Vem aí a 5ª Corrida, Caminhada e Passeio Ciclístico do Sinpro
Jornalista: Luis Ricardo
Já estão abertas as inscrições para a 5ª Corrida, Caminhada e Passeio Ciclístico do Sinpro. A prova, que já faz parte do calendário esportivo do Distrito Federal, será realizada no dia 14 de abril, no estacionamento entre a Funarte e a Torre de TV (Eixo Monumental – Setor de Divulgação Cultural). A novidade este ano é o horário da prova. Ao contrário dos últimos anos, o início será às 19h, com qualquer condição climática.
Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as) poderão participar em uma das três modalidades: Corrida de 5 km, Caminhada de 5 km e Passeio Ciclístico. A entrega dos kits de corrida está prevista para os dias 11 de abril, de 14h às 19h; 12 e 13 de abril, das 9h as 19h, na sede e subsedes do Sinpro; e no dia 14 de abril, na sede do Sindicato, das 8h às 12h. Quaisquer novidades serão divulgadas no site www.sinprodf.org.br. O(a) atleta que não retirar o seu kit na data e horário estipulados pela organização perderá o direito aos acessórios. O Kit somente poderá ser retirado pelo(a) atleta inscrito mediante apresentação do documento de confirmação de inscrição e RG.
Todos os participantes da corrida, caminhada e passeio ciclístico receberão medalhas. Os troféus serão entregues para os três primeiros colocados em categorias que são divididas por gênero e idade. Além de comemorar os 39 anos do Sinpro, a 5ª Corrida, Caminhada e Passeio Ciclístico oferece à categoria um momento de confraternização. “É um momento de comemorar mais um ano de vida deste sindicato, mas também uma forma de confraternização com a categoria, dando ênfase na atividade física; afinal, a qualidade de vida passa pela prática de um esporte”, destaca a coordenadora da Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro, Thaís Romanelli. A diretora ainda ressalta que a prova também é uma forma da categoria se unir contra a retirada de direitos dos(as) trabalhadores(as). “Neste momento difícil precisamos no unir contra este retrocesso que temos visto. Precisamos lutar contra as reformas que este governo ilegítimo está tentando aprovar, exemplo da reforma da Previdência”. Confira o regulamento da 5ª Corrida, Caminhada e Passeio Ciclístico do Sinpro:
– As inscrições para professores(as) e orientadores(as) educacionais somente serão realizadas pela Internet a partir do dia 19 de fevereiro de 2018, através do site www.sinprodf.org.br;
– O custo da inscrição será de 1 (um) quilo de alimento não perecível (exceto sal e fubá);
– O tamanho das camisetas NÃO será pré-selecionado no ato da inscrição e está sujeita a alteração de acordo com a disponibilidade durante a entrega de kit, uma vez que é feito uma grade prevista em edições anteriores;
– Não será cobrada taxa pela inscrição online para professores(as) e orientadores(as) sindicalizados(as);
– As inscrições serão encerradas 7 (sete) dias antes do sábado marcado para a realização da prova, ou em data anterior a esta, caso seja atingido o limite técnico definido para a prova (3.000 participantes); >>> Clique aqui e faça sua inscrição
Professores(as) e funcionários técnico-administrativos do Centro de Ensino Fundamental 102 Norte (CEF 102 Norte), do Plano Piloto, levaram um grande susto na sexta-feira (23/2). Parte do teto da escola caiu e só não machucou ninguém porque o desabamento ocorreu dentro da secretaria e o entulho foi aparado pelos armários.
Na vistoria, após o acidente, a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros interditaram várias áreas da escola, consideradas com risco de desabamento. Embora a Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEEDF) já tenha iniciado, neste fim de semana, a substituição imediata da parte do telhado que caiu, as aulas serão prejudicadas durante toda esta semana em razão da interdição orientada pela Defesa Civil para preservar a segurança no local.
A manutenção do teto do prédio, que deveria ter sido realizada nas férias, será executada nesta semana. Com isso, os(as) estudantes ficarão prejudicados porque não terão aula normal em razão da interdição das várias áreas da escola, como a secretaria, o refeitório, a cantina e quatro salas de aula. No entendimento da diretoria colegiada do Sinpro-DF, esse é mais um desabamento na rede pública de ensino do DF resultante da política de sucateamento dos equipamentos públicos e do não investimento dos recursos financeiros públicos nas áreas em que o Governo do Distrito Federal (GDF) têm obrigação de investir.
“Várias escolas da rede pública de ensino do DF nem sequer iniciaram o ano letivo de 2018 na data programada pelo GDF, no dia 15 de fevereiro. As aulas só começaram na semana passada por causa dos mais diversos tipos de emergências”, denuncia Cláudio Antunes, coordenador de Imprensa do Sinpro-DF.
Em maio de 2016, por exemplo, o teto desabou sobre os(as) estudantes, na Escola Classe 425 de Samambaia, causando pânico na escola e o protesto da comunidade escolar. Em outubro de 2016, novamente, mais um acidente. Teto da Escola Classe 59, em Ceilândia, desabou sobre os(as) estudantes durante a aula. Por sorte ninguém se feriu. Para a diretoria, esses e outros desabamentos em escolas são consequência da má gestão do dinheiro público.
“No caso da Educação, várias escolas estão com dificuldades para iniciar o ano letivo de 2018 por causa de problemas em sua estrutura física e em outros setores importantes que asseguram o exercício do magistério e seu funcionamento com segurança”, afirma.
O Sinpro-DF tem denunciado, frequentemente, problemas semelhantes. O sindicato tem apontado vários tipos de dificuldades que têm impedido as escolas de iniciarem o ano letivo, e todas decorrentes da falta de investimento público.
O governo não tem reformado as unidades escolares com problemas na estrutura. Há escolas em que a obra de recuperação começou no segundo semestre de 2014 e o governo Rollemberg não terminou.
É o caso do CEF 01, da Vila Planalto. Os(as) estudantes da Vila Planalto deixaram de ter uma escola própria perto de casa e vivem numa espécie de peregrinação em outras escolas do Plano Piloto, convivendo há anos com uma situação de improvisação.
Além de não realizar a manutenção, não construiu novas escolas no DF, embora o público estudantil da rede pública tenha aumentado significativamente nos últimos 2 anos. Além das novas matrículas e das renovações de quem já está na rede, desde 2016, tem ocorrido uma intensa migração de estudantes das escolas privadas para as da rede pública.
A construção de novas escolas também visa a atender ao crescimento normal da demanda em virtude do crescimento natural das Regiões Administrativas, como é o caso das Regiões Administrativas (RA) do Paranoá e São Sebastião. No entanto, o governo Rollemberg ignorou essa realidade e, em várias escolas, optou por destruir e eliminar laboratórios, refeitórios e bibliotecas e transformar esses ambientes, instrumentos fundamentais e necessários para a formação dos(as) estudantes, em salas de aula.
É o caso do CED São Bartolomeu, em São Sebastião. Nessa escola, o governo Rollemberg eliminou o laboratório e o transformou em sala de aula para resolver o exorbitante e sensível aumento da demanda por novas escolas nessa RA.
“O CED São Bartolomeu, em São Sebastião, tem convivido com turmas superlotadas, um ambiente inapropriado para o aprendizado. Todas turmas de 8º e 9º Anos estão com uma média de 50 estudantes cada uma”, afirma o coordenador.
Para a diretoria, se ocorrer alguma tragédia, será uma tragédia anunciada porque desde o início do mandato do governador Rollemberg, o sindicato tem denunciado o sucateamento das unidades escolares e a precarização do serviço, bem como cobrado dele os repasses do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF).
“Todas as escolas da rede pública de ensino não têm recebido os recursos financeiros necessários para sua manutenção desde o início do mandato deste governo. Rollemberg também não tem feito os repasses regulares do PDAF. E é com esses recursos que as direções dão conta dos pequenos reparos, da manutenção mais rápida de estrutura física e de outros materiais necessários para atividades pedagógicas”, informa.
Ele diz também que, na avaliação da diretoria, situações como esta do CEF 102 Norte do Plano Piloto tem se repetido sistematicamente nesses últimos 3 anos. “E o pior é que o governo tenta resolver os problemas da Educação calando a população. Isso é ruim porque, além de ser uma prática antidemocrática, a censura pode ter o objetivo de mascarar situações graves em que tragédias podem acontecer”, observa o coordenador.
A diretoria colegiada acredita que “a Defesa Civil, que conhece a falta de manutenção nas escolas da rede pública de ensino do DF e o número de estudantes que frequentam essas escolas, deveria pôr em curso uma operação padrão de vistoria das condições de todas as 673 unidades escolares antes que uma tragédia ocorra já que todo mundo sabe que a SEEDF não tem feito a manutenção e não tem liberado as verbas no tempo correto para as escolas fazerem esse serviço”.
E orienta os(as) professores(as) que, em se percebendo qualquer perigo nas escolas, a Defesa Civil deve ser imediatamente acionada antes que uma tragédia ocorra com quem trabalha na escola e com a comunidade escolar que usufruiu dos serviços prestados.
Confira, a seguir, imagens do desabamento no CEF 102 Norte Plano Piloto e as matérias sobre desabamentos de teto em Ceilândia e Samambaia: Forro desaba sobre estudante e comunidade cobra, do GDF, construção de nova escola Teto de escola em Ceilândia cai durante aula
IMAGENS CEF 102 NORTE PLANO PILOTO: Arquivo Sinpro-DF/Ecom Arquivo Sinpro-DF/Ecom Crédito: Site Metrópoles/DF
Escolas sucateadas revelam omissão do governo Rollemberg
Jornalista: Leticia
O Sinpro foi até a Escola Classe 08 de Ceilândia. Tetos com rachaduras, inúmeras goteiras, professores desviando dos baldes com água para tentar dar aula. Buracos no teto, telhas quebradas, água caindo nas proximidades da rede elétrica. Uma tragédia anunciada para toda a comunidade escolar. Assista ao vídeo:
O GDF sabe dos problemas desta escola (fotos abaixo). Mas assim como em inúmeras outras escolas, ele não investe em obras pesadas de reconstrução, reforma, de reforço das estruturas e simplesmente deixa que as unidades de ensino pereçam. Esta escola foi construída há 46 anos. Com o PDAF, pode-se fazer pequenas reformas, mas os constantes atrasos nos repasses das verbas pelo governo atrasa a execução destes reparos, que com o tempo, aumentam a proporção dos danos.
Simone Santana M. Amite é professora de Atividades na instituição de ensino relata as dificuldades. “Sempre que chove isso acontece. Começa a cair água do teto. Tem um bloco inteiro nesta situação (três salas). Dou aula em meio a baldes que precisam ser esvaziados”, diz. Ela endossa que há outro problema, ainda mais grave: da segurança. “Não temos porteiro, estamos em uma área vulnerável. Precisamos nos revezar na portaria. Às vezes fica uma professora, às vezes a supervisora… É um problema que se repete há anos. Já fizemos até abaixo-assinado com mais de 800 assinaturas e o governo simplesmente não faz nada”, lamenta.
Exemplos de descaso do governo com nossas escolas são inúmeros. No CED 04 de Taguatinga, o muro do colégio caiu há quase um ano. E nada, absolutamente nada foi feito pelo GDF. Adonis Farias de Lima é pai de um aluno que estuda no colégio. Ele enviou fotos (abaixo) e denuncia que o resto do muro, como está, representa uma ameaça para todos que passam ali. “É uma tragédia anunciada, a qualquer momento o restante do muro pode cair. Algumas hastes de ferro estão para fora, significando perigo para as pessoas. A parte que ficou em pé é bem na entrada da escola, é uma ameaça para todos”, ressalta.
No dia 16 de março, completa-se um ano sem o muro e de descaso de Rollemberg. De acordo com Adonis, muitas atividades interclasses e de educação física ficaram comprometidas, pois com a queda do muro, a escola está exposta, pois não há segurança.
Outras escolas padecem dos mesmos problemas. Nesta semana, o teto do CEF 102 Norte caiu. Em maio de 2016, o teto da Escola Classe 425 de Samambaia foi ao chão. Cinco meses depois, outro teto desabou, na Escola Classe 59 de Ceilândia.
Os alunos do CEF 01 da Vila Planalto enfrentam uma situação ainda pior. A escola foi demolida para ser reconstruída e os alunos ainda não podem voltar a frequentá-la. Precisam viajar para outras regiões administrativas para estudar. Situação que dura anos.
Rollemberg não investe na construção de novas escolas, enquanto o número de alunos da rede pública só cresce. O que faz o governo? Improvisa, da pior forma possível. No CED São Bartolomeu, em São Sebastião, o laboratório foi destruído para se transformar em sala de aula. É desta forma que a educação está no rumo certo?
Júlio Barros, diretor do Sinpro, afirma que esta postura do Governo de Brasília em não realizar reformas e não investir na estrutura das escolas, contraria algumas estratégias do Plano Distrital de Educação. “Existem metas e fundamentalmente estratégias que preveem a construção e/ou reformas das estruturas físicas das escolas, que estão contempladas no Plano Distrital de Educação, nas estratégias que falam da educação infantil (1.1 e 1.6), educação fundamental (2.27) e ensino médio (3.22). Se o GDF ao invés de entrar na Justiça questionando a constitucionalidade de algumas estratégias e prazos do PDE, simplesmente obedecesse o que está na Lei, evitaríamos este quadro que aí se apresenta”, afirma.
Denuncie as irregularidades
O Sinpro alerta: caso percebam algum risco de desabamento, de choque elétrico, algum problema hidráulico (vazamento, infiltrações em grandes proporções), chamem a Defesa Civil, registrem o problema em imagens/vídeos e encaminhem para o Sindicato. Os (as) professores (as) que não quiserem se identificar na denúncia, terão a identidade preservada. O Sinpro entende que em momentos como este, muitos preferem não se identificar pois há uma truculência por parte do GDF em relação a quem tenta mostrar para a cidade de que Brasília não está no rumo certo. O sigilo da fonte, inclusive, é resguardado pela Constituição. Qualquer irregularidade, encaminhe para o Sinpro a denúncia, que a mesma será publicizada.
TV Sinpro desta terça (27) debate a mobilização para o 8 de março
Jornalista: sindicato
O programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (27/2) irá debater a mobilização para o 8 de março – Dia Internacional da Mulher, dia de Assembleia Geral da categoria, com compactação, e de um ato das mulheres unificadas.
Para falar sobre o assunto foram convidadas a coordenadora de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro, Vilmara Pereira, e a professora de História Thaísa Magalhães.
O TV Sinpro desta terça vai ao ar às 17h, no Canal 12 da NET, no site e na fanpage da TV Comunitária. O programa também é disponibilizado na página do Sinpro no Facebook.
As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana. Confira a programação a seguir:
Terças – 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30
Sinpro e Bancários realizam reunião de delegados(as) sindicais nesta terça (27/2)
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro e o Sindicato dos Bancários realizam uma reunião de delegados(as) e representantes sindicais nesta terça-feira (27/2), às 19h, na sede do sindicato (SIG Quadra 6, Lote 2.260). A reunião terá como tema Neoliberalismo x Estado de Bem-Estar Social, e terá a participação do ex-deputado e senador por São Paulo, e ex-ministro da Educação, Casa Civil e Ciência, Tecnologia e Inovação Aloízio Mercadante, que falará, também, sobre a conjuntura política e a política neoliberal deflagrada pelo governo ilegítimo de Michel Temer.
Para a secretária de Formação do Sindicato dos Bancários, Teresa Cristina, a união dos trabalhadores é cada vez mais necessária em tempos de golpe. “Em tempo de golpe a união do movimento sindical é fundamental. Esta é a primeira grande parceria do Sinpro com o Sindicato dos Bancários, mas muitas outras virão. Afinal, a classe trabalhadora precisa permanecer unida para derrotar este governo golpista”.
Já a diretora do Sinpro Luciana Custódio afirma que o debate sobre o neoliberalismo é de suma importância para que a população de todo o país possa lutar contra políticas que tentam tirar direitos dos trabalhadores. “A Constituição Cidadã de 1988 criou as bases para a implantação, no Brasil, de um Estado de Bem Estar Social, que vinha sendo erguido a duras penas nos últimos anos. O Golpe de 2016 interrompeu essa trajetória, implantando um modelo neoliberal, de retrocessos em direitos trabalhistas, desmonte das políticas públicas e dilapidação do patrimônio nacional”, comenta Luciana.
Desconto em planos de saúde: confira o tira-dúvidas
Jornalista: sindicato
A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que a entidade já assinou convênios com as operadoras de saúde SulAmérica e Quallity/Prosaúde, conforme acertado com a categoria em reunião no dia 17 passado.
Para dirimir dúvidas e atender os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados – aposentados(as) ou não – interessados(as) em aderir a um desses planos, o Sinpro preparou um tira-dúvidas (ver abaixo). Além disso, haverá plantão de representantes das operadoras a partir desta terça-feira (27/2), na sede e subsedes do Sindicato, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Excepcionalmente, nesta semana, na sede do Sinpro, o representante da Quallity/Prosaúde atenderá até às 19h.
O convênio com essas operadoras permite ao(à) professor(a) e ao(à) orientador(a) educacional ter desconto no plano de saúde, assim como ocorre em lojas, salões de beleza, academias, e outras empresas conveniadas ao Sinpro.
“Ou seja, o Sinpro não tem nenhum tipo de vínculo comercial, administrativo ou financeiro com as operadoras: apenas negociou e intermediou um desconto na tabela das empresas operadoras para os(as) sindicalizados(as). A relação comercial e administrativa é individual e, estritamente, entre o(a) filiado(a) e a empresa operadora do plano de saúde”, informa Rosilene Corrêa, diretora de Finanças.
Ela esclarece que o objetivo desse convênio é uma forma de o Sindicato oferecer à categoria a possibilidade de contratar um plano de saúde com desconto – mesmo àqueles(as) que já aderiram anteriormente a algum outro plano.
O Sinpro reitera que a luta por um plano de saúde próprio, arcado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), continua na pauta de reivindicações da categoria – sem deixar de defender, por princípio, o fortalecimento do sistema de saúde público.
Dessa forma, o Sindicato orienta que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que já são clientes de um desses planos (SulAmérica ou Quality/Prosaúde) observem o tira-dúvidas e procurem os representantes nos plantões para efetuar ajustes nos contratos atuais, ou mesmo fazer a assinatura de um novo, caso seja mais vantajoso.
Aqueles(as) que possuem outro plano também poderão aderir. Basta comparar os valores e a cobertura para analisar se há vantagem em mudar.
Professores(as) e orientadores(as) que não têm assistência médica poderão fazer opção entre um dos planos, comparecendo aos plantões para verificar o valor cobrado por cada operadora, tipo de cobertura e eventuais vantagens.
>>> Confira o tira-dúvidas da SulAmérica (mais abaixo está o da Quallity/Prosaúde):
1. Quando o professor vai poder assinar contrato?
Quem assinar contrato até 15/03, terá o início de vigência do plano em 01/04/2018 *Não haverá cobrança de taxa de adesão (não será cobrado nenhum valor ao assinar o contrato) 2. Quem já tem a SulAmérica, quando e como pode solicitar as alterações para a tabela do SINPRO-DF?
– A partir do dia 26/02 está disponível os planos para contratação, é preciso fazer um novo contrato. Procure os corretores de plantão ou ligue para 3037-2411/99101-8268/ 99105 – 4267 (Kryvo Corretora)/ 3622-3319 (MCS Corretora) / 98601-9801
Mirlei – 98570-6602
Fabiola – 99105-4267
2.1 Quem já tem SulAmérica, ao assinar novamente o contrato terá carência para cumprir?
– Será feito uma análise caso a caso para avaliar a redução de carência conforme tabela de redução por tempo de plano ativo.
– Em um cenário que a pessoa tenha mais de 1 ano de plano ativo na SulAmérica, após análise poderá ter reduções de carências como por exemplo: de 180 dias para 24horas nos casos de internações hospitalares, fisioterapias, ultrassonografias com doppler entre outros procedimentos. (Dúvidas sobre regras de contratação procure os consultores de plantão) 2.2 Se na nova assinatura for incluído carências, eu serei avisado antes?
Todos os casos serão avaliados e comunicados pela EXTRAMED administradora no momento da implantação ou início de vigência. 3. Quem tem outro plano de saúde, terá a isenção de carência?
– Não, será feito uma análise de caso a caso conforme regras da SulAmerica e da EXTRAMED Administradora e após isso o cliente poderá ser submetido a uma redução de carências. 4. Na mudança de um contrato para outro, tem interrupção de cobertura?
– Os contratos são diferentes e independentes;
– O usuário só deve cancelar o anterior, quando o novo contrato for implantado;
– Para cancelar, cada operadora de plano tem sua regra de data para cancelamento. Assim, se o usuário não observar as datas de cancelamento e vigência, poderá ter que pagar duas prestações de planos no mesmo mês, salvo aqueles contratos elegíveis a RN412 da ANS (contratos coletivos por adesão podem ser cancelados a qualquer tempo). 5. Cobertura do novo contrato com a SulAmérica abrange todo o ROL de Procedimento da ANS, entre eles, segue alguns exemplos abaixo;
Consultas
Exames
Cirurgias
Urgência e Emergência
Internações hospitalares e partos
*Todos os planos são nacionais, ambulatoriais e hospitalares com obstetrícia. 6. Se o valor ficar maior, o que faço?
– Primeiramente análise se o produto que você possui te atende de forma satisfatória, caso contrário, procure os corretores de plantão e faça um comparativo para verificar se você possui mais ou menos vantagens no produto atual. Isto pode ocorrer, pois alguns planos mais antigos podem estar neste momento mais vantajosos.
– Sempre acompanhe suas datas de reajuste pois nesse momento o plano da SulAmerica via SINPRO pode ser a melhor opção. 7. A área de abrangência é local ou nacional?
– Este contrato possui 9 tipos de planos e valores e todos são de cobertura nacional. 7.1 O contrato novo é com coparticipação?
– O novo contrato possui planos com e sem coparticipação. 8. Qual a carência para Parto?
Carência para parto é de 300 dias, não existe aproveitamento de carência para parto, se tem interesse em alterar seu produto, o conselho é aguardar até que o parto ocorra. 9. Doenças pré-existentes:
– Deve-se informar no questionário de declaração de saúde, vale ressaltar que doença pré-existente não se confunde com carências e a mesma é de suma importância ser declarada. 10. Valores:
11. Qual condição de entrar no novo contrato
Ser sindicalizado
Manter-se sindicalizado
12. Quais dependentes podem ser incluídos?
Filhos e enteados solteiros, independentemente da idade, nos casos de adesão à SulAmerica. 13. Plantão de Atendimento
– Por telefone e WhatsApp: 3037-2411/99101-8268
– Pessoalmente: para tirar dúvida e assinatura de adesão, todos podem procurar o sindicato entre os dias e horários a seguir:
27/02 a 02/03 – Terça a sexta
Plano Piloto: 8h as 12h – 13h as 17h
Taguatinga: 8h as 12h – 13h as 17h
Gama: 8h as 12h – 13h as 17h
Planaltina: 8h as 12h – 13h as 17h
*novos plantões serão divulgados posteriormente 14. A SulAmérica também vai à escola?
Sim 15. Contrato temporário pode?
Sim, basta ser sindicalizado
>>> Confira o tira-dúvidas da Quallity/Prosaúde:
1. O que é o atendimento da Quallity?
É o atendimento que se limita aos serviços realizados em consultórios ou ambulatórios, não incluindo internação hospitalar ou procedimentos para fins de diagnóstico e ou terapia que requeiram internação.
Estão incluídos neste módulo os atendimentos de urgência e emergência que demandem observações até o limite de 12 horas, período após o qual, o tratamento será entendido como internação.
Cobertura ambulatorial:
consultas médicas em número ilimitado, realizadas em ambulatório ou consultório, em todas as especialidades médicas.
Consultas obstétricas para pré-natal, em número ilimitado;
Serviços de apoio diagnóstico e tratamentos realizados em ambulatório ou consultório;
Procedimentos ambulatoriais, inclusive cirurgias, mesmo quando realizadas em ambulatórios de hospital, desde que não caracterizem internação;
Procedimentos ambulatoriais que necessitem de anestesia local, sedação ou bloqueio, quando realizados em ambulatório;
Procedimentos considerados especiais, como por exemplo:
2. Quando o professor que não tem plano nenhum vai poder assinar contrato’
A partir de terça-feira
Quem assinar de 1 a 19 – usa a partir do dia 1º do mês subsequente
Quem assinar de 20 a 31 – usa a partir do dia 1º do mês pós subsequente
3. Quem já tem o Quallity, o que faz para migrar?
Quem já tem o plano Médico Quallity terá que comparecer a Administradora Platinum para fazer a migração e aproveitar a carência.
Não é permitido migração através do corretor.
É esta migração que irá garantir a aplicação da nova tabela de valores e a inclusão da parte odontológica (OdontoGroup).
Endereço: SRTVS. Qd. 701 – Conj. “2” – Lote 20 – Térreo II GD . Assis Chateubriand – Asa Sul
Horário: 9h às 18h (segunda a sexta)
Telefone:(61) 3044-4433
3.1 Por que migrar?
– Para incluir o plano odontológico
– Para ter uma redução no valor do plano (Há alguns casos em que o valor não reduz, porque são contratos muitos antigos e que já possuem um valor mais baixo) Obs:
1)às vezes o valor não baixa, mas o odonto pode ser incluído (com um valor a ser acrescido).
2) Se o valor hoje é menor, a adesão será apenas para incluir o odonto.
4. Como são as Carências para quem já tem Quallity?
Não haverá carência, se já cumpriu;
Se cumpriu parcial, cumprirá o resto
– O odonto após a migração:
SEM carência até 60 dias após assinatura do SINPRO-DF
EXCETO prótese que é carência de 180 dias
Depois de 60 dias: haverá carências
5. Como são as carências para quem não tem Quallity?
A parte odontológica:
30 dias sem carência (até 01/04/18)*
*Exceto prótese que terá carência de 180 dias. Depois de 01/04/18, carências normais.
A parte da Quallity: 6. Quem não tem Quality vai ter isenção de carência?
– Não. Porém há algumas diferenças em relação a outras operadoras. Vide quadro anterior.
7.Há portabilidade de Quality?
Não. O que há é um aditivo de carência, quando comprovar mais de um ano em outro plano. Mais orientações, no atendimento presencial. 8. Há aproveitamento da carência na mudança de outra operadora de plano de saúde para o a Quality?
Não. O que há é um aditivo de carência, quando comprovar mais de um ano em outro plano. Mais orientações, no atendimento presencial.
9. Tem interrupção de cobertura no caso de migrar de um contrato da Quallity para outro da Quallity?
Não tem interrupção da cobertura, mas a mudança deve ser feita diretamente na administradora. Não pode fazer com o corretor.
10. Qual a cobertura e rede?
A Quallity atende no DF e entorno: Valparaíso, Formosa, Águas Lindas, Santo Antônio, Unaí…
11. O que não cobre?
– Cirurgias e internações Obs:
A emergência até 12h é coberto.
Ambulância: para remoção ou atendimento domiciliar é coberto
Os associados do SINPRO podem contar com o serviço de Ambulância 24 horas por dia, 7 dias por semana. Essa é uma inciativa da Quallity Pró Saúde para levar praticidade e segurança para os nossos beneficiários.
Atendimento Médico Domiciliar na urgência e emergência. Com o atendimento médico no local, é possível evitar idas desnecessárias ao hospital. Nesse benefício inclui a remoção para o Hospital, caso seja necessário. O paciente já recebe os primeiros atendimentos e tem maior chance de chegar ao hospital com um quadro clinico estável.
12. Cobertura do odonto:
– O tratamento / Emergência 24h – 7 dias
– Descontos em farmácias (Rede Drogasil e Droga Raia), em medicamentos tarjados.
– Abrangência : DF e outros estados
Cobertura:
Exame clínico;
Prevenção (visitas periódicas ao dentista);
Dentística (restaurações);
Endodontia (tratamento de canal);
Periodontia (tratamento gengival);
Cirurgia (incluindo extração de siso);
Radiologia (Raio X);
Urgência 24h.
13. Tem Coparticipação?
Não
O que existe é o que é coberto e o que não é, tanto na Quallity quanto no OdontoGroup.
14. Valores
Vide tabela: 15. Qual a condição para se ter Quality OdontoGroup?
Ser sindicalizado
Manter-se sindicalizado
16. Contrato temporário pode?
Sim
17. Plantão 27/02 a 02/03
Plano 8h as 12h – 13h as 19h
Taguatinga 8h as 12h – 13h as 17h
Gama 8h as 12h – 13h as 17h
Planaltina 8h as 12h – 13h as 17h
Sinpro convoca professores e orientadores aposentados para reunião nesta quarta (28)
Jornalista: Luis Ricardo
A diretoria colegiada do Sinpro convoca os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) que ainda não receberam a pecúnia da licença-prêmio de 2016, 2017 e 2018 para reunião nesta quarta-feira (28), às 8h30, na sede do sindicato. A participação de todos e todas é de grande importância para definir os próximos passos da luta pelo respeito a este benefício, que é um direito garantido por lei.
Professores(as) e orientadores(as) aposentados(as), somente com luta e unidade garantiremos a nossa vitória!
Provocado pelo GDF, o Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) determinou, na noite desta sexta-feira (23/2), que o Sinpro suspenda a veiculação da cartilha “Atividades Pedagógicas, da Campanha E agora, Rodrigo?” em qualquer meio (eletrônico ou físico). No entanto, o juiz responsável pelo caso reconhece o direito do Sindicato em manter o restante da campanha da forma como vinha sendo feita e fazer a crítica à gestão do GDF em todas as mídias.
Desta forma, a cartilha será retirada, conforme determinação judicial, do sítio eletrônico do Sinpro. Todos os(as) professores(as) devem parar de utilizar a cartilha – que passa a ser proibida – e demais materiais da campanha dentro das escolas.
Porém, o que fica evidente, é que o GDF perdeu mais uma vez a oportunidade de debater com a comunidade aquilo que ela já vem expressando, não apenas pela campanha do Sinpro nas ruas, mas nos meios eletrônicos, de que Brasília não está no rumo certo e que o cidadão brasiliense exige um governo que resolva os problemas da cidade, assim como os servidores merecem ser tratados com o respeito e com a ordem pública – que passam pelo cumprimento das leis que o Distrito Federal tem. Hoje, o governo não paga a pecúnia a aposentados; não contrata professores e orientadores em número suficiente (mais de 200 escolas no DF, do Ensino Fundamental/Séries Iniciais, não têm professor de educação física. E o governo não contrata. Mais de 200 escolas no DF não têm orientador educador educacional. E o governo não contrata); sucateia as instalações escolares, entre outras mazelas – que alcançam outros setores fundamentais do serviço público, como o de saúde.
O Sinpro irá recorrer da sentença do TJDFT, que apenas proíbe o uso da cartilha. O Sindicato entende – como educadores que somos e diferentemente da forma como foi apresentado pelo GDF – que o material não é de forma alguma ofensivo e tampouco foge aos parâmetros do currículo do DF – que é plural, democrático e construído pela categoria. Trata-se, inclusive, de um currículo que não foi elaborado pelo atual governo.
Enquanto não for julgado o recurso que o Sinpro irá interpor, o sindicato orienta a não utilização de qualquer material da campanha dentro das escolas com os estudantes. Orienta ainda que os professores recolham os cartazes da campanha que estão nas escolas e os fixem no comércio, padarias, mercados, em murais públicos ou prefeituras comunitárias das cidades a fim de deixar que a população se expresse acerca deles. Campanha – A campanha “E agora, Rodrigo?” faz uma alusão ao poema “E agora, José?”, de Carlos Drummond de Andrade, no qual o poeta ilustra o sentimento de solidão e abandono do indivíduo na cidade grande, a sua falta de esperança e a sensação de que está perdido na vida, sem saber que caminho tomar. O “E agora, Rodrigo?” foi a forma encontrado pelo sindicato para criticar como o GDF vinha enfatizando suas realizações na campanha “Brasília está no rumo certo”, a um custo de milhares de reais dos cofres públicos. Escola: espaço de debate – A escola é um espaço plural e local de discussão dos temas contemporâneos. Hoje existe uma crise hídrica no DF que precisa ser discutida na escola pública. Existe um sério problema na oferta de saúde pública e isso necessita ser discutido na escola. Existe uma falta de investimento acentuada nas escolas públicas – inclusive o ano letivo não começou para vários estudantes da nossa rede pública; sete dias letivos já se passaram e esses estudantes continuam sem aula em função da precariedade que hoje a rede pública de ensino se encontra -, e isso também deve ser objeto de avaliação e debate.
Vale lembrar que o GDF ingressou junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) para dizer que a campanha do Sinpro como um todo é partidária e pedir sua suspensão, mas perdeu. Teve pedido extinto e arquivado (vide matéria aqui). Em outras palavras, o GDF está peregrinando pelos tribunais para inviabilizar a totalidade da campanha. Procura calar o Sindicato. Não conseguiu e novamente perdeu porque o TJDFT reconhece o direito do Sinpro e da categoria de fazer a crítica à gestão do governo.
A cartilha ora proibida é uma parte da campanha, mas a principal mensagem já foi entendida pela cidade. Brasília não está no rumo certo. Deixemos para o governador o mote da nossa campanha: E agora, Rodrigo? ATENÇÃO
POR DECISÃO DO TJDFT OS MATERIAIS DA CAMPANHA ESTÃO PROIBIDOS DE SEREM UTILIZADOS NAS SALAS DE AULAS/ESCOLAS.
A sua utilização em OUTROS ESPAÇOS da cidade ou veículos de comunicação CONTINUA PERMITIDO.
Festa Multicultural será o destaque do Programa Alternativo
Jornalista: Luis Ricardo
O Programa Alternativo deste sábado (24) faz uma viagem no tempo com um projeto desenvolvido pela Escola Classe 50 de Taguatinga. Com o objetivo de mostrar as mais variadas culturas espalhadas pelo mundo, a Festa Multicultural coloca o estudante em contato com vários outros “mundos”, trazendo vários continentes para dentro da escola. “Eles acabam aprendendo a cultura de outros países. É extremamente importante que as crianças aprendam, desde muito cedo, que precisamos ter respeito a outros países, a outras culturas, e que precisamos amar e respeitar a todos”, ressalta a professora Célia Luz.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Assembleia Geral com compactação no dia 8 de março
Jornalista: Luis Ricardo
A diretoria colegiada do Sinpro convoca os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para Assembleia Geral, com compactação de horário, no dia 8 de março, às 14h30, no estacionamento do Teatro Nacional. Durante a assembleia trataremos de pontos importantes da categoria, exemplo da campanha salarial; da reestruturação da pauta de reivindicações; da nomeação dos(as) concursados(as) – professores(as) e orientadores(as) educacionais; da pecúnia dos(as) aposentados(as); da Conape 2018 e da reforma da Previdência (estado de alerta).
Ao final da assembleia haverá um ato das mulheres unificadas às 17h, no Museu da República. O Sinpro ainda informa que os(as) professores(as) que dão aula no noturno começarão seu turno às 20h em função da Assembleia Geral.
Não deixe de participar e lutar pelo que é nosso. Nossa luta depende da mobilização de cada um de nós. Todos à assembleia!