Mobilização Nacional pela Anulação da Reforma Trabalhista será o tema do Canal da Educação, nesta quinta (9)

O Canal da Educação vai ao ar nesta quinta-feira (9/11), a partir das 20h, e terá como tema a mobilização nacional pela anulação da Reforma Trabalhista.
O diretor e coordenador da Secretaria de Políticas Sociais do Sinpro/DF, Gabriel Magno, é o convidado desta edição. Ele irá responder às perguntas enviadas pelos espectadores pelo Facebook do Sindicato.
Produzido e apresentado pelo jornalista Valdir Borges, o Canal da Educação é transmitido, quinzenalmente, permitindo a participação em tempo real.
Participe!

Artigo: "Sobre o tema da redação do ENEM", por Olga Freitas

* Olga Freitas
Como professora de Libras (Língua Brasileira de Sinais), nutro um sentimento ambíguo em relação ao tema da redação do ENEM/2017, “Os desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. Por um lado, anima-me o fato de trazer à tona o necessário debate sobre a inclusão – escolar e social; de retirar da invisibilidade cidadãs e cidadãos brasileir@s que vivem em situação semelhante à de estrangeiros em seu próprio país, sobretudo por se expressarem em língua própria, diferente e independente da língua nacional majoritária. Sem dúvida, a discussão foi provocada.
Por outro lado, em um país em que escolas privadas travam batalha judicial contra a Lei Brasileira de Inclusão; em que escolas públicas, sucateadas, não reúnem as condições mínimas para a implementação das políticas inclusivas; em que a diversidade social é motivo de discriminação, não de valorização; em que laicidade, democracia e justiça social são apenas expressões “politicamente corretas” esquecidas nos projetos político-pedagógicos; em que a competição, o “rankeamento” são meta, em detrimento do exercício da cidadania, difícil pensar que jovens estudantes do ensino médio – exceções à parte – desenvolvam, com a propriedade e criticidade necessárias, argumentos concretos sobre um tema tão relevante quanto específico.
Aliás, a educação de surdos é de uma tal especificidade que, em concursos públicos, por exemplo, a candidatura aos cargos de docente ou intérprete da Libras exige inscrição em separado, comprovação de formação especializada, além de prova prática. E não se trata exclusivamente de saber Libras! A cultura das comunidades surdas requer metodologias, estratégias e recursos diferenciados de ensino, cuja implementação exitosa depende de uma formação profissional consistente e comprometida com uma educação emancipadora. Não cabe o senso comum, portanto, diferentemente do que sugere o tema proposto.
Quanto aos desafios, o próprio Mec deles não se deu conta… Ironicamente, estudantes surdos se queixaram, nas redes sociais, de não conseguirem desenvolver a redação, porque em língua portuguesa, a qual não dominam. Nesse caso, a ironia vem em dobro, pois uma das competências avaliadas, no texto, é exatamente o domínio da norma padrão da língua…
Dessa forma, exposta a ferida de uma educação meritocrática, excludente, pouco problematizadora das realidades, acredito que a maioria dos estudantes se viu “empurrada” para a vala comum das fórmulas e técnicas de escrita, diuturnamente ensaiadas nos cursinhos preparatórios, para o velho e tão combatido enchimento de linguiça…
* Olga Freitas é Professora da SEDF

Sinpro faz transmissão ao vivo sobre a Segunda Etapa do Remanejamento Interno

O Sinpro realiza às 18h30 desta quinta-feira (09), com transmissão ao vivo, um tira-dúvidas sobre a Segunda Etapa do Remanejamento Interno. Participarão da transmissão diretores do sindicato, que falarão um pouco sobre o tema e responderão as dúvidas dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais.
A transmissão será feita na fanpage oficial do Sinpro no Facebook. Não perca e aproveite a ocasião para esclarecer suas dúvidas em tempo real.

