Sinpro acompanha vistoria da estrutura do CEE 01 de Brasília
Jornalista: Leticia
Neste último final de semana, o CEE 01 de Brasília detectou um acúmulo de água em uma parte da laje da escola. E preocupada com esta situação, a direção da escola solicitou uma visita do setor de engenharia da Secretaria de Educação, para fazer averiguações. O diretor do Sinpro Cláudio Antunes também esteve presente no local, na manhã desta segunda-feira (5).
Sobre o acúmulo de água da laje, este problema será resolvido com a instalação de telhas especiais que não façam barulho para facilitar o escoamento da água, em função de a escola ser de ensino especial (ela não pode ter a sua acústica alterada, senão compromete o atendimento aos alunos, que são sensíveis tanto com mudanças no ambiente quanto aos sons que anteriormente não faziam parte da rotina da escola).
Cláudio Antunes visitou o local, caminhou pelas dependências da escola, conversou com os engenheiros e com a direção da escola. Não houve nenhum tipo de desabamento ou comprometimento da estrutura e a avaliação da engenharia é de que a escola está segura (conforme laudo abaixo) e que fará o telhamento para alterar a recepção da água em dias de chuva.
A escola estava passando por outras reformas (com recursos do PDAF e arrecadações feitas na comunidade), não por este problema específico, mas ele foi facilmente detectado em virtude de outras obras que já eram realizadas no local. Por isso, o Sinpro reforça a importância do repasse do PDAF nas escolas, pois estas pequenas obras podem prevenir que problemas maiores surjam. Após a intervenção desta segunda-feira (5), as aulas ocorrem normalmente a partir de terça-feira (6).
Sinpro-DF suspende o uso dos quiosques da Chácara do Professor
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que a utilização dos quiosques da Chácara do Professor foi suspensa para manutenção da bomba de água e que, por isso, todos os quiosques estão interditados sem possibilidade de uso.
Comunica ainda que avisará quando a bomba estiver funcionando normalmente e o fornecimento de água para os quiosques estiver restabelecido.
8 de março: Dia Internacional da Mulher e de Assembleia Geral com compactação de horário
Jornalista: sindicato
Na próxima quinta-feira, 8 de março, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais têm um encontro marcado. É dia de Assembleia Geral da categoria, com compactação de horário, às 14h30, no estacionamento do Teatro Nacional. Aqueles(as) que trabalham no noturno deverão começar as atividades escolares às 20h.
Entre os assuntos a serem discutidos estão a campanha salarial; a reestruturação da pauta de reivindicações; a nomeação de concursados(as); o pagamento da pecúnia aos(as) aposentados(as); a Conape 2018 e a reforma da Previdência (estado de alerta).
Após a assembleia, e para celebrar o Dia Internacional da Mulher, haverá um ato denominado “8 de Março Unificadas”, às 17h, no Museu da República. O objetivo é intensificar a luta contra os retrocessos promovidos pelo governo Temer à vida das trabalhadoras. O ato contará com apresentações culturais, debates, oficinas para crianças, bazar e diversas outras atividades que buscam incentivar o debate e o engajamento de mulheres na luta por direitos e em defesa da democracia, além de toda a sociedade sobre o atual cenário político.
Vamos participar!!!
Governador tenta, mas não consegue manter a população calada
Jornalista: Luis Ricardo
O Governo do Distrito Federal recorreu novamente aos tribunais na tentativa de tirar a campanha E agora, Rodrigo? das ruas do DF. No entanto, a exemplo da primeira tentativa não logrou êxito. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que já tinha arquivado o primeiro pedido há cerca de dez dias, recebeu uma nova solicitação de análise do caso por parte do governo e após ser analisado pelo desembargador, o mesmo declarou que a cartilha não deve ser utilizada nas escolas públicas do DF.
