Governo coloca a PM para acabar com vigília de aposentados no Buriti
Jornalista: sindicato
Professores(as) aposentados(as) participantes da vigília no Palácio do Buriti foram cercados – nesta quarta-feira (23) – pela Polícia Militar, que tenta acabar com a manifestação pacífica.
Sem argumentos ou disposição para negociar, a PM – por orientação do GDF – está impedindo que alimentos básicos cheguem aos(as) aposentados(as) que realizam vigília no Palácio do Buriti. A ordem também é a de não deixar a volta daqueles(as) que saírem do acampamento por alguma razão, e asfixiar o movimento.
No entanto, a diretora da Secretaria de Assuntos de Aposentados do Sinpro, Sílvia Canabrava, disse que “não há a menor disposição em deixar o local”.
A ideia da vigília – iniciada na segunda-feira (21) – é fazer com que o governo apresente uma proposta sobre o pagamento da pecúnia daqueles que se aposentaram em 2015 e 2016. Desde de julho de 2015 a categoria tenta negociar com o GDF o pagamento desses passivos, em vão. E o número de afetados pelo não pagamento só aumenta, vez que todos os meses mais educadores se aposentam.
Os aposentados apenas exigem o cumprimento da lei, com o efetivo pagamento das pecúnias da licença-prêmio.
Comunidade escolar vai às urnas nesta quarta-feira (23)
Jornalista: sindicato
Estudantes, pais, professores, orientadores educacionais e servidores da rede pública de ensino vão eleger hoje os diretores e vices das 667 unidades escolares do Distrito Federal.
O pleito começou às 7h30 e vai até às 21h30. Esta será a terceira vez que a comunidade escolar participa de eleições diretas para os cargos.
Os eleitos cumprirão mandato de três anos, a partir de 2 de janeiro de 2017.
De acordo com o diretor da secretaria de Finanças do Sinpro, Polyelton de Oliveira, as eleições são um passo de toda a gestão democrática. “Os eleitos terão a responsabilidade de conduzir as comunidades escolares pelos próximos três anos. São deles as tarefas de promover a integração e a participação da comunidade escolar, de propor e planejar ações que incorporem demandas da comunidade nos projetos pedagógicos da escola, entre outras funções”, disse.
Para Polyelton hoje também será uma aula de democracia, “pois os estudantes são incentivados a participar; o que não deixa de ser um processo pedagógico também”.
O resultado final das eleições será divulgado no dia 16 de dezembro pela Secretaria de Educação.
"16 Dias de Ativismo pela Não Violência contra as Mulheres" começa nesta quinta (24)
Jornalista: Maria Carla
Nesta quinta-feira (24), Dia Internacional da Não Violência contra as Mulheres, data em que marca a abertura da campanha internacional intitulada “16 Dias de Ativismo pela Não Violência contra as Mulheres”, o Sinpro-DF irá participar de atividade da CUT Brasília de combate à violência doméstica.
As Secretarias de Mulheres da CUT Brasília e de seus sindicatos filiados irão realizar a ação na Rodoviária do Plano Piloto, a partir das 17h, com panfletagem, bate-papos, apresentações culturais e outras ações que visam a informar o máximo de mulheres trabalhadoras que estiverem no local.
Haverá entrega de material impresso para esclarecimento sobre os tipos de violência que acometem as mulheres, tais como as violências moral, psicológica, patrimonial, física, sexual e outras que a Lei Maria da Penha prevê. Um grupo de rappers da periferia do Distrito Federal, formado somente por mulheres, irá se apresentar com um RAP intitulado “Maria da Penha”. A música aborda o problema da violência contra a mulher.
“Será uma atividade diversificada, cultural, de conscientização e de alerta para que as mulheres do DF e do Entorno, as que mais transitam pela Rodoviária, possam conhecer o tema e se precaver, bem como ter um momento de formação e informação para combater a violência doméstica, o que é algo que pode acontecer com ela mesma, com a filha, a mãe, a irmã, a amiga, a vizinha”, diz Vilmara Carmo, coordenadora da Secretaria para Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro-DF.
