Atenção para os procedimentos da Distribuição de Turma 2018
Jornalista: Luis Ricardo
O procedimento de Distribuição de Turma para 2018 ocorrerá no primeiro dia de retorno das férias dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Desta forma, o processo ocorrerá no dia 5 de fevereiro, em horário ainda a ser definido pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF). A portaria que organiza este procedimento de distribuição de carga será debatida nos próximos dias pela Comissão de Negociação do Sinpro e por representantes da SEE. A portaria tem previsão de ser publicada ainda este ano.
Para evitar que os transtornos ocorridos no final de 2016 voltem a acontecer, a diretoria colegiada do Sinpro orienta que os professores e orientadores se organizem para participar da Distribuição de Carga 2018. Confira abaixo algumas preocupações que devem ser tomadas desde já:
1) Antes de entrar de recesso é necessário entregar a cópia de documentos que geram pontuação para a direção;
2) Cópia dos cursos que serão pontuados;
3) Cópia das declarações de tempo de serviço (quem já entregou, precisa apenas atualizar entregando a declaração do ano corrente);
4) Professores que mudarão de escola pelo Concurso de Remanejamento devem levar as declarações de tempo de serviço, cursos e etc para a nova escola. Isto pode acontecer no dia 20 de dezembro, data prevista para a entrega do memorando da apresentação da nova escola, conforme edital do Concurso de Remanejamento;
5) As declarações que já foram entregues continuam valendo. Só há necessidade de entregar uma nova declaração para o período que está faltando.
O preenchimento do formulário de Distribuição de Turma no SIGEP só deve ser feito no momento que a Secretaria de Educação fizer a atualização. Isto só acontecerá após a publicação da portaria. Importante salientar que é desnecessário atualizar o formulário que está atualmente disponível.
No momento que a portaria for publicada o Sinpro fará o tira-dúvidas sobre o procedimento, que pode ser utilizado por professores(as), orientadores(as) educacionais e direções de escola. Os professores e orientadores que são readaptados participaram da primeira Distribuição de Turma este ano. Em 2018 participarão pela segunda vez e a partir de agora todos(as) os(as) readaptados(as) devem estar atentos(as) aos mesmos procedimentos de Distribuição de Carga dos(as) readaptados(as) que, em relação aos professores regentes, há pouca diferença. Como os princípios são os mesmo, desde já estamos dando estas orientações.
O Sinpro convida os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para um Ciclo de Debates no dia 18 de dezembro, às 14h, no teatro da Escola Parque 308 Sul. Com o tema Escola Parque: Apontamentos sobre Anísio Teixeira e o Ensino de Arte no Brasil, a atividade é na verdade a defesa de tese de doutorado, que traz em seu cerne traçar apontamentos acerca das Escolas Parque de Campina Grande e Belo Horizonte, abordadas em documento oficial na década de 1960 a partir de dados recuperados por meio de pesquisa documental histórica em arquivos brasileiros, distribuídos em sete unidades federativas.
Além de um representante do Sinpro, participarão da mesa o professor da rede pública de ensino do Distrito Federal Cleber Cardoso Xavier, autor da tese; e as professoras doutoras Thérèse Hofmann; Eva Waisros; Maria Paula Vasconcelos; Luisa Günther; Leda Guimarães e o professor doutor Luiz Carlos Pinheiro. Segundo o professor Cleber Cardoso, os dados contidos na tese estão articulados com a biografia de Anísio Teixeira, com destaque para o seu relatório de 1960, que aborda a criação destas duas escolas. “Ainda são abordadas as construções de Pavilhões de Artes Industriais durante o final da década de 1950 e o início da década de 1960. A partir destes dados, instiga-se a problematização acerca do papel de Anísio Teixeira quanto a história da arte/educação no Brasil”, analisa. Clique aqui e faça a sua inscrição.
Tema – Escola Parque: Apontamentos sobre Anísio Teixeira e o Ensino de Arte no Brasil
Aluno – Cleber Cardoso Xavier
Orientadora – Dra. Thérèse Hofmann
Horário – 18/12/2017, às 14h
Local – Teatro da Escola Parque 307/308 Sul
Aposentadoria: mobilização da categoria incomoda deputado federal
Jornalista: Maria Carla
O deputado federal Augusto Carvalho (SD-DF) requereu uma espécie de direito de resposta ao Sinpro-DF por causa de uma campanha do movimento sindical nacional contra a reforma da Previdência, na qual se pede aos(às) eleitores(as) para exigirem dos parlamentares de suas respectivas unidades da Federação a não votarem a favor dessa reforma, que retira direitos e impede os(as) trabalhadores(as) de se aposentar.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que, realmente, o deputado federal supracitado não votou favorável à reforma da Previdência porque tal reforma ainda não foi a Plenário. E lembra que, pelo histórico de votação do Partido Solidariedade (SD) e do próprio deputado federal Augusto Carvalho nas várias reformas antipopulares e contra o país aprovadas no Congresso Nacional desde o golpe de Estado até agora, é legítimo que a população do DF exija dele a não votação na reforma da Previdência.
Carvalho votou à favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/16, que, após aprovada, transformou-se na Emenda Constitucional nº 95/16 (EC95/16), que congelou investimentos sociais do Estado por 20 anos, uma emenda que prejudica profundamente a população em todos os sentidos, sobretudo, no campo da educação, da saúde e da segurança públicas.
Também votou a favor da Medida Provisória (MP) 746/16, que instituiu uma reforma do Ensino Médio privatista, que enfraquece de forma grave o ensino básico da educação pública brasileira. E também votou a favor da entrega do pré-sal e da Petrobras às corporações estrangeiras, prejudicando, com isso, não só a soberania nacional, mas também a educação e a saúde públicas.
De fato, ele votou contra a reforma trabalhista. Porém, uma parte dos parlamentares do Solidariedade votou a favor. Com isso, deu ao governo os votos necessários para efetuar o desmonte da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), contra a classe trabalhadora. Assim, diante desse comportamento sistemático contra o povo e a soberania do país, não há o que fazer senão exigir dele e dos parlamentares do partido dele que não vote mais em nenhuma reforma contra o país e sua classe trabalhadora.
Vale lembrar que ele tem dito nas suas propagandas veiculadas nas redes sociais de que é contra a votação da reforma da Previdência durante este governo pelos motivos que ele apresenta em seus vídeos publicitário e não que seja contra esta reforma em qualquer governo.
Confira a seguir a mensagem que ele enviou ao sindicato, exigindo uma espécie de retratação, num gesto persecutório, com o intuito de calar o movimento sindical e omitir da população todos os fatos construídos durante este governo que têm prejudicado a todos e comprometido o futuro do Brasil.
Email do deputado: O deputado Augusto Carvalho repudia a notícia falaciosa que veicula sua imagem à informação de que estaria a favor da Reforma da Previdência. O deputado já se manifestou por diversas vezes sobre o tema, (conforme poderá ser verificado em suas redes sociais), esclarecendo que é CONTRA a reforma do governo Michel Temer em razão de sua escassa legitimidade para propor mudanças tão complexas e com repercussões profundas na vida dos assalariados brasileiros. Ao difundir opiniões distorcidas do parlamentar, o Sindicato dos Professores – Sinpro/DF deliberadamente procura desconstruir a imagem de Augusto Carvalho, que procurou sempre pautar sua atuação pela coerência e em sintonia com os seus representados. Sendo assim, requer de imediato a retirada da veiculação da matéria e a retratação por parte do Sinpro-DF, não somente em respeito ao parlamentar, como também a todos os cidadãos que tiveram acesso à notícia absolutamente equivocada. Assessoria do deputado Augusto Carvalho.
Governo gasta milhões para dar presente de grego a brasileiros: a reforma da Previdência
Jornalista: Maria Carla
Sem a quantidade de votos necessária para votar a contrarreforma da Previdência, o governo Michel Temer recua mais uma vez, porém, por apenas alguns dias. A agenda a votação, na Câmara dos Deputados, está prevista para o dia 21 de dezembro. “Não é de estranhar que um governo ilegítimo, como este, queira dar um presente de grego no Dia de Natal aos brasileiros”, afirma Cláudio Antunes, coordenador de Imprensa do Sinpro-DF.
No novo texto, ele mantém as mesmas retiradas de direitos dos textos anteriores e cria outras para facilitar a apropriação indevida das contribuições previdenciárias realizadas pelos trabalhadores ao Sistema de Seguridade Social para ter uma velhice saudável.
