Acampamento dos aposentados no Buriti repercute na mídia

A vigília dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados em 2015 e 2016 – que buscam uma solução do GDF para o passivo trabalhista das licenças-prêmio – tem repercutido na mídia e mostra à sociedade do Distrito Federal como o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) trata os servidores públicos.
Matéria publicada no Jornal de Brasília desta sexta-feira (25/11) traz destaque para a questão.
aposentados_gdf_jbr1
A publicação enfatiza a falta de respeito que tem marcado a administração Rollemberg, assim como o descumprimento da legislação local e a incapacidade do governador em manter negociações abertas.
A vigília da categoria docente teve início na segunda-feira (21/11) e não tem data para terminar.

Apesar da chuva e da pressão do GDF, aposentados resistem e mantêm vigília no Buriti

A vigília pelo pagamento da pecúnia da licença-prêmio aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais recém-aposentados(as) permanece no Palácio do Buriti. Apesar da pressão do governo Rollemberg (PSB), que colocou a polícia para expulsá-los do corredor lateral do prédio do palácio, e da forte chuva e frio desta quinta-feira (24), eles e elas permanecem firmes no acampamento.
Nem mesmo a chuva e o frio desta noite de quinta-feira (24) dispersaram a resistência. Muitos professoras(es) que foram impedidos por grades e seguranças de se acomodarem nas barracas situadas no corredor vão ficar ao relento, na chuva. Não estão dispostos a desistirem da luta e muito menos de abrirem mão de seus direitos conquistados. Alguns ficaram sitiados no prédio do Anexo do Palácio do Buriti durante a chuva e, outros, que tinham ido em casa buscar materiais de higiene foram impedidos de adentrar o acampamento.
A situação é de resistência e de permanência. Os(as) aposentados(as) estão dispostos a manter o acampamento e a fortalecer ainda mais a pressão contra o governo que, além de desrespeitar os direitos e a lei, agora vai deixá-los(as) debaixo de chuva e suscetíveis a raios porque quer reprimir uma manifestação legítima contra a sonegação de direitos.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF lembra que esta luta é de toda a categoria e convida a todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da ativa a visitarem o acampamento e a integrarem ao protesto.
Professor(a), a unidade da categoria e a participação de todos e todas são os elementos essenciais que promovem direitos e asseguram vitórias! Venha para o acampamento! Fortaleça a luta de nossa categoria: nenhum direito a menos!
Confira fotos:

Diretoria parabeniza a categoria pela eleição direta para diretor e pela luta por gestão democrática

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convida os(as) novos(as) diretores(as) eleitos(as) para gerir escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal para uma reunião na sede do sindicado em dezembro. A eleição se encerrou nessa quarta-feira (23) e a gestão começa com a posse do(as) eleitos(as), no dia 2 de janeiro de 2017, para um mandato de três anos.
Ainda sem data definida, a reunião será o momento em que a diretoria irá apresentar a posição que a categoria docente delegou ao sindicato defender sobre a gestão democrática e eleições de diretores e também dar as boas-vindas aos(às) novos(as) eleitos(as) e aos(às) reeleitos(as).
Os(as) dirigentes sindicais do sindicato parabenizam a categoria pelo resultado do processo eleitoral e pela luta para assegurar a gestão democrática nas escolas públicas. O balanço final da diretoria é o de que o pleito transcorreu dentro da normalidade esperada e que os problemas foram pontuais. Nessa quarta-feira se encerrou a primeira etapa do processo eleitoral: a eleição de diretores e vice-diretores. A partir desta quinta-feira (24), inicia-se a etapa de recursos que vai até 5 de dezembro.
Nesse período, as chapas perdedoras poderão ingressar com recursos se acharem que há problemas no processo. Após isso, o Governo do Distrito Federal (GDF) irá divulgar a lista dos eleitos. Depois dessa divulgação, o Sinpro-DF irá convidar os(as) diretores(as) eleitos(as) para uma conversa.
“Enquanto membros da categoria, queremos que a gestão prossiga respeitando o critério da democracia e iremos deixar claro para os(as) novos(as) gestores(as) a nossa posição sobre o processo da gestão democrática durante todo o mandato deles e delas, considerando que boa parte dos(as) eleitos(as) são companheiros(as) militantes da categoria”, afirma Élbia Almeida, diretora da Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade do sindicato.
A diretora lembra que a comunidade escolar reconhece e até já se apropriou dessa política. “Para nós, a gestão democrática é considerada um elemento fundante, uma vez que ela desatrela a intervenção e a ingerência do Estado nas relações de trabalho que ocorrem dentro da escola”, avalia Élbia. Ela diz também que “é importante observar que, na luta de classe, nada é casual e a eleição de diretores ocorreu dentro do previsto na lei porque nós, professores e professoras, não abrimos mão desta conquista”.
Polyelton Lima, diretor de Finanças do sindicato, afirma que “as ações pedagógicas nas escolas devem ser pautadas pela democracia, pelo respeito às diferenças e pela valorização integral do ser humano. Nesse sentido, a gestão democrática é a principal ferramenta da comunidade escolar para fazer valer as diversas vozes existentes. Só com a democracia conseguiremos construir uma educação pública de qualidade”, finaliza.
 

