É com grande pesar que a diretoria colegiada do Sinpro-DF comunica o falecimento do professor aposentado João Francisco de Sales Castro Gomes. O educador tinha 64 anos e trabalhou por muitos anos como professor de Matemática e Física.
O Sindicato dos Professores presta toda sua solidariedade à família e aos amigos neste momento de dor.
SEE publica portarias sobre afastamento remunerado para estudo
Jornalista: sindicato
Após vários contatos feitos pela Comissão de Negociação do Sinpro, a Secretaria de Educação do Distrito Federal publicou – nos dias 24 e 29 de agosto – duas portarias com o resultado do processo de seleção para afastamento remunerado para estudos do pessoal da Carreira do Magistério Público, referente ao 2º semetres de 2017.
O Sinpro alerta que ainda faltam professores(as) a serem contemplados em novas portarias, configurando um atraso inédito para a concessão deste tipo de afastamento remunerado. Confira: >>>PORTARIA Nº 366, DE 24 DE AGOSTO DE 2017 >>>PORTARIA Nº 368, DE 29 DE AGOSTO DE 2017 Saiba mais – O Distrito Federal tem o privilégio de contar com vários mestres e doutores na rede pública de ensino, muitos deles utilizando o mesmo mecanismo de afastamento para obter uma pós-graduação. O esforço de cada professor e orientador em fazer mestrado e doutorado é devolvido à rede pública do DF, que figura entre as melhores do país pelo alto grau de formação que os professores têm. Segundo dados, mais de 70% da categoria têm pós-graduação, ocupando a primeira posição em número de mestres, doutores e especialistas no país.
O afastamento remunerado para estudos é uma das grandes conquistas do último Plano de Carreira (Lei 5.105/13, art. 12, parágrafo 3º), além de ser um direito previsto na Lei Complementar nº 840/2011. Leia também: Sinpro cobra do GDF liberação para afastamento remunerado para estudos
Pressão do Sinpro faz PLC nº 122/2017 ser retirado do regime de urgência
Jornalista: Luis Ricardo
Diretores do Sinpro deram continuidade à pressão contra a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 122/2017, que modifica o regime previdenciário do funcionalismo público do Distrito Federal. O PLC, de autoria do Poder Executivo, passou a toque de caixa nas comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Orçamento e Finanças (COF) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), na manhã desta terça-feira (29). A matéria seguiu para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e também foi aprovada por 3 votos a 2.
Como a sequência da tramitação é a votação em Plenário, os diretores do Sinpro visitaram os gabinetes dos deputados distritais e pediram o comprometimento de cada um deles em não votarem o PLC, e que houvesse mais prazo para discussão com os servidores públicos. Durante a tarde o deputado Wasny de Roure protocolou um pedido de retirada do regime de urgência do projeto, o que impedirá a votação em plenário nesta semana.
Segundo o diretor Cleber Soares, mesmo com a decisão do colégio de líderes da CLDF de que o projeto iria a plenário somente na próxima semana o projeto foi aprovado às pressas durante a manhã. “Este projeto mexe com a vida de servidores e de suas famílias, e causará prejuízos na aposentadoria, pensões e nos benefícios destes trabalhadores. Fomos aos gabinetes para mostrar o conjunto destes prejuízos e para pedir que fosse respeitada a decisão do colégio de líderes, que disse que não colocaria o PLC em votação esta semana”, explicou o diretor.
O diretor Jairo Mendonça complementou dizendo que a aprovação do projeto não resolve a situação orçamentária do Distrito Federal, não havendo justificativa para que seja votado em regime de urgência, uma vez que o próprio governador disse que não haveria parcelamento de salários. “A presidência da CLDF marcou uma reunião na sexta-feira (01) para debater o projeto, inclusive com técnicos dos vários segmentos. Precisamos mobilizar os servidores, que são os principais prejudicados em caso de aprovação deste projeto”, finalizou Jairo.
TV Sinpro na TV Comunitária desta terça (29) aborda O Grito dos Excluídos
Jornalista: Luis Ricardo
O TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (29) traz como tema O Grito dos Excluídos, uma manifestação popular carregada de simbolismo. A proposta é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos. Para tirar dúvidas e debater o tema foram convidados o diretor do Sinpro Gabriel Magno e a Isis Táboas, representante da Consulta Popular, que falarão um pouco mais sobre o ponto.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17h, no Canal 12 da NET, no site e na fanpage da TV Comunitária. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programação a seguir). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.
Programação:
Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30
A toque de caixa, Distritais se preparam para mexer na Previdência dos servidores
Jornalista: sindicato
O Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 122/2017, de autoria do Poder Executivo, passou a toque de caixa nas comissões de Assuntos Sociais (CAS) e na de Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), na manhã desta terça-feira (29). A matéria seguiu para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)e também foi aprovada por 3 votos a 2. A sequencia da tramitação é a votação em Plenário, o que pode ocorrer hoje à tarde.
O PLC – que modifica o regime previdenciário do funcionalismo público do Distrito Federal – precisa do aval de, pelo menos, 13 parlamentares em primeiro e segundo turnos no Plenário.
Nesta manhã, houve uma tentativa de barrar a entrada de servidores para acompanhar as sessões, o que foi contornado por diretores do Sinpro, garantindo acesso a todos.
A despeito dos protestos dos servidores, o PLC foi aprovado por unanimidade pelos membros da CEOF – deputados Agaciel Maia (PR), Chico Leite (Rede), Professor Israel (PV), Julio César (PRB) e Rafael Prudente (PMDB).
O relator da matéria na CEOF, Agaciel Maia, utilizou os mesmos argumentos que o GDF para fundamentar seu parecer. Segundo o parlamentar, a crise econômica que afeta o Distrito Federal levaria ao parcelamento ou mesmo ao atraso de salários dos servidores. Por fim, Maia disse “estar defendendo o povo do DF” e chegou a falar em problemas financeiros deixados “por administrações passadas” – como se Rollemberg não estivesse à frente do governo há quase três anos.
A reposta não poderia ser outra. Os servidores taxaram a fala do deputado e o comportamento da CLDF, como um todo, de “uma vergonha”. Saiba mais – No PLC 122, o governo altera a legislação de forma a promover, de maneira ilegal e adversa do que determina o Ministério da Previdência, a junção das duas massas previdenciárias vigentes. Institui também, para os novos servidores, uma previdência complementar; promove a vinculação da contribuição dos servidores do DF ao mesmo percentual dos servidores da União (e isso representa um aumento de 3% para todos; para quem está no fim de carreira, na etapa 25, isso significa a retirada de mais de R$ 300 do salário); e há, também, a previsão de privatizações gerais de patrimônio público. Ou seja, além das privatizações indiscriminadas, o PLC autoriza o governo a fazer saques e venda dos ativos do Iprev e a aumentar a alíquota da contribuição previdenciária se a União se aumentar no âmbito federal, causando vários prejuízos no direito à aposentadoria dos(as) servidores(as) públicos(as), sobretudo no dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais, que serão duplamente penalizados: por essa proposta do GDF e pela reforma da Previdência do governo federal ilegítimo.
“Esse projeto afeta profundamente e de forma negativa o direito à aposentadoria da nossa categoria. Além da reforma da Previdência do governo federal ilegítimo, que sacrifica o magistério em todo o país, agora, o governo Rollemberg apresenta um PL que ameaça a nossa aposentadoria”, denuncia Rosilene Corrêa, coordenadora da Secretaria de Finanças do Sinpro-DF. Aguarde mais informações
Leia também >>> Luta contra o PLC 122 continua. Todos contra a mudança no regime previdenciário dos professores Fotos: Marcelo Tavares – ECOM
Luta contra o PLC 122 continua. Todos contra a mudança no regime previdenciário dos professores
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro convoca os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais em coordenação para acompanharem a discussão do Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 122/2017, do Poder Executivo, que modifica o regime previdenciário do funcionalismo público do Distrito Federal. Os debates na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e na Comissão de Orçamento e Finanças (COF) terão início às 9h30 desta terça-feira (29), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).
O debate realizado na CAS durante a tarde desta segunda-feira (28) foi suspenso graças à pressão feita pela categoria e por outros servidores públicos do DF. Esta mesma pressão foi feita em 2015, quando conseguimos impedir a aprovação do Projeto de Lei nº 19/2015.
No PLC 122, o governo altera a legislação de forma a promover, de maneira ilegal e adversa do que determina o Ministério da Previdência, a junção das duas massas previdenciárias vigentes. Institui também, para os novos servidores, uma previdência complementar; promove a vinculação da contribuição dos servidores do DF ao mesmo percentual dos servidores da União (e isso representa um aumento de 3% para todos; para quem está no fim de carreira, na etapa 25, isso significa a retirada de mais de R$ 300 do salário); e há, também, a previsão de privatizações gerais de patrimônio público. Ou seja, além das privatizações indiscriminadas, o PLC autoriza o governo a fazer saques e venda dos ativos do Iprev e a aumentar a alíquota da contribuição previdenciária se a União se aumentar no âmbito federal, causando vários prejuízos no direito à aposentadoria dos(as) servidores(as) públicos(as), sobretudo no dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais, que serão duplamente penalizados: por essa proposta do GDF e pela reforma da Previdência do governo federal ilegítimo.
“Esse projeto afeta profundamente e de forma negativa o direito à aposentadoria da nossa categoria. Além da reforma da Previdência do governo federal ilegítimo, que sacrifica o magistério em todo o país, agora, o governo Rollemberg apresenta um PL que ameaça a nossa aposentadoria”, denuncia Rosilene Corrêa, coordenadora da Secretaria de Finanças do Sinpro-DF.
Segundo o diretor do Sinpro Gabriel Magno, o sindicato denunciou a tentativa de manobra feita pelo GDF em chamar uma reunião de última hora na CAS para aprovar o projeto na mesma hora da audiência pública. “Denunciamos o método do GDF em tentar aprovar a qualquer custo o projeto sem o debate com a categoria e com a sociedade. Durante a nossa fala ainda mostramos a política neoliberal do governo local, que é o de aplicar o mesmo método do governo Temer, que consiste na retirada de direitos do trabalhador, na venda do patrimônio público e no desmonte do Estado e do serviço público”, ressalta o diretor, que participou da audiência pública realizada durante a tarde desta segunda-feira (28), na CLDF. Já a diretora do Sinpro Luciana Custódio lembrou a importância da união de toda a categoria contra mais este retrocesso. “Precisamos nos mobilizar e nos unir para poder fazer o enfrentamento contra mais este golpe contra os nossos direitos”.
O Sinpro continuará acompanhando cada etapa de discussão da CLDF e a categoria precisa ficar atenta porque, se o PLC realmente entrar na pauta de votação de terça-feira (29), o sindicato irá convocar a categoria para, unificada, pressionar os parlamentares distritais a rejeitarem o projeto ou, ainda melhor, retirarem-no da pauta.
Sinpro-DF obtém vitória em ação contra parcelamento de salário
Jornalista: Maria Carla
A 5ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal, no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), bateu o martelo a favor da ação do Sinpro-DF contra o parcelamento dos salários. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (25), um dia após o sindicato entrar com a ação na Justiça contra o Governo do Distrito Federal (GDF). A ação contra o parcelamento foi ajuizada na quinta-feira (24), sob o número 0709083-80.2017.8.07.0018.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF avalia essa decisão como uma vitória importante, que outros sindicatos também obtiveram justamente porque contaram com a unidade e participação em peso das suas respectivas classes profissionais. Confira matéria sobre a ação.
Porém, observa que a categoria docente só terá um êxito total se conseguir fazer com que a Câmara Legislativa do DF (CLDF) recue e retire da pauta o Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 122/2017, do governo Rollemberg, que altera para pior o regime previdenciário do funcionalismo público distrital.
Em nota publicada no site do sindicato, a diretoria colegiada do Sinpro-DF repudia, veementemente, e condena o parcelamento dos salários e toda tentativa de prejudicar os/as professores/as e orientadores/as educacionais no seu direito à aposentadoria. Confira aqui a nota de repúdio.
E alerta a categoria para o fato de que essa atitude do governo de usar a chantagem (o parcelamento dos salários) para criar uma situação perversa na vida dos/as servidores/as públicos/as e suas famílias, é somente para justificar a mudança na estrutura e no conceito da Previdência do funcionalismo distrital, alterando, de maneira drástica e prejudicial, o Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev). Confira aqui a decisão do TJDFT
Sinpro-DF convoca categoria para audiência pública na CLDF nesta segunda (28)
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca professores/as em coordenação e orientadores/as educacionais para participarem de audiência pública, na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), nesta segunda-feira (28), às 15h.
A audiência pública será realizada para debater o Projeto de Lei Complementar 122/2017 (PLC 122/17), do Poder Executivo, que promove drásticas e prejudiciais alterações no regime previdenciário do funcionalismo público e cria mecanismos para privatização em massa do patrimônio público do Distrito Federal.
Caso o PLC esteja pautado para ser votado em Plenário na terça-feira (29), a diretoria colegiada convoca a todos e todas que estiverem em coordenação para comparecerem, também na terça, a fim de pressionar os deputados distritais para votarem contra esse projeto.
Professores/as e orientadores/as educacionais, somente com a unidade e mobilização da categoria poderemos barrar mais uma tentativa do governo neoliberal de Rollemberg de acabar com nossa aposentadoria!
Rollemberg apresenta novo PLC e ameaça previdência dos professores
Jornalista: Maria Carla
Após reunião realizada na noite de quinta-feira (24), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), para discutir o Projeto de Lei Complementar (PLC) 122/2017, do Poder Executivo, que modifica o regime previdenciário do funcionalismo público do DF, a diretoria colegiada do Sinpro-DF, convoca a categoria a participar de audiência pública, na segunda-feira (28), às 15h, na CLDF, sobre esse assunto. A previsão da CLDF é a de que o PLC seja votado na terça (29).
“Esse projeto afeta profundamente e de forma negativa o direito à aposentadoria da nossa categoria. Além da reforma da Previdência do governo federal ilegítimo, que sacrifica o magistério em todo o país, agora, o governo Rollemberg apresenta um PL que ameaça a nossa aposentadoria”, denuncia Rosilene Corrêa, coordenadora da Secretaria de Finanças do Sinpro-DF.
No PL, o governo altera a legislação de forma a promover, de maneira ilegal e adversa do que determina o Ministério da Previdência, a junção das duas massas previdenciárias vigentes. Institui também, para os novos servidores, uma previdência complementar; promove a vinculação da contribuição dos servidores do DF ao mesmo percentual dos servidores da União (e isso representa um aumento de 3% para todos; para quem está no fim de carreira, na etapa 25, isso significa a retirada de mais de R$ 300 do salário); e há, também, a previsão de privatizações gerais de patrimônio público.
Ou seja, além das privatizações indiscriminadas, o PLC autoriza o governo a fazer saques e venda dos ativos do Iprev e a aumentar a alíquota da contribuição previdenciária se a União se aumentar no âmbito federal, causando vários prejuízos no direito à aposentadoria dos/as servidores/as públicos/as, sobretudo no dos/as professores/as e orientadores/as educacionais, que serão duplamente penalizados: por essa proposta do GDF e pela reforma da Previdência do governo federal ilegítimo.
Para assegurar essas mudanças, o governo Rollemberg usou a chantagem e vinculou o pagamento de salário do funcionalismo público à aprovação desse PLC, que causa alterações drásticas e profundamente prejudiciais no regime previdenciário distrital.
Um estudo detalhado do PLC, realizado em parceria pelo Sinpro-DF e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese), dá conta de que o PLC tem dispositivos que autorizam o governo Rollemberg a utilizar os recursos do Iprev para o pagamento dos servidores da massa antiga (contratados até 31/12/2007) quando junta todos os servidores no Fundo Financeiro, enquanto o Fundo Previdenciário (capitalizado) receberá os novos servidores, que, após a aprovação desse PLC, terá suas aposentadorias vinculadas ao valor do Regime Geral da Previdência Social (RGPS), cujo teto do benefício hoje é de R$ 5.531.
Para que esses servidores tenham um benefício acima desse teto, terão de aderir ao plano de previdência, vinculado ao DF-PREVICOM – uma previdência complementar a ser criada por decreto pelo governo Rollemberg.
REUNIÃO
Desde que o GDF anunciou, pela mídia local, o parcelamento de salário e enviou para a CLDF o PLC 122/2017, a diretoria colegiada do sindicato tem solicitado reunião com deputados distritais para discutir os impactos e os prejuízos que esse PLC, se aprovado, irá causar na vida dos/as servidores/as públicos/as e suas família e no próprio DF.
A reunião, enfim, ocorreu nessa quinta-feira (23), com a presença de várias lideranças sindicais e políticas. É importante esclarecer também que esse encontro não caracteriza nenhum debate aprofundado sobre o PLC do Poder Executivo. Trata-se de uma reunião para esclarecimentos e não deve ser entendido como uma reunião para discussão profunda do tema, como já está sendo divulgado na imprensa.
Por isso, a diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca a categoria a participar presencialmente da audiência pública sobre o tema, nesta segunda-feira (28), às 15h, na CLDF. E avisa a todos e todas a ficarem atentos porque, se o PLC realmente entrar na pauta de votação de terça-feira (29), o sindicato irá convocar a categoria para, unificada, pressionar os parlamentares distritais a rejeitarem o projeto ou, ainda melhor, retirarem-no da pauta.
Sinpro cobra da SEE respeito à concessão de vagas para áreas especiais
Jornalista: Luis Ricardo
A Secretaria de Educação do Distrito Federal encerrou, nesta sexta-feira (25), as vagas para a concessão de aptidões para atuação em áreas do ensino especial e escolas de natureza especial. O encerramento foi feito antes do horário determinado pela Circular nº 18, deixando alguns professores prejudicados e algumas áreas, exemplo da educação em sistema prisional.
O Sinpro vai tomar todas as medidas cabíveis para que a circular seja respeitada, inclusive pedindo à Justiça o cancelamento do procedimento. O sindicato já havia dito à SEE que o processo de vagas não poderia ser limitar e que o período fixado não fosse fechado antes do horário, pontos desrespeitados pela secretaria.
“Antes das 17h o Sinpro monitorou denúncias de professores falando sobre o fechamento das inscrições de entrevistas antes do horário estipulado. Isto é um descumprimento das normas legais e o sindicato vai tomar as providências cabíveis”, ressalta o diretor do Sinpro Cláudio Antunes, complementando que professores que estavam agora a tarde na Sede I da SEE não conseguiram realizar a inscrição mesmo com a ajuda de funcionários do setor responsável porque o sistema não permitia, uma vez que a Secretaria de Educação havia limitado o número de vagas. “A comissão de negociação do Sinpro esteve com a equipe da SUBEB, justamente para explicar que a Secretaria de Educação não pode fazer este tipo de limitação dentro do prazo de inscrição, principalmente fazendo um processo sem o número de vagas definido e no meio do processo impor vagas como se tivesse divulgado anteriormente”.
Os(as) professores(as) que se sentirem prejudicados poderão procurar o departamento jurídico do Sinpro para que sejam tomadas as medidas cabíveis. O sindicato também orienta a estes professores que solicitem, via requerimento geral, a inclusão no processo de agendamento de entrevistas, tendo em vista que o sistema da SEE bloqueou os agendamentos. Concurso de remanejamento