Sinpro-DF sugere comunicado sobre a greve geral nacional para a comunidade escolar
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa aos/às professores/as e orientadores/as educacionais, bem como às direções das escolas, que produziu um Comunicado e sugere seu uso como documento para esclarecimento à comunidade escolar sobre a greve geral nacional desta sexta-feira (28).
No seu Comunicado, o sindicato informa a todos/as os/as pais, mães e responsáveis dos/as estudantes que não haverá aula para os Ensinos Infantil, Fundamental e Médio, nos turnos matutino, vespertino e noturno e esclarece os motivos da greve geral nacional. Também esclarece os motivos da paralisação nacional e convida a todos e todas a integrarem a luta contra as reformas em discussão no Congresso Nacional que eliminam direitos trabalhistas e previdenciários.
O Comunicado está disponível a seguir, em arquivo PDF, pronto para impressão. Confira a seguir: comunicado_greve 28
Professores aderem à paralisação e suspendem aulas na sexta-feira (28)
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF comunica que os/as professores/as e orientadores/as educacionais da rede pública do Distrito Federal irão paralisar suas atividades pedagógicas nesta sexta-feira (28). A categoria aderiu à greve geral nacional. A participação foi definida na Assembleia Geral do dia 12 de abril.
A greve geral é contra as reformas previdenciária e trabalhista que o Congresso Nacional está apreciando. A convocação nacional da greve conta com a confirmação de dezenas de categorias de todas as unidades da Federação e, no Distrito Federal, os/as professores/as e orientadores/as educacionais da rede pública se somam às demais categorias para fortalecer o movimento nacional.
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais promoverão um dia de luta. Dia em que o povo brasileiro é chamado a cruzar os braços para parar todo tipo de produção econômica do país. A greve somente terá o efeito de barrar a destruição da nossa legislação trabalhista e previdenciária se todos/as os/as brasileiros/as mostrarem aos políticos e ao empresariado que a classe trabalhadora é a força de trabalho do país e que sem ela não há produção. Sem direitos assegurados, não há força de trabalho.
A ideia, portanto, é parar a produção, a circulação de mercadorias e a prestação de serviços como forma de protesto a essas reformas que eliminam de forma perversa, nefasta e desumana o conjunto de direitos da classe trabalhadora. Nós, professores/as e orientadores/as do Distrito Federal, como não haveria de ser diferente, estaremos unidos com as demais categorias e trabalhadores/as nesta sexta para demonstrar nossa insatisfação com as reformas em discussão no Congresso Nacional. Orientações
Os/as professores/as e orientadores/as educacionais não devem consumir nenhum produto na rede comercial do Distrito Federal e Entorno; não enviar filhos/as às escolas; e suspender todas as atitudes que ensejam consumo.
Canal da Educação desta quinta (27) aborda a Greve Geral
Jornalista: Leticia
A Greve Geral de sexta-feira (28) é o destaque do Canal da Educação desta quinta-feira (27). Para tirar as dúvidas e debater o tema foi convidado o professor Rodrigo Rodrigues, Secretário Geral da CUT Brasília. O programa terá início às 20h, ao vivo.
O Canal da Educação é produzido e apresentado pelo jornalista Valdir Borges e vai ao ar, quinzenalmente, às quintas-feiras, ao vivo. É transmitido pelo site e Facebook do Sinpro e pela TopTV Brasil.
O programa permite a participação em tempo real. As perguntas podem ser enviadas, ao vivo, pelo Facebook (o vídeo também disponibilizará um espaço para interação). Participe! https://www.facebook.com/sinprodf/
https://www.youtube.com/watch?v=dQ_y6AGmVNM
Diretoria do Sinpro-DF discute ações pós-greve em primeira audiência com MPDFT
Jornalista: Maria Carla
Representantes da direção do Sinpro-DF reuniram-se, na manhã desta terça-feira (25), com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), a Promotoria de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc), a Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEEDF), Casa Civil e Procuradora Geral do Distrito Federal para discutir a ação da greve.
