Categoria comemora o Dia do Professor ao som de Paula Toller
Jornalista: Luis Ricardo
Vários professores(as) e orientadores(as) educacionais celebraram o Dia do Professor com uma grande festa. Ao som de Paula Toller, a categoria presente na já tradicional Festa do Professor, realizada no Net Live Brasília, cantou e dançou com os sucessos da cantora, que ganhou projeção como vocalista da banda Kid Abelha. Também se apresentaram a dupla sertaneja Bonni e Belluco e os DJs Black Roque, Groover e Thaís Katze, que animaram a categoria até a madrugada na tenda eletrônica.
Apesar do clima de alegria e congraçamento, o sentimento era de muita luta contra toda tentativa de retrocesso que a educação e os educadores têm sofrido no Brasil. “O momento é de muita luta, mas também de comemorar o nosso dia. Apesar de estarmos vivendo um momento muito difícil, a categoria tem muito que comemorar porque é uma categoria guerreira, que não foge à luta. É uma data para reforçarmos este espírito de luta e de coletividade que vamos precisar para enfrentar este momento. Esta festa é também uma forma de mobilização”, explica a coordenadora da Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro, Thaís Romanelli.
Após embalar a categoria com vários sucessos da carreira a cantora disse que ficou muito feliz por ter sido convidada para fazer a Festa dos Professores, em comemoração ao Dia do Mestre. “Tive alguns professores que marcaram toda a minha vida e foram tão importantes como meus pais, meus avós. O magistério é uma profissão nobre. O professor deve ser valorizado. Qualquer país desenvolvido tem nos professores um valor muito grande. Acho que tudo que fizermos no Brasil para valorizar esta categoria é maravilhoso e aí sim, teremos um belo futuro pela frente”, ressalta Toller.
Sinpro convoca a categoria para mobilização contra a PEC 241
Jornalista: Leticia
Uma comissão especial da Câmara Federal aprovou o parecer favorável ao texto-base da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que institui o Novo Regime Fiscal, com teto de gastos para o governo federal. Com a aprovação na comissão, o texto segue agora para consulta em Plenário, com previsão de votação para segunda-feira (10). Apesar de intensos protestos de parlamentares da oposição e segmentos populares e sindicais, a votação resultou num placar de 23 votos favoráveis e sete contrários.
O momento agora é de união do povo brasileiro contra a PEC da desigualdade que trará, caso seja aprovada em plenário, uma série de prejuízos aos trabalhadores. Além de representar o desmonte do Estado, já que abandona a Saúde, a Educação, assistência social e todos os demais projetos sociais sem dinheiro por 20 anos, além de congelar os salários. É diante da gravidade que esta Proposta traz para o futuro dos trabalhadores e do Brasil que o Sinpro pede para todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que estiverem de coordenação ou folga na segunda-feira (10), que compareçam à concentração que a CUT está chamando para pressionar contra a aprovação definitiva da PEC. A concentração será às 15h, em frente ao Anexo II.
Contrário à manobra imposta pelo governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB), o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) afirma que esta PEC é totalmente inconstitucional. “A Constituição Federal trata direitos e garantias individuais como cláusulas pétreas. O que está em jogo aqui é o direito à vida, o direito à saúde, é a dignidade da pessoa humana. Portanto, por contrariar a cláusula pétrea, por contrariar o princípio que veda, que proíbe o retrocesso social, por contrariar uma série de princípios constitucionais, temos que impedir a aprovação desta PEC”, analisa o parlamentar, convocando a população a falar com o maior número de parlamentares para que votem contra a esta PEC no Plenário. “É preciso que os deputados votem, em plenário, naquele destaque que tira da PEC os gastos em Saúde, Educação e gastos sociais. Se houver mobilização podemos vencer, como já vencemos outras iniciativas muito importantes”, argumenta Molon.
Além dos prejuízos nas áreas da Educação e Saúde, a PEC 241 ainda rasga vários direitos e garantias da Constituição Cidadã de 1998. Destrói direitos como aposentadorias, salários jutos e valorização do salário mínimo; elimina direitos do povo e impede a construção de uma sociedade justa e solidária; fere acordos internacionais firmados pelo Brasil para manter políticas de combate à desigualdade, à pobreza e à violência; impede os novos governos eleitos de implementar seus programas econômicos escolhidos nas urnas pelo povo; congela por 20 anos a competência do Poder Legislativo para definir todo ano os gastos, através das leis do orçamento; e submete estados e municípios à vontade ditatorial do governo federal, deixando governadores e prefeitos de mãos atadas. “Não podemos permitir isto. Se for aprovada, o trabalhador terá menos hospitais, vagas nas escolas para seus filhos, não terá aumento real de salário, além de menos benefícios. É um retrocesso sem tamanho. Não aceitaremos isto”, afirma a diretora do Sinpro Nilza dos Santos.
