Vem aí a 22ª Revoada de Pipas da Escola Parque 210/211 Norte. Participe!
Jornalista: Maria Carla
A equipe docente da Escola Parque 210/211 Norte irá realizar a 22ª Revoada de Pipas. O evento está previsto para ocorrer no dia 10 de setembro, sábado, entre 9h e 14h. Nesse período haverá oficina de confecção de pipa e premiação com medalhas, bem como muitas brincadeiras e diversão.
A direção da escola convida a categoria e a comunidade escolar participar e avisa que, quem vier, deverá trazer seu próprio carretel de linha. “A pipa a gente faz aqui”, informa. A equipe alerta para o fato de que é proibido o uso de linha chilena ou com cerol. A diretoria e equipe de professores entendem que “a escola fica mais forte com a participação da comunidade”.
Trabalhadores ocupam a Câmara dos Deputados contra o PLP 257, o PLP 4567 e a PEC 241
Jornalista: sindicato
Mais uma vez, os servidores públicos marcaram presença no Congresso Nacional e se posicionaram contra a PEC 241, o PL 257 e o PL 4567 (Pré-Sal), pressionando os parlamentares.
Os três projetos têm a capacidade de desmontar o serviço público por inteiro, detonar os servidores e contemplar uma concepção de Estado neoliberal, privatista e entreguista. Para se ter uma ideia da gravidade da situação, o PL 4567/16 – de autoria do senador José Serra (PSDB-SP) – retira a principal fonte de financiamento da educação – o pré-sal – e inviabiliza o Plano Nacional de Educação (PNE). Pelo projeto, a obrigatoriedade de atuação da Petrobras deixa de existir como operadora única de todos os blocos contratados pelo regime de partilha de produção em áreas do pré-sal.
O ato de repúdio ocorreu nesta terça-feira, 23, reunindo dirigentes e militantes da CUT, CNTE e Sinpro-DF.
Para a Secretária Geral da CNTE, Marta Vanelli, o que se desenha no Congresso é um quadro perfeito para que direitos sejam retirados e que avanços sejam impedidos. “Esta agenda retrógrada, aliada ao golpe contra a presidente Dilma Rousseff, é na verdade um golpe contra a classe trabalhadora e a democracia. Temos que lutar com veemência contra tantos retrocessos”.
Na mesma linha de raciocínio, a diretora do Sinpro-DF Rosilene Corrêa reforçou a importância de as mobilizações serem mantidas. “É preciso manter a pressão no Congresso e sobre os parlamentares contra a retirada de direitos, com a mobilização para a greve geral”, reforçou.
A secretária nacional de Relações do Trabalho da CUT, Graça Costa, enfatizou que o ataque contra os direitos dos trabalhadores está só começando. Mas deixou claro o recado cutista: “Não vamos permitir que esse governo golpista-interino, juntamente com os seus comparsas deputados golpistas, aprovem medidas que mexam na carreira dos servidores públicos e consequentemente precarizem o atendimento à sociedade. Continueremos na luta, sempre”, garantiu.
As dirigentes reforçaram a necessidade da unidade da classe trabalhadora em torno do Dia Nacional de Paralisação, 22 de setembro, o chamado “Esquenta Greve Geral” – convocado pela CUT.
>>> Leia também: Nenhum direito a menos, rumo à greve geral! (CUT Nacional)
Servidores e terceirizados dizem não às OSs na saúde e educação
Jornalista: sindicato
Debate convocado pelo deputado distrital Chico Vigilante e representantes dos sindicatos de servidores e trabalhadores terceirizados, realizado nesta quinta-feira (18) na Câmara Legislativa do DF, mostrou mais uma vez que é danosa para a população a insistência do governo em inserir as Organização Sociais (OSs) para gerir a saúde e também a educação pública.
O intuito do debate era deixar claro para o cidadão que precisa do SUS e da rede pública de ensino os riscos que estão correndo. A política adotada pelo GDF quer transferir o serviço de saúde pública para Organizações Sociais (OSs), terceirizando a gestão e abrindo caminho para a privatização do serviço público de saúde e educação.
A mesa de debate foi composta por Chico Vigilante, Maria Isabel Caetano, presidente do Sindiserviços; Daisy Amarillio, presidente do Sindicato dos Enfermeiros, e Júlio Barros, diretor do Sinpro. Foram todos unânimes: privatizar é sinônimo de má gestão.
O projeto de lei nº 1186/2016, do Executivo que pretende privatizar a saúde foi discutido e amplamente rejeitado por todos os presentes ao debate. O secretário geral do sindicato dos enfermeiros Jorge Henrique destacou que não só a população sairá prejudicada, mas os trabalhadores da saúde também sofrerão com seus salários rebaixados e condições de trabalho precarizadas.
