Canal da Educação desta segunda (21) debate as eleições diretas para diretor e vice nas escolas

A Gestão Democrática e as eleições para diretor e vice nas escolas públicas do Distrito Federal será o destaque do Canal da Educação desta segunda-feira (21). A Lei n° 4.751/12 instituiu a Gestão Democrática no Sistema de Ensino do Distrito Federal e garantiu as eleições diretas para as direções das escolas ocorrendo nesta quarta-feira (23).
Para falar um pouco mais sobre o tema foram convidados os diretores do Sinpro Polyelton de Oliveira e Elbia Pires. Tire suas dúvidas sobre as eleições ao vivo. O programa, apresentado quinzenalmente, vai ao ar às 20h, ao vivo, no site do Sinpro e na TopTV Brasil.
A produção e apresentação são do jornalista Valdir Borges. Perguntas podem ser enviadas ao vivo, através do próprio site do Sindicato (o vídeo disponibilizará um espaço para interação) ou por mensagens via WhatsApp, no número (61) 98162-0065.
Confira aqui a entrevista dada pelo diretor Polyelton sobre a Gestão Democrática.

II Conferência Distrital de Educação será neste sábado (26). Participe!

O Fórum Distrital de Educação (FDE), órgão colegiado formado por representantes do Estado e da Sociedade Civil, e a Secretaria de Educação do DF realizarão no dia 26 de novembro, na EAPE (907 Sul), a II Conferência Distrital de Educação (II CDE). Uma das novidades desta Conferência é a participação de representantes de cada segmento das unidades de ensino do Distrito Federal, além de delegados de toda comunidade escolar do DF: estudantes, pais, mães, responsáveis, professores(as) e orientadores(as) educacionais, conselheiros e gestores de políticas educacionais.
A II CDE terá a mesma pauta debatida pela categoria durante a Conferência de Educação realizada em junho de 2016, e terá como objetivo assegurar ampla participação no debate e aprimoramento dos projetos que constam no Plano Distrital de Educação (PDE). Para isto, o Fórum Distrital de Educação (FDE) desenvolveu minutas de projetos de lei sobre o Sistema Distrital de Ensino (SDE), o Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF), a Lei de Responsabilidade Educacional (LRE), além de minuta que dispõe sobre os critérios de Custo Aluno Qualidade Inicial (CAQi) e Custo Aluno Qualidade (CAQ).
É fundamental a participação de todos e todas para garantir que o resultado das propostas da Conferência realizada em junho, que inclusive estão no documento base que será debatido, não seja descaracterizado. “Acreditamos que após a 2ª Conferência todos os PL’s chegarão com mais respaldo e força à Câmara Legislativa do DF”, analisa o diretor do Sinpro Júlio Barros, ressaltando a importância de dar voz à toda comunidade escolar. O diretor reforça que cada escola tem direito a dois delegados: um para ser retirado entre professores(as) e/ou funcionários(as), e outro entre estudantes e pais/mães/responsáveis. O modelo da ata está no link do FDE (página 7).
Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que tiverem reposição no dia 26 de novembro terão a liberação (Afast) assegurada. É importante lembrar que o Fórum Distrital de Educação vai garantir a efetivação dos delegados suplentes para a conferência deste sábado.

Prazo para entrega da documentação está acabando

O prazo para entrega da documentação da GAEE 2012 está se encerrando. Professores (as) sindicalizados (as) devem entregá-la, juntamente com a comprovação da GAEE 2012, até o dia 19 de dezembro, na sede ou subsedes do Sinpro-DF. Após isso, essas ações começam a prescrever mês a mês.
A diretoria colegiada do sindicato lembra que o GDF se nega a pagar a Gratificação de Atividade de Ensino Especial (GAEE) e que essa gratificação é um direito previsto na Lei nº 5.105/13 (Plano de Carreira do Magistério Público do Distrito Federal), em vigor, para turmas com estudantes especiais. Por causa disso, há alguns anos, o Sinpro-DF tem assegurado, pela via judicial, o direito à percepção desse direito.
Assim, orienta a todos e todas que tenham direito à GAEE referente ao ano de 2012, bem como professores e professoras que tenham esse direito a receber relativamente aos anos de 2013 a 2015, a entregar, urgentemente, a documentação a fim de que o sindicato possa executar a judicialização.
Não deixem para última hora para não perder um direito conquistado.
O professor(a) deverá comparecer ao departamento jurídico do Sinpro (Sede e das Subsedes) com a seguinte documentação:
(IMPRIMIR E PREENCHER COM CANETA AZUL OS DOCUMENTOS NO FINAL DO TEXTO, OU PEGAR NO SINPRO):
Cópia do CPF e RG
COMPROVANTE DE ENDEREÇO
FICHA FINANCEIRAS DO ANO 2012 (retirar no site gdfnet.df.gov.br)
03 ÚLTIMOS CONTRACHEQUES ATUAIS (gdfnet.df.gov.br)
CÓPIA DE CERTIFICADOS DE CURSOS DESTINADOS A ATUAREM COM ALUNOS ESPECIAIS,(se houver)
DECLARAÇÃO FORNECIDA PELA ESCOLA ONDE O PROFESSOR LECIONOU NO ANO 2012
 