Nesta primeira audiência pós-greve, discutiram a implantação do calendário de reposição dos dias letivos de forma a garantir o pagamento dos dias relativos ao período de greve. O MPDFT solicitou à SEEDF detalhes de como ocorrerá o acompanhamento do calendário de reposição para posterior posicionamento do próprio MPDFT. Ficou definindo que tão logo a SEEDF atenda à solicitação será convocada nova audiência.
A Greve Geral será o tema da TV Sinpro na TV Comunitária nesta terça (25)
Jornalista: Leticia
A Greve Geral de sexta-feira (28) é o destaque do programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (25). Para tirar as dúvidas e debater o tema foi convidado o professor Rodrigo Rodrigues, Secretário Geral da CUT Brasília.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17 horas, no Canal 12 da NET, no site e na fanpage da TV Comunitária. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programação a seguir). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.
Programação:
Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30
Professores começam a reposição das aulas neste sábado (22)
Jornalista: Maria Carla
Começa, neste sábado (22), a reposição das aulas em várias escolas do Distrito Federal. A categoria tem o compromisso histórico com as reposições. Em todas as greves que realizou, desde 1979, nunca descumpriu o calendário escolar por entender que em primeiro lugar está o compromisso com a educação pública, com a comunidade escolar e, sobretudo, com os cerca de meio milhão de estudantes da rede pública de ensino do DF.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF lembra que é justamente por causa desse compromisso que esses estudantes figuram, todo ano, entre aqueles/as que passam com notas altas nos vestibulares das instituições de ensino superior públicas e alcançam médias elevadas no PAS e no Enem. Os/as estudantes do DF são os que mais conseguem sair direto do Ensino Médio para as universidades federais públicas no país.
Quanto ao pagamento dos dias cortados, a comissão de negociação continua batalhando a audiência de conciliação das partes no Judiciário. O Governo do Distrito Federal (GDF) tem mantido a decisão de cumprir a ordem judicial, porém, aguarda a reunião de conciliação para pôr em execução uma Folha Suplementar com a inclusão dos valores descontados. Assim que o Sinpro-DF tiver mais informações sobre isso, irá divulgar no site. Confira fotografias das escolas no primeiro dia da reposição das aulas:
(Fotos: Arquivo do Sinpro-DF/Ecom)
Para a Greve Geral, Sinpro organiza plenárias dos dias 24 a 26 de abril
Jornalista: Luis Ricardo
Trabalhadores(as), estudantes e movimentos sociais de todo o país vão parar no dia 28 de abril. A paralisação, organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), é uma resposta aos ataques promovidos pelo governo de Michel Temer contra os brasileiros. Entre estes ataques estão a terceirização sem limites, aprovada na Câmara Federal no dia 22 de março, a Reforma Trabalhista e a Reforma da Previdência, que estão em tramitação no Congresso Nacional.
A iniciativa foi construída com o conjunto das centrais sindicais e é mais uma ação estratégica contra a onda de retrocessos que tomou conta do Brasil desde o golpe que tirou a presidenta Dilma Rousseff do poder. “Transformaremos abril num mês de lutas. Sairemos às ruas, como fizemos nos dias 8 e 15 de março, para denunciar e repudiar a reforma da Previdência, que pretende acabar com a previdência pública no Brasil. Sairemos novamente às ruas para denunciar e repudiar a reforma Trabalhista, que rasga a CLT e gera o trabalho precário”, afirma a CUT.
Para organizar a Greve Geral no Distrito Federal, o Sinpro realizará plenárias em várias escolas públicas nos dias 24, 25 e 26 de abril. “Nós precisamos barrar os retrocessos golpistas, pois o que eles estão nos propondo nos coloca antes do século 19. Eles vão desempregar milhões de trabalhadores, vão jogar fora a democracia e fechar todos os sindicatos. Temos que resistir de vermelho, amarelo, azul, de branco, de preto, todas as cores, resistir unificados para proteger a classe trabalhadora”, salienta o presidente da CUT, Vagner Freitas.