Feminicídio em escola de Alexânia alerta para aumento de crimes contra a mulher

Mais de duas mil pessoas passaram pelo velório de Raphaella Noviski, 16 anos, nessa quarta-feira (7). Ela foi vítima de um feminicídio, ocorrido em Alexânia, na segunda-feira (6). Foi morta por se negar a ter uma história de amor com o criminoso. Cursava o 9º Ano no Colégio Estadual 13 de Maio e, por volta das 8h da manhã do dia 6/11, recebeu 11 disparos de arma de fogo no rosto.
Misael Pereira Olair, 19 anos, tentou fugir com um comparsa, mas foram detidos pela Polícia Militar (PM) a 300 metros do colégio. Preso em flagrante, o atirador está na Cadeia Municipal de Alexânia. A família de Raphaella contou à imprensa que, desde o ano passado, o rapaz ameaçava a jovem.
Uma prima da vítima contou à imprensa que, em 2016, “ele foi à casa de minha avó [local em que Raphaella residia] ameaçando entrar com faca. Minha avó, cadeirante, ficou desesperada e meu tio ameaçou chamar a polícia”. Ela disse ainda que, no dia do crime, ele ligou pra ela e perguntou: “Está preparada?”.
Raphaella foi sepultada nessa quarta (7). Misael está recluso numa cadeia acusado de feminicídio pelo juiz da Comaraca de Alexânia. A escola irá reotmar seu ritmo normal a partir desta quinta-feira (9). No dia do crime, as aulas foram suspensas. Professores, coordenadores e demais profissinais da unidade de ensino estão sob acompanhamento psiciológico. Mas o problema do feminicídio permanece. Volta e meia, explode um caso em alguma região do país. A cada dia, o número e a frequência desse tipo de crime aumenta mais.
“O problema do feminicídio vem à tona e com todo o vigor mesmo que queiram silenciá-lo. Antes, a gente se remetia a um evento esporádico do passado, como o crime de Castelo, no Piauí. Mas agora está cada vez mais frequente. Não nos remetemos mais a um caso passado, remoto e único. Agora, falamos em ontem. Ontem foi o caso da jovem de Alexânia. Amanhã, quando a gente estiver conversando, vai se lembrar de um feminicídio que estará acontecendo hoje provavelmente”, comenta Vilmara Carmo, coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF.
Ela diz ainda que está na hora de toda a sociedade brasileira começar a falar de feminicídio. “Temos de discuti-lo, de enfrentá-lo e fazer uma força tarefa da sociedade para combater isso. Não dá porque a metade da população deste país corre o risco de morrer por ser mulher, por defender, minimamente, as suas escolhas. Defender de falar não, não quero isso; quero aquilo para a minha vida. E por essa escolha, corre o risco de morrer assassinada, como foi o caso dessa menina de Alexânia. Está muito difícil, o desafio é grande, precisamos estudar mais e enfrentar o feminicídio urgentemente”.
Combate ao feminicídio
Em julho de 2013, a CPMI da Violência contra a Mulher finalizou os trabalhos, após 18 meses de debates em todo o país. O relatório final trouxe 73 recomendações ao Poder Executivo e ao sistema de justiça para solucionar os obstáculos que impedem o efetivo cumprimento da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06), e outras.
Em matéria divulgada no seu site em agosto deste ano, a Agência Brasil, da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), dá conta de que na última semana de agosto de 2017 foram registrados pelo menos cinco casos de mulheres assassinadas por seus companheiros ou ex-companheiros só em São Paulo. O dado alarmante reflete a realidade do Brasil, país com a quinta maior taxa de feminicídio do mundo.Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de assassinatos chega a 4,8 para cada 100 mil mulheres. O Mapa da Violência de 2015 aponta que, entre 1980 e 2013, 106.093 pessoas morreram por sua condição de ser mulher. As mulheres negras são ainda mais violentadas. Apenas entre 2003 e 2013, houve aumento de 54% no registro de mortes, passando de 1.864 para 2.875 nesse período. Muitas vezes, são os próprios familiares (50,3%) ou parceiros/ex-parceiros (33,2%) os que cometem os assassinatos.
Com a Lei 13.140, aprovada em 2015, o feminicídio passou a constar no Código Penal como circunstância qualificadora do crime de homicídio. A regra também incluiu os assassinatos motivados pela condição de gênero da vítima no rol dos crimes hediondos, o que aumenta a pena de um terço (1/3) até a metade da imputada ao autor do crime. Para definir a motivação, considera-se que o crime deve envolver violência doméstica e familiar e menosprezo ou discriminação à condição de mulher.
Pesquisas consolidadas neste ano indicam aumento da violência contra a mulher. Uma pesquisa do DataFolha de março de 2017 indica que “uma em cada três mulheres sofreram algum tipo de violência no último ano. Só de agressões físicas, o número é alarmante: 503 mulheres  brasileiras vítimas a cada hora.
A matéria diz ainda que os dados divulgados no Dia Internacional da Mulher mostram que 22% das brasileiras sofreram ofensa verbal no ano passado, um total de 12 milhões de mulheres. Além disso, 10% das mulheres sofreram ameaça de violência física, 8% sofreram ofensa sexual, 4% receberam ameaça com faca ou arma de fogo.
E ainda: 3% ou 1,4 milhões de mulheres sofreram espancamento ou tentativa de estrangulamento e 1% levou pelo menos um tiro. A pesquisa mostrou que, entre as mulheres que sofreram violência, 52% se calaram. Apenas 11% procuraram uma delegacia da mulher e 13% preferiram o auxílio da família.E o agressor, na maior parte das vezes, é um conhecido (61% dos casos). Em 19% das vezes, eram companheiros atuais das vítimas e em 16% eram ex-companheiros. As agressões mais graves ocorreram dentro da casa das vítimas, em 43% dos casos, ante 39% nas ruas. O Mapa da Violência também indica aumento da violência contra mulheres negras.

