Procedimento de entrevista para atuação nas escolas de natureza especial
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF alerta para os critérios de concessão de aptidão para atuação nos componentes curriculares especiais, visando suprimento de carências ao longo do ano letivo, de forma provisória, bem como participação no procedimento de remanejamento interno e externo 2017 e avisa que termina, nesta terça-feira (28), o prazo do primeiro período de inscrição para quem pleiteia uma vaga nos estabelecimentos de atendimento de natureza especial.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF comunica que já fez contato com a Subeb e Sugep questionando o esgotamento de agenda para entrevistas , tendo em vista que o prazo de inscrição é até esta terça-feira (28).
Contudo, informa que os/as interessados/as deverão ficar atentos/as para o caso de haver cancelamento de agendamento e, com isso, poderão surgir novas possibilidades de horários nesta terça.
É importante observar que o servidor ou servidora que não conseguiu realizar o agendamento nessa etapa de 23 a 28 de junho terá uma segunda oportunidade entre os dias 4 e 15 de setembro.
O servidor que já atua e que irá fazer o pleito para a mesma modalidade de atendimento não precisa fazer o agendamento para a entrevista. Basta apresentar a declaração de atuação na EAPE no mesmo período das inscrições.
Professor/a e orientador/a educacional, fique atento/a e confira todas as informações nos links da Portaria 272 e da Circular Conjunta 13: Portaria 272 de 16/6/2017 Circular Conjunta nº 13
Sinpro convoca a categoria para Greve Geral no dia 30 de junho
Jornalista: Luis Ricardo
No dia 30 de junho, trabalhadores(as) de todo o Brasil darão uma nova demonstração de força, unidade e mobilização contra todo tipo de retrocesso e retirada de direitos. Contra a reforma trabalhista, a reforma da Previdência e por ‘Diretas Já!’, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Sinpro convocam os trabalhadores e a população do Distrito Federal para cruzarem os braços contra os terríveis prejuízos impostos pelas retrógradas medidas do governo ilegítimo de Michel Temer e para barrar o acelerado retrocesso nas conquistas trabalhistas e sociais. A paralisação nacional está sendo organizada por todos os sindicatos do país.
Os financiadores do golpe insistem em cobrar sua fatura e, mesmo em meio a tanta resistência popular, o ilegítimo Temer e seus aliados no Congresso Nacional se empenham na continuidade do desmonte do nosso Estado de Direito. O Brasil conquistou uma importante vitória no dia 20 de junho, quando os senadores integrantes da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), numa reviravolta que surpreendeu os governistas, rejeitaram por 10 votos contrários e 9 favoráveis o relatório ao projeto da reforma trabalhista (PLC 38/2017).
É diante deste cenário que todos e todas devem intensificar ações no combate ao retrocesso, alertando a sociedade quanto aos perigos dos projetos do governo ilegítimo – que retiram e atacam direitos da classe trabalhadora. “A mobilização deve ser cotidiana, conscientizando toda a classe trabalhadora sobre a importância da unidade, pressionando os parlamentares para que votem contra estes retrocessos e participando da Greve Geral, que representa a união dos trabalhadores de todo o país”, afirma a diretora do Sinpro, Rosilene Corrêa.
Greve Geral no dia 30 de junho (sexta-feira):
– Contra a reforma trabalhista;
– Contra o desmonte do serviço público;
– Contra o fim dos Mais Médicos;
– Contra a privatização das Estatais;
– Contra o fim dos concursos;
– Contra o aumento da idade mínima para se aposentar (65 anos para homens e mulheres);
– Contra o fim da aposentadoria rural;
– Contra o fim das férias de 30 dias;
– Contra o aumento da jornada de trabalho para 12 horas;
– Contra a redução do horário de almoço para 30 minutos;
– Contra o ‘negociado sobre o legislado’;
– Pela manutenção dos direitos da CLT;
– Contra o fim do Programa Farmácia Popular;
– Contra a escravidão no campo;
– Contra a anistia aos banqueiros;
– Fora Temer;
– Em defesa da democracia;
– Por eleições diretas.
De supetão, CLDF vota nesta terça (27) projeto da Escola sem Partido. Participe da mobilização na CLDF!
Jornalista: Leticia
Foi colocada às pressas, na Ordem do Dia da CLDF, a votação do Projeto de Emenda à Lei Orgânica (PELO) n° 38 / 2016, conhecido como projeto da Escola Sem Partido, nesta terça-feira (27), às 15 horas na Câmara Legislativa. O Sinpro monitora constantemente a tramitação de projetos de interesse da categoria e da sociedade e após descobrir esta manobra, convoca, em caráter de urgência, todos os(as) professores (as) que estão em coordenação pedagógica para irem a CLDF pressionar os deputados contra este projeto, de gravíssimas consequências para a sociedade brasiliense.