A diretora informa que as Secretarias de Mulheres da CUT e dos sindicatos filiados planejam realizar uma ação grande e positiva e que a deputada Érika Kokay (PT), única deputada federal da capital do país na Câmara dos Deputados, também estará presente na linha de frente do combate à violência contra a mulher. Para conhecimento:RAP é a sigla de um gênero musical que surgiu na Jamaica nos anos 1960 e foi levado ainda na década de 1970 para os bairros pobres de Nova Iorque, Estados Unidos. A sigla significa Rhythm and Poetry (RAP) que, em português, quer dizer “ritmo e poesia”. É um discurso rítmico com rimas e poesias e constitui um dos pilares fundamentais da cultura hip hop.
Confira a seguir um breve histórico sobre a campanha internacional intitulada “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”: Pelo fim da violência contra a mulher em 16 Dias de Ativismo
Audiência pública sobre Caso Gracinha nesta terça (23), na Câmara dos Deputados
Jornalista: Maria Carla
Nesta quarta-feira (23/11), às 10h, haverá Audiência Pública, na Câmara dos Deputados, para debater o “Caso Gracinha”. O evento ocorrerá no Auditório Freitas Nobre, situado no subsolo do Anexo IV.
Organizada pela Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos Humanos das Mulheres e pela Comissão Permanente de Defesa dos Direitos da Mulher, com apoio da Comissão Permanente de Direitos Humanos e Minorias, a audiência pública visa a dar visibilidade ao caso Gracinha e exigir reparação imediata a ela e às filhas, bem como a todas e todos os/as quilombolas do país. Entenda o caso:
Em 2014, o Ministério Público de Santa Catarina decidiu, a partir de uma denúncia anônima, retirar a guarda das filhas da senhora Maria das Graças de Jesus, quilombola da comunidade Toca de Santa Cruz, localizada no Município de Paulo Lopes, na região sul do estado.
De acordo com denúncia do Movimento Negro Unificado (MNU), o processo, que agora corre em segredo de justiça, “atropelou os direitos individuais da mãe, das crianças e das populações quilombolas”.
O MNU afirma que a decisão judicial que retirou a guarda das crianças, uma de cinco e outra de três anos, foi justificada pelo fato da senhora Graça ser analfabeta e “descendente de escravos”, alegando ainda que “sua cultura não prima pela qualidade de vida e é inerte em relação aos cuidados básicos de saúde, higiene e alimentação.”
As alegações são contestadas por amigos e familiares da mãe, e por militantes do movimento negro, que afirmam que as crianças frequentavam escola e estavam com as vacinas em dia. Descrita no processo como “deficiente mental, promíscua, incapaz e indigente”, dona Gracinha, como é conhecida, foi proibida recentemente de visitar as filhas, que estão abrigadas na Casa Lar Chico Xavier, no município de Biguaçu.
De acordo com sua advogada, a sentença que estabelece a proibição foi proferida pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina, em audiência realizada no dia 1º de setembro e até o momento a defesa não teve acesso ao acórdão da decisão para que possa recorrer.
Ao longo do processo, foi requerida a oitiva de um antropólogo, procedimento previsto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em casos que envolvam comunidades tradicionais. O pedido foi negado pela Justiça, que sugeriu, em contrapartida, que família substituta das crianças não seja de origem quilombola, questionando inclusive a autodeclaração da mãe e o próprio reconhecimento da comunidade Toca de Santa Cruz.
As violações sofridas por dona Gracinha ao longo do processo vem sendo denunciadas e repudiadas por militantes do movimento negro, antropólogos, juristas e defensores de direitos humanos, sem que haja uma solução para o caso até o presente momento.
A realização da presente Audiência Pública visa dar visibilidade ao caso e exigir reparação imediata à Dona Gracinha, às suas filhas, e à tod@s @s quilombolas do país.
Marcha Mundial das Mulheres no DF realizará encontro para discutir o golpe
Jornalista: Maria Carla
A Marcha Mundial das Mulheres no Distrito Federal convida a todas para um encontro de formação intitulado “O golpe e a vida das mulheres”, a ser realizado no dia 26 de novembro, a partir das 9h, no Sindsep-DF.
A programação do encontro conta com rodas de conversa sobre o significado do golpe na vida das mulheres e como o feminismo se consolida como estratégia de resistência permanente contra o avanço neoliberal e a retirada de direitos.
Haverá também uma oficina de batucada feminista e debate sobre estratégias de intervenção. O Sindsep-DF está situado no SBS (Setor Bancário Sul) – Quadra 1 – Bloco K.