Com informações da Internet

Sinpro-DF lança Coletivo de Meio Ambiente

Na última segunda-feira, dia 6, o Coletivo de Meio Ambiente do Sinpro realizou sua reunião inaugural. Fruto do acúmulo de muitos educadores e educadoras na luta em defesa do meio-ambiente, o coletivo foi uma deliberação do 9º Congresso dos Trabalhadores em Educação e está vinculado à Secretaria de Política Social.
 
Professores e professoras debateram a necessidade urgente de resistir às políticas de destruição do meio-ambiente; os cruéis ataques promovidos pelo agronegócio sob as bênçãos do governo golpista; e, especialmente, as tarefas políticas e organizativas do novo coletivo nesse contexto.
 
Algumas das demandas identificadas foram: aprofundar opiniões políticas sobre a questão ambiental; formular ações sob uma perspectiva pedagógica (curriculum, educação socioambiental, educação no campo, a situação da merenda); e sistematizar as bases teóricas da questão ambiental, sob uma perspectiva da classe trabalhadora. A ocupação do espaço da Chácara do Professor; e a importância de relacionar esse debate com o patrimônio cultural da cidade também foram pontos levantados para o trabalho do coletivo.
Dois encaminhamentos da primeira reunião são tarefas para os próximos meses: a intervenção do Sinpro no Fórum Mundial da Água (FAMA), que acontece entre 17 e 19 de março de 2018 em Brasília; e o concurso que será elaborado ao 10º Congresso dos Trabalhadores em Educação (maio/2018), que reunirá as principais experiências pedagógicas das escolas do DF com a questão ambiental.
Para Gabriel Magno, coordenador da Secretaria de Política Social do Sinpro-DF, a criação do coletivo é um passo muito importante. “Hoje, diversas escolas têm projetos de educação socioambiental, inclusive, em interação com as comunidades. Uma tarefa do coletivo será, justamente, contribuir para a articulação dessas iniciativas, e o 10º CTE será um espaço privilegiado para isso”, afirma.
 
A reunião contou com a presença da secretária de meio-ambiente da CUT-DF, Vanessa Sobreira. A participação no coletivo de meio-ambiente do Sinpro é aberta, e a próxima reunião já está agendada para 27 de novembro no auditório do sindicato.
 