Confira os locais e horários das plenárias: 24 de abril
Santa Maria – CEE (19h)
Plano Piloto – Sede do Sinpro (19h)
25 de abril
Planaltina – Subsede (9h, 14h e 19h)
Paranoá – CEDEP (19h)
Samambaia – Subsede de Taguatinga (19h)
Recanto das Emas – Auditório do CEF 301 ( 19h)
Ceilândia – Escola Parque de Ceilândia (19h)
26 de abril
Sobradinho – CEF 05 (19h)
Taguatinga – Subsede (19h)
Núcleo Bandeirante – CEMNB (19h)
Programa Alternativo mostra 1º Festival de Música da Unidade de Internação Santa Maria
Jornalista: Luis Ricardo
O 1º Festival de Música do Núcleo de Ensino da Unidade de Internação de Santa Maria (UISM/CED 310) será o destaque do Programa Alternativo deste sábado (22). O festival faz parte da culminância do projeto pedagógico RAP (Ressocialização, Autonomia e Protagonismo), organizado pela escola.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 12h30, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Professores(as) estão incluídos na campanha de vacinação contra gripe
Jornalista: Luis Ricardo
Teve início nesta segunda-feira (17) a campanha nacional de vacinação contra a gripe. A inclusão dos(as) professores(as) na campanha foi obtida graças à incessante luta do Sinpro em prol da saúde da categoria. Graças às constantes reivindicações feitas pelo sindicato desde 2009, após a pandemia de gripe suína no país, os professores da rede pública de ensino estão incluídos no público prioritário de vacinação contra a gripe deste ano.
Os(as) professores(as) podem procurar os postos de saúde no Distrito Federal a partir do dia 24 de abril para serem vacinados. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 2,3 milhões de professores de escolas das redes pública e privada devem ser imunizados nos postos de saúde de todo o país. A Agência Brasília informou que nem todos os postos de saúde do DF serão utilizados para vacinação. A Agência Brasil também informou que a vacinação dos professores terá início nos dias 3 e 4 de maio, mas segundo informações obtidas pela Secretaria de Saúde do DF, os educadores podem se vacinar a partir do dia 24 de abril, já que esta semana outros grupos tem prioridade para a vacinação.
Para a diretora da Secretaria de Saúde do Sinpro Gilza Camilo, a inclusão dos professores na campanha de vacinação representa uma grande vitória. “Desde 2009 lutamos para que a categoria fosse incluída nesta campanha, já que a gripe acaba adoecendo muita gente. Isto é fruto da luta que temos travado em prol da saúde destes profissionais que se dedicam diariamente por uma educação pública de qualidade”, analisa a diretora.
A vacina permite a proteção contra os vírus A(H1N1), H3N2 e influenza B. Como os vírus são mutantes, a composição da vacina é feita somente depois da indicação da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre as cepas (variações dos vírus) que circularam com mais frequência nos últimos meses na região. Segundo a OMS, em 2016 a cepa do vírus A(H1N1) foi alterada, o que levou à produção de uma nova composição para a campanha deste ano.
Ceilândia terá ato público contra a Reforma da Previdência. Participe!
Jornalista: Leticia
No domingo (23), o MOPOCEM (Movimento Popular por uma Ceilândia Melhor) organiza um ato público contra a Reforma da Previdência proposta pelo governo Temer. O ato será às 9h, na Praça da Feira Central da cidade.
Essa reforma é uma dura medida contra todos os trabalhadores (as) deste país. Sua proposta dificulta o acesso ao benefício previdenciário e permite que a renda seja rebaixada a níveis inimagináveis. A contribuição por 49 anos ininterruptos e a definição de idade mínima de 65 anos para homens e mulheres são medidas impossíveis de serem cumpridas. Há situações em que o valor pago pelo benefício será menor que o salário mínimo. Especialistas dizem que será o fim do sistema público de previdência social. E deixa claro a verdadeira intenção deste governo: entregar de bandeja o sistema que é público para a iniciativa privada.
Participe do ato!