As organizadoras do encontro pedem a quem for participar levar contribuições para um lanche coletivo. No almoço serão servidas refeições a preços populares.
A campanha #RollembergMente vai chegar nas escolas de todas as cidades do Distrito Federal. A visita do porquinho às regiões administrativas começou na manhã desta terça-feira (22), em Samambaia, quando o boneco inflável foi posicionado em pontos estratégicos e em frente a uma das escolas da cidade.
Às 6h, o porquinho estava posicionado na saída de Samambaia com a BR-060 e, mais tarde, no horário de saída de turno, foi colocado na entrada da Escola Classe 604, na qual os/as estudantes receberam panfletos e máscaras que contam, em seus textos, as mentiras de Rollemberg.
A ida da campanha para as regiões administrativas foi aprovada na última Assembleia Geral da categoria. Além da panfletagem, o Sinpro-DF pôs o carro de som para rodar em Samambaia com o slogan e o jingle.
No final da tarde e no início do turno noturno a panfletagem foi feita no Centro de Ensino Fundamental 404 de Samambaia.
Confira, a seguir, fotos da atividade e vídeo da campanha.
Créditos da galeria: ECOM
Após reunião com GDF, aposentados decidem manter vigília no Buriti
Jornalista: Maria Carla
Depois de várias ameaças do Governo do Distrito Federal (GDF) de proibir a entrega de refeição e água aos/às aposentados/as em vigília no Palácio do Buriti, diretores do Sinpro-DF foram recebidos, na manhã desta terça-feira (22), para tratar do acampamento instalado no corredor externo do prédio. Após esse encontro, os/as aposentados/as decidiram manter a vigília até que o governo Rollemberg resolva o pagamento da pecúnia da licença-prêmio às centenas de professores/as e orientadores/as educacionais aposentados/as em 2015 e em 2016.
Na reunião, Sampaio disse que não há recursos financeiros nos cofres do GDF e que existem três formas que, juntas, poderão reunir os valores necessários para efetuar os pagamentos. A primeira seria captar dinheiro advindo da ampliação do Refis-DF; a segunda, da repatriação que o governo federal deverá repassar ao DF; e, a terceira, receita proveniente de um encaminhamento que o GDF irá fazer na semana que vem e, sobre a qual, o chefe da Casa Civil não soube esclarecer e nem explicar do que se trata.
Sampaio disse ainda que se esses três encaminhamentos forem bem-sucedidos o GDF terá recursos financeiros para pagar também o salário de dezembro e o terço de férias de toda a categoria, bem como a pecúnia da licença-prêmio de todos/as que se aposentaram no ano de 2015 até 31 de dezembro de 2016. Ele garantiu ainda que a pecúnia da licença-prêmio dos 1.181 professores/as e orientadores/as educacionais que se aposentaram em 2016 não cairá em exercício findo e que os recursos financeiros para esse pagamento estão assegurados na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2017.
Os/as dirigentes sindicais do Sinpro-DF e os/as aposentados/as em vigília convocam a categoria para integrarem a luta e participar ativamente da vigília em horário de coordenação, folga ou outro. A diretoria colegiada informa que a participação é importante e fundamental para assegurar a vitória desta luta.
“É impossível aceitarmos essa atitude do governador do DF em relação ao cumprimento da Lei 840, que institui o pagamento da pecúnia dos professores e orientadores que se aposentaram e não usufruíram da licença-prêmio enquanto estavam em atividade. Por essa razão, exigimos que ele respeite os/as aposentados/as e pague o que lhes é de direito”, disse Sílvia Canabrava, coordenadora da Secretaria para Assuntos dos Aposentados.
A diretoria colegiada convoca todos e todas que estiverem de folga, abono, coordenação a comparecer à vigília e dedicar um pouco do seu tempo a esta luta. E esclarece que o não pagamento da pecúnia da licença-prêmio é a dupla negação de um direito conquistado pelos/as servidores/as do DF e assegurado na Lei Complementar 840/11.
“Hoje somos nós, aposentadas e aposentados, que estamos aqui, reivindicando esse direito que tanto lutamos para assegurá-lo em lei, mas, amanhã, serão os que estão na ativa. Por isso é imprescindível a participação de todos e todas”, alerta Delzair Amancio, diretora da Secretaria para Assuntos dos Apostentados.