Sinpro-DF e CNTE participam dos “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres

O Sinpro-DF e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), por intermédio das suas Secretarias de Mulheres, somaram-se à campanha mundial de combate à violência contra a mulher intitulada “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher”.
Mundialmente, a campanha começa no dia 25 de novembro – Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher – e prossegue até o dia 10 de dezembro – Dia Internacional dos Direitos Humanos. Contudo, no Brasil, ela extrapola os 16 dias e começa no dia 20 de novembro – Dia Nacional da Consciência Negra.
A campanha surgiu na Europa, em 1991, e rapidamente ganhou adesão de quase todos os países do mundo. Atualmente, mais de 160 países integram o movimento e todo ano apresentam uma temática sobre violência.
Este ano, a proposta da sociedade civil é a promoção de uma reflexão sobre o enfrentamento à violência sexual por meio da desconstrução de práticas cotidianas que reproduzem comportamentos machistas, vivenciados por homens e mulheres.
“Neste momento em que as instituições de defesa da mulher e de combate à violência de gênero e diversidade estão sendo atacadas e desmontadas pelo governo federal, é importante que os movimentos sociais, em especial, o de mulheres resgatem e fortaleçam as ações de enfrentamento à violência e ao feminicídio”, afirma Berence D’Arc, diretora do Sinpro-DF e diretora executiva da CNTE.
Ela diz que os “16 Dias de Ativismo” marcam a posição das mulheres sobre o problema da violência. “E aí lembro que nossa categoria é formada em sua maioria por professoras – é importante que as professoras participem das atividades”.
A diretora destaca que é fundamental lembrar o fato de que, enquanto os movimentos integram a campanha dos “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, o Brasil sofre uma das maiores violências de sua história: o golpe de Estado.
“Temos uma democracia conquistada, mas, nas instituições formais e governamentais, há hoje uma posição de repúdio às organizações de movimentos sociais e uma posição de governo muito forte de desmonte de toda e qualquer ação que fortaleça a luta das mulheres, dos LGBTs, do movimento negro, incluindo aí o ataque ao currículo escolar, por meio da Lei da Mordaça Escola sem Partido, o qual tem tentado retirar da educação o debate de gênero”, afirma Berenice.
A secretária de Raça e Gênero da CNTE, Isis Tavares Neto, informa que a Confederação orientou os seus sindicatos filiados a jogar peso na Campanha do Laço Branco, que também faz parte da “16 Dias de Ativismo” e foi criada por um grupo de homens canadenses que se indignaram com o massacre da Escola Politécnica de Montreal para mostrar que existem homens que repudiam o sexismo e as práticas violentas contra as mulheres.
A Campanha do Laço Branco culmina no dia 6 de dezembro, data que marcou o dia em que Marc Lepine, um jovem de 25 anos, invadiu uma sala de aula da Escola Politécnica, numa cidade canadense, e assassinou 14 mulheres, suicidando-se em seguida. Na carta que deixou, o assassino disse que não suportava a ideia de ver mulheres estudando engenharia, um curso considerado tradicionalmente dirigido ao público masculino.

Vigília de aposentados prossegue sem data para terminar no Buriti

Professores(as) e orientadores aposentados(as) continuam em vigília no Palácio do Buriti, mesmo com todas as tentativas do Governo do Distrito Federal em acabar com a manifestação pacífica. O objetivo da vigília – iniciada na segunda-feira (21) – é fazer com que o governo apresente uma proposta sobre o pagamento da pecúnia daqueles que se aposentaram em 2015 e 2016. Desde julho de 2015 a categoria tenta negociar com o GDF o pagamento desses passivos, em vão. E o número de afetados pelo não pagamento só aumenta, vez que todos os meses mais educadores se aposentam.
Para fortalecer o movimento, desde as primeiras horas da manhã desta quinta-feira (24) o porquinho está na Praça do Buriti. As visitas fazem parte da campanha #RollembergMente, que vai chegar nas escolas de todas as cidades do Distrito Federal e pontos estratégicos da Capital, protestando contra os calotes e mentiras de Rollemberg e contra a falta de pagamento das pecúnias dos 1.190 professores e orientadores que se aposentaram desde 2015.

 whatsapp-image-2016-11-24-at-15-42-15

Segundo a diretora da Secretaria de Assuntos de Aposentados do Sinpro, Sílvia Canabrava, até o momento o GDF não apresentou nenhuma proposta de pagamento das pecúnias de licenças-prêmio. “Convocamos toda a categoria para comparecer e fortalecer a vigília. Sem luta não há vitória”, explica a diretora.
 
