Sinpro apoia greve dos servidores municipais de Santo Antônio do Descoberto

O Sindicato dos Professores no Distrito Federal manifesta total apoio à luta dos(as) servidores(as) do município de Santo Antônio do Descoberto, que nesta quinta-feira (01) completa duas semanas de greve. Os trabalhadores e trabalhadoras da cidade do entorno do DF tem sofrido constantes ataques do governo municipal, que de forma intransigente e desrespeitosa se nega a dialogar com os servidores, fato que tem prejudicado o funcionamento de serviços essenciais à população.
Além de não respeitar direitos garantidos por lei, o prefeito se nega a corrigir os salários dos(as) professores(as), conforme determina o piso nacional do magistério, e ao mesmo tempo paga o reajuste salarial dos demais servidores. Tal atitude demonstra um total desrespeito para com o educador e com a educação da região.
Diante deste desrespeito e da total falta de compromisso da prefeitura para com o professor, o Sinpro se solidariza com a luta dos(as) companheiros e companheiras, que lutam pelo respeito aos seus direitos.

Confira os horários e locais dos ônibus para assembleia geral desta quinta (08), no Teatro Nacional

O Sinpro-DF disponibilizará ônibus para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para a assembleia geral desta quinta-feira (08), às 14h30, no estacionamento do Teatro Nacional. Entre os assuntos a serem discutidos estão a campanha salarial; a reestruturação da pauta de reivindicações; a nomeação de concursados(as); o pagamento da pecúnia aos(as) aposentados(as); a Conape 2018 e a reforma da Previdência (estado de alerta).
Os ônibus sairão por volta das 20h, da Catedral de Brasília. Para evitar problemas, sugerimos que cada um(a) pegue o número do telefone do motorista.
 
Confira os locais e os horários a seguir:
BRAZLÂNDIA – Praça do Laço – às 13h;
CEILÂNDIA – Estacionamento do BRB – às 13h30;
GAMA – CEM 02 – às 13h30;
PLANALTINA – Centro de Ensino Especial 01 – às 13h;
RECANTO DAS EMAS – Regional 306 passando pela Faculdade da Terra – às 13h30;
SAMAMBAIA – Feira da 202 – às 13h30;
SANTA MARIA – CEE 01 passando pelo CEF 215 – às 13h30;
SOBRADINHO – CEM 01 – às 13h30;
TAGUATINGA – Nene’s Chopp – às 13h30;
SÃO SEBASTIÃO – CAIC UNESCO – às 13h30.

Diretores do Sinpro e aposentados mantêm ocupação da SEE

Após mais de 30 horas, professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) e diretores do Sinpro mantêm a ocupação da sede da Secretaria de Educação do Distrito Federal (Edifício Phenícia – Asa Norte). A ocupação teve início às 9h de quarta-feira (28) em resposta ao calote do governo Rollemberg em relação às pecúnias da licença-prêmio de todos(os) os(as) professores(as) e orientadores(as) que se aposentaram após o dia 8 de março de 2016.
Durante a tarde de ontem o governo sinalizou com o pagamento da pecúnia para aqueles(as) que se aposentaram em março de 2016, mas não apresentou um calendário de pagamento para os demais meses, uma das reivindicações do grupo. O GDF chegou a marcar uma reunião com o secretário da Casa Civil, mas foi cancelada pelo grupo após o governo condicionar a reunião à saída dos aposentados. A decisão foi de permanecer, mas mantendo o pleito da reunião, que era a necessidade do diálogo. “Apesar de anunciar o pagamento da pecúnia para os aposentados de março de 2016, vamos permanecer aqui para garantir o processo de negociação e o respeito aos direitos dos demais professores e orientadores aposentados”, afirma a coordenadora da Secretaria de Assuntos dos Aposentados do Sinpro, Silvia Canabrava.
A luta é de todos(as) e é importante que a categoria compareça ao gabinete da Secretaria de Educação para que, juntos, alcancemos mais esta vitória. “Esta categoria não foge à luta e a união de todos e todas garantirá a nossa vitória”, analisa a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa.
A ocupação continua até que haja uma reunião com o GDF.


 
Desrespeito do GDF
A previsão para 2018 e 2019 é de aproximadamente 1.400 aposentadorias em cada um destes anos. Portanto, o GDF está criando uma grande bola de neve para o pagamento deste benefício, que é garantido por lei. É o maior calote já aplicado contra os professores no Distrito Federal entre todas as gestões que o Palácio do Buriti já teve. Isto precisa acabar. O governo precisa ter responsabilidade com as contas públicas e com os acertos com a categoria. Os professores só têm esta pecúnia a receber porque o direito de usufruir deste benefício é negado pelo GDF. A luta é para que os professores que ainda vão se aposentar não precisem passar por esta situação.