Apesar da análise, por inúmeras vezes o desembargador ressaltou, após apreciar a campanha, que o sindicato tem o direito de veicular o material publicitária nas mídias e nas ruas da capital federal. Curiosamente o tribunal regional disse que o próprio governo, caso queria rebater as críticas, e as críticas fazem parte do processo democrático, que utilize os vultosos recursos públicos para tal (Clique aqui e confira esta interpretação do tribunal).
A exemplo da primeira condenação feita pelo Tribunal de Justiça do DF o Departamento Jurídico do Sinpro já está elaborando a defesa do recurso, já que entendemos que o material não é eleitoral, análise compartilhada pelo próprio TRE ao dizer que a cartilha não se caracteriza como campanha eleitoral. O Sinpro já havia retirado de sua página os materiais pedagógicos da cartilha; portanto entendemos que a sentença está cumprida. Mesmo assim o sindicato vai recorrer para que o tribunal compreenda que a crítica, além de ser um direito democrático, foi feita a partir de uma poesia de Carlos Drummond de Andrade.
Segundo o coordenador da Secretaria de Imprensa do Sinpro, Cláudio Antunes, os dois tribunais pediram a suspensão da cartilha nas escolas até que o Sinpro explique a real necessidade deste material pedagógico, mas foram coesos no direito do sindicato fazer a crítica à gestão do GDF. “Por conta disto os tribunais mantém liberada a utilização de todo material na cidade e teremos novidade. Na próxima semana a campanha E agora, Rodrigo? começa com novos materiais, onde a população terá um espaço para apontar problemas existentes no DF”, explica.
Confira abaixo o trecho onde o próprio TRE afirma que a campanha não se configura em propaganda eleitoral: Conforme se extrai do art. 36-A, V, da Lei Eleitoral, não se considera propaganda antecipada a divulgação de posicionamento sobre questões políticas, inclusive nas redes sociais. Também não se vislumbra violação ao princípio de paridade armas. Com efeito, na propaganda institucional, em que se gasta vultosas quantias, o governo pode demonstrar o que está sendo feito em prol da população, fazendo um contraponto às críticas realizadas. Ademais, as inaugurações de obras públicas e demais políticas de governo são amplamente divulgadas pela mídia em que aparece o detentor do cargo e candidato à reeleição. Considero que faz parte do jogo político o debate de ideias em que adversários considerem que não houve o atendimento das promessas de campanha ou que as ações de governo foram insuficientes.
Mobilização abre processo de negociação com o governo
Jornalista: Luis Ricardo
A ocupação realizada por professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) e diretores do Sinpro no gabinete do Secretário de Educação do Distrito Federal, ação que durou mais de 60 horas, fez com que o governo abrisse o processo de negociação com a categoria. O sindicato já estava na insistência de retomar as negociações, uma vez que as propostas anunciadas pelo governo não contemplavam a categoria, e foi esta ação que fez com que o governo reabrisse as negociações.
No final da tarde desta sexta-feira (02) a Comissão de Negociação do Sinpro se reuniu com representantes do Governo do Distrito Federal para tratar do pagamento das pecúnias das licenças-prêmio. Durante o encontro o governo informou que vão continuar fazendo um crédito de R$ 9 milhões por mês (para toas os servidores do GDF), mas com cronograma para o pagamento no último dia útil do mês, e ainda informou que no dia 04 de maio de 2018 a comissão de negociação volta a se reunir para discutir a possibilidade de um incremento no pagamento das pecúnias. Outro ponto importante foi o agendamento de uma reunião para discutir o gozo da licença-prêmio. É importante lembrar que, hoje, os professores e orientadores não podem gozar deste benefício na ativa, motivo que gera as pecúnias.
O GDF ainda colocou na pauta da reunião o problema das prioridades para o pagamento das pecúnias. Em 2017 o Executivo criou uma lei estipulando uma prioridade para o recebimento do benefício (idade e doenças). A lei, porém, não se atentou para o fato de que a fila de aposentados que se encaixam nestes critérios é praticamente a mesma dos demais aposentados, ponto que criou o problema. Na tentativa de solucionar a questão o governo se comprometeu em rever a lei na tentativa de corrigir o problema destas prioridades.