 
 
 

Calote de Rollemberg para terceirizados da limpeza e merendeiras prossegue

img-20161125-wa0011O governador Rollemberg continua tratando mal a educação pública no DF. Em virtude do calote ao não pagar os prestadores de serviço que trabalham em muitas escolas, tanto no fornecimento de merenda, como na limpeza em geral, as escolas estão sofrendo com a sujeira, por culpa do GDF. A greve é justa, estes trabalhadores estão passando dificuldades, pois o pagamento do salário e do tíquete alimentação eram para ser realizados no último dia 8.
No CEF Telebrasília, em Riacho Fundo, o mau cheiro é evidente nas salas de aula, que estão com as lixeiras lotadas. Sem merenda, a escola oferece biscoitos aos (às) alunos(as). “Está complicado dar aula. Minha turma não teve aula de educação física hoje, porque a professora estava limpando os banheiros. Os coordenadores, os monitores de turmas mais velhas também ajudam. Mas apoiamos a greve. Eles trabalharam e não receberam o salário, portanto ela é justa”, diz Wilson Fonseca, professor da escola.
img-20161125-wa0009Professores comentavam que a Regional de Ensino proibiu a escola de suspender as aulas. Mas em algumas salas, o volume de lixo era grande pelo chão. Mosquitos e baratinhas aparecem em torno da sujeira e nas paredes. Em algumas salas, o mau cheiro é forte. Os alunos reclamam. Uma estudante, em virtude de alergia, teve que ir pra casa mais cedo. “Até os estudantes se oferecem para ajudar na limpeza. Nós temos que nos dividir para limpar as salas entre um turno e outro”, comenta Josiane Cavalcante, professora da escola.
Outro problema recorrente é a falta de água e o abastecimento insuficiente não está relacionado com o racionamento que está se iniciando em algumas regiões administrativas. “Sempre foi assim, a água chega, acaba e mais tarde, retorna”, diz Josiane. Questionados, todos os alunos do 5° ano de uma sala de aula disseram que não puderam beber água após o recreio, pois não tinha. Ao final das aulas, apesar da vazão pequena, os(as) estudantes puderam matar a sede.
img-20161125-wa0010A greve é necessária, são cerca de 3500 trabalhadores (as) que estão sendo prejudicados e não conseguem sequer pagar as contas do mês. O GDF precisa agir para garantir as condições sanitárias destas escolas. Os (as) profissionais da limpeza e as merendeiras precisam ser valorizados (as). Educação de qualidade se faz com um ambiente escolar limpo e com o fornecimento regular de merenda. Pague o que deve para os(as) trabalhadores(as), Rollemberg!
Créditos das fotos: Prof. Josiane Cavalcante / CEF Telebrasília

Campanha #RollembergMente chega em Brazlândia

A exemplo da visita do porquinho a Samambaia, nesta terça-feira (22), o boneco inflável esteve nesta quarta-feira (23), em Brazlândia. As visitas fazem parte da campanha #RollembergMente, que vai chegar nas escolas de todas as cidades do Distrito Federal e ficará posicionado em pontos estratégicos e em frente a uma das escolas da cidade.
Hoje, às 10h30, o porquinho foi posicionado na Praça do Laço, em frente ao Centro Educacional 02 de Brazlândia. Às 14h ele foi colocado em frente ao CED 03, onde ficará até o final do dia. Para o diretor do Sinpro Alberto de Oliveira, a recepção por parte da comunidade escolar e da população está sendo muito boa. “Entregamos panfletos e máscaras do porquinho à comunidade e a aceitação foi excelente. No período da manhã estava havendo eleição para diretor e na saída do turno os estudantes fizeram uma grande festa quando viram o boneco. Todos perguntando o porque do porquinho, qual o significado, e pudemos explicar que estávamos protestando contra os calotes e mentiras de Rollemberg”, explicou o diretor do Sinpro.
A ida da campanha para as regiões administrativas foi aprovada na última Assembleia Geral da categoria. Além da panfletagem, o Sinpro-DF pôs o carro de som para rodar em Brazlândia com o slogan e o jingle.
_dsc2138  _dsc2156
 
Fotos: Deva Garcia

Seminário Reforma do Ensino Médio e Semestralidade é neste sábado (03)