                                             MODELO
A DECLARAÇÃO TERÁ DE COMPROVAR QUE O (a) PROFESSOR (a) LECIONOU EM TURMAS COM ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS – INCLUSIVA, NO ANO 2010 E DEVERÁ CONSTAR O PERÍODO EM DIAS, DE(18/02/2____ a 20/12/____), A FIM DE ATENDER A DETERMINAÇÃO JUDICIAL REFERENTE AO PROCESSO.
EXEMPLO:
Declaramos para os devidos fins que o (a) servidor (a) Nome, matrícula 00.000-Y, trabalhou nesta Instituição de Ensino, em Regime de Regência de Classe com turma inclusiva de portadores de necessidades especiais segundo as informações abaixo:
Período
Série/ Turma
Aluno (a)
Laudo da(o)  Aluna(o)
 
Brasília, _____de___________________de 20_____
            LOCAIS PARA ENTREGA DOS DOCUMENTOS (de segunda a sexta)
SEDE – Setor de Indústrias Gráficas das 8h às 17h fones: 3343/4215, 3343/4216,3343/4218,33434222
SUBSEDE TAGUATINGA
CNB 4 LOTE 03 LOJA 01 ED. FORNOVO – das 8h às 17h – fone: 3562/4856
SUBSEDE GAMA
ED. ALTENATIVO CENTER AE 20/21  das 8h às 17h – fone 3556-9105/ 3384-8476
SUBSEDE PLANALTINA
AV. INDEPENDENCIA Q. 5 LOTE 18 – VILA VICENTINA
das 8h ás 17 horas – fone 3388-5144
 
GENTILEZA IMPRIMIR E PREENCHER COM CANETA AZUL OS DOCUMENTOS ABAIXO:
PROCURAÇÃO DA GAEE PAPEL TIMBRADO (UMA CÓPIA)
DECLARAÇÃO PAPEL TIMBRADO (UMA CÓPIA)
CONTRATO DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS (UMA CÓPIA)
AUTORIZACAO DE RETENCAO DE DEZ POR CENTO (UMA CÓPIA)

Professores aposentados fazem vigília permanente no Palácio do Buriti

Cerca de 40 professores(as) aposentados(as) começaram nesta segunda-feira (21) uma vigília permanente no Palácio do Buriti. O protesto é para que o GDF encerre o calote e enfim pague a pecúnia dos(as) professores(as) que se aposentaram em 2015 e 2016. O governador Rollemberg começou a dar o calote no meio do ano passado e o número de afetados pelo não pagamento só aumenta. Além dos 309 que não receberam em 2015, neste ano já são mais 1178 na mesma situação.
“Esta vigília não tem hora para acabar. Queremos ser recebidos pelo governador, ou pelo secretário da Casa Civil. Desejamos propostas, estamos cansados de enrolação, pois o GDF sempre estabelece prazos, mas nada é resolvido, o dinheiro não é depositado. A situação dos(as) professores(as) é peculiar, se difere das outras categorias, pois nós não fazemos poupança com essas licenças prêmio, pois não pudemos gozá-las. Elas ficaram para a aposentadoria. Não é justo um pagamento estimado em 60 dias para o depósito, não ser efetuado um ano e meio depois”, diz Marilange Vianna, diretora da Secretaria para Assuntos dos Aposentados do Sinpro.
É preciso que o governo do DF pare de enrolar e faça uma proposta séria para que o problema se resolva. O Sinpro chama os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais a participarem da vigília, nos horários de folga e/ou de coordenação. Este problema não é apenas de quem está se aposentando, portanto toda a categoria deve estar atenta e mobilizada para que esta situação seja solucionada.
Créditos da foto: Joelma Bonfim / Sinpro


 

Ao chegar à escola, professora vê sua sala infestada por larvas


A professora Cláudia do Nascimento Tolentino levou um grande susto na manhã desta segunda-feira (21/11) ao chegar à EC Bela Vista (São Sebastião), onde leciona. Ela se deparou com larvas tomando a escola.
De acordo com a docente, a escola – que recebe cerca de mil alunos por dia, com idades entre 4 e 12 anos – está sem limpeza desde a quinta-feira passada. O pessoal terceirizado responsável paralisou as atividades devido ao atraso, por parte do GDF, de mais de dez dias para o recebimento dos seus salários e tíquete alimentação deste mês.
Segundo o Sindiserviços-DF, sindicato que representa os terceirizados, não há previsão para a volta dos trabalhadores. Mesmo assim, as aulas na EC Bela Vista estão mantidas por determinação da Regional de Ensino, que pediu aos(às) professores(as) da escola “darem um jeito” na situação.
O caso é de total desrespeito com professores e estudantes, que não podem ficar expostos a um ambiente insalubre desta maneira. Apesar da boa vontade de todos, o lixo está se acumulando rapidamente – o que originou a infestação das larvas.
Amanhã, terça-feira, a escola vai funcionar em horário reduzido.

GDF convoca reunião para dizer o mais do mesmo

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O Governo do Distrito Federal continua sem dinheiro. Essa foi a síntese feita pelo secretário de Fazenda do DF, João Fleury, em reunião com dirigentes de diversas categorias de servidores, na tarde desta sexta-feira (18/11).
O secretário mostrou em planilhas e gráficos a evolução das receitas e despesas, apresentando a posição do caixa do GDF e a situação financeira do DF. A conclusão, sem novidades, é a de que continuam faltando verbas ao governo – segundo Fleury.
Na reunião, o Sinpro foi representado pelos diretores Cléber Soares, Gabriel Magno, Manoel Alves, Samuel Fernandes e Rosilene Corrêa.
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A avaliação dos diretores foi a de que dizer que não há dinheiro não é suficiente. “O que o governo deveria fazer era apresentar soluções e ações para resolver um problema que está posto; que são os calores nas categorias; a melhoria dos serviços públicos – que estão a cada dia mais precarizados -, ou seja, o Executivo precisava mostrar o que ele efetivamente pretende fazer para governar o Distrito Federal e cuidar da sua população. Infelizmente, essa foi mais uma reunião para dizer que o governo não tem dinheiro, ou melhor, para dizer que é incompetente e não dá conta de governar”, enfatizaram.
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Cléber Soares destacou que não é possível manter reuniões todos os meses, ou todas as semanas, para ouvir as mesmas coisas. O diretor lembrou que o pessoal da educação está com os salários congelados desde março de 2015, amargando uma perda salarial de 18%. “O governo atual está voltando a uma época na qual nós acumulávamos perdas salariais. O que nós conseguimos avançar em governos anteriores o governo Rollemberg está subtraindo. E simplesmente não adianta apresentar planilhas mostrando a falta de dinheiro”, disse.
O dirigente lembrou que a categoria está em contagem regressiva, na iminência de uma greve logo primeiro dia letivo de 2017 e que alguma atitude precisa ser tomada a curto prazo, até o final do ano, para resolver a situação.
Se, no início de 2017, o discurso for o mesmo, “o GDF estará impondo à sociedade uma greve, lembrando que greve de professores não é contra a comunidade escolar, mas em favor do Distrito Federal”, finalizou Cléber.
O secretário Fleury respondeu lacônico: “Greve não faz aparecer dinheiro”. Será mesmo?
Fotos: Deva Garcia

O desafio da Gestão Democrática

No próximo dia 23 de novembro, as comunidades das escolas públicas do Distrito Federal elegerão os diretores e vice-diretores para o triênio 2017/2019. Inicialmente, esse processo eleitoral parece tratar apenas de uma questão técnica/pedagógica. No entanto, engana-se quem pensa dessa forma. A gestão democrática deve ser uma ferramenta de defesa das liberdades e do livre pensamento.
Diferentemente dos últimos anos, esse processo também será responsável pela organização da categoria e dos trabalhadores nas próximas décadas. As equipes eleitas não terão apenas a prerrogativa de organizar administrativa e pedagogicamente as escolas. Mais do que isso: terão a responsabilidade de defender a democracia e promover junto aos alunos a capacidade de reflexão crítica.
Há alguns anos, as direções das escolas eram indicadas pelos governos e representavam diretamente o secretário de educação. Com a aprovação da lei 4.751/12, as comunidades escolares passaram a escolher diretamente as equipes gestoras. Essa mudança fortaleceu a luta da categoria nas escolas e deu mais autonomia na construção do Projeto Político Pedagógico.
Em tempos de ataques aos direitos dos trabalhadores e das camadas mais pobres da sociedade, a escola deve ser uma verdadeira trincheira contra quaisquer tentativas de supressão de direitos, contra as reformas indesejadas e contra a falta de diálogo dos governantes. Portanto, as escolas também são responsáveis pela consolidação da democracia no nosso país. Não podemos aceitar retrocessos.
Nesse sentido, as escolas precisam ampliar o debate da gestão democrática, promovendo a pluralidade de ideias e o respeito às diferenças. Só com uma educação pública de qualidade teremos uma sociedade mais justa e preparada para enfrentar quaisquer situações que ameassem os direitos dos trabalhadores.
Nessa perspectiva, visando a defesa da democracia nas escolas, as direções eleitas deverão assumir o compromisso com a comunidade, assegurando a autonomia da escola, a defesa da diversidade e da pluralidade de ideais e, acima de tudo, lutar pela garantia de uma educação pública que faça pensar e que promova a ascensão social de todos. Só assim conseguiremos enfrentar os ataques que estão por vir.
Confira as listas com as Chapas Homologadas