Texto: Alessandra Terribili

Delegados e representantes sindicais têm reunião nesta quarta-feira (8)

A Secretaria de Formação do Sinpro convoca os(as) delegados(as) e representantes sindicais – assim como demais interessados(as) – para reunião nesta quarta-feira (8/11), às 19h, na sede do Sindicato. O objetivo do encontro é discutir a conjuntura.
O evento terá como debatedora convidada a socióloga, mestre e doutora em Ciência Política Ana Prestes – atualmente assessora técnica de comissões e assessora internacional na Câmara dos Deputados.
Compareça!!!
Clique e confira o Plano de Trabalho de 2017

CONAPE 2018: Conferências Escolares devem ser realizadas até sexta (17)

Sexta-feira (17/11) é a data limite para que as escolas realizem as Conferências Escolares, que vão eleger quatro delegados(as), representando cada segmento da comunidade escolar: carreira Magistério, carreira assistência à Educação, estudantes (com mais de 15 anos) e um representante de mãe, pai ou responsável. Se algum segmento não apresentar candidatura, então pode-se eleger mais de 1 delegado do mesmo segmento.
Importante: A Ata de Eleição dos(as) quatro delegados(as) deve ser entregue na regional de ensino também até a próxima sexta-feira (17/11).
Portanto, é de vital importância que as escolas realizem suas plenárias, para que os delegados eleitos participem das Conferências em cada cidade (datas abaixo), na construção da CONAPE 2018 (Conferência Nacional Popular de Educação).
A realização da CONAPE 2018 é importante para a mobilização em defesa do Plano Nacional de Educação (PNE) e do Plano Distrital de Educação (PDE). O primeiro passo para este processo no DF são as Conferências Escolares, para assim assegurarem suas representações nas Conferências Regionais. Os delegados eleitos em cada escola devem ser registrados em ata e a cópia da mesma enviada à Coordenação Regional de Ensino. Estas plenárias promovem o debate, a formulação e avaliação de temas de interesse público.
Já as Conferências Regionais complementarão este processo com a escolha dos delegados para a CONAPE – etapa Distrital, no qual serão eleitos os representantes do DF para o encontro nacional em abril de 2018, em Belo Horizonte.
Após as Conferências Escolares (realizadas até dia 17/11), as Conferências Regionais ocorrerão sob o seguinte calendário:
21/11 – Brazlândia, Ceilândia, Gama, Guará e Núcleo Bandeirante;
22/11 – Paranoá, Planaltina, Plano Piloto, Recanto das Emas e Samambaia;
23/11 – São Sebastião, Santa Maria, Sobradinho e Taguatinga.
No dia 29/11, na Eape, será realizada a Conferência Livre da CONAPE exclusiva para os profissionais do Magistério. Os temas e critérios para a escolha dos delegados serão divulgados em breve.
Participem!

TV Sinpro na TV Comunitária desta terça (7) fala do ativismo pelo fim da violência contra a mulher

O ativismo pelo fim da violência contra a mulher será o tema da TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (7/11). A violência contra mulheres constitui-se em uma das principais formas de violação dos seus direitos humanos, atingindo-as em seus direitos à vida, à saúde e à integridade física. Ela é estruturante da desigualdade de gênero. Para tirar dúvidas e debater o tema foram convidadas a coordenadora da Secretaria para Assuntos e Políticas para as Mulheres Educadoras do Sinpro, Vilmara do Carmo, e a professora da SEDF – mestra em Filosofia – Gigliola Mendes.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17h, no Canal 12 da NET, no site e na fanpage da TV Comunitária. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programação a seguir). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.
Programação:
Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30