O Sinpro convoca a categoria, em especial os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais do ensino médio, para participar do Seminário Reforma do Ensino Médio e Semestralidade, que acontece neste sábado (03), na sede do Sindicato. Clique aqui e faça já a sua inscrição.  Entre as palestrantes está a professora da Universidade Federal do Paraná, Mônica Ribeiro da Silva.
O debate e entendimento por parte da categoria é de grande importância, já que o governo ilegítimo de Michel Temer tem dado como argumento para as mudanças, a “falência do ensino médio brasileiro”. Com isto está impondo, com uma Medida Provisória, uma forma de acabar com o pensar social do estudante, já que no bolo das “mudanças” consta a retirada de Artes, Sociologia, Filosofia e Educação Física da grade curricular. Ao estreitar a formação básica e retirar disciplinas que dão a oportunidade do estudante a pensar e debater a importância da construção do ser social, o governo antecipa a entrada do estudante na formação profissional com prejuízo para aquela formação básica.
Segundo a diretora do Sinpro Berenice Darc, a ideia do seminário é discutir a forma de organização que deve ser adotada em toda rede pública do Distrito Federal até 2018. “É importante a participação de todos e todas no momento que discutimos uma MP que define, antidemocraticamente, a organização do Ensino Médio, deixando de fora disciplinas importantes para a formação do ser social. Segundo o PDE, esta organização deve ser feita em semestralidade. Este debate deverá ser amplo para que a categoria faça uma construção democrática da forma de organizar o ensino médio”, explica Berenice.
Conheça a programação do evento:
ensino_medio
 

Audiência pública nesta quinta debaterá Orçamento 2017 para a educação

Nesta quinta-feira (24), haverá audiência pública no auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), às 10h, para debater a previsão orçamentária da educação para o ano de 2017, apresentada pelo governo Rodrigo Rollemberg (PSB).
A audiência é o momento que a categoria tem para conhecer o conteúdo do Projeto de Lei nº 1.260/16 – Projeto de Lei Orçamentária Anual 2017 (PLOA) – e verificar o quanto o governo destinou para a educação.
O deputado distrital Wasny de Roure (PT), que promove a audiência, irá apresentar a parte do PL referente à educação e verificar se os recursos destinados irão cobrir toda a despesa do setor, como, por exemplo, a progressão salarial prevista no Plano de Carreira, a contratação dos professores e orientadores educacionais aprovados em concurso, a realização de novos concursos e, sobretudo, se o Governo do Distrito Federal (GDF) irá cumprir a Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE).
A categoria terá até o dia 14 de dezembro para pressionar os deputados a apresentarem emendas que atendam às necessidades da escola pública e da categoria porque a CLDF tem até o dia 15 de dezembro para aprovar ou não essa proposta do governo.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca a categoria para participar e lembra que somente a unidade e a presença fortalece a luta e assegura conquistas.
 

“Noite do Pijama” leva emoção e pedagogia ao CEI 210 de Santa Maria

 
Uma noite inesquecível marcou para sempre a vida das crianças que estudam no Centro de Educação Infantil (CEI) 210, de Santa Maria. Elas participaram da nona edição da “Noite do Pijama” – um projeto da escola que põe em prática o exercício da autonomia, da independência, da socialização e outras habilidades que constam do Currículo da Educação Infantil do Distrito Federal.
A Noite do Pijama reuniu na escola, na noite de 18 de novembro, mais de 70 crianças, que participaram de várias atividades desenvolvidas a partir das 19h, com a chegada das crianças, e encerramento às 8h do dia seguinte, com um delicioso café da manhã como despedida e compartilhado com as crianças e suas famílias.
“É uma noite fantástica, cheia de alegrias e surpresas”, diz Dhara Cristiane de Souza, coordenadora pedagógica da escola. Na programação desta edição, houve uma sessão de contação de história com a professora Ivone, da CRE de Santa Maria; um jantar; uma apresentação teatral com adaptação da história “Cadê meu travesseiro”, de Ana Maria Machado (feita por Ana Rosa, a vice-diretora).
Houve também um desfile de pijama, mesa de doces à vontade, sala de dança, show de mágica (com a orientadora educacional Ione e sua filha Ludmila), ceia, guerra de travesseiros e outras brincadeiras. “A noite parecia não ter fim para tanto encantamento. As crianças se divertiram muito e tenho certeza que levarão essa noite em seus sonhos por toda a vida”, afirma a coordenadora pedagógica.
Ela conta que “amanhecer na escola e poder compartilhar de tantos momentos entre colegas não tem preço, ainda mais quando tudo fica melhor com a chegada das famílias que, em coro, deram um ‘bom dia’ às suas crianças com a música ‘Fico assim sem você’, de Adriana Calcanhoto”.
Dhara diz que nesta edição da Noite do Pijama, a emoção foi total e tomou conta da escola e de toda equipe do CEI 210. “Somos uma equipe forte que acredita na educação pública de qualidade para todos e todas”.

Acessar o conteúdo