Aposentados preparam novas ações para receber a pecúnia das licenças-prêmio

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Professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados nos anos de 2015 e 2016 se reuniram na manhã desta quarta-feira (16/11), no auditório do Sinpro. O objetivo do encontro foi traçar novas estratégias para que o Governo do Distrito Federal pague as licenças-prêmio em pecúnia, um direito da categoria assegurado em lei.
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De acordo com a diretora da Secretaria de Assuntos dos Aposentados, Delzair Amancio, a reunião de hoje se deu pela necessidade da redefinição de um calendário e de estratégias de luta que consigam fazer com que o GDF cumpra a Lei 840/2011 e pague, ainda, este ano, as licenças-prêmio não usufruídas em pecúnia para os(as) aposentados(as). Delzair ressaltou que o governo “tem dificuldade em cumprir Leis e tem demonstrado, reiteradamente, um total desrespeito com os(as) aposentados(as)”.
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“Precisamos continuar denunciando o governador Rollemberg (PSB), exigindo que ele pague o passivo trabalhista a esses profissionais, que estão sendo lesados duas vezes: quando estavam em sala de aula e não puderam usufruir da licença-prêmio; e agora, aposentados(as), quando não recebem as respectivas pecúnias. Não vamos desistir. Continuaremos na luta, pressionando, até que todos e todas recebam o que lhes é de direito”, destacou a diretora Silvia Canabrava.
A diretora Marilange Vianna sintetizou o encontro. “O sentimento de todos(as) os(as) presentes a esta reunião era um só: estamos indignados e sabemos que sem luta não há conquistas. Vamos continuar as nossas mobilizações até que Rollemberg faça a coisa certa e respeite os direitos da categoria”.
Fotos: Joelma Bonfim/Sinpro

Espaço Educador Chico Mendes reafirma-se como referência em educação socioambiental

Ao longo do tempo, o Espaço Educador Chico Mendes – localizado na Chácara do Professor, em Brazlândia – tornou-se referência em educação socioambiental, indo além de ações pontuais de sustentabilidade .
Naquele espaço, o Sindicato tem realizado uma série de oficinas e seminários com o propósito de oferecer uma troca e difusão de conhecimento e práticas ambientalistas saudáveis para a comunidade escolar, movimentos sociais e universidades.
O espaço foi construído a partir de tecnologias de construção que resgatam práticas ambientalmente corretas, utilizadas ao longo da história de ocupação do território brasileiro pelo homem, como taipa pilada, pau a pique, superadobe.
O local possui sistemas agroflorestais, trilhas com identificação das espécies vegetais, sanitários compostáveis, reservatórios para captação das águas de chuvas que, combinados com o suporte profissional necessário, oferecem múltiplas possibilidades para o desenvolvimento de atividades educativas.
Em julho de 2015, ocorreu a primeira oficina de sensibilização de professores sindicalizados no Espaço Educador Chico Mendes. A partir daí, as atividades se sucederam, tornando os docentes aptos para transmitir os conhecimentos adquiridos aos estudantes de suas escolas no próprio espaço – habilitados a trazê-los para vivências próximas à natureza.
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“É muito importante essa sensibilização, para que todos conheçam a área, a questão da bioconstrução e todo o espaço vivencial da Chácara. Paralelamente, o Sindicato vem demonstrando o compromisso com a educação socioambiental, com a educação pública de qualidade e com a qualidade de vida”, enfatizam os diretores do Sinpro. O objetivo é preparar a categoria a buscar uma educação eco-pedagógica e cobrar do Estado o seu dever de cumprir a Lei nº 3.833, que define a política de educação ambiental nas escolas do DF.
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Confira matéria publicada na Revista Brasil Atual sobre o Espaço Chico Mendes >>> Ao cerrado, com carinho, mestres dedicam projeto de educação ecológica no DF




Sinpro negocia com SEDF e reposições das paralisações já podem ser realizadas

A Comissão de Negociação do Sinpro entrou em contato com a Secretaria de Educação e negociou os dias das paralisações da última semana (10 e 11 de novembro). Portanto, a categoria já está autorizada e pode se organizar para fazer a reposição a partir de agora.
 

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