Em mais um sinal de conspiração contra o povo brasileiro e com o objetivo de conseguir os votos que ainda precisa para aprovar a PEC da desigualdade, Michel Temer está oferecendo um jantar neste domingo (09) para 400 parlamentares. O objetivo é cobrar dos deputados fidelidade e voto a favor da PEC da desigualdade.
O tempo é curto e neste momento é crucial que todos e todas se mobilizem e lutem contra mais esta cilada colocada contra o povo brasileiro. Neste momento é importante que todos entrem nos perfis do Facebook dos deputados de Brasília, mandem e-mails e exijam um voto de rejeição contra a PEC.
Segue abaixo os perfis e e-mails dos parlamentares do Distrito Federal:
Professor do Ceilândia necessita de doadores de sangue
Jornalista: sindicato
O professor Rogério, do CEF 30 de Ceilândia, está precisando de doadores de sangue de qualquer tipo para o cunhado, Wanderley Soares.
Ele está internado na UTI do Hospital Anchieta, em Taguatinga, e precisa de transfusões com urgência.
As doações podem ser agendadas pelo telefone 3346-9788.
Vamos ajudar!
PEC 241 pode ir à votação hoje (10). Concentração às 15h na Câmara
Jornalista: sindicato
Ao que tudo indica, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241 deverá ir à votação nesta segunda-feira (10) no plenário da Câmara dos Deputados.
Na parte da manhã, não houve sessão. Mas os trabalhos deverão ser iniciados à tarde, conforme informaram dirigentes do Sinpro-DF presentes no Congresso. Por isso mesmo, a concentração dos trabalhadores será às 15h, em frente ao Anexo II.
Diante da gravidade que esta Proposta traz para o futuro dos trabalhadores e do Brasil que o Sinpro-DF pede para todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que estiverem de coordenação ou folga na segunda-feira (10), que compareçam à concentração que a CUT está chamando para pressionar contra a aprovação definitiva da PEC.
O momento agora é de união do povo brasileiro contra a PEC da desigualdade que trará, caso seja aprovada em plenário, uma série de prejuízos aos trabalhadores. Ela representa o desmonte do Estado, já que abandona a Saúde, a Educação, assistência social e todos os demais projetos sociais sem dinheiro por 20 anos, além de congelar os salários.
Para saber mais, leia >>> Sinpro convoca a categoria para mobilização contra a PEC 241
Concurso de Remanejamento: confira seus dados até segunda-feira (10)
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro informa que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais terão como prazo final para conferir os dados do Concurso de Remanejamento esta segunda-feira (10). Aqueles(as) que forem participar devem entrar no sistema da Secretaria de Educação do DF (SEE) e verificar se o número de dias, as habilitações e as cargas horárias conferem com a realidade funcional do professor ou orientador.
Quem discordar de algum dos dados lançados deve entrar com recurso até o dia 10 de outubro. Depois desta data teremos a divulgação dos recursos e a classificação geral será gerada a partir das informações fornecidas, assim como as classificações e dados de entrevistas.
Programa Alternativo entra no clima da educação ambiental
Jornalista: Luis Ricardo
O Programa Alternativo deste sábado (08) mostra o lançamento do livro Faço, Separo, Transformo. A obra, escrita pelos professores Marcelo Capucci e Marcos Linhares, conta como um professor e um estudante conseguem mudar a eles mesmos e contagiar a todos sobre como viver melhor com o lixo, a natureza e as pessoas ao redor, todas elas, incluindo os chamados seres invisíveis do dia-a-dia, como catadores e garis.
Com temática voltada para a educação ambiental, Capucci diz que trazer a temática ambiental para a vida escolar como algo real, foi algo maravilhoso por registrarmos inquietudes tão comuns e necessárias.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Estudantes do CED 3 de Brazlândia paralisam contra reforma do Ensino Médio
Jornalista: Maria Carla
Protesto dos(as) estudantes CED 03, em Brazlândia
Mais de 50 estudantes do Ensino Médio do turno matutino do Centro Educacional 03 (CED 03), em Brazlândia, realizaram piquete e iniciaram uma greve estudantil, nesta sexta-feira (7/10), contra a Medida Provisória (MP) 746/2016 – que reformula e piora o Ensino Médio ao retirar as disciplinas filosofia, sociologia, artes, geografia e educação física do currículo escolar.