Aulas podem ser paralisadas nesta sexta-feira (2)

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para coordenação pedagógica nesta quinta-feira (1º/3), na sede da Secretaria de Educação do Distrito Federal (Edifício Phenícia – Asa Norte). O sindicato orienta a todos aqueles que estiverem em coordenação tanto de manhã quanto à tarde para cumprirem o procedimento no prédio onde aposentados(as) e diretores do Sinpro ocupam o gabinete do secretário da SEE desde as 9h de quarta-feira (28/2).

O objetivo é pressionar o Governo do Distrito Federal a negociar o acerto financeiro dos mais de 2.700 professores(as) e orientadores(as) aposentados. Diante disto estamos, a partir de agora, em estado de alerta, pois na sexta-feira (2/3), caso o governo não receba a Comissão de Negociação do Sinpro para apresentar um cronograma de pagamento da pecúnia dos aposentados, a categoria pode ser convocada emergencialmente a paralisar suas atividades.

É importante salientar que a previsão para 2018 e 2019 é de aproximadamente 1.400 aposentadorias em cada um destes anos. Portanto, o GDF está criando uma grande bola de neve para o pagamento deste benefício, que é garantido por lei. É o maior calote já aplicado contra os professores no Distrito Federal entre todas as gestões que o Palácio do Buriti já teve. Isto precisa acabar. O governo precisa ter responsabilidade com as contas públicas e com os acertos com a categoria. Os professores só têm esta pecúnia a receber porque o direito de usufruir deste benefício é negado pelo GDF. A luta é para que os professores que ainda vão se aposentar não precisem passar por esta situação.

O Sinpro orienta que todos e todas fiquem atentos ao site do Sinpro, Facebook e sistema de mensagem do sindicato, porque nesta sexta pode ser um dia de paralisação.

A luta é de todos(as) e é importante que a categoria compareça ao gabinete da Secretaria de Educação nesta quinta-feira (1º/3).

Ocupação continua na Secretaria de Educação do DF

Após mais de doze horas de ocupação do gabinete do Secretário de Estado de Educação do Governo de Brasília, no Edifício Phenícia (Asa Norte), os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) e diretores do Sinpro decidiram continuar a ocupação até que haja uma reunião com o Governo do Distrito Federal. O GDF chegou a marcar uma reunião com o secretário da Casa Civil, mas foi cancelada pelo grupo após o governo condicionar a reunião à saída dos aposentados. A decisão do grupo foi de permanecer, mas mantendo o pleito da reunião, que era a necessidade do diálogo.
No final do dia o governo anunciou o pagamento da pecúnia da licença-prêmio para os aposentados de março de 2016 para esta quarta-feira (28), mas apesar da promessa do governo o grupo decidiu permanecer na SEE até que a Comissão de Negociação seja recebida e que o governo apresente uma proposta que contemple as necessidades e anseios dos demais aposentados. “Apesar de anunciar o pagamento da pecúnia para os aposentados de março de 2016, vamos permanecer aqui para garantir o processo de negociação e o respeito aos direitos dos demais professores e orientadores aposentados”, afirma a coordenadora da Secretaria de Assuntos dos Aposentados do Sinpro, Silvia Canabrava.
A luta é de todos(as) e é importante que a categoria compareça ao gabinete da Secretaria de Educação nesta quinta-feira (01) para que, juntos, alcancemos mais esta vitória. “Esta categoria não foge à luta e a união de todos e todas garantirá a nossa vitória”, analisa a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa.
 
Ocupação
Por volta das 9h um grupo de aposentados(as) e diretores do Sinpro ocuparam o gabinete em resposta ao calote do governo Rollemberg em relação aos benefícios de todos(os) os(as) professores(as) e orientadores(as) que se aposentaram após o dia 8 de março de 2016. Mais de 2.700 educadores(as) aposentados(as) aguardam que Rollemberg cumpra a Lei e pague o que é devido. Em 2018, a previsão é de que mais 1.400 educadores(as) se aposentem e a insegurança quanto ao recebimento da pecúnia da licença-prêmio é generalizada.

Pesquisa desenvolvida pelo Sinpro quer traçar a violência nas escolas públicas do DF

O Sinpro está realizando uma pesquisa sobre a violência no ambiente escolar e precisa que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais preencham todo o formulário. Alguns professores já podem ter participado da pesquisa via telefone, o que não impede que também preencham este formato que encaminhamos em anexo.
A pesquisa Violência nas Escolas pretende conhecer mais de perto a violência cotidiana à qual está exposta a categoria, trabalhadores(as) da educação e estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal. Dispondo de mais dados sobre essa realidade, em especial da percepção do corpo docente sobre ela, será possível investigar as causas e propor ações para a prevenção e o enfrentamento da violência a partir do próprio movimento sindical.
Temos acompanhado os casos de violência nas escolas e para que possamos entender melhor e propor políticas públicas para garantir a segurança no local de trabalho e para que a própria educação não seja tão agredida quanto tem sido, a participação de todas e todos é de grande importância.
Para ter acesso ao formulário, clique aqui.