Para a representante do Sindicato dos Professores (Sinpro) e vice-presidente da CUT Brasília, Meg Guimarães, nessa conjuntura muito difícil para a classe trabalhadora, é de extrema importância colocar esse assunto em discussão e alertar a população. “Viemos aqui para dizer não as OSs e dizer que não aceitamos nenhum tipo de ataque à educação e à saúde públicas”, afirmou Meg.
Para a presidente do Sindicato dos Enfermeiros, a saúde no DF não está pior porque existem servidores. “Eles estão lá todos os dias, segurando as pontas mesmo quando não têm nada o que fazer. Por isso estamos aqui dizendo não às OSs e chamando a população para se esclarecer e combater essa proposta”, declarou Daisy Amarillio.
Também foram chamados para o debate representantes da Secretaria de Saúde e da Casa Civil que representariam o GDF, mas até o fim da sessão nenhum deles compareceu. O que prova mais uma vez que o governo não está disposto a discutir e entender que OSs na saúde e educação são inaceitáveis.
“Do nosso ponto de vista, OS é a destruição do Sistema Único de Saúde. Então não podemos em hipótese alguma aceitar o que está sendo feito pelo GDF. Por isso reunimos a sociedade e os sindicatos para que se tenha um discurso único de não às OSs”, finalizou o deputado Chico Vigilante. Fonte: CUT Brasília
O Centro Interescolar de Línguas (CIL) nº 2 de Brasília está de endereço novo. Funcionando há anos em instalações inadequadas no Setor Leste, o Centro está agora na SHCGN 711, Área Especial – Asa Norte.
Nesta segunda-feira (22), a diretora Marilange da Silva Vianna, da Secretaria de Aposentados do Sinpro, esteve presente à inauguração da nova sede.
Segundo a diretora, a conquista deste espaço é resultado da luta organizada da comunidade escolar e do Sinpro, junto ao GDF, pela melhoria das condições de trabalho e estudo. “Estamos todos de parabéns”, disse.
(*) Lincoln Canto do Nascimento
Em face ao forte ataque aos direitos dos professores, assim como do visível esfacelamento das metas do atual PNE, por meio do imediatismo característico de políticos comprometidos com interesses alheios a uma política pública para a educação nacional em longo prazo, trago esta reflexão acerca da escola que nós professores da rede pública de ensino queremos construir para a educação nacional.
É revoltante observar a inviabilização de uma política pública a longo prazo para a educação nacional, assim como o esfacelamento das metas do atual PNE, na contramão do viés progressista longamente debatido nas comunidades escolares. Em contraponto ao visível retrocesso podemos citar a internacionalmente elogiada Escola da Ponte, divulgada pelo professor Antônio Nóvoa, escola pública portuguesa de ensino fundamental premiada pelos resultados de aprendizagem, uma comunidade de aprendizagem respeitada também aqui no Brasil.
Esta escola nos permite entender que é em comunidade que percebemos o indivíduo nascendo inserido nos valores e contexto coletivamente construídos, tendo de se adaptar à coletividade para existir e ser aceito, participando das atividades e decidindo o futuro com seus concidadãos. Segundo Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, estas relações comunitárias são criadas em um ambiente que constrói um vínculo significativo entre os sujeitos, difícil de ser rompido e quando rompido doloroso isto se torna. Podemos observar, nesta escola portuguesa, a alteração de uma organização do trabalho escolar, a qual reviu as práticas educativas questionando suas convicções, incomodando acomodados e fazendo surgir um novo conceito relacional, dentro de uma organização de conhecimento, de espaço e de tempo comunitário, colocando em evidência o trabalho em equipe no ambiente educacional.
Suas características mais importantes nos levam a pensar o desafio da inclusão, principalmente quando busca garantir as mesmas oportunidades educacionais e de realização pessoal para todos os sujeitos da comunidade escolar, promovendo a autonomia e a solidariedade, operando transformações nas estruturas de comunicação entre a escola e os responsáveis dos alunos, e buscando intensificar a parceria entre instituições e agentes educativos locais.
Os grupos de estudantes, sempre observados de perto, são posicionados de forma a incluir em cada grupo um aluno especial, ou um aluno com dificuldades de aprendizagem por motivos diversos. Através dos valores comunitários, os estudantes sentem-se responsáveis por apoiar aquele que precisar de assistência na ausência do professor regente. Interessante observar neste modelo de escola que são OS ALUNOS, junto aos professores, que decidem as pautas dos encontros, e com quem serão os encontros. O aluno se torna SUJEITO ATIVO do processo pedagógico e a democratização do fazer se torna o exercício de cidadania em cada fragmento do tempo passado e experimentado no cotidiano escolar. Compreendeu-se que o exercício da liberdade e da responsabilidade se tornou o meio eficiente de tornar os alunos (e por extensão os seus responsáveis) participantes da comunidade Escola da Ponte.