No entendimento dos (as) estudantes, a MP infringe a Constituição Federal ao retirar deles o direito ao conhecimento e, da sociedade, o de uma educação socialmente referenciada. “O objetivo dos(as) estudantes é que não haja aula em nenhum turno, incluindo aí o noturno, no qual há estudantes da EJA. É uma greve estudantil. Não irão ficar no interior da escola durante o fim de semana, mas, a partir de segunda-feira haverá piquetes com suspensão de aula contra a MP. Também planejam montar uma grade horária de aulas diferentes sobre o movimento”, afirma Alberto Ribeiro, diretor da Secretaria de Saúde do Sinpro-DF.
O diretor informa que o entendimento dos (as) estudantes é o de que o governo visa a retirar deles disciplinas importantes, de cunho esclarecedor, de acabar com a alienação. “Eles e elas avaliam que o governo não eleito visa a diminuir, com isso, a criticidade de todo o corpo discente de escolas públicas, diminuir a informação e o senso crítico”.
O CED 03 é a segunda escola pública do Distrito Federal que paralisa suas atividades pedagógicas por causa da mobilização dos (as) estudantes contra a MP do Ensino Médio. A primeira foi o Centro de Ensino Médio (CEM) 414, em Samambaia. Mais de 30 estudantes ocuparam a instituição desde terça-feira (4/10). Jucimeire Barbosa (Meire), diretora de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF, visitou a ocupação nesta sexta-feira (7) e conta que o movimento dos estudantes está crescendo e se fortalecendo.
O Sinpro-DF tem acompanhado as ocupações e monitorar a segurança e necessidades dos estudantes em ocupação. “Os (as) estudantes têm resistido. Eles e elas contam com a presença constante dos (as) professores (as), pais e mães, e de outros (as) estudantes tanto do CEM 414 como de outras escolas. Durante as visitas, eles e elas pedem o fortalecimento do movimento deles”, conta Meire.
GDF não paga 13º dos aniversariantes pelo terceiro mês seguido
Jornalista: Maria Carla
Pelo terceiro mês consecutivo, o Governo do Distrito Federal (GDF) não deposita o 13º dos aniversariantes do mês juntamente com o salário.
Nesta sexta-feira (7), o pagamento do funcionalismo foi depositado sem o 13º dos aniversariantes de setembro.
Nos dois meses anteriores, o governo só depositou esse direito na noite do dia 13, ficando disponível no 14. Contudo, desta vez não deixou nenhuma previsão de data para pagamento.
A comissão de negociação do Sinpro-DF está tentando contatar o GDF para maiores informações.
Dia Letivo Temático discute reforma do ensino médio, gestão democrática e Lei da Mordaça
Jornalista: sindicato
Esta sexta-feira (7/10) está sendo especial nas escolas da rede pública do Distrito Federal. Hoje é Dia Letivo Temático para discutir, com a comunidade escolar, o tema das eleições para direção das escolas – por sugestão da Secretaria de Estado da Educação (SEEDF).
Como o assunto perpassa por outros que atingem em cheio a atividade pedagógica, a vida trabalhista dos(as) profissionais do magistério público, o direito do(a) estudante ao acesso ao conhecimento e o direito social à educação pública, a diretoria colegiada do Sinpro-DF sugeriu a discussão de três grandes temas que estão na pauta nacional e distrital da Educação: a reforma do ensino médio, a gestão democrática e a Lei da Mordaça.
Em algumas escolas, o Sinpro-DF foi chamado para conversar com a comunidade sobre esses temas.
No Centro Educacional (CED) 1 do Cruzeiro Velho, o diretor de finanças do Sindicato, Polyelton de Oliveira Lima, falou para cerca de 300 estudantes dos três anos do Ensino Médio. A ideia foi mostrar e discutir como essas iniciativas vão impactar não apenas a escola, mas a sociedade como um todo.
De acordo com o dirigente, os três temas estão relacionados, um complementa o outro, pois são frutos de um mesmo pensamento conservador e de adeptos do neoliberalismo.
“Com a reforma do ensino médio haverá uma forte segmentação entre a escola de pobres e a dos ricos. Todo aquele trabalho com vistas à preparação básica para o mundo do trabalho e à cidadania, que hoje é realizado, será perdido com o ensino propedêutico versus o ensino profissionalizante, que prepara o cidadão apenas para o mercado de trabalho – um ensino acrítico e formador apenas de mão de obra. Isso sem falar na retirada de disciplinas obrigatórias, como educação física, educação artística, sociologia e filosofia”, disse.
Em um país que recém promoveu uma Olimpíada e uma Paralimpíada, retirar a educação física como componente obrigatório é, no mínimo, contraditório. “A sociologia tem a função de interpretar a sociedade, identifica o estudante no mundo para que ele possa também se identificar; e a filosofia estabelece o pensamento crítico, reconstrói valores. A educação artística diz respeito à sensibilidade e a uma maneira de também interpretar o mundo. Se o foi proposto pelo governo Temer se efetivar o prejuízo será muito grande”, analisou o diretor.
