da comitiva, a CONAPE tem trazido inovações importantes, exemplo de destinar parte da programação para a apresentação oral de dezenas de dissertações de Mestrado e teses de Doutorado a respeito dos oito eixos do documento básico. “É uma Conferência que está sendo fundamentada por um processo de resistência aos ataques e desmontes na educação pública, promovida pelo governo golpista de Temer. Esta é uma característica muito importante”, ressalta Júlio, finalizando que o compromisso desta delegação é por uma educação pública, laica e de qualidade para todos

Sinpro convida a categoria para participar de ato nesta quarta (30) em defesa da Petrobrás

A diretoria do Sinpro convida os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para participarem de um ato nacional em defesa da Petrobrás pública e como instrumento de desenvolvimento do Brasil. No Distrito Federal a atividade acontece nesta quarta-feira (30), com concentração a partir das 16h, no gramado em frente à plataforma inferior da Rodoviária do Plano Piloto.
Os petroleiros iniciaram uma sequência de greves de advertência nos últimos dias e agora convocam a população, os movimentos sociais e as entidades sindicais para reforçarem esta luta. A categoria vem se organizando há algum tempo, reivindicando a redução do valor da gasolina, do diesel e do gás de cozinha, a manutenção dos empregos e a retomada da produção interna de combustíveis. Diante das constantes recusas por parte do governo golpista de Michel Temer, a categoria pode, no mês de junho, deflagrar uma greve por tempo indeterminado.
O ato desta quarta (30) é contra a atual política golpista adotada por Temer, que impôs às refinarias a diminuição da produção com o objetivo de aumentar o valor dos combustíveis. Em outros tempos, o Ministério Público Federal questionou os procedimentos da Petrobrás para manter o preço da gasolina baixo. De forma criminosa, o governo atrela o valor dos combustíveis no Brasil à oscilação do dólar e do petróleo, acarretando na alta dos custos do diesel, da gasolina e do gás de cozinha.
Segundo levantamento do Dieese, a Petrobrás reajustou o preço da gasolina e do diesel nas refinarias por 16 vezes no último mês. O preço da gasolina saiu de R$ 1,74 e chegou a R$ 2,09, alta de 20%. Já o do diesel foi de R$ 2,00 a R$ 2,37, aumento de 18%. Para o consumidor final, os preços médios nas bombas de combustíveis subiram de R$ 3,40 para R$ 5,00, no caso do litro de gasolina (crescimento de 47%), e de R$ 2,89 para R$ 4,00, para o litro do óleo diesel (alta de 38,4%). Com os últimos movimentos no país, os consumidores já estão pagando acima de R$ 5,00.
Diante disto a participação de todos e todas é fundamental pela defesa dos petroleiros, e para impedir que os preços cobrados pelos combustíveis sejam pontuados pelo valor internacional, como o governo Temer tem se pautado. A artimanha utilizada pelo governo federal tem por finalidade desvalorizar a Petrobrás, levando a população a aceitar que a única solução para a estatal é a sua privatização.

II Feira Familiar do CED Incra 9 é destaque do Programa Alternativo deste sábado, 26

O Programa Alternativo deste sábado (26/5) mostra a “II Feira Familiar: Somos Todos Responsáveis”, realizada pela comunidade escolar do CED Incra 9, de Ceilândia.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 12h30, e traz entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal.
Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

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