Para a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa, a reunião foi um avanço, uma vez que forçou o governo a retomar as negociações com a categoria. “Esta reunião é fruto da ocupação que fizemos na Secretaria de Educação. Foi graças à luta e à garra de todos os aposentados e diretores do Sinpro que durante quase três dias permaneceram firmes e unidos neste propósito”, sinaliza a diretora, complementando “que apesar do avanço, a categoria deve permanecer unida e atenta aos próximos passos do governo”. Rosilene ainda ressalta que durante a ocupação o grupo recorreu à Câmara Legislativa e, mais uma vez, “tivemos o empenho de deputados fazendo empenho junto ao governo para abrir a agenda”.
Para o diretor Cléber Soares, a reunião de hoje com o GDF pode parecer pouco, mas foi de extrema importância neste processo de negociação. “A ocupação foi importante porque reabriu as negociações com o governo. Depois de muita insistência nossa para que o GDF apresentasse datas de créditos com os valores da pecúnia, esta foi a primeira vez que o governo definiu como uma data o último dia útil de cada mês. Isto ainda é muito pouco, gostaríamos que os valores destinados mensalmente (9 milhões) fossem maiores, para garantir o pagamento de todos que se aposentaram no ano de 2016, mas mostra que a luta dá resultado”, analisa Cléber.
“Não ter uma data para o pagamento das pecúnias era muito frustrante para a categoria e agora temos esta data. Além disto o fato de estar agendada uma nova reunião para debatermos um calendário para um reajuste no pagamento das categorias e rever a impossibilidade de gozar a licença ainda na ativa é um avanço”, finaliza a diretora do Snpro Berenice D’arc.
Entenda a pecúnia
A cada cinco anos de efetivo exercício, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais têm direito a três meses de licença-prêmio por assiduidade. Mas na época, esses(as) trabalhadores(as) não usufruíram dessas licenças, porque foram impedidos pela Secretaria de Educação, uma vez que a mesma teria que contratar profissionais para substituí-los(as) e não por opção destes(as) educadores(as). A Lei n°840/2011 determina que após a publicação de aposentadoria do(a) servidor(a), as licenças-prêmio não usufruídas se transformam em pecúnia e o GDF deve pagá-las em até 60 dias. Porém Rollemberg desrespeita a Lei e não paga o que é devido.
É importante salientar que a previsão para 2018 e 2019 é de aproximadamente 1.400 aposentadorias em cada um destes anos. Portanto, o GDF está criando uma grande bola de neve para o pagamento deste benefício, que é garantido por lei. É o maior calote já aplicado contra os professores no Distrito Federal entre todas as gestões que o Palácio do Buriti já teve. Isto precisa acabar. O governo precisa ter responsabilidade com as contas públicas e com os acertos com a categoria. Os professores só têm esta pecúnia a receber porque o direito de usufruir deste benefício é negado pelo GDF. A luta é para que os professores que ainda vão se aposentar não precisem passar por esta situação.
Um projeto pedagógico desenvolvido pela Escola Parque 313/314 Sul será o destaque do Programa Alternativo deste sábado (03). Com o objetivo de mostrar aos estudantes as mais variadas vertentes culturais do Brasil, os(as) professores(as) da EP realizam, anualmente, a Festa Cultural. As atividades fazem parte da pedagogia da Escola Parque, voltadas exclusivamente para a prática de conteúdos complementares nas áreas esportivas e artísticas.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Sinpro convoca categoria para vigília nesta sexta(02), na Praça do Buriti
Jornalista: Luis Ricardo
O Governo do Distrito Federal acaba de marcar uma reunião com a Comissão de Negociação do Sinpro para esta sexta-feira (02), às 17h30, no Palácio do Buriti. A reunião foi marcada após 60 horas de ocupação do gabinete do Secretário de Educação do DF, onde um grupo formado por professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) e diretores do Sinpro ocuparam a sede da SEE exigindo um posicionamento do governo sobre o pagamento das pecúnias das licenças-prêmio. O governo fez um depósito no dia 28 de fevereiro, contemplando quem se aposentou até o final de março de 2016. Agora o GDF está devendo a pecúnia para os professores que se aposentaram a partir do dia 1º de abril de 2016.