Mídia local repercute ocupação dos professores e orientadores educacionais

Ainda na manhã desta quarta-feira (28) alguns dos principais portais de Brasília já começaram a repercutir a ocupação dos (as) professores (as) aposentados (as) no gabinete do Secretário de Estado de Educação do Governo de Brasília.
No Metrópoles, a matéria “Professores do DF ocupam secretaria para pedir pagamento de pecúnias“, descreve a ocupação, resgata o histórico das negociações e entrevista a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa. A Secretaria de Educação foi procurada, mas até o momento da publicação não havia se manifestado.
O Correio Braziliense apresenta a nota “Professores e orientadores ocupam Secretaria de Educação”  e também um vídeo da ocupação. O Jornal de Brasília publica “Professores cobram direitos no gabinete do secretário de Educação”,  com explicações fornecidas pela própria matéria do Sinpro a respeito das razões desta ocupação.
Em seguida, o G1 publicou a matéria “Professores aposentados ocupam Secretaria de Educação do DF“. No texto, o site também aguarda um posicionamento da Secretaria de Educação a respeito das pecúnias. Até o momento, não há nenhuma resposta.

Professores aposentados ocupam gabinete do Secretário de Educação

Na manhã desta quarta-feira (28) professores (as) e orientadores (as) educacionais aposentados (as) ocuparam o gabinete do Secretário de Estado de Educação do Governo de Brasília, no Edifício Phenícia (Asa Norte). O motivo da ocupação é o calote do governo Rollemberg em relação às pecúnias de todos os (as) professores e orientadores (as) educacionais que se aposentaram após o dia 8 de março de 2016. Mais de 2700 educadores (as) aposentados (as) aguardam que Rollemberg cumpra a Lei e pague o que é devido. Em 2018, a previsão é de que mais 1400 educadores (as) se aposentem e a insegurança quanto ao recebimento da pecúnia da licença-prêmio é generalizada.
O Sinpro exige que o governo apresente um cronograma de pagamento. Enquanto isso, os professores (as) e orientadores (as) educacionais permanecerão no local.
O Sindicato orienta que os (as) professores (as) e orientadores (as) educacionais da ativa, nesta quarta-feira (28), que comecem a fazer o período de coordenação na própria Secretaria de Educação, apoiando os colegas aposentados que estão ocupando o edifício.
Entenda a pecúnia
A cada cinco anos de efetivo exercício, os (as) professores (as) e orientadores (as) educacionais têm direito a três meses de licença-prêmio por assiduidade. Mas na época, esses (as) trabalhadores (as) não usufruíram dessas licenças, porque foram impedidos pela Secretaria de Educação, uma vez que a mesma teria que contratar profissionais para substituí-los (as) e não por opção destes (as) educadores (as). A Lei n°840/2011 determina que após a publicação de aposentadoria do (a) servidor (a), as licenças-prêmio não usufruídas se transformam em pecúnia e o GDF deve pagá-las em até 60 dias. Porém Rollemberg desrespeita a Lei e não paga o que é devido.

Sinpro convoca categoria para apoiar ocupação na Secretaria de Educação

A Diretoria Colegiada do Sinpro convoca professores (as) e orientadores (as) educacionais da ativa para que comecem a fazer nesta quarta-feira (28) o período de coordenação na Secretaria de Educação (no Edifício Phenícia, Setor Bancário Norte), dando sustentação aos colegas aposentados (as) que estão ocupando o edifício, protestando por Rollemberg não pagar a pecúnia das licenças-prêmio de quem se aposentou após 8 de março de 2016.
Esse calote do Rollemberg vai dificultar muito a situação dos educadores (as) que ainda não se aposentaram, para que recebam a pecúnia da licença-prêmio. Em 2018, estão previstas 1400 aposentadorias. Em 2019, outros (as) 1400 devem se aposentar. Hoje, mais de 2700 professores (as) e orientadores (as) educacionais aguardam o pagamento da pecúnia. Portanto, a herança que Rollemberg vai deixando para o futuro é de uma dívida cada vez maior para professores (as) e orientadores (as) educacionais. Por isso, é fundamental que a categoria pressione o GDF para que faça estes pagamentos, para que esta bola de neve não cresça ainda mais.
Leia também: Professores aposentados ocupam gabinete do Secretário de Educação

Lançamento do Fórum Intersindical do DF ocorre nesta quarta (28)

Nesta quarta-feira (28), no auditório do Sinpro, será lançado o Fórum Intersindical do DF, a partir das 18h30.  O intuito deste Fórum é estreitar os laços entre o movimento sindical, as instituições públicas de vigilância da saúde e as instituições públicas de ensino, pesquisa e extensão. É um espaço de formação e discussão das relações saúde-trabalho, articulando o saber dos(as) trabalhadores(as) e o seus conhecimentos sobre seus próprios problemas de saúde e também o saber e conhecimento dos técnicos que atuam na área.
O evento terá uma mesa de abertura, seguida de exposições/palestras sobre LER/DORT e debate. Confira abaixo a programação.

 
 

Acessar o conteúdo