Polyelton abordou também o corte de gastos para a educação (Prouni, FIES, Ciência sem fronteiras, Brasil Alfabetizado); fim do ENEM e do ingresso nas Universidades Públicas. Lei da Mordaça – O dirigente destacou que, como parte deste pacote de medidas conservadoras, um dos objetivos é atingir setores organizados da sociedade, tendo a educação como primeiro alvo. “O projeto Escola sem Partido, a conhecida Lei da Mordaça, estabelece uma série de critérios e abre uma ofensiva contra o professor. Imagine um professor não poder tratar de diversidade dentro de sala de aula ou ter que excluir determinados conteúdos?”, indagou Polyelton.
O bate-papo se encerrou com um debate sobre a gestão democrática, que amplia a participação da comunidade escolar e dá autonomia para as escolas – uma gestão onde todos os segmentos têm participação (pais, estudantes, professores e servidores).
O diretor do Sinpro-DF destacou que com essas interferências na educação vindas de cima para baixo, sem nenhuma discussão – como a mudança do ensino médio – a possibilidade de se mexer em outros pontos, como a gestão democrática, é muito grande. “E se mexerem no ensino médio hoje, amanhã poderá ser a vez de outras modalidades do ensino”.
Os professores do CED 01 Marco Antônio Domingos de Oliveira e Cilene Pereira falaram sobre a palestra. “A vinda do sindicato para falar sobre esses pontos dá outro tom. Um tom mais vivo e mais incidente. Quando o aluno da escola pública se vê representado pelo seu professor e ele vê que esse professor tem uma organização por trás, a credibilidade é muito maior. São fóruns assim, de baixo para cima, que transformam e aprofundam”, avaliaram.
Laura Maciel Moura e Camila Gomes, alunas do terceiro ano do CED 01, também deram o seu recado. Segundo elas, a conversa foi bem proveitosa, pois “ficamos sabendo o que está acontecendo ao nosso redor sem a interferência da mídia e vemos que nem tudo que ela nos passa é verdade. Isso além de podermos aprofundar o debate e saber o que essas medidas representarão em nossas vidas”. As estudantes ressaltaram a propaganda constante e negativa sobre a escola pública. “Nos é informado, todos os dias, que temos uma educação muito ruim. Mas o que é ruim mesmo é o investimento feito nela; as escolhas erradas do governo. A mídia tenta passar que essas mudanças serão boas, mas sabemos que perder conteúdos não tem nada de bom. Seremos uma sociedade não-pensante, que vive apenas para trabalhar”, finalizaram as jovens.
Os diretores do Sinpro-DF Cléber Soares, Hamilton Caiana, Júlio Barros, Letícia Vieira e Jairo Mendonça também estão percorrendo outras unidades de ensino, em diversas regionais, fazendo o mesmo tipo de abordagem junto à comunidade escolar.
Canal da Educação desta quinta (06) debate a PEC 241 e o desmonte do Estado brasileiro
Jornalista: Luis Ricardo
A PEC 241, proposta que atinge o coração dos investimentos e políticas que beneficiam toda a população, congelando os investimentos públicos em Saúde e Educação, será o destaque do Canal da Educação desta quinta-feira (30). A manobra representa o desmonte do Estado, já que abandona a Saúde, Educação e todos os demais projetos sociais sem dinheiro por 20 anos. A consequência imediata dessa PEC é o congelamento dos salários.
Além dos prejuízos nas áreas da Educação e Saúde, a PEC 241 ainda rasga vários direitos e garantias da Constituição Cidadã de 1998. Destrói direitos como aposentadorias, salários jutos e valorização do salário mínimo; elimina direitos do povo e impede a construção de uma sociedade justa e solidária; fere acordos internacionais firmados pelo Brasil para manter políticas de combate à desigualdade, à pobreza e à violência; impede os novos governos eleitos de implementar seus programas econômicos escolhidos nas urnas pelo povo; congela por 20 anos a competência do Poder Legislativo para definir todo ano os gastos, através das leis do orçamento; e submete estados e municípios à vontade ditatorial do governo federal, deixando governadores e prefeitos de mãos atadas.
A diretora Vilmara do Carmo, da Secretaria de Mulheres do Sinpro, será a convidada e falará sobre o tema. O programa, apresentado quinzenalmente, vai ao ar às 20h, ao vivo, no site do Sinpro e na TopTV Brasil.
A produção e apresentação são do jornalista Valdir Borges. Perguntas podem ser enviadas ao vivo, através do próprio site do Sindicato (o vídeo disponibilizará um espaço para interação) ou por mensagens via WhatsApp, no número (61) 98162-0065.