O projeto, de autoria do deputado Rodrigo Delmasso (Podemos/DF), modifica a Lei Orgânica do Distrito Federal, acrescendo incisos ao artigo 221, quebrando a concepção do Estado laico e instituindo o cerceamento e o patrulhamento ideológico, político e científico na execução do Magistério. É um retrocesso gigantesco para a educação pública do país, a liberdade de expressão e democracia, afetando a formação do senso crítico dos estudantes.
Participem!
Educação na Greve Geral: ato em Taguatinga, dia 30, às 9h
Jornalista: sindicato
O Sinpro convoca os/as professores/as e orientadores/as educacionais para um ato de protesto em Taguatinga, nesta sexta-feira (30/6) – dia de Greve Geral. A atividade está marcada para às 9h, na Praça do Relógio. A categoria docente soma-se a outras, que realizarão atos nas demais cidades do DF.
Esta é a hora de demonstrar força, unidade e mobilização contra todo tipo de retrocesso e retirada de direitos.
É hora de dizer NÃO à contrarreforma trabalhista, à contrarreforma da Previdência e de dizer SIM às ‘Diretas Já!’. Neste dia 30 – dia de paralisação nacional – vamos nos manifestar contra os terríveis prejuízos impostos pelas retrógradas medidas do governo ilegítimo de Michel Temer e para barrar o acelerado retrocesso nas conquistas trabalhistas e sociais.
Nossa pauta para a Greve Geral no dia 30 de junho (sexta-feira) é a seguinte:
– Contra a reforma trabalhista;
– Contra o desmonte do serviço público;
– Contra o fim dos Mais Médicos;
– Contra a privatização das Estatais;
– Contra o fim dos concursos;
– Contra o aumento da idade mínima para se aposentar (65 anos para homens e mulheres);
– Contra o fim da aposentadoria rural;
– Contra o fim das férias de 30 dias;
– Contra o aumento da jornada de trabalho para 12 horas;
– Contra a redução do horário de almoço para 30 minutos;
– Contra o ‘negociado sobre o legislado’;
– Pela manutenção dos direitos da CLT;
– Contra o fim do Programa Farmácia Popular;
– Contra a escravidão no campo;
– Contra a anistia aos banqueiros;
– Fora Temer;
– Em defesa da democracia;
– Por eleições diretas. >>> Leia mais >>>Sinpro convoca a categoria para Greve Geral no dia 30 de junho
Diversidade étnico-racial: por um projeto educativo emancipatório
Jornalista: Maria Carla
A diversidade étnico-racial tem sido tema de vários estudos acadêmicos. O tema é ministrado em sala de aula há décadas, mas a partir da sanção da Lei nº 10.639/2003, ganhou maior relevância no meio acadêmico e no magistério. No artigo intitulado “Diversidade étnico-racial: por um projeto educativo emancipatório”, Nilma Lino Gomes diz que apesar de algumas iniciativas de formação de professores para a diversidade étnico-racial virem se configurando no Brasil, ainda não são suficientes para superar a situação de desequilíbrio presente nos processo de formação inicial e continuada.
Pedagoga, doutora em antropologia social, professora da FAE/UFMG, Nilma Lino Gomes foi a primeira reitora negra do Brasil a administrar uma universidade pública federal, a autora se inspirou nos estudos de Boaventura de Sousa Santos para discutir a necessidade de uma pedagogia das ausências e das emergências na formação de professores como procedimento capaz de reconhecer as ausências e dar visibilidade às práticas emergentes, sobretudo, aquelas instigadas e/ou realizadas pelos movimentos sociais.
O artigo foi publicado no periódico Retratos da Educação, Vol. 02 – Números 2/3 – janeiro a dezembro de 2008 – uma publicação semestral da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE).
Professor da rede pública do DF é reconduzido ao Conselho de Administração da OIT
Jornalista: sindicato
O professor Antônio Lisboa, ex-dirigente do Sinpro e da CNTE, atual secretário de Relações Internacionais da Central Única dos Trabalhadores (CUT-Brasil), foi reconduzido, no dia 12 de junho, em Genebra, para o Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
A OIT é a agência das Nações Unidas que tem por missão promover oportunidades para que homens e mulheres possam ter acesso a um trabalho decente e produtivo, em condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade.
O líder cutista foi o primeiro entre os 14 mais votados para compor o órgão gestor da instituição, recebendo o voto de 102 países. Ingresso no Conselho de Administração da OIT em 2014, Lisboa ressaltou que a recondução representa o reconhecimento do papel da Central e do movimento sindical brasileiro no combate às ofensivas neoliberais. “A OIT é o principal instrumento de regulação internacional do trabalho e a CUT estará presente pela necessidade de fortalecer a Organização e denunciar as atrocidades que estão ocorrendo no Brasil contra a classe trabalhadora com a retirada de direitos trabalhistas e práticas antissindicais”, disse.
Em discurso durante a Conferência, Lisboa destacou os ataques do ilegítimo Michel Temer (PMDB) aos direitos trabalhistas e à organização sindical. “A reforma trabalhista, dentre dezenas de outros ataques, propõe a ampliação da jornada de trabalho que hoje é de 44 horas semanais para 60 horas semanais, impõe que o negociado prevaleça sobre o legislado – não para ampliar direitos, mas para retirar; cria um novo tipo de representação e negociação no local de trabalho, sem a presença do Sindicato; os trabalhadores rurais poderão ser pagos tão somente com moradia e alimentação, não mais com salário; propõe a negociação individual entre trabalhador e empregador; propõe o trabalho intermitente para todas as situações. Este é o maior golpe contra a classe trabalhadora brasileira”, enfatizou.
De acordo com o dirigente cutista, “se há dez anos o Brasil servia de exemplo de políticas sociais e trabalhistas de inclusão, redução das desigualdades e melhoria dos salários, hoje a situação é contrária. As reformas neoliberais impostas no Brasil, a lei de subcontratação e terceirização, a reforma do sistema de pensões a aposentadorias, especialmente a reforma trabalhista atrasa as nossas relações de trabalho em mais de 100 anos”.
Lisboa disse que a chamada reforma da Previdência é, na verdade, uma contrarreforma. “É a destruição da Previdência e da Seguridade Social públicas, com a transferência do sistema previdenciário para os bancos privados. Uma das mudanças é a exigência de 49 anos de contribuição para que o trabalhador tenha acesso à aposentadoria integral. Sim! 49 anos num país onde o mercado de trabalho é altamente rotativo e a expectativa de vida em muitas regiões não chega aos 70 anos. Um golpe contra o sistema de proteção social brasileiro – especialmente contra as mulheres – referência para o mundo inteiro e inclusive para esta Organização”.
“Esta é uma estratégia do capital internacional que, uma vez consolidada no nosso país servirá de modelo para o mundo. Um golpe sem precedente nos trabalhadores e trabalhadoras para que também se golpeie aqui na Europa e também se golpeie esta Organização, colocando em risco as relações de trabalho no mundo e na própria OIT”, frisou.
Encerrando o discurso, Lisboa lembrou que uma nova greve geral está convocada para o dia 30 de junho. “Se não há diálogo social, garantiremos nas ruas a prevalência dos direitos e da democracia”. Saiba mais – O Conselho de Administração da OIT é formado por 28 representantes dos governos, 14 dos trabalhadores e 14 dos empregadores. Dez dos postos governamentais são ocupados permanentemente pelos países de maior importância industrial (Alemanha, Brasil, China, Estados Unidos da América, França, Índia, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia). Os representantes dos demais países são eleitos a cada três anos pelos delegados governamentais na Conferência Internacional do Trabalho – que funciona como uma assembléia geral da OIT -, de acordo com a distribuição geográfica. Os empregadores e os trabalhadores elegem seus próprios representantes em colégios eleitorais separados.
"Choque de gestão" de Rollemberg faz a Educação perder R$ 819 milhões
Jornalista: sindicato
Por trás daquilo que foi rotulado “choque de gestão”, o governo Rollemberg (PSB) vai na contramão do esperado para que a educação pública no DF alcance patamares aceitáveis quando falamos em qualidade do ensino.
Levantamento realizado pelo gabinete do deputado distrital Wasny de Roure (PT) mostra que, entre 2015 e 2016, houve queda de R$ 819 milhões nos investimentos em educação. De acordo com o parlamentar, o Palácio do Buriti empenhou e liquidou R$ 6,8 bilhões para pagamento de pessoal, custeio, manutenção e investimentos na rede pública ao longo de 2015. No ano passado, o desembolso global foi encolhido para R$ 6 bilhões – uma queda percentual de 11,8%. Sucateamento – O Sinpro tem alertado a sociedade e cobrado do GDF medidas efetivas para manutenção, recuperação e evolução do sistema público de educação da Capital.
Entraves burocráticos (até simples de resolver), aliados à opção política de Rollemberg, fazem com que o sistema educacional não avance, ou até mesmo piore ano após ano. Exemplos disso não faltam. Não há contratação de professores na mesma velocidade em que ocorrem as aposentadorias (para 2017 são esperadas cerca de 1.600), sem falar da carência de orientadores educacionais; os recursos repassados pelo GDF via Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF) não são suficientes e espaçados demais para gerar autonomia financeira nas unidades escolares – o que dificulta a gestão das escolas, seu funcionamento e, consequentemente, a qualidade do ensino. E ainda há o calote do plano de carreira imposto à categoria.
Wasny de Roure sintetiza a questão: “Estamos vendo um sucateamento [da educação pública] silencioso e devastador”. Para o parlamentar, a queda dos investimentos gera um prejuízo muito grande para toda sociedade e para o próprio governo. “É um quadro de investimento zero na educação, praticamente. O pouco que está sendo feito parte de recursos do Governo Federal”, alerta.
Em entrevista a um jornal local, o subsecretário de Administração Geral da Secretaria de Educação, Isaias Aparecido, negou a queda dos gastos. “Não concordamos. É impossível baixar os gastos com educação. O valor da merenda aumenta, da água, da luz. Seria impossível baixar. Não tem de onde baixar”, disse. De acordo com o subsecretário, a diferença de valores é consequência da reformulação administrativa promovida pelo governo. Em outubro de 2015, a secretaria de Educação absorveu a administração e o orçamento da pasta de Esportes. No começo de 2016, as áreas foram separadas.
Independentemente, Wasny de Roure propõe emenda que estabeleça o crescimento gradual e constante dos investimentos na área a partir de 2018, com base no Produto Interno Bruto (PIB) do DF. Conforme o texto, no próximo ano o Executivo reservaria e gastaria, de fato, 4,19% do PIB na rede ensino pública. O percentual aumentaria a cada ano, estimulando o Estado a reforçar a educação constantemente.
O Sinpro também fiscaliza e acompanha a execução orçamentária do DF e sempre exige aumentos nos investimentos em Educação. Todos os anos o Sindicato apresenta sugestões de emendas ao Orçamento na Câmara Legislativa , a exemplo das dez que foram apresentadas ao Orçamento de 2018. Confira abaixo. Saiba mais >>> Sinpro-DF entrega dez emendas à LDO na Câmara Legislativa do DF
TV Sinpro na TV Comunitária desta terça (27) fala sobre a Greve Geral
Jornalista: Luis Ricardo
A Greve Geral, mobilização contra todo tipo de retrocesso e retirada de direitos, será o tema do programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (27). No dia 30 de junho, trabalhadores(as) de todo o Brasil darão uma nova demonstração de força, unidade e mobilização contra os terríveis prejuízos impostos pelas retrógradas medidas do governo ilegítimo de Michel Temer. Para tirar dúvidas e debater o tema foram convidados o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Brito, e a vice-presidenta da CUT Brasil, Carmen Foro.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17h, no Canal 12 da NET, no site e na fanpage da TV Comunitária. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programação a seguir). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.
Programação:
Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30
O Programa Alternativo deste sábado (24) mostra um projeto desenvolvido pelo Centro Educacional do Lago Norte, que tem como um de seus objetivos aproximar os estudantes das artes e da cultura. É diante desta preocupação que o ExpremArte desenvolve atividades voltadas às mais variadas ramificações culturais, cujo desfecho é uma grande festa realizada pelos alunos e professores.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 12h30, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Sinpro-DF convoca orientadores aprovados no concurso de 2014 para ato público nesta quinta (13)
Jornalista: Luis Ricardo
A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca os(as) orientadores(as) educacionais aprovados(as) no concurso de 2014 para um ato público, no dia 13 de julho, às 15h, no Edifício Phenícia, situado na Quadra 2, do Setor Bancário Norte (SBN).
A atividade está agendada desde junho, após uma reunião entre a diretoria do sindicato e a comissão de orientadores/as educacionais, e visa a pressionar o Governo do Distrito Federal (GDF) a retomar as nomeações iniciadas este ano.
Na avaliação da diretoria, além de prejudicar e jogar os(as) profissionais aprovados(as) numa total insegurança, a falta de convocação deles tem gerado sérios prejuízos à qualidade de ensino e às escolas da rede pública.
“Sem os orientadores educacionais, as escolas ficam sem esse suporte pedagógico necessário à formação cidadã dos estudantes e a qualidade do ensino público, segundo a exigência da sociedade, fica comprometida”, afirma a diretora do Sinpro, Meg Guimarães.