Já gastou mais de R$ 100 milhões do dinheiro público em propaganda institucional para convencer a população de que há um rombo de R$ 149 bilhões e da importância dessa reforma para os cofres públicos. Para isso insiste em duas grandes inverdades: a de que há rombo na Previdência Social e a de que a Previdência provoca rombo nas contas públicas. Isso não é verdade e já foi provado várias vezes por vários estudos atuariais e econômicos, e, este ano, pela CPI da Previdência, no Senado Federal. Confira aqui
O fato é que o governo gasta, deliberadamente, o dinheiro público com uma propaganda mentirosa que visa a amansar a população para que ela não reaja ao desmonte do Sistema de Seguridade Social e ao fim do direito à aposentadoria dos brasileiros.
A própria equipe econômica do governo afirma que os gastos com as propagandas em defesa da reforma da Previdência são quase dez vezes maiores do que o orçamento previsto para esta campanha. Os dados estão disponíveis no portal da LAI (Lei de Acesso à Informação), do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle.
“O objetivo deste governo golpista é mercantilizar esse direito social, privatizar esse serviço público e entregar esse setor às empresas de previdência privada, todas ligadas ao sistema financeiro estrangeiro e nacional”, denuncia o diretor.
O Planalto dedicou boa parte do orçamento destinado a ações de utilidade pública para a campanha da reforma da Previdência. Entre janeiro e junho de 2017, gastou 55% de todo o orçamento para campanhas publicitárias do governo só com esse tema. O orçamento previsto pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República para 2017 era de R$ 180 milhões.
“Um valor muito maior do que os gastos com programas sociais, cujo investimento foi congelado pela Emenda Constitucional 95/2017, para que sobrasse mais dinheiro público para se pagar uma dívida pública que nunca foi auditada”, lembra o diretor.
De acordo com o site da LAI, as TVs receberam R$ 57,4 milhões para fazer as propagandas da reforma da Previdência; as rádios, R$ 19,3 milhões; a mídia exterior, R$ 10,7 milhões; a internet, R$ 4,9 milhões; jornal, R$ 4,5 milhões; e revista, R$ 3,08 milhões. Os dados publicizados não permitem saber quais os principais veículos beneficiários.
Essa publicidade é muito superior aos gastos com programas sociais relacionados à defesa do direito da mulher. O Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) diz que os sete programas governamentais destinados a isso consumira, este ano, somente R$ 28 milhões, entre janeiro e junho.
A Justiça proibiu a veiculação dessas propagandas do governo por entender que eram mentirosas. Porém, o mesmo conteúdo continua a ser veiculado nos meios comunicação financiados pelas grandes empresas capitalistas, ligadas à Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp), que pressionam e exigem, feroz e diretamente dentro do Congresso Nacional, para os políticos aprovarem a reforma da Previdência tanto por serem grandes devedoras de direitos previdenciários como porque têm parte societária nas empresas de exploração da previdência privada.
Antunes diz que além do gasto exorbitante, perdulário e irresponsável do dinheiro público com a publicidade de uma reforma contra o povo, o governo ainda usa o dinheiro público para comprar votos favoráveis às reformas privatistas. De acordo com informações do próprio governo ilegítimo, no dia em que o Congresso Nacional fez andar medidas que somam R$ 30,2 em “benesses” a diferentes setores, o governo tratou de passar o recado que ainda há mais direito que pode ser liberado até 31 de dezembro para facilitar a aprovação da reforma da Previdência.
“O governo golpista comprou votos para aprovar a reforma trabalhista, a reforma do ensino médio, o congelamento do investimento do Orçamento público nos serviços de direitos sociais prestados pelo Estado nas três esferas da União, a entrega do pré-sal, a privatização do setor energético, o perdão de dívidas trabalhistas e previdenciárias dos latifundiários e dos escravagistas e, agora, bilhões de reais do Orçamento são jogados fora em publicidades mentirosas”, comenta.
Ele alerta ainda para o fato de “o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, continuar pressionando, de forma nervosa e insistente, a todos os políticos para concluir a tramitação, no Congresso Nacional, da reforma da Previdência, que irá prejudicar profundamente e retirar o mínimo de cidadania que ainda resta assegurada pelo Estado a todos os brasileiros, além de extinguir do país o direito à aposentadoria”.
Antunes adverte a todos e todas que os políticos que votaram as outras reformas, como a do ensino médio e trabalhista, e projetos de lei, como o que congelou por 20 anos os investimentos do dinheiro público nos serviços públicos, a entrega do pré-sal e outros, são os mesmo que estão esperando passar as eleições gerais de 2018 para, após reeleitos, imediatamente, aprovarem a reforma da Previdência elaborada pelos banqueiros.
Confira o Relatório da CPI daPrevidência do Senado Federal
Confira aqui matérias produzida pelo Sinpro-DF.
Em segundo lugar, não irá fazer justiça social porque a maior parte da população brasileira irá morrer antes de se aposentar. Vários estudos de instituições governamentais, como, por exemplo, do IBGE e do Ipea, já mostraram que em quase todas as regiões do Brasil a expectativa de vida do brasileiro não chega a 60 anos de idade, portanto, a reforma permanece com o caráter de exclusão social para a classe trabalhadora.
“Apenas uma classe social brasileira não precisa da Seguridade Social/Previdência: a classe rica. Os donos dos meios de produção, como os associados à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), os latifundiários, os donos dos meios de comunicação não precisam de aposentadoria. Quem precisa de aposentadoria como um direito para garantir a vida na idade mais avançada, são os trabalhadores que não têm de onde retirar o sustento depois que estiverem fora das empresas privadas ou estatais”, alerta Antunes.
Os grandes empresários, banqueiros e rentistas (pessoas que vivem da renda de algum patrimônio ou de aplicações financeiras, como a dívida pública) não precisam de aposentadoria assegurada pelo Estado social de direitos. “O que essas pessoas querem é justamente retirar esse direito dos trabalhadores para ter mais lucros”, diz. Confira aqui outras matérias sobre a reformadaPrevidência: Por que os professores têm aposentadoria especial?
Sinpro repudia manipulação da Folha de S. Paulo/Uol
Jornalista: Leticia
A Diretoria do Sinpro vem a público informar que o próprio conteúdo da publicação da Folha de S. Paulo, que insinua que “o governo irá liberar recursos para as Centrais Sindicais em troca de apoio para a nova proposta de reforma da Previdência”, deixa claro que estes valores são uma dívida que o governo tem com as Centrais Sindicais que organizam a luta dos trabalhadores, de acordo com decisão do Ministério Público (em liberar R$ 500 milhões em verbas do imposto sindical). O Sinpro, assim como a CUT, não negocia a retirada de direitos com governo golpista e ilegítimo.
O Sindicato dos Professores no Distrito Federal ressalta que não recebe imposto sindical e é a própria categoria quem sustenta a estrutura do Sinpro, que combate as políticas que prejudicam o Magistério a Educação Pública. Nós iremos continuar nas ruas combatendo a reforma da Previdência, assim como estamos fazendo desde o início do ano, com vários atos e manifestações, como a Greve Nacional de Educação, com a efetiva participação da categoria. O resultado desta luta é o que está impedindo até o momento, a aprovação desta reforma, tão nefasta para o trabalhador brasileiro.
Diretoria Colegiada do Sinpro-DF
Sinpro-DF convida orientadores educacionais para almoço comemorativo
Jornalista: Maria Carla
O Dia do Orientador(a) Educacional – 4 de dezembro – será comemorado com um almoço na Chácara do Professor. A diretoria colegiada do Sinpro-DF convida todos(as) os(as) orientadores(as) educacionais filiados a participar da atividade de comemoração dessa data tão especial.
Observação: para participar do almoço, o(a) orientador(a) educacional deverá confirmar presença, até o dia 13/12, no link a seguir: http://www.sinprodf.org.br/almoco-de-confraternizacao-do-dia-do-orientador-educacional/. Ou, clique aqui e confirme.
SERVIÇO
Atividade: Almoço de Confraternização
Data: 15 de dezembro (sexta-feira)
Horário: a partir das 12h
Local: Chácara do Professor (Espaço Caliândra)
O Sinpro disponibilizará ônibus que sairá do Taguaparque, às 10h30.
Na Pressão: pressione deputados contra fim da aposentadoria
Jornalista: Luis Ricardo
Pressionar deputados é tarefa fundamental da classe trabalhadora para impedir que o projeto de reforma da Previdência, que acaba com a aposentadoria de milhões de brasileiros, seja colocado em pauta para votação no dia 6 de dezembro, como previsto pelo governo. Para ajudar nesta tarefa, a CUT atualizou o site Na Pressão, uma ferramenta lançada em junho deste ano e que permite contatar os parlamentares por e-mail, mensagens, telefone ou redes sociais.
Para o secretário de Comunicação da CUT, Roni Barbosa, a pressão nas redes é tão importante quanto a ação nas ruas, nos aeroportos e nas bases eleitorais dos deputados e senadores.
Segundo Roni, o que faz os deputados e senadores terem medo de votar projetos antipopulares como este, que acaba com a aposentadoria, é a pressão na base eleitoral, a revolta dos brasileiros.
“É o momento de pressionar esses parlamentares. Eles ainda não têm a garantia dos votos para passar essa reforma e sabem dos impactos eleitorais ao acabar com a aposentadoria de milhões de trabalhadores.”
Roni destaca, entre as ações para pressionar os parlamentares, o dia 5 de dezembro, dia de Greve Nacional em Defesa da Previdência e dos Direitos. “O dia 5 é justamente um dia para que os trabalhadores se manifestem em defesa do direito à aposentadoria”.
Como parte da organização e mobilização contra a reforma da Previdência, o presidente da CUT Vagner Freitas foi a Brasília nesta quarta-feira (29) para uma reunião das centrais sindicais com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para exigir a retirada imediata da nova proposta de reforma Previdenciária da pauta da Câmara.
Vagner lembra que são necessários 308 votos dos 513 deputados para a aprovação de uma emenda à Constituição. “Com pressão, paralisação e mobilizações, os trabalhadores têm condições de reverter este cenário e impedir que eles votem esta reforma”, defende o presidente da CUT, lembrando que 2018 é ano de eleições e todos querem se reeleger.
O site Na Pressão possibilita enviar, de uma só vez, e-mail para todos os parlamentares indecisos ou a favor do governo do ilegítimo Temer pelo link “Ativar Ultra Pressão”. Ao clicar na foto individual do parlamentar, é possível acessar informações completas do deputado, como partido, estado e até mesmo contato para envio de mensagens por meio do whatsapp. Acesse o site e saiba como pressionar os deputados.
Aposentados reúnem-se no Sinpro-DF e avaliam luta pela pecúnia da licença-prêmio
Jornalista: Maria Carla
Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) de 2016 e 2017 se reuniram, mais uma vez, no Sinpro-DF, nesta terça-feira (5), para avaliar as ações realizadas até o momento e fortalecer a luta em defesa da cobrança do pagamento da pecúnia da licença-prêmio devida pelo Governo do Distrito Federal (GDF).
Professor(a) e orientador(a) educacional, somente com sua participação poderemos vencer a luta e assegurar nossos direitos! Participem!
Dia do Orientador Educacional: uma data de comemoração e de luta
Jornalista: Maria Carla
Nesta segunda-feira (4/12), a rede pública de ensino do Distrito Federal festeja o Dia do Orientador Educacional. Uma data a ser comemorada com alegria. Contudo, trata-se, também, de um momento para reflexão sobre os desafios e o fortalecimento da luta pela nomeação dos concursados e por sua real valorização enquanto integrantes da carreira do magistério público.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF parabeniza a todos(as) os(as) orientadores(as) educacionais e convida a todos e todas para um almoço comemorativo a ser realizado no dia 15 de dezembro, a partir de 12h, no Espaço Caliandra, situado na Chácara do Professor, no Núcleo Rural Alexandre Gusmão, Chácara 2, Lote 125, Brazlândia-DF. Para participar do almoço, é preciso fazer a inscrição no site do Sinpro-DF. A pessoa interessada pode clicar aqui ou copiar e colar o link a seguir na barra do navegador de sua página de internet: http://www.sinprodf.org.br/almoco-de-confraternizacao-do-dia-do-orientador-educacional/. Informa também que haverá um ônibus à disposição, no Taguaparque, o qual partirá rumo à Chácara do Professor às 11h.
As lideranças sindicais destacam que o Sinpro-DF tem um luta permanente pelo fortalecimento desse importante segmento da categoria. Atualmente, por exemplo, está com a campanha “Convocação Já”, exigindo do Governo do Distrito Federal (GDF) a imediata convocação dos concursados e outras reivindicações específicas dos orientadores educacionais. Confira o cartaz no final deste texto.
Além das nomeações – de orientadores e de professores aprovados nos últimos certames –, o Sinpro-DF está presente nas escolas e nas ruas, mobilizando a comunidade escolar, contra o fim dos direitos, sobretudo, o direito à aposentadoria, ameaçado de ser extinto pela reforma da Previdência do governo Michel Temer (PEC 287/16).
E lembra que as reformas já realizadas, apressadamente, pelo governo federal ilegítimo têm destruído as relações de trabalho no país, de forma generalizada, e enfraquecido os serviços públicos nas três esferas da União, tais como as reformas promovidas pelo Projeto de Lei Complementar 257/16 (que se transformou em Lei Complementar 156/2016), e pelo Projeto de Lei nº 247/16 (que se tornou EC 95/16 e congelou os investimentos do Estado nos serviços públicos por 20 anos).
Na avaliação das lideranças sindicais, essas são as principais reformas, dentre outras, que sustentam a política de choque de gestão do governo Rollemberg (PSB), que não nomeia concursados e o apoia no não cumprimento de leis e normas anteriores, como, por exemplo, a Portaria 32, de 2012. Elaborada, conjuntamente, pela Secretaria de Estado da Educação (SEEDF) e Sinpro-DF, essa portaria ampliou a Modulação de Orientação Educacional e previu, em média, um orientador educacional para cada 500 estudantes.
“Mas ela só existe no papel. O GDF só nomeou cinco orientadores até hoje. A validade do concurso já foi prorrogada uma vez por mais 2 anos e nada. Como irão garantir um orientador para cada 500 estudantes como determina essa portaria?”, questiona Meg Guimarães, orientadora educacional, diretora do Sinpro-DF e vice-presidente da CUT Brasília.
Atualmente, segundo dados oficiais, há mais de 520 vacâncias na rede pública de ensino. Todavia, a diretoria colegiada do Sinpro-DF afirma que, com as aposentadorias ocorridas nos últimos 5 anos, esse número já ultrapassou as mais de 600 carências em todo o DF.
“Esse modelo de gestão não nomeia os concursados, desvaloriza o servidor público e deixa o estudante no prejuízo pela falta de um serviço prestado por um profissional importante na sua formação acadêmica e cidadã, uma vez que o trabalho educacional não se resume às salas de aula”, alerta Luciano Matos, orientador educacional e diretor do Sinpro-DF.
Ele considera importante a valorização de outros profissionais para dar suporte ao professor “e, dentre eles, a figura do orientador educacional, no sentido de contribuir na ação coletiva perante os professores, a direção, a família e a própria comunidade escolar com o objetivo de atender melhor ao estudante”.
Outra consequência da não nomeação dos concursados, segundo Matos, é o fato de que, com isso, o GDF precariza o serviço. “Ao não cumprir a Portaria 32/12, e diante da sobrecarga e da demanda por orientadores educacionais existente, acaba que a ação do governo causa o adoecimento do profissional. Temos muitos orientadores adoecidos. Além disso, há as vacâncias provenientes das aposentadorias”.
Matos acredita que tudo isso contribui para piorar as condições de trabalho e para diminuir a qualidade do serviço público prestado à população. “Tudo isso que acontece nesta gestão de Rollemberg é alinhado à política do Estado mínimo do governo golpista. Isso culmina com a não nomeação, o que contribui para uma precarização cada vez maior do serviço público”, afirma. Histórico: evolução e importância da orientação educacional
Antes do século XX, já havia esse tipo de atividade nas escolas. No início da década de 1970, ela foi reconhecida como profissão. A diferença é que naquela época, a orientação era mais voltada à adequação do estudante ao ambiente escolar, e tinha um enfoque mais clínico-terapêutico.
“O orientador ficava numa salinha e atendia, individualmente, cada estudante com problemas de comportamento, a partir de um trabalho individualizado para auxiliar na adaptação desse estudante ao meio escolar”, explica Meg.
A profissão evoluiu e se aperfeiçoou. Com isso teve sua concepção modificada. Deixou de ter um enfoque clínico-terapêutico e passou a ter uma atuação mais crítica, focada na prevenção e no trabalho coletivo. Assim, a orientação educacional se desenvolveu numa perspectiva preventiva em relação aos problemas educacionais, com uma intervenção mais concreta no processo de ensino-aprendizagem.
Uma de suas principais atuações é na mediação das relações entre professor–estudante–família para melhorar o processo ensino-aprendizagem. “O trabalho que um orientador faz hoje nas escolas visa, por exemplo, a evitar situações de bullying, gravidez na adolescência e outras formas de violência, até mesmo física, ou seja, a orientação saiu do enfoque mais psicológico e direcionado ao indivíduo para um atendimento focado na coletividade”, explica a diretora.
Atualmente, os estudantes são atendidos, principalmente, em sessões coletivas, na perspectiva da prevenção dos problemas que possam causar entraves no processo ensino-aprendizagem. “Assim, em reconhecimento ao importante papel pedagógico desempenhado por esses profissionais, e graças à luta da categoria e do Sinpro-DF, eles saíram da carreira da Assistência à Educação para a carreira do Magistério e passaram a integrar a equipe pedagógica da escola”, lembra Meg.
O fato é que os orientadores educacionais saíram das salinhas isoladas para uma ação coletiva e preventiva e, hoje, participam das coordenações coletivas semanais, às quartas-feiras; têm sua própria reunião coletiva, com seus pares, para discutir a orientação educacional que, geralmente, ocorre nas sextas-feiras de manhã, momento em que trocam experiências e realizam estudos de caso.
Todavia, somente após meados dos anos 1990 é que a orientação educacional teve um impulso maior, com a realização de concursos públicos, o que garantiu o início da ampliação do número de orientadores educacionais na rede pública de ensino do DF. O Sinpro-DF luta para que o governo cumpra o Plano de Carreira, no qual há a proposta de aumentar o número de cargos de orientador educacional de 1.200 para 1.800 e que para cada 300 estudantes haja um orientador.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) também luta para que uma das reivindicações históricas dos orientadores educacionais seja materializada: é a luta pelo direito à aposentadoria especial, assim como ocorre com os professores. Trata-se de uma luta nacional, visto que o orientador educacional ficou de fora por uma decisão equivocada do Supremo Tribunal Federal (STF).
“A evolução da orientação educacional se deve à luta da categoria no passado. Nós, da diretoria colegiada do Sinpro-DF, entendemos que essa luta deve ser fortalecida para que, em vez de regredir, avancemos. E isso só irá acontecer se estivermos mobilizados e unificados, participantes e atuantes nas ações e atividades desenvolvidas pelo nosso sindicato. Orientador e orientadora, precisamos estar juntos e unidos nesse combate contra a retirada de direitos”, finaliza.
Reunião aberta sobre o PL da Gestão Democrática nesta quarta (6) no Sinpro
Jornalista: Leticia
Nesta quarta-feira (6) às 9h, no auditório do Sinpro, ocorre a reunião aberta com gestores e categoria, para que o PL da Gestão Democrática seja imediatamente protocolado.
Após mais de um ano em que o Fórum Distrital de Educação, entregou formalmente ao Secretário de Educação Júlio Gregório, proposta de revisão da lei de Gestão Democrática, até hoje o projeto de revisão não foi protocolado junto à CLDF como reza o artigo 11 do PDE. As “justificativas” não são convincentes e fica um jogo de empurra-empurra: Secretaria de Educação passa para a Casa Civil, que remete novamente para SEDF, que precisa reenviar novamente para a Casa Civil…
De acordo com Júlio Barros, diretor do Sinpro e membro do Fórum Distrital de Educação, “o governo não se entende em cima de um projeto que visa unicamente resolver uma situação de 60 gestores. Imagine para encaminhar um projeto mais amplo? O GDF questiona o “impacto orçamentário”, mas que na verdade o impacto financeiro é zero! Haverá até economia dos cofres públicos. Chega de protelações, como ‘informações adicionais’ e ‘documentos processuais’, cobra.
Enfim, a Comissão de Gestores e representantes do Sinpro exigem serem recebidos imediatamente pelo Secretário de Educação e pelo Secretário da Casa Civil para que o PL da Gestão Democrática seja protocolado, antes dos fim do ano na CLDF.
Participe da reunião!