Dia 10 será marcado por luta pela revogação da antirreforma trabalhista

A próxima sexta-feira (10/11) antecede a entrada em vigor da antirreforma trabalhista, encaminhada pelo governo Temer e aprovada pelo Congresso Nacional.
Por isso mesmo, a Central Única dos Trabalhadores promoverá, em todo país, o Dia Nacional de Mobilização em Defesa dos Direitos, contra o desmonte da Previdência e pelo fim do trabalho escravo.
Na data, várias atividades serão realizadas nos diversos estados e no Distrito Federal, chamando a população a “acordar” e, finalmente, compreender que todos – homens, mulheres, jovens, idosos e crianças – foram as reais vítimas do golpe jurídico-parlamentar instaurado no Brasil.
A Diretoria Colegiada do Sinpro orienta a categoria a participar da atividade no horário da coordenação externa. Em Brasília, a concentração está marcada para o Espaço do Servidor, na Esplanada dos Ministérios, às 9h.
Vamos às ruas em defesa dos empregos
A reforma trabalhista, que entra em vigor no próximo dia 11, precariza as relações de trabalho e dá poderes aos patrões para negociarem o que quiserem com seus empregados. O que vem por aí é o aumento da jornada de trabalho, a redução dos salários, o encolhimento do horário de almoço e o fim do 13º e das férias.
Esta lei legaliza o “bico”, permite que o trabalhador receba menos que um salário mínimo ao final do mês e ainda lhe tira a proteção da Justiça do Trabalho. Enquanto que, para os patrões, propicia o aumento da lucratividade e lhes concede autorização para explorarem indiscriminadamente seus funcionários.
Vamos às ruas em defesa da aposentadoria
O governo golpista de Michel Temer já anuncia a retomada do debate sobre a reforma da Previdência no Congresso Nacional. Trata-se de mais um duro golpe para a classe trabalhadora e um verdadeiro crime contra toda a sociedade brasileira.
A medida acaba com o acesso à aposentadoria, resultando em um grave retrocesso aos direitos sociais dos trabalhadores brasileiros, frutos de lutas históricas, já que com as mudanças propostas será sucateado todo o sistema público de Seguridade.
Vamos às ruas contra a volta do trabalho escravo
Mais um grave retrocesso na legislação que legitima as relações trabalhistas é a Portaria n.º 1.129 de 2017, que encobre e dificulta o combate ao trabalho escravo no Brasil.
Suspensa temporariamente pela ministra Rosa Weber, do Supremo, a matéria golpista é inconstitucional e desumana, além de suspender 90% dos processos que tramitam atualmente no Ministério Público do Trabalho.
Segundo o MPT, dos 709 processos, 637 são ocorrências ligadas a condições degradantes, jornada exaustiva e trabalho forçado, que saíram da definição de trabalho análogo à escravidão com a publicação da portaria.
Vamos às ruas em defesa dos direitos
Para barrar essas medidas golpistas, a CUT Brasília convoca os trabalhadores e trabalhadoras, entidades sindicais, movimentos sociais, estudantes e todo conjunto da sociedade para esse importante ato.
Não fique de fora. Participe e traga mais uma pessoa para a luta!
Com informações da CUT Brasília

Começa nesta sexta (03) o Concurso de Remanejamento – 2ª Etapa

Começa nesta sexta-feira (03), com vários momentos, o Concurso de Remanejamento – 2ª Etapa. Um destes momentos é para as direções de escola, que tem até hoje para fazerem lançamentos de carências no SIGEP (http://sigep.se.df.gov.br) para esta etapa do concurso. As direções devem estar atentas às aposentadorias que ocorreram entre a última data possível de lançamento e o dia 03 de outubro, ou seja, as aposentadorias recentes.
Até o final desta sexta-feira (03) a Secretaria de Educação do Distrito Federal permitirá a visualização das carências e uma montagem prévia da lista de prioridades. Porém, hoje ainda não começa o envio destas listas. Caso alguém queira interpor recurso, os recursos das carências que foram apresentadas vão do dia 08 ao dia 09 de novembro. Somente nos dias 13 e 14 de novembro serão permitidos o envio das listas de prioridades.
Os(as) professores(as) que participaram do Remanejamento Interno – 1º etapa também podem participar da 2ª etapa. É importante salientar que participar das duas etapas não inviabiliza que o professor participe do Remanejamento Externo, fase que ocorrerá no final de novembro e início de dezembro.

 

Acessar o conteúdo