Diante da reunião marcada os(as) aposentados(as) e diretores do Sinpro vão desocupar o gabinete da Secretaria de Educação, e vão se dirigir à Praça do Buriti, onde será realizada uma vigília. A diretoria colegiada do sindicato convoca aqueles(as) que durante estes três dias participaram da ocupação e até mesmo os(as) que não puderam participar que se dirijam à Praça do Buriti para que, juntos(as), possamos conquistar esta grande vitória.
Segundo a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa, este governo faz um enfrentamento diário ao servidor público, inclusive tentando convencer a sociedade que nós somos o problema e os culpados pelos não feitos do GDF. “Estamos desde dezembro de 2017 solicitando uma reunião com o governo para tratar de um calendário para o pagamento das pecúnias e nunca marcaram. Por isto viemos para cá e logo no primeiro dia o governo condicionou a reunião à nossa desocupação. Não cedemos ao governo, alguns atores interferiram, passamos três dias, muitos deles de confronto, e depois de tudo o governo reabriu uma agenda para nos receber e o sentimento é de tarefa cumprida. Agora a proposta é que nos dirijamos ao Buriti para que fiquemos em vigília enquanto a comissão de negociação é recebida pelo GDF. Esta luta não termina aqui e também é por aqueles que ainda não estão no processo de aposentadoria, mas que estarão dentro de alguns meses ou anos”, ressalta a diretora.
Já a coordenadora da Secretaria de Assuntos dos Aposentados, Silvia Canabrava, ressalta que a ocupação foi difícil, mas valeu a pena. “Durante estes dias nosso lema foi: ocupa, ocupa e resiste. Saímos agora e iremos para a Praça do Buriti, onde ficaremos em vigília enquanto acontecerá a reunião entre a Comissão de Negociação do Sinpro e o secretariado do GDF”, ressalta. “Estamos desocupando com o sentimento de conquista. Andamos e fizemos um bom combate. Conseguimos a reunião e avançamos mais um degrau. Esta não foi a primeira atividade e nem será a última contra os desmandos deste governo. Começamos esta luta em 2015, é nossa terceira ocupação e apesar do cansaço, é bom ver no rosto de cada um o sentimento de categoria, de pertencimento, este sentimento tão bom de um bom combate”, analisa a diretora da Secretaria de Aposentados do Sinpro, Marilange Vianna. “Do ponto de vista do processo de luta desta parcela da categoria que desde 2015, quando o governo deixa de pagar as licenças-prêmio, esta ocupação é vitoriosa. Este é um governo inconsequente, intransigente, insensível, desumano e acima de tudo ilegal. É um governo que há muito tempo não negocia, não cumpre a lei e não apresenta proposta. Mesmo diante de tudo isto, esta ocupação obteve vitória”, finaliza a diretora Delzair Amancio.
Movimento nesta sexta (02)
Durante a manhã vários(as) professores(as), em um ato de solidariedade aos companheiros que mantiveram viva a ocupação, se reuniram em frente ao Edifício Phenícia (Setor Bancário Norte) gritando palavras de ordem e mostrando apoio aos(às) companheiros(as).
Desrespeito do GDF
A previsão para 2018 e 2019 é de aproximadamente 1.400 aposentadorias em cada um destes anos. Portanto, o GDF está criando uma grande bola de neve para o pagamento deste benefício, que é garantido por lei. É o maior calote já aplicado contra os professores no Distrito Federal entre todas as gestões que o Palácio do Buriti já teve. Isto precisa acabar. O governo precisa ter responsabilidade com as contas públicas e com os acertos com a categoria. Os professores só têm esta pecúnia a receber porque o direito de usufruir deste benefício é negado pelo GDF. A luta é para que os professores que ainda vão se aposentar não precisem passar por esta situação.
Entenda a pecúnia
A cada cinco anos de efetivo exercício, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais têm direito a três meses de licença-prêmio por assiduidade. Mas na época, esses(as) trabalhadores(as) não usufruíram dessas licenças, porque foram impedidos pela Secretaria de Educação, uma vez que a mesma teria que contratar profissionais para substituí-los(as) e não por opção destes(as) educadores(as). A Lei n°840/2011 determina que após a publicação de aposentadoria do(a) servidor(a), as licenças-prêmio não usufruídas se transformam em pecúnia e o GDF deve pagá-las em até 60 dias. Porém Rollemberg desrespeita a Lei e não paga o que é devido.
É importante salientar que a previsão para 2018 e 2019 é de aproximadamente 1.400 aposentadorias em cada um destes anos. Portanto, o GDF está criando uma grande bola de neve para o pagamento deste benefício, que é garantido por lei. É o maior calote já aplicado contra os professores no Distrito Federal entre todas as gestões que o Palácio do Buriti já teve. Isto precisa acabar. O governo precisa ter responsabilidade com as contas públicas e com os acertos com a categoria. Os professores só têm esta pecúnia a receber porque o direito de usufruir deste benefício é negado pelo GDF. A luta é para que os professores que ainda vão se aposentar não precisem passar por esta situação.
Sobre a origem do 8 de março, consta nos anais revolucionários da classe trabalhadora que a data foi proposta pela alemã Clara Zetkin, membro do Partido Comunista Alemão e militante operária das causas das trabalhadoras, durante o II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas em 1910.
Todavia, Clara não propôs o 8 de março como data oficial para se comemorar o Dia Internacional da Mulher. E, sim, que fosse escolhida um dia no ano para ser essa data. Para além de uma mera comemoração, a proposta de Zetkin preenchia a data de conteúdo e estabelecia que seria um momento de mobilizações de mulheres trabalhadoras em todo o mundo, em que se abordariam tanto a pauta da questão das mulheres no trabalho e em outros espaços como a do sufrágio e o direito da mulher ao voto.
Diversas manifestações de trabalhadoras na Europa se seguiram desde a proposta da criação do Dia Internacional da Mulher. Eva Blay disse, certa vez, que a manifestação mais famosa ocorreu em 8 de março de 1917, quando operárias russas do setor de tecelagem entraram em greve e pediram apoio aos metalúrgicos. Essa greve de mulheres foi reconhecida como o primeiro momento da Revolução de Outubro, que resultou na Revolução Russa de 1917.
Portanto, nem toda tradição é conservadora e perversa. Essa do Dia Internacional da Mulher é inspiradora, principalmente para a nossa categoria, que é formada, em sua maioria, de mulheres que estão com direitos trabalhistas, previdenciários e sociais ameaçados por um golpe de Estado em curso que segue eliminando os avanços do Estado democrático de direto e instituindo os mais nefastos retrocessos na vida das mulheres com as devastadoras diretrizes políticas, sociais, econômicas do patriarcado colonialista no Brasil.
Daí por que 101 anos depois dessa greve na Rússia, no dia 8 de março de 2018 (próxima quinta-feira), realizaremos uma Assembleia Geral, do Sinpro-DF, no estacionamento do Teatro Nacional, às 14h30, com compactação de horário. Também participaremos, juntamente com mulheres de vários partidos, movimentos sociais e sindicais do Distrito Federal (DF), do grande Ato Unificado 8M. Esperamos a presença de mais de 10 mil mulheres na Esplanada do Ministérios. Participe!
Venham todas dos quatro cantos do DF e do Entorno! Venham, vamos marchar, cirandar, gritar, batucar, poetizar, cantar contra todos os abutres que dominam os podres poderes de nosso país e que pretendem consagrar a retirada dos nossos direitos. Venham também todos os homens Marchar, nem na frente nem atrás, mas, ao nosso lado.
Venham os homens ao nosso lado, respeitando e entendendo que a história sempre foi feita por todos os gêneros, mas o reconhecimento da construção foi dado apenas masculino, admitindo o lugar de prioridade de fala dado a vocês pelo patriarcado que, milenarmente, domina as nossas sociedades. Venham também os homens porque o homem que é homem é contra o machismo, a lesbofobia, a homofobia, a LGBTI-fobia. Homem que é belo reconhece a injustiça histórica que se dá contra as nossas vidas e nossos corpos, como a violência de gênero, de raça.
Marchemos juntas e juntos contra o golpe, em defesa da democracia, das eleições sem fraude, contra a prisão de Lula, em defesa da nossa soberania e contra a entrega dos nossos recursos naturais (petróleo, energia, águas, terras e minérios). Marchemos todas e todos em defesa da pluralidade e da diversidade, contra o machismo, o racismo e todas as formas de manifestações fascistas. E, por fim, marchemos em defesa de um Brasil feminista e socialista: o dia 8 de março nos espera.
*Artigo de Vilmara Pereira do Carmo
Professora da rede pública de ensino do Distrito Federal e coordenadora da Secretaria para Assuntos e Políticas para as Mulheres Educadoras do Sinpro-DF
Clique no título a seguir e confira: Nada de incêndio na fábrica! Esta é a verdadeira história do 8 de março
http://azmina.com.br/2017/03/esqueca-o-incendio-na-fabrica-esta-e-a-verdadeira-historia-do-8-de-marco/
A diretoria colegiada do Sindicato dos Professores no DF lamenta e informa, com pesar, o falecimento do senhor Claro Alves Machado – pai da diretora da EC 14 de Sobradinho, Janete Alves Machado (Nina) -, ocorrido nessa quinta-feira (1º/3).
“Seu” Claro, comerciante, era uma das figuras mais conhecidas e queridas da Chapada dos Veadeiros, em São Jorge (Goiás).
O enterro será amanhã, sábado, na cidade goiana.
O Sinpro-DF presta toda solidariedade à família e aos amigos neste momento de dor.
SEE: 48 horas de ocupação. CUT Brasília chama militância para reforçar a luta
Jornalista: sindicato
Já se passaram mais de 48 horas desde o início da ocupação ao gabinete do Secretário de Educação do DF por professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) e diretores do Sinpro. Até o momento, o GDF não se posicionou sobre o pagamento das pecúnias das licenças-prêmio devidas àqueles(as) que se aposentaram após o dia 8 de março de 2016.
Ontem à noite o presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT), a deputada federal Érika Kokay (PT) e o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto, encontraram-se com os educadores para prestar solidariedade e tentar intermediar o processo de negociação com o governador do DF.
Hoje (2/3), a CUT Brasília divulgou nota nas redes sociais. Confira: “Companheir@s,
Neste momento, início desta sexta (2), nossas educadoras e educadores do Sindicato dos Professores do Distrito Federal – Sinpro – resistem bravamente na ocupação do prédio da Secretaria de Educação do Distrito Federal, situado no Setor Bancário Norte.
A ocupação que busca garantir abertura de diálogo com o GDF para negociar o pagamento das pecúnias das aposentadas e aposentados, que possui atraso desde março de 2016, corre risco e, neste momento, atingiu alto nível de tensão.
Desta forma, solicitamos que cada companheira e companheiro próximo ao Setor Bancário Norte se dirija ao prédio da Secretaria da Educação do Distrito Federal pois Rollemberg, ao invés de negociar, deverá usar efetivo policial e violência contra nossas aguerridas educadoras e educadores.
Um forte abraço! Rodrigo Britto Presidente da CUT Brasília”
A diretoria colegiada do Sinpro reforça a necessidade de os(as) professores(as) em coordenação hoje de manhã ou à tarde, que a façam na sede da SEE, no Edifício Phenícia (Setor Bancário Norte), a fim de fortalecer a luta – que é de todos(as).