O futuro da educação brasileira pode ser pensado a partir da urgência da construção de uma escola renovada com direito à aprendizagem para novos sujeitos sociais.
Hoje há no Brasil essa mesma necessidade de incomodar os acomodados, de nos motivarmos a tentar alcançar esses resultados, não bastando apenas construir novas diretrizes curriculares voltadas aos interesses do mercado e dos empresários, mas sim de defender os direitos conquistados pelos estudantes e professores através das lutas históricas pela democratização da educação no Brasil.
Como podemos mudar a educação, quando nos submetemos à colonização pela cultura da ordem que nos impede de ver o jovem, como propõe a absurda proposta da Escola Sem Partido? Perguntar “que escola queremos?” é em si uma pergunta política.
Outro ponto interessante que vem à tona é a luta dos educadores pelo fim da concepção estamental a que o ensino é submetido historicamente. É importante perceber que as respostas não podem aparecer facilmente, dependem antes do alinhamento da educação brasileira para longe de uma política consumista, paliativa, descartável, mas sim que aponte para uma educação pelo respeito e não para a da obediência como foi a educação jesuíta ou a educação militar, tal qual a proposta apoiada pelo governo interino.
Paradoxalmente, dentro do contexto comunitário, é importante observar e valorizar as individualidades nas escolas, buscando uma escola participativa, a partir de um novo ethos construído a partir do paradigma inclusivo. Esta transformação cultural pode ser viabilizada a partir do momento que a escola seja vista como espaço transformador. Só uma geração de professores inovadores que gostem organicamente de seu trabalho, podem criar alunos preparados para uma sociedade que valorize, ávida, a diversidade e a participação cidadã.
A escola é um direito de ser gente, é produzir um consenso básico, deve ser um elemento clássico, tem que dar cultura através do seu projeto político pedagógico. A função da escola é humanizar, e deveria transformar o desenvolvimento humano em prática pedagógica. Podemos dizer que a escola tem que ser uma outra ética, uma outra estética, e se a sociedade funciona a partir da participação política, a escola deve ser o seu contraponto. Humanizar e preparar para a vida em sociedade (Paideia) é buscar uma escola de direitos, de convivência. Tornar seus participes sujeitos críticos e motivados a desenvolver-se coletivamente, holisticamente, em comunidade, é um ponto fundamental da vida nesta escola inclusiva.
Refletir sobre as novas relações na escola é reconhecer o valor do abraço e da amizade dentro de uma comunidade real, que precede o indivíduo, e que não se desfaz a partir de um clique, ou da exclusão da alteridade, mas implica antes de tudo em acolhimento, responsabilidade e cuidado com o outro. Não se consegue avançar atacando aqueles que de fato estão a serviço da melhoria do ensino no ambiente comunitário da escola. Valorizando o papel do professor se avança na perspectiva de uma escola de direitos, inclusiva, uma perspectiva de educação política não do educando, mas da comunidade escolar como um todo. Valorize essa ideia. (*) Professor de Sociologia da SEEDF, Especialista em Gestão Escolar pela Universidade de Brasília e Especialista em Gestão Educacional pela Universidade Católica de Brasília
Programa Alternativo mostra projeto da EC 04 do Cruzeiro
Jornalista: Luis Ricardo
Um projeto desenvolvido pela Escola Classe 04 do Cruzeiro será o destaque do Programa Alternativo deste sábado (20). Com a preocupação de promover o debate cultural com os estudantes, o projeto Somos todos Príncipes e Princesas na Festa Junina da EC 04 também oferece incentivo à pesquisa e uma reflexão mais crítica da conjuntura social, dando a oportunidade de construir as ações necessárias para a construção de uma nova realidade.
Segundo Rivania Lima de Oliveira, o projeto foi criado para desmistificar a questão de que príncipe e princesas são pessoas bonitas. “Estamos trabalhando mais a questão da diversidade e o que é ser príncipe e princesa na atualidade. Além de trabalhar a diversidade, o objetivo é trabalhar a autoestima delas de outra forma”, comenta a diretora da escola.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Tem festa agostina no CEF 10 do Guará II nesta sexta (19)
Jornalista: sindicato
O CEF 10 do Guará II realiza nesta sexta-feira (19) a festa agostina, a partir das 17h.
A escola fica na QE 44/46 – Guará II.
A equipe do CEF 10 garante a diversão, informando que haverá diversas brincadeiras, além de uma comida deliciosa.
Vamos participar!
Sinpro-DF lança App que denuncia falta de professor, orientador e coordenador
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro-DF lança, nesta quinta-feira (18), um aplicativo que denuncia a falta de professores (as), orientadores (as) educacionais e coordenadores (as) nas escolas da rede pública de ensino. Além da denúncia, o App oferece, ao (à) filiado (a), a possibilidade de atualização de endereço e outros dados. Basta acessar a Play Store, nos smