CLDF aprova alteração na Lei da Gestão Democrática e reconhece direito de gestores 60 horas

O Projeto de Lei (PL) nº 1.872/17, que altera a Lei da Gestão Democrática do Distrito Federal, foi aprovado, nessa terça (12), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A diretoria colegiada do Sinpro-DF considera essa aprovação um vitória dos gestores 60 horas e da categoria.
“Com essa modificação, os(as) gestores(as) 60 horas tiraram uma faca do seu pescoço”, assegura Júlio Barros, diretor do sindicato. O PL altera a redação do artigo 40, Inciso V, da Lei nº 4.751/12 (Lei da Gestão Democrática), que dispõe sobre o sistema de ensino e a gestão democrática de ensino público do Distrito Federal.
A modificação na lei por meio de um PL foi a solução encontrada pelo Sinpro-DF para impedir que o Governo do Distrito Federal (GDF) cometesse mais uma injustiça contra a categoria e impusesse prejuízos profissionais e financeiros aos gestores 60 horas e pedagógicos à comunidade escolar, até porque a interrupção dos trabalhos dos gestores afetaria em torno de 300 mil pessoas e fundamentalmente a relação ensino–aprendizagem.
É que a Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEEDF) decidiu, recentemente, cumprir uma recomendação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) que – com base no artigo 40, inciso V, da Lei nº 4.751/12, que tratava da exclusividade dos gestores – emitiu uma redolução que obrigava os gestores 60 horas a optarem entre abandonar a direção das escolas ou largar as 20 horas.
A SEEDF deu um prazo de 5 dias para eles se definirem. “Isso foi, no mínimo, uma decisão equivocada. Primeiramente, porque não se muda o destino das pessoas como se estivesse mexendo com objetos; segundamente, que foi somente uma recomendação do MP; terceiramente, é que, quando eles e elas concorreram às eleições das escolas, não foi colocado nenhum obstáculo às suas candidaturas e, no meio do jogo, quiseram modificar as regras arbitrariamente”, comenta o diretor do Sinpro-DF.
Na busca para resolver esse impasse, o Sinpro-DF pleiteou um prazo de 90 dias no MPDFT e na SEEDF para que a situação fosse resolvida. “E trabalhou muito para encontrar uma solução digna. E a resposta foi a elaboração do PL 1.872/17, que contém dois artigos, os quais alteram o artigo 40, inciso V, da Lei 4.751/12”, informa Barros.
Ele lembra que o sindicato e o Fórum Distrital de Educação (FDE) continuam na luta para que o GDF protocole a íntegra do projeto de lei que reformula a Lei de Gestão Democrática na CLDF.  “Por agora os deputados aprovaram somente um único artigo para resolvermos a situação imediata dos gestores 60 horas”, informa o sindicalista.
Ele diz que o PL foi um conquista difícil porque ele chegou à CLDF depois de uma extrema morosidade do Poder Executivo, que o protocolou na véspera, 24 horas antes, de os parlamentares entrarem no recesso.
“Somente depois de uma forte pressão do Sinpro-DF, juntamente com os 57 gestores envolvidos na causa, além do empenho de vários parlamentares, é que ele foi protocolado. E aí temos de destacar o empenho de alguns deputados, como o Reginaldo Veras (PDT), Wasny de Roure (PT), Chico Vigilante (PT) e Joe Valle (PDT), além dos deputados Agaciel Maia (PR) e Rafael Prudente (PMDB) e, no geral, toda a bancada da CLDF, pela solidariedade à causa dos gestores 60 horas que, obviamente, é uma causa da gestão democrática, portanto, de toda a categoria”, assim como também fizemos pela a aprovação do PDAF, e que talvez uma boa parte não saiba do protanismo do Sinpro nesta causa; lembra o prof. Júlio Barros.
Essa vitória reforça também a luta do Sinpro-DF para estreitar ainda mais a relação com os gestores das 663 escolas públicas do DF e o fortalecimento de um canal permanente de diálogo. “Com isso, estabeleceu-se, entre o sindicato e esse segmento da categoria, um fórum de diálogo, que desejamos ser permanente, sobre as demandas específicas desse segmento. A gente tem a pretensão de estreitar os laços com os gestores que são eleitos legitimamente pela comunidade escolar, e ofertar cursos sobre políticas educacionais, legislação educacional , sobre a própria concepção do que vem a ser a gestão democrática entre outras temas relevantes”, garante o diretor.
Confira foto dessa luta:

Sinpro-DF convoca aposentados de 2016 e 2017 para atividade na Câmara Legislativa nesta quarta (13)

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que se aposentaram em 2016 e 2017 para participar de atividade, nesta quarta-feira (13), às 14h30, na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), que visa a acompanhar a votação da previsão orçamentária.
Nessa terça (12), os(as) aposentados(as) de 2016 e 2017 compareceram, mais uma vez, à CLDF para cobrar dos deputados distritais a previsão orçamentária para pagamento da pecúnia da licença-prêmio devida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e acompanhar a votação do projeto que garante prioridade de recebimento desse recurso àqueles(as) que se encontram com doenças previstas em lei.
“O projeto que assegura essa prioridade foi aprovado e esperamos que o GDF o sancione o mais rapidamente possível, uma vez que, além de ser um direito, é uma necessidade urgente pela qual esses professores estão passando. Aguardamos que o governo dê agilidade ao pagamento das pecúnias”, afirma Sílvia Canabrava, diretora do Sinpro-DF.

Governo federal gasta milhões com publicidade para aprovar reforma da Previdência

Não basta gastar dinheiro público para comprar deputados federais e senadores e aprovar reformas constitucionais que prejudicam a população e beneficiam o mercado financeiro. O governo federal tem de gastar o dinheiro público também com publicidades institucionais na mídia para convencer a população de que a reforma da Previdência, que irá acabar com o direito à aposentadoria dos trabalhadores e privatizará esse direito social, é boa para o país.
A campanha publicitária já está na mídia há mais de um ano, desde agosto de 2016. Mas, para efetivar esse convencimento e depois dizer que discutiu o conteúdo da reforma excludente com a sociedade, o governo ilegítimo de Michel Temer intensificou na mídia, no fim de semana passado, uma milionária campanha publicitária em favor da reforma da Previdência. Ele quer persuadir o povo de que essa reforma, que abandona a população vulnerável à própria sorte e transforma o direito social à previdência em mercadoria lucrativa para exploração do mercado financeiro, é benéfica à classe trabalhadora.
Essa campanha envolve desde peças publicitárias até matérias pagas, com reportagens e até entrevistas com integrantes do governo federal e seus apoiadores. Trata-se de uma ação ofensiva do governo que quer aprovar a reforma da Previdência até 18 de dezembro. Uma iniciativa que tem consumido quantias vultosas de recursos financeiros públicos e visa a reduzir a resistência da população e a conter a pressão que os parlamentares têm sofrido em suas bases eleitoras para não aprová-la.
O Portal da Transparência Brasil dá conta de que, só com a campanha em favor da reforma da Previdência, o governo já gastou R$ 100 milhões, dos R$ 180 milhões do Orçamento público destinado a publicidades e propagandas institucionais no ano de 2017. Apesar de não ter legitimidade para efetuar uma reforma constitucional dessa envergadura, Temer conta com a colaboração de governadores, como a do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), e de outros políticos. Também conta com o apoio e a presteza das empresas de comunicação, contumazes devedoras de direitos trabalhistas e que, geralmente, respondem a processos na Justiça por dívidas previdenciárias com seus funcionários.
Há meses o Sinpro-DF vem divulgando, em séries de reportagens sobre a reforma da Previdência, estudos autênticos, sérios e confiáveis sobre esse ataque ao direito à aposentadoria. E, entre essas matérias, postou também uma com os resultados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência no Senado, que provou não haver déficit e mostrou que o objetivo dessa reforma de Temer é a de atender às exigências dos donos de empresas de previdência privada e o sistema financeiro que querem explorar esse setor para terem mais lucros ainda.
As matérias mostram os estudos comprobatórios de que se trata de uma ação coordenada que extrapola as mentiras sobre as contas da Previdência Social: o objetivo do governo neoliberal e antipopular de Michel Temer é privatizar todos os direitos sociais contidos no artigo 6º da Constituição Federal do Brasil.
A COLABORAÇÃO DO GDF – Numa entrevista ao jornal estrangeiro El País, publicada nesta segunda-feira (11), a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão do Distrito Federal, Leany Lemos, disse que se os sindicatos de servidores recorrerem ao Judiciário para reverter a reforma da Previdência local, feita recentemente por Rollemberg, será uma luta política.

Ela busca a desqualificar a luta legítima dos servidores públicos pelo seu direito à aposentadoria. Lemos foi escolhida para integrar o Governo do Distrito Federal (GDF) para defender as alterações nas regras das aposentadorias dos servidores locais e afirma que a tentativa é a de sanear as contas e garantir o pagamento dos salários em dia.

“Não é verdade. o governo Rollemberg é um apoiador irrestrito de todas as políticas neoliberais e entreguistas de um governo ilegítimo que ocupa sem o apoio popular o Palácio do Planalto. Não há contas a sanear. Ele já avançou sobre os recursos superavitários do Iprev várias vezes e não pagou os direitos que deve ao funcionalismo público distrital. O que esse governo tem sim é muito serviço público a privatizar”, afirma Cláudio Antunes, diretor de Imprensa do Sinpro-DF.

Além de tentar desacreditar a luta do movimento sindical, Leany Lemos usa comparações esdrúxulas para justificar a reforma de Rollemberg. Ela compara a expectativa de vida do brasiliense à dos japoneses.
“Isso é surreal. A expectativa de vida de 84 anos do brasiliense não é comparável à do Japão, um país de primeiro mundo, onde ninguém passa fome por falta de política pública, o salário mínimo paga todas as despesas de uma família e os idosos não são desamparados. O Distrito Federal não pode ser jamais comparado às cidades japonesas porque não alcançou o bem-estar social de lá. Em que planeta essa secretária vive? Em que mansão ela mora? Quantos serviçais ela tem?”, questiona Antunes.
TEMER GASTA DINHEIRO PÚBLICO PARA DESMORALIZAR SERVIDORES – Temer, por sua vez, trabalha para desgastar os servidores perante a sociedade e, a exemplo do ex-presidente Fernando Collor de Mello, no fim dos anos 1980-90, investe em publicidade negativa. A ideia não é só desmoralizar servidores, mas também desqualificar os serviços públicos prestados pelo Estado para privatizá-los. Tudo o que a iniciativa privada quer é transformar os direitos sociais (artigo 6º da Constituição Federal) em mercadoria. É o caso da reforma da Previdência.
No dia 17 de novembro, Temer pôs só nas TVs uma publicidade para convencer a população de que os servidores são privilegiados e que a reforma da Previdência é necessária. Ele não diz que a reforma irá afetar a todos indistintamente e que tanto trabalhadores do setor público como os do setor privado serão excluídos do direito à aposentadoria.
Os custos dessa campanha repleta de inverdades e contra a nação brasileira ainda não foram calculados, mas fontes do governo dizem que Temer já gastou R$ 20 milhões só com vídeos e espaços publicitários entre os principais telejornais e novelas. Nas reportagens veiculadas nesse fim de semana, foram divulgadas muitas mentiras, números mentirosos, clima de ameaça e incitação ao medo para difamar e acabar com a Previdência Social pública.
AS MENTIRAS DO GOVERNO FEDERAL – Numa entrevista ao Correio Braziliense, nesse domingo (10), Moreira Franco (PMDB-RJ), ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, não disse a verdade ao afirmar que o “sistema de aposentadorias brasileiro acentua a desigualdade no país”.
Ele disse que o sistema previdenciário brasileiro tem retirado dos pobres para entregar aos ricos. “Isso não é verdade. Há estudos, inclusive divulgados nas nossas séries de reportagens no site do Sinpro-DF, e em outras entidades de trabalhadores também, que comprovam a qualidade do Sistema de Seguridade Social brasileiro e mostram que se trata de um dos melhores do planeta”.
O diretor do Sinpro-DF lembra que, recentemente, a CPI da Previdência do Senado Federal também provou que não há rombo e que o sistema previdenciário é um dos melhores do mundo porque, além de ser um dos únicos e eficientes instrumentos de distribuição de renda e justiça social do país, ele tem uma arrecadação superavitária, sem envolver recursos do Orçamento da União”.
Tanto é que o governo desvia 30% dos recursos financeiros superavitários do Sistema de Seguridade Social, por meio da Desvinculação de Receitas da União (DRU), para pagamento de despesas obscuras e uma dívida pública que, embora esteja instituído na Constituição Federal, nunca foi auditada para se saber se ela é isso mesmo.
EQUILÍBRIO FISCAL E A EXTINÇÃO DO SUAS – Outra mentira de Moreira Franco é a que ele diz sobre a reforma da Previdência levar o Brasil em direção ao equilíbrio fiscal e a um círculo virtuoso.
“Não. O Brasil deu meia volta e está correndo a passos largos para voltar à condição de colônia dos países hegemônicos: fornecedora de matéria-prima. O país foi duramente sabotado e retirado, de forma brutal, por meio de um golpe de Estado, do curso do desenvolvimento econômico, político e social. Este governo está privatizando tudo, retirou investimento em educação, entregou a saúde à iniciativa privada e a um ministro ligado a planos de saúde, e nossas riquezas minerais, como o pré-sal, que havia nos retirado da condição de  subdesenvolvido, para grandes multinacionais estrangeiras”, lembra Antunes.
Ele esclarece que o objetivo fiscal, ao qual o ministro Moreira Franco se refere, é unicamente uma garantia para gerar segurança aos credores, banqueiros, donos de empresa de previdência privada, mercado financeiro entre outros. O ministro disse muitas inverdades para convencer o povo da necessidade da reforma da Previdência, com falsos números, raciocínios falaciosos e conclusões ardilosas para desenhar um cenário inexistente e amedrontar a quem não conhece os estudos sobre o sistema previdenciário, comprovadamente, superavitário.
“O que este governo quer é justamente acabar com a Seguridade Social pública – uma política pública eficiente, formada pelo tripé Previdência, Saúde e Assistência Social, para entregar somente a Previdência, que tem entrada diária de contribuições financeiras dos trabalhadores, e a Saúde, ao setor privado. A assistência social, por exemplo, foi abandonada”, informa o diretor.
O governo Temer extinguiu o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), ao cortar 98% do seu orçamento. De R$ 3 bilhões, previstos para 2018, apenas R$ 62 milhões serão destinados para a área em todo país. Por causa disso, mais de 30 milhões de pessoas serão relegadas à total vulnerabilidade.
“A política de cortes no orçamento visa a atingir somente as áreas estratégicas e de soberania nacional, como saúde, educação, ciência, tecnologia, assistência social e o setores de energia, água, pré-sal e outros minérios. Se ele conseguir aprovar a reforma da Previdência, irá fazer com ela muito pior do que o que fez com o SUAS. O governo ilegítimo continua com o desmonte do Estado brasileiro e conta com o apoio do governador do DF”, alerta o diretor.
Confira o Relatório da CPI da Previdência do Senado Federal
Confira aqui matérias produzida pelo Sinpro-DF.
Em segundo lugar, não irá fazer justiça social porque a maior parte da população brasileira irá morrer antes de se aposentar. Vários estudos de instituições governamentais, como, por exemplo, do IBGE e do Ipea, já mostraram que em quase todas as regiões do Brasil a expectativa de vida do brasileiro não chega a 60 anos de idade, portanto, a reforma permanece com o caráter de exclusão social para a classe trabalhadora.
“Apenas uma classe social brasileira não precisa da Seguridade Social/Previdência: a classe rica. Os donos dos meios de produção, como os associados à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), os latifundiários, os donos dos meios de comunicação não precisam de aposentadoria. Quem precisa de aposentadoria como um direito para garantir a vida na idade mais avançada, são os trabalhadores que não têm de onde retirar o sustento depois que estiverem fora das empresas privadas ou estatais”, alerta Antunes.
Os grandes empresários, banqueiros e rentistas (pessoas que vivem da renda de algum patrimônio ou de aplicações financeiras, como a dívida pública) não precisam de aposentadoria assegurada pelo Estado social de direitos. “O que essas pessoas querem é justamente retirar esse direito dos trabalhadores para ter mais lucros”, diz.
Confira aqui outras matérias sobre a reforma da Previdência:
Folha do Professor Especial explica como será a aposentadoria do magistério público após reforma
Por que os professores têm aposentadoria especial?
Impactos da reforma da Previdência na educação básica
CPI da Previdência: Brasil tem um dos menores gastos com Previdência do mundo
Reforma da Previdência aprofundará doenças ocupacionais do magistério
Ministro da Fazenda vai a evento do Itaú, em Londres, anunciar reforma da Previdência em novembro
O impacto da PEC 287-A na vida dos orientadores educacionais
Governo gasta milhões para dar presente de grego a brasileiros: a reforma da Previdência
Após governo anunciar votação para 18/12, Sinpro lança nova campanha contra a reforma da Previdência
Em 2016, Sinpro-DF produziu primeira série de reportagens sobre a reforma da Previdência
Entre maio e novembro de 2016, o Sinpro-DF apresentou à categoria a primeira série de reportagens sobre a primeira versão do texto da reforma da Previdência, a PEC 287, esmiuçando os cálculos propostos pelo governo ilegítimo, explicando os prejuízos nefastos que iria causar na população e na categoria docente, desmascarando os interesses do empresariado e do sistema financeiro, contando a história e os motivos da criação, no Brasil, de um Sistema de Seguridade Social independente e sem nenhum tipo de rombo.
Confira aqui algumas das matérias da primeira série, todas as demais matérias que, embora o texto que irá ao Plenário seja o substitutivo, intitulado de PEC 287-A, os efeitos são os mesmo da PEC 287.
Reforma da Previdência e PEC 241/16 são imposições do FMI
Estudos demonstram que há superávit na Previdência e reforma é para retirar direitos
Reforma da Previdência do presidente não eleito põe fim à paridade no funcionalismo
Governo manipula e chama as renúncias de rombo na Previdência
Veja também os vídeos do Sinpro-DF sobre a reforma da Previdência do governo ilegítimo no Facebook do sindicato.
O fim da aposentadoria dos professores

TV Sinpro na TV Comunitária desta terça (12) fala sobre a redução de investimentos em educação

A redução de investimentos em educação no governo Rollemberg (PSB) será o tema da TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (12). Para tirar dúvidas e debater o tema foi convidado o diretor do Sinpro Jairo Mendonça.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17h, no Canal 12 da NET, no site e na fanpage da TV Comunitária. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programação a seguir). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.
 
Programação:
Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30

Assembleia de previsão orçamentária será no dia 18 de dezembro

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados para a Assembleia Ordinária de Previsão Orçamentária 2018, a ser realizada no dia 18 de dezembro, às 18h (1ªchamada) e 18h30 (2ª chamada), no auditório do Sindicato.
Compareça! A sua presença é fundamental para a construção e o fortalecimento da nossa luta e pela garantia de nossas conquistas.

Envio da lista de prioridades é prorrogado

Devido a problemas técnicos no site da Secretaria de Educação do Distrito Federal, o envio da lista de prioridades do Concurso de Remanejamento será prorrogado por mais um dia. Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que estão participando do Concurso de Remanejamento Externo Segunda Etapa poderão enviar a sua lista com as escolas que desejam trabalhar em 2017 até as 22 horas do dia 12 de dezembro.
O Sinpro recomenda aos interessados que façam a sua lista agora a noite, evitando o último momento disponibilizado pela SEE. Como o sistema está instável, novos problemas técnicos podem acontecer.
Nesta última etapa do concurso (efetivação de participação no Procedimento de Remanejamento Interno e Externo), que será finalizada no dia 19 de dezembro, os participantes farão a escolha das carências e enviarão nesta lista. O resultado será divulgado até o final da noite do dia 20 de dezembro.
Os(as) professores(as) que bloquearam carências no Concurso de Remanejamento Interno 1ª e/ou 2ª Etapa poderão participar do Remanejamento Externo.

Sinpro-DF participa de audiência pública sobre gravidez na adolescência nesta terça (12)

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, da Câmara dos Deputados, irá realizar audiência pública sobre “Gravidez na adolescência: sonhos interrompidos”, nesta terça-feira (12/12), às 10h, no Plenário 14, do Anexo II. Entre as instituições convidadas como palestrantes está o Sinpro-DF.
A audiência foi requerida pela deputada federal Érika Kokay (PT-DF). A diretoria colegiada do Sinpro-DF, por intermédio da Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras convida a todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que estiverem disponíveis para participar do evento e todos e todas que queiram enriquecer o debate, a comparecer ao evento.
A audiência pública contará com as seguintes expositoras:
Anna Cunha – representante do Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, responsável pela área de Adolescência e Juventude.
Taissa Freiberger Tokarski – coordenadora geral de Saúde dos Adolescentes e Jovens do Ministério da Saúde.
Lia Zanotta Machado – Presidente da Associação Brasileira de Antropologia.
Vilmara Pereira do Carmo – professora da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) e coordenadora da  Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro-DF.

Nota de falecimento

É com todo o pesar que a diretoria colegiada do Sinpro-DF lamenta e vem trazer a triste notícia do falecimento da mãe do nosso funcionário e jornalista do Sindicato, Tomaz Alvarenga, na madrugada deste sábado (9/12).

Diante da gravidade da situação, Sinpro-DF convoca aposentados de 2016 e 2017 para reunião na terça (12)

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que se aposentaram em 2016 e em 2017 e tenham direito à pecúnia da licença-prêmio para uma reunião, na terça-feira (12), às 14h30, no Auditório Paulo Freire, no Sinpro-DF, no SIG – Quadra 6 – Lote 2.260 – Setor Gráfico, para discutir a situação e definir o que fazer para exigir do Governo do Distrito Federal (GDF) o pagamento dessa dívida.
Durante uma reunião com a diretoria do sindicato, realizada na sexta-feira (1º/12), o secretário da Fazenda informou que o GDF não tem condições de cumprir o acordo de fim de greve, firmado em abril, e que a disposição do governo é a de pagar, agora em dezembro, somente os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que se aposentaram em fevereiro de 2016, porém não apresentou uma data para isso.
No entendimento da diretoria, ao não pagar as pecúnias da licença-prêmio conforme definido no acordo, o GDF quebrou o compromisso que propiciou o fim da greve de abril. Na época, o próprio governo afirmou, na mídia, que destinaria R$ 100 milhões para quitar esse débito com os(as) aposentados(as) de 2016. Até agora só pagou as de janeiro de 2016, o que caracteriza a quebra de acordo.
“Consideramos que isso é uma quebra de acordo que agrava ainda mais a situação e que é preciso discuti-la com o próprio governador. Ele pagou, somente no dia 11 de outubro, os(as) que se aposentaram em janeiro de 2016. Em novembro não pagou ninguém. Agora está dizendo que irá pagar, em dezembro, os(as) que se aposentaram em fevereiro de 2016, mas ainda não definiu data”, informa Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF.
A diretoria colegiada do sindicato tem buscado restabelecer uma negociação diretamente com o governador, uma vez que esse acordo foi firmado com ele. “Mas até agora não obtivemos retorno. E, diante da gravidade da situação e da aproximação do fim do ano, convidamos a todos e todas que se aposentaram em 2016 e 2017 para uma reunião nesta terça (12) a fim de discutirmos a situação”, convoca a diretora.
Ela avalia que a quebra de acordo só piora a situação. “À medida que as aposentadorias são efetivadas e o direito não é pago, a situação só vai piorando. Só teremos nossos direitos assegurados se nos unirmos numa luta diária e presencial”, alerta. Ela lembra também que, há poucos dias, os(as) aposentados(as) realizaram várias manifestações pelo pagamento da pecúnia da licença-prêmio, até mesmo durante algumas agendas sociais do governador. Porém, ele não se mobilizou para cumprir o acordo.
Em 2017 foram publicadas mais de 1.400 aposentadorias no magistério público e praticamente todos(as) esses(as) professores(as) e orientadores(as) têm direito à pecúnia da licença-prêmio, uma vez que a Secretaria de Estado da Educação (SEEDF) não concede o gozo dele a esses profissionais. Há, ainda, 786 professores(as) e orientadores(as) educacionais que se aposentaram entre fevereiro e dezembro de 2016 que têm o direito e não receberam a pecúnia.
Importante lembrar também que dos R$ 100 milhões anunciados para o pagamento das pecúnias da licença-prêmio para todas as categorias de servidores públicos entre julho e dezembro deste ano, mais de 70% desse valor deveria ser destinado às pecúnias das aposentadorias do magistério público de 2016.

Frente Parlamentar divulga vídeo contra a reforma da Previdência

A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social divulgou um vídeo sobre “A Previdência Social que queremos”, e revela os resultados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência, na qual se comprovou a inexistência de déficit no sistema previdenciário brasileiro.

O lançamento ocorreu no Congresso Nacional. A diretoria colegiada do Sinpro-DF considera importante e recomenda a todos e todas a ampla divulgação do material para esclarecer a toda a população que há estudos e trabalhos investigativos sérios que comprovaram a não existência de déficit na Previdência.

Acesse o vídeo aqui

https://www.youtube.com/watch?v=jibxj2Lywrw&feature=youtu.be

Acesse o site da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social

https://www.frenteparlamentardaprevidencia.org/

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