A diretoria lembra ainda que essa atitude do governo Rollemberg é uma ameaça concreta a esse direito, o qual foi negado, a vida toda, aos/às professores/as com a alegação de que não há substitutos. Após muita luta, o Sinpro-DF conseguiu garantir reverter o direito sonegado em pecúnia impressa em lei vigente e, agora, o governo Rollemberg o nega mais uma vez.
“É por isso que chamamos de recalote e convocamos, urgentemente, a toda a categoria para fortalecer esta luta e vir para o Palácio do Buriti participar da vigília”, afirma Meg Guimarães, diretora da Secretaria de Formação Sindical.
TV Comunitária desta terça debate as eleições diretas para diretor e vice nas escolas
Jornalista: Luis Ricardo
A Gestão Democrática e as eleições para diretor e vice nas escolas públicas do Distrito Federal será o tema de debate do programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (22). A Lei n° 4.751/12 instituiu a Gestão Democrática no Sistema de Ensino do Distrito Federal e garantiu as eleições diretas para as direções das escolas ocorrendo nesta quarta-feira (23).
Para falar um pouco mais sobre o tema foram convidados os diretores do Sinpro Polyelton de Oliveira e Elbia Pires.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17 horas, no Canal 12 da NET. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programa a baixo). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.
Programação:
Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30
PM impede que alimentos cheguem aos acampados no Buriti
Jornalista: sindicato
Sem argumentos ou disposição para negociar, a Polícia Militar – por orientação do GDF – está impedindo que alimentos básicos, como água e pão, cheguem até os(as) professores(as) aposentados(as) que realizam vigília no Palácio do Buriti.
A ordem também é a de não deixar a volta daqueles(as) que saírem do acampamento por alguma razão, e asfixiar o movimento.
No entanto, a diretora da Secretaria de Assuntos de Aposentados do Sinpro, Sílvia Canabrava, disse que “não há a menor disposição em deixar o local sem que sejamos recebidos e que nos deem uma satisfação”.
Leia também >>> Vigília de aposentados prossegue sem data para terminar no Buriti
>>> Professores aposentados fazem vigília permanente no Palácio do Buriti Aguarde mais informações.
Vigília dos aposentados prossegue sem data para terminar no Buriti
Jornalista: sindicato
Acampados desde a segunda-feira (21/11), cerca de 40 professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) mantêm a vigília no Palácio do Buriti. O movimento não tem data para terminar e a tendência é a de que mais educadores se juntem, reforçando o protesto.
A ideia da vigília é fazer com que os(as) aposentados(as) sejam recebidos pelo governador Rollemberg (PSB) ou por algum secretário de governo que realmente possa dar uma posição e apresentar uma proposta sobre o pagamento da pecúnia daqueles(as) que se aposentaram em 2015 e 2016. Desde de julho de 2015 a categoria tenta negociar com o GDF o pagamento desses passivos, em vão. E o número de afetados pelo não pagamento só aumenta, vez que todos os meses mais educadores se aposentam.
De acordo com a diretora da Secretaria de Assuntos dos Aposentados do Sinpro, Sílvia Canabrava, “não queremos ser recebidos pelo assessor do assessor. Queremos conversar com alguém que efetivamente resolva a situação”, disse.
Na manhã desta terça-feira (22), em resposta ao capitão Ney, da segurança do Buriti, que pedia aos professores para desmontar as barracas, Sílvia foi categórica: “Assim como não podemos ficar aqui, os professores não podem ficar sem receber aquilo que lhes é devido, que deveria ter sido pago em até 60 dias após a aposentadoria, conforme determina a lei”.
A diretora solicita aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais que, nos horários de folga e/ou de coordenação, participem também da vigília. “Essa é uma luta da categoria, e não apenas dos aposentados. Quem está em atividade hoje futuramente estará aposentado e esperamos que não tenha que passar por esta situação”, disse.
Em solidariedade aos aposentados em vigília, o deputado distrital Wasny de Roure (PT) disse que “depois que se aposenta, parece que a pessoa não tem valor nenhum”.
Além da diretora Sílvia, os diretores do Sinpro Claúdio Antunes, Luciana Custódio, Gabriel Magno e Delzair Amâncio passaram a noite no local.
>>> Leia também: Professores aposentados fazem vigília permanente no Palácio do Buriti Fotos: Deva Garcia