Reaberto prazo para entrega de títulos dos aprovados no último concurso da SEEDF

A Secretaria de Estado da Educação (SEEDF) publicou edital, nessa quinta-feira (8), reabrindo o prazo para entrega dos títulos dos candidatos aprovados no concurso público de 2016, retificando, com isso, o Edital nº 21 (SEE/DF), de 5 de abril de 2017. Dessa forma, os candidatos poderão entregar documentos complementares, relacionados aos títulos, no período de 19 a 21 de junho, das 7h às 20h, na Universidade de Brasília (UnB).
A reabertura de prazo ocorre agora porque, num primeiro momento, a maioria dos candidatos que tinha tempo de serviço prestado à SEEDF foi prejudicada por uma emissão de um documento de tempo de serviço errado porque não contemplava os critérios do edital.
“A declaração errada foi fornecida pela própria SEEDF e gerou prejuízo e desconforto. Tendo em vista o fato de a declaração e o concurso serem da SEEDF e os candidatos serem prejudicados porque a própria secretaria realizadora do certame não emitiu a declaração conforme estava previsto no edital, isso levou a organizadora do concurso a não considerar a declaração para efeito de pontuação”, explica Cláudio Antunes, coordenador da Secretaria de Imprensa do Sinpro-DF.
Ele lembra que, desde então, o Sinpro-DF tem conversado com os candidatos, com a Subsecretária de Gestão de Pessoas e com o Secretário de Educação sobre a necessidade de resolver o problema, uma vez que, no entendimento da diretoria colegiada do sindicato era extremamente constrangedor um candidato ser prejudicado num concurso da secretaria por uma declaração fornecida pela própria secretaria realizadora. Agora, a decisão foi a de repetir a prova de títulos conforme está apresentada no novo edital.
A SEEDF já contactou as Regionais de Ensino para, de agora em diante, emitirem as declarações conforme está previsto no edital do concurso. E também orienta os/as candidatos/as a se anteciparem e observar, com rigor, o novo edital para verificar se suas declarações têm todos os quesitos e obedecem a todos os critérios exigidos, evitando deixar para última hora a busca dessa nova declaração.
 
 
Confira:

>>> EDITAL Nº 21 – SEE/DF, DE 5 DE ABRIL DE 2017
>>> EDITAL Nº 32 2017

GDF não apresenta cronograma para pagamento das pecúnias

A comissão do Sinpro que trata do pagamento das pecúnias da licença-prêmio dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que se aposentaram em 2016 e 2017 foi recebida por representantes do Governo do Distrito Federal para tratar do pagamento do benefício. Durante a reunião, realizada nesta quinta-feira (08), o governo voltou a expor as dificuldades financeiras para apresentar um cronograma de pagamento, mas reafirmou o compromisso em pagar este direito.
A reunião foi acompanhada por uma vigília dos(as) aposentados(as), que permaneceram em frente ao Palácio do Buriti. Uma nova reunião ficou agendada para a próxima terça-feira (13), às 15h, no Palácio do Buriti, quando a Casa Civil dará um retorno do compromisso que fez de levar à governança a necessidade de se apresentar um cronograma para o pagamento das pecúnias.

“A comissão vem insistindo com o GDF para que apresente o cronograma de pagamento das pecúnias. A cada dia são publicadas mais aposentadorias, aumentando ainda mais o número de aposentados com benefício para receber”, ressalta a diretora do Sinpro Silvia Canabrava.
O Sinpro exige o cumprimento da Lei Complementar nº 840/2011 e que todos(as) que se aposentaram possam receber este benefício, que está previsto em lei. Diante disto convocamos todos e todas para a vigília desta terça-feira (13). Este é mais um momento de mostrarmos união e reivindicarmos o pagamento deste benefício.
Fotos: Deva Garcia

Sinpro convoca orientadores(as) concursados(as) para plenária nesta quinta (8)

Conforme reunião realizada no dia 31 de maio entre o Sinpro e representantes da Comissão de Orientadores(as) Educacionais Concursados(as) e não Nomeados(as), a Diretoria Colegiada do sindicato convoca todos os OE’s concursados para Plenária Organizativa no dia 08 de junho, às 19h, na sede do sindicato (SIG Quadra 6 Lote 2260 – Setor Gráfico).
A plenária tem como objetivo organizar e mobilizar o segmento para pressionar o Governo do Distrito Federal e a Secretaria de Educação pelas nomeações destes profissionais. É importante ressaltar que após mais de dois anos da realização do concurso para pedagogo-orientador educacional, até o momento apenas cinco profissionais foram convocados. A carência deste profissional na rede pública de ensino é muito grande. Para preencher estas carências são necessários, no mínimo, 600 orientadores educacionais.

Canal da Educação desta quinta (8) abordará o pagamento da pecúnia da licença prêmio

A luta pelo pagamento das pecúnias da licença-prêmio dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que se aposentaram em 2016 e 2017 será o tema do Canal da Educação desta quinta-feira (8). Para tirar as dúvidas e debater o tema foi convidada a diretora do Sinpro Silvia Canabrava. O programa terá início às 20h, ao vivo.
O Canal da Educação é produzido e apresentado pelo jornalista Valdir Borges e vai ao ar, quinzenalmente, às quintas-feiras, ao vivo. É transmitido pelo site e Facebook do Sinpro-DF e pela TopTV Brasil.
O programa permite a participação em tempo real. As perguntas podem ser enviadas, ao vivo, pelo Facebook (o vídeo também disponibilizará um espaço para interação). Participe!

Comunidade escolar do CEF Nova Betânia protesta por mais segurança na BR-251

Na última segunda-feira (6), uma aluna do CEF Nova Betânia, localizada na zona rural de São Sebastião, foi atropelada, após descer do ônibus escolar. A escola é localizada às margens da BR-251 e no local não há nenhum tipo de sinalização e redutores de velocidade. Os estudantes se arriscam para atravessar a rodovia e chegar ao colégio.
Por mais segurança na via, mais de 100 pessoas da comunidade escolar, entre alunos(as), pais/mães, professores (as) e orientadores (as) educacionais fizeram uma passeata no local, com a presença do Sinpro. Além de exigir que o DNIT realize estas obras garantindo a segurança de todos(as) que frequentam o local, o ato também foi uma crítica ao descaso do GDF perante as empresas que fornecem o transporte escolar, com atrasos frequentes no repasse dos pagamentos aos motoristas, além de ônibus precários, colocando em risco a vida dos profissionais que trabalham nele e dos (as) passageiros.
 

Aposentados cobram do GDF pagamento da pecúnia da licença-prêmio


Professores/as e orientadores/as educacionais aposentados/as realizam na manhã desta terça-feira (6/6) uma manifestação em frente ao Palácio do Buriti. Eles/as reivindicam o pagamento das pecúnias da licença-prêmio daqueles/as que se aposentaram em 2016 e 2017. Até o momento, o GDF não apresentou um cronograma para o pagamento desse direito.
Na semana passada, a comissão do Sinpro que trata deste assunto foi recebida pelo GDF, mas, novamente, o governo não apresentou um acordo concreto sobre os critérios que serão adotados para o pagamento das pecúnias.
“Desde que assumiu o governo, Rollemberg vem descumprindo a Lei Complementar nº 840/2011, prejudicando enormemente diversos profissionais que se aposentaram e que contam com este direito”, enfatizou a diretora de Assuntos dos Aposentados do Sindicato, Sílvia Canabrava.

De acordo com a diretora de Finanças do Sinpro, Rosilene Corrêa, a todo dia há publicação de novas aposentadorias no Diário Oficial do DF (DODF) e os pagamentos das respectivas pecúnias não saem, conforme determina a lei. “Além de injusta, a postura do GDF é ilegal”, disse.
Vale lembrar que dos 1.177 professores/as e orientadores/as educacionais aposentados/as em 2016, 869 têm direito à pecúnia da licença-prêmio. A diretoria do Sinpro lembra que o número de aposentados/as só vem aumentando e que a Secretaria de Educação (SEE) já publicou no DODF, entre janeiro e maio de 2017, 672 aposentadorias.
Os/as aposentados/as, além da manifestação, realizam uma panfletagem nos sinais de trânsito para dialogar com a sociedade e explicar os motivos da atividade.
Até o fechamento deste texto, às 12h, nenhuma autoridade do governo havia procurado a diretoria do Sinpro para dar um posicionamento.
Aguarde mais informações

Dia Mundial do Meio Ambiente e o “American first”

Cinco dias antes da comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, o presidente Donald Trump retirou os EUA do Acordo de Paris – maior acordo internacional sobre clima da história. No dia 1º de junho, após várias ameaças, ele pôs em execução a promessa de campanha “para cumprir meu dever de proteger a América, os Estados Unidos vão se retirar do Acordo do Clima de Paris e começar renegociações para reentrar no acordo de uma forma que seja justa com o povo americano”, disse.
Donald Trump quer gerar empregos e assegurar a existência, nos moldes atuais, da extração de carvão e de petróleo. Para esse tipo de indústria existir é preciso eliminar as restrições ambientais e, com isso, quebrar o acordo que protegeria o mundo das mudanças climáticas. Assinado na capital francesa, em 22 de abril de 2016, o Acordo de Paris foi aprovado pelos 195 países Parte da UNFCCC para reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEE) no contexto do desenvolvimento sustentável.
Os países signatários têm o compromisso de manter o aumento da temperatura média global em bem menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais e de envidar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. Para começar a vigorar, o acordo necessitava da ratificação de pelo menos 55 países responsáveis por 55% das emissões de GEE.
O tratado sobre o clima foi ratificado por mais de 130 países com metas para reduzir poluição emitida por fábricas, veículos e desmatamento e, assim, limitar o aumento da temperatura do planeta. O período para assinatura oficial do acordo, pelos países signatários, começou no dia 22 de abril de 2016 e se estendeu até 21 de abril de 2017.
Todavia, desde que começou sua campanha eleitoral, Donald Trump ataca as regulações ambientais e o acordo internacional do clima. Assim que ele foi eleito, a Agência de Proteção Ambiental estadunidense iniciou o desmonte das medidas climáticas aprovadas no governo do ex-presidente Barack Obama, batendo de frente contra a comunidade internacional e o multilateralismo.
Amparado pela população norte-americana que o elegeu por vários motivos, dentre eles pelo mote eleitoral relacionado ao acordo climático, cujo slogan era “America first”, Trump não se fez de rogado e, em vez de colocar o meio ambiente americano em primeiro lugar, não: pôs como meta primeira os possíveis postos de trabalho que a indústria de carvão e de petróleo poderiam gerar se ficassem livres das restrições ambientais.
Contudo, o ataque do presidente norte-americano às políticas para conter o aquecimento global nos EUA tem muitas frentes. Desde a área diplomática, ilustrada pelo gesto sectário durante a última reunião do G7, na Itália, quando ele fez questão de mostrar seu isolamento perante os líderes das outras seis maiores economias do mundo, os quais disseram que o combate às mudanças climáticas é prioridade, até sua demonstração de desdém ao acordo dentro dos EUA ao empreender o desmonte das políticas ambientais existentes.
Um levantamento do jornal The New York Times indica que, em apenas 100 dias, Trump desfez 23 regulamentações ambientais da era Obama e, entre as mudanças, está a que fala em “reescrever” o Plano de Energia Limpa (Clean Power Plan), uma das medidas ambientais mais importantes do governo anterior.
O plano do governo Obama se adequava ao Acordo de Paris e determinava a redução de emissões de usinas de energia já existentes nos Estados Unidos. Não está claro como ele será reescrito, exceto que deverá ser norteado pelo princípio de reduzir a dependência de outros países para energia e significar facilidades para a extração do carvão e do petróleo em solo norte-americano.
Outra medida de relevância ambiental é a que acaba com uma moratória nas concessões de novas áreas para a mineração de carvão em terras públicas norte-americanas. A moratória foi apresentada por Obama em 2016 com a previsão de que o programa deveria ter seus resultados reavaliados para saber se ainda valia a pena ser custeado pelo contribuinte. Trump não esperou a avaliação e apresentou uma resposta. Ele acha que vale o contribuinte custear uma operação cara e que danifica o ambiente se isso resultar em empregos para a indústria do carvão.
Para além do nacionalismo, a política de Donald Trump não vê fronteiras que impeçam impactos causados pela mudança nas médias de temperatura do planeta. Vale lembrar que o National Climate Assessment, um relatório feito por 300 cientistas norte-americanos na administração Obama, os Estados Unidos já estão enfrentando os efeitos de um clima desregulado, com ondas de calor intensas e mudança nos padrões de tempestades. A NOAA, uma agência que monitora os oceanos e a atmosfera dos EUA, aponta o aquecimento global no Ártico como uma possível causa dessas tempestades.
O fato é que o gesto arrogante do presidente norte-americano vai contra os interesses do mundo. Há décadas os países lutam para superar as ações e o modelo de desenvolvimento que deterioram o planeta e modificam seu clima, assumindo um esforço coletivo e mundial para adotar novas práticas. Para estimular isso, em 1972, a Conferência das Nações sobre o Meio Ambiente Humano criou, em Estocolmo, o Dia Mundial do Meio Ambiente e a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu e passou a comemorá-lo no dia 5 de junho.
Essa data, escolhida para coincidir com a data de realização dessa conferência, tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que até então eram considerados, por muitos, inesgotáveis. Hoje já se sabe que não são e que, até a água, é esgotável.
Vale lembrar que, se numa escala mundial, o gesto do presidente dos EUA afeta de forma negativa a preservação do meio ambiente no planeta, em uma escala local, nossos gestos diários também são responsáveis pela mudança de clima. O consumismo é um desses defeitos que atacam o planeta e geram mudança climática porque é ele que sustenta a produção desenfreada da indústria poluidora. O consumismo é responsável pela intensa produção de lixo, pela poluição e escassez das águas, entre outras atitudes erradas.
Importante observar que o modelo de vida que levamos baseado em relações econômicas e políticas capitalistas é a matriz da vida consumista, do desperdício e da cultura do descartável e do não reaproveitamento das coisas. A busca cada vez maior por lucro com produção industrial altamente poluente e a exorbitância de produtos para consumo, com alto nível de descarte, é uma das principais razões da crise ambiental que atravessamos hoje e que com a atitude autoritária e inconsequente do presidente norte-americano tende a piorar.
Cuidemos de nosso planeta e, para isso, é preciso repensar o modelo de desenvolvimento e de produção de energia. O capitalismo como é hoje já mostrou que prejudica mais do que melhora a vida na Terra.

A luta pelo pagamento da pecúnia dos aposentados é o tema do TV Sinpro na TV Comunitária desta terça (6)

O programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (6) vai tratar da luta pelo pagamento das pecúnias de professores (as) e orientadores (as) educacionais aposentados (as). Para tirar as dúvidas e debater o tema foi convidada a coordenadora da Secretaria de Assuntos dos Aposentados, Silvia Canabrava.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17 horas, no Canal 12 da NET, no site e na fanpage da TV Comunitária. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programação a seguir). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.
Programação:
Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30

Gripe: professores e comunidade podem receber vacina até a sexta-feira, 9

O Ministério da Saúde prorrogou o prazo da vacinação contra a gripe até a próxima sexta-feira, 9 de junho. Desta vez, a ação vai além do público prioritário (idosos, crianças, gestantes, trabalhadores da área da saúde, entre outros), e também será oferecida para o restante da população.
A diretoria do Sinpro destaca e reforça a importância de os/as professores/as e orientadores/as educacionais que ainda não receberam a dose da vacina procurem os postos de saúde. Da mesma forma, que orientem os/as estudantes e as famílias a fazer o mesmo. De acordo com balanço da secretaria de Saúde do DF, as crianças foram as que menos participaram da campanha. Apenas 48% foram vacinadas.
A imunização ficará disponível em 130 dos 180 postos de saúde das Regiões Administrativas, de segunda a sexta, das 8h às 17h. A vacina disponibilizada pelo SUS protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no país: A/H1N1; A/H3N2 e influenza B.
Em 2017, foram confirmadas duas mortes por vírus respiratório influenza A H3. A secretaria de Saúde do DF destaca que, nesses casos, não havia histórico de vacinação. No mesmo período de 2016, o DF registrou 12 óbitos por síndrome respiratória aguda grave, sendo que 10 foram relacionados a influenza A H1N1.

Aposentados(as) realizam manifestação e reivindicam pagamento da pecúnia

A Secretaria de Assuntos dos Aposentados do Sinpro convoca os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para uma manifestação no dia 06 de junho, às 9h30, na Praça do Buriti. A atividade é uma resposta à morosidade do Governo do Distrito Federal, que até o momento não apresentou um cronograma para o pagamento das pecúnias da licença-prêmio dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) em 2016 e 2017.
A comissão que trata sobre o assunto foi recebida pelo GDF nesta terça-feira (30/5), mas, novamente, o governo não apresentou um acordo concreto sobre os critérios que serão adotados para o pagamento do benefício.
Vale lembrar que dos 1.177 professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) em 2016, 869 têm direito à pecúnia da licença-prêmio. A diretoria lembra que o número de aposentados(as) só vem aumentando e que a Secretaria de Educação (SEE) já publicou no Diário Oficial do DF (DODF), entre janeiro e maio de 2017, 672 aposentadorias.

Acessar o conteúdo