Professor do CEF PAB lança livro infantil intitulado “O sumiço do tatu”

José Wrigell, professor da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEEDF), lançou, em outubro, o livro “O sumiço do tatu”. Trata-se de uma obra de literatura infantil que tem como cenário o bioma Cerrado, local belíssimo, cheio de animais e plantas incríveis.
“Mas, também, um lugar para um mistério. Quando um amigo some, é hora de unir a turma e ter coragem”, diz o autor. A obra convida o leitor infantil a se juntar aos amigos do cerrado e a ir se divertir nessa aventura.
Atualmente, Wrigell está em exercício no Centro de Ensino Fundamental Ponte Alta do Baixo (CEF/PAB) como pedagogo da EEAA. Graduado em Psicopedagogia e Gestão Escolar e mestre em educação, o professor atua também na literatura infanto-juvenil e na literatura acadêmica para formação docente. Ele escreve livros para crianças e adolescentes e para profissionais da Educação. Desenvolve, ainda, oficinas de jogos para investigação e intervenção pedagógica.
Para contatos, ligar para o próprio Wrigell pelos telefones (61) 99158-1678 (Claro/WhatsApp); (61) 98575-9683 (Oi); ou, pelo email, jwrigell@gmail.com.
 
 

Expediente no Sinpro nesta quarta-feira (15)

Em virtude do feriado da Proclamação da República, a Diretoria Colegiada informa que não teremos expediente na sede e subsedes do Sinpro nesta quarta-feira (15). O funcionamento voltará ao normal na quinta-feira (16).
Um bom feriado a todos e todas.

Sindicatos e movimentos reúnem-se com arcebispo de Brasília e lançam nota conjunta em defesa do direito à terra, ao teto e ao trabalho

No último domingo (13), dirigentes CUTistas, diretores do Sinpro e de diversos movimentos sociais ligados à luta por terra, teto e trabalho, participaram do Encontro de Diálogo promovido pela arquidiocese de Brasília e a Comissão de Justiça e Paz do Distrito Federal. O evento aconteceu na Cúria Metropolitana e foi presidido pelo arcebispo Dom Sérgio da Rocha. Os diretores Cláudio Antunes, Cléber Soares, Vilmara Pereira e Yuri Soares representaram o Sinpro.
Na atividade, trabalhadoras e trabalhadores expuseram os desafios e debateram sobre os problemas de cada segmento, com o intuito de construir uma pauta conjunta que fortaleça a luta por direitos e conte com o apoio efetivo da igreja.
“Nós precisamos, juntos, refletir e assumir a defesa de valores e as bandeiras que estão no coração do próprio Evangelho, como a defesa dos mais pobres, dos excluídos, dos direitos sociais, da justiça e da paz”, garantiu Dom Sérgio.
Para ampliar esse diálogo e garantir sua continuidade, os participantes lançaram uma nota conjunta que, entre outras coisas, apresenta sugestões para o enfrentamento das graves questões vividas pela classe trabalhadora do Distrito Federal.
Veja nota na íntegra:
Nota dos Movimentos Populares do Distrito Federal por Ocasião da Audiência com o Sr. Cardeal-Arcebispo de Brasília – D. Sérgio da Rocha em Encontro de Diálogos sobre os temas Terra, Teto e Trabalho
As Entidade Populares aqui presentes, representativas de vários grupos sociais de defesa de direitos da Terra, do Teto e do Trabalho, vêm por meio desta Nota expressar anseios e esperanças ao Exmo. Sr. Cardeal, ao mesmo tempo em que sugere pistas e apoios para o enfrentamento de graves questões vividas pelas classes trabalhadoras do Distrito Federal.
Vemos com grande expectativa essa atitude, adotada em conformidade com a iniciativa do Papa Francisco que vêm seguidamente se reunindo com os Movimentos Sociais e Populares.
Os Movimentos Populares têm consciência que grande parte dos problemas aqui discutidos e analisados tem notoriamente uma raiz política, fincada na matriz de exclusão social que nos afeta como setores empobrecidos pela desigualdade social. Mas, não obstante tanta violência e aflição que vivemos no dia-a-dia, anima-nos a esperança de justiça, tão bem expressa pelo Papa Francisco em final de 2014.
Anima-nos igualmente que a Igreja de Brasília, sintonizada com o Papa Francisco, repita o gesto de diálogo com os Movimentos Populares da Terra, do Trabalho e da Moradia e se abra ao chamamento que os movimentos fazem para que pastoralmente se solidarize ativamente em suas causas e suas lutas.
Assim, queremos manifestar a V. Eminência os nossos sinceros e ecumênicos votos de esperança e solidariedade ao diálogo que ora se inicia. Que esta Nota seja apenas um preâmbulo de uma longa jornada de comunicações e tratativas.
Nossa sincera gratidão ao promotor original desse diálogo – o Papa Francisco, com quem muito sabiamente V. Emª. se solidariza no gesto desta Audiência.
 
Fonte: CUT Brasília

TV Sinpro na TV Comunitária desta terça (14) fala sobre a antirreforma trabalhista

Os impactos da Reforma Trabalhista na vida de todos os trabalhadores será o tema da TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (14/11). Para tirar dúvidas e debater o tema foi convidado presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17h, no Canal 12 da NET, no site e na fanpage da TV Comunitária. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programação a seguir). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.
Programação:
Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30

Concurso de Remanejamento – 2ª Etapa: agora é hora de enviar a lista de prioridades

O Sinpro informa que o prazo para os(as) interessados(as) em mudar de escola começa nesta segunda-feira (13/11) e termina amanhã (14/11).
Portanto, a atenção aos prazos é fundamental.
Em caso de mais esclarecimentos quanto ao procedimento, o Sinpro preparou um tira-dúvidas que pode ser acessado no seguinte link: https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1700390416680086&id=360148920704249
O Sindicato também orienta aos interessados ler o manual do procedimento, disponível no SIGEP (http://sigep.se.df.gov.br), antes de encaminhar a lista de prioridade – vez que, uma vez enviada, a lista não poderá ser corrigida/alterada.
É importante lembrar que os(as) professores(as) que participaram do Remanejamento Interno – 1º etapa também podem participar da 2ª etapa. O fato de participar das duas etapas não inviabiliza que o professor participe do Remanejamento Externo, fase que ocorrerá no final de novembro e início de dezembro.

Programa Alternativo entra nos Rastros no Cerrado

A preocupação com os recursos naturais é um dos destaques do Programa Alternativo deste sábado (11). Para mostrar um pouco mais do tema, os estudantes do Centro de Ensino Fundamental 12 de Ceilândia mostram o projeto Rastros no Cerrado, que busca sensibilizar a comunidade escolar para a importância da utilização responsável, consciente e solidária dos recursos naturais e para a boa qualidade de vida.
Segundo o professor de Ciências Naturais do CEF 12 e coordenador do projeto, Egbert Amorim Rodrigues, o tema consumo sustentável não é tarefa fácil, pois lidamos não apenas com adolescentes, mas também com seus familiares, com questões culturais e também com leis ambientais e/ou políticas públicas que não condizem com a realidade dos estudantes. “Essa é uma maneira de socializar e trazer para a escola essa discussão, trabalhando esse conteúdo em ligação com outras áreas do conhecimento. Por exemplo com o Português, quando fazemos a leitura de livros específicos e quando confeccionamos cordel ou gibis para abordar o assunto. Em matemática, fazemos uma análise mais crítica, analisando a conta de água, os gráficos gerados a partir da pegada ecológica, por aluno e por turmas de toda a escola”, diz.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Venda da Eletrobrás põe soberania em risco e afeta o bolso do brasileiro

Na segunda-feira (6), foi realizada uma reunião entre o presidente ilegítimo Michel Temer e integrantes do Ministério de Minas e Energia para acertar os últimos pontos do projeto de privatização da Eletrobras. O governo ilegítimo deverá usar um projeto de lei para movimentar, no Congresso Nacional, a privatização de uma das mais eficientes, lucrativas e importantes estatais para a soberania do país. Inicialmente, Temer anunciou que a transação renderia R$ 7,5 bilhões, mas a equipe econômica conta com ao menos R$ 12,2 bilhões da venda de uma das estatais que asseguram a soberania e a segurança energética do país.
Os valores calculados – quer seja de R$ 7,5 bi, quer seja R$ 12,2 bi – são irrelevantes perto dos mais de R$ 159 bilhões de déficit primário só deste ano e totalmente irrisórios diante do potencial dos ativos da empresa. Trata-se de mais um capítulo da privataria tucana, iniciada na década de 1990 com os governos neoliberais e retomada agora, após o golpe de Estado, que entrega o patrimônio público a preço de banana e com consequências desastrosas para o futuro do país.
O discurso dos privatistas, como é o caso do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, é o mesmo da década de 1990: com a privatização das empresas públicas brasileiras, a entrega das riquezas patrimoniais do país e com as reformas, como a da Previdência, o Brasil terá estabilidade econômica, competitividade no mercado etc. Nada disso é verdade. Se você está pensando que a privatização da Eletrobras irá reduzir o endividamento do Estado e ainda deixar mais barata a sua conta de luz, você está enganado.
É por isso que vale lembrar das privatizações, realizadas na década de 1990, durante os governos do tucano Fernando Henrique Cardoso (FHC), como a privatização das Teles e de outras empresas estatais com a promessa de que tudo seria melhor após a venda de tais empresas. O Brasil era dono das empresas de telecomunicação e a promessa era a de que, com a privatização, os preços da telefonia iriam diminuir. Não foi verdade. A sua conta está aí para mostrar a mentira.
Nesta terceira matéria da Série Energia Não é Mercadoria – O Futuro da População Brasileira em Jogo vamos mostrar como é falso o discurso do governo e como a privatização da Eletrobras irá encarecer a sua conta de energia elétrica, colocar em risco a segurança energética do país e a soberania nacional, além de não provocar nenhum impacto no grau de endividamento do governo.
A Série Energia Não é Mercadoria – O Futuro da População Brasileira em Jogo é uma série do Sinpro-DF para divulgar todo o conteúdo da Edição Especial do jornal Brasil de Fato sobre as privatizações no setor da energia. Além de divulgarmos, a seguir, a página 4 do Brasil de Fato, Edição Especial, o conteúdo desta matéria também tem informações do site Brasil Debate e outros sites sobre o tema.
Privatização e dívida pública
De acordo com o site da revista Brasil Debate, na década de 1990, o governo FHC privatizou a a Companhia Vale do Rio Doce – uma mineradora brasileira, considerada uma das maiores mineradoras do mundo –, todas as empresas de telecomunicações, toda a siderurgia e ainda 26 empresas do setor elétrico, incluídas aí as usinas de geração da Eletrosul que pertencem, hoje, à Tractebel. Ou seja, o Estado brasileiro, sob o comando do neoliberal PSDB, entregou seu patrimônio a empresas estrangeiras e ainda assim a dívida líquida do setor público subiu de 32% do Produto Interno Bruto (PIB), em 1994, para 56% do PIB em 2002.
“Engana-se aquele que pensa que a privatização guarda relação com o pagamento ou com a redução da dívida pública. O Governo divulgou que pretende arrecadar R$20 bilhões com a venda da Eletrobras, valor irrelevante perto dos mais de R$159 bilhões de déficit primário só deste ano e irrisório diante do potencial dos ativos da empresa, como demonstraremos mais adiante.  É mais um capítulo da privataria, da entrega do patrimônio público a preço de banana”, informa a revista virtual Brasil Debate.
A matriz energética do Brasil está também relacionada à extração de petróleo. Na página 4 da Edição Especial do Brasil de Fato, uma entrevista com José Maria Rangel, coordenador geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), mostra como o projeto de privatização das riquezas do Brasil possui impede o desenvolvimento nacional e mostra que a reserva de pré-sal, que está sendo entregue a preço de banana para as multis petroleiras dos países mais ricos, poderá produzir mais de 200 bilhões de barris: “essa riqueza tem a capacidade de alavancar um desenvolvimento nacional ou apenas servir aos interesses estrangeiros e manter o Brasil como mero exportador de matéria-prima”.
Página 4 do Brasil de Fato – Edição Especial

Confira também matéria do site Brasil Debate sobre como a privatização da Eletrobras irá causar prejuízos a cada brasileiro
A privatização da Eletrobras: como isso me afeta? 
Veja matérias anteriores da Série Energia Não é Mercadoria – O Futuro da População Brasileira em Jogo, do Sinpro-DF.
Pela soberania nacional combater os inimigos da pátria
Defender a Petrobras é defender a Educação
Sem legitimidade, Temer entrega pré-sal a preço de banana
Veja também:
Petroleiros se mobilizam contra entrega do pré-sal
Com informações da Brasil Debate, UOL, Câmara dos Deputados, Eletrobrás, CUT Brasil, Carta Capital, Estadão, Agência Brasil, JB e Portal Mato Grosso.

Professores lotam galeria da CLDF e exigem pagamento da pecúnia

Professores(as) e orientadores(as) educacionais que se aposentaram entre fevereiro de 2016 e durante o ano de 2017 lotaram a galeria da Câmara Legislativa do Distrito Federal durante a tarde desta terça-feira (08). A mobilização faz parte do conjunto de ações promovidas pelo Sinpro para o pagamento da pecúnia da licença-prêmio, direito garantido por lei e descumprido pelo GDF.
Diante do número de professores presentes na galeria o presidente em exercício da CLDF, deputado Wellington Luiz (PMDB), se reuniu com uma comissão formada por diretores do Sinpro e aposentados. Durante a reunião os professores(as) solicitaram dos parlamentares presentes uma atuação junto ao governo no sentido de garantir a agilidade do pagamento das pecúnias, uma vez que o compromisso feito pelo governador Rollemberg (PSB) antes mesmo da aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 122/2017, que alterou o sistema previdenciário dos servidores públicos do DF e autorizou o governo a utilizar os recursos do IPREV, foi de utilizar este recurso para o pagamento das pecúnias.
Após a aprovação do PLC, o governo ficou autorizado a utilizar R$ 100 milhões até dezembro, ponto que tem preocupado os professores aposentados, uma vez que até o momento apenas aqueles que se aposentaram em janeiro receberam a sua pecúnia. Rollemberg utilizou do argumento que o projeto mudaria o quadro financeiro do governo para convencer os parlamentares a votarem favoravelmente, dando destaque ao pagamento das pecúnias, fazendo crer que o benefício seria pago.
Os deputados distritais se comprometeram em fazer um debate interno com os demais parlamentares para que, juntos, encontrem uma solução para o problema. Uma das sugestões ventiladas pelos próprios deputados foi a utilização das sobras das emendas parlamentares para pagamento das pecúnias. “Viemos à Câmara Legislativa para que todos os deputados exijam que o governo reconheça o direito dos professores aposentados e pague a pecúnia, entendendo que a responsabilidade maior neste empenho é daqueles que foram favoráveis ao governo na votação do IPREV. A categoria saiu otimista com o compromisso dos parlamentares, mas entendendo que a luta deve ser diária até que todos e todas recebam o que lhes é de direito”, afirma a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa.
Para a coordenadora da Secretaria de Assuntos dos Aposentados do Sinpro, Silvia Canabrava, a mobilização dos aposentados foi positiva, já que mostrou aos parlamentares que a categoria está unida e vai reivindicar até o fim o cumprimento da lei. “A cobrança foi bem incisiva e creio que os deputados costurem uma solução para o pagamento dos aposentados. Não vamos parar até que o último professor aposentado receba a sua pecúnia”, afirma a diretora.
Outras ações serão encaminhadas pelo Sinpro no sentido de pressionar o governo a cumprir a lei. Não aceitaremos encerrar o ano com todas estas pendências.

Secretaria de Fazenda indica data do pagamento do 13º

Em contato com a diretoria do Sinpro na manhã desta quinta-feira (9/11), a Secretaria de Fazenda informou que a data para pagamento do 13º salário dos aniversariantes de outubro está prevista para o próximo dia 13 de novembro, estando disponível em conta no dia 14.
O Sinpro vem constantemente acompanhando a questão da data desses pagamentos e caso surjam novidades a categoria será comunicada.

Professores têm até o próximo dia 27 para se inscrever como avaliadores de livros didáticos


O Ministério da Educação publicou no Diário Oficial da União, no dia 30/10, chamada pública para a candidatura de professores interessados em participar da etapa de avaliação pedagógica das obras inscritas no Plano Nacional do Livro Didático (PNLD) 2019. Serão selecionados cerca de 600 profissionais que tenham, pelo menos, mestrado. Os interessados têm até o dia 27 de novembro para se inscrever.
Podem participar professores das redes pública e privada da educação básica e da educação superior. Serão avaliadas cerca de 260 coleções, que têm, em média, cinco livros cada. Caberá aos selecionados verificarem se os livros estão aptos para serem utilizados tanto por docentes como por estudantes. As avaliações serão realizadas entre janeiro e maio de 2018.
A novidade este ano é que serão avaliados livros destinados aos professores da educação infantil e a docentes e estudantes dos anos iniciais da educação básica. Além disso, foram incluídos materiais didáticos de educação física e de projetos integradores, que trazem propostas para o ensino de várias disciplinas ao mesmo tempo.
Serão avaliados ainda livros de língua portuguesa, matemática, arte, ciências, história e geografia. Os professores selecionados passarão por uma formação antes de iniciar a avaliação dos livros. É vedada a participação daqueles que tenham qualquer tipo de relacionamento que configure conflito de interesse com editoras e autores.
O coordenador de Imprensa do Sinpro, Cláudio Antunes, destaca que “os professores da rede pública de ensino do DF – defensores de uma educação democrática, laica, pluralista, baseada na diversidade – devem participar do processo”.
Para participar, basta acessar o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec) e solicitar cadastro, caso não o tenha. Em seguida, deve se inscrever na opção Livro Didático.
Em caso de dúvida, enviar e-mail para avaliadores.seb@mec.gov.br.
>>> Clique aqui e confira a chamada pública na edição do Diário Oficial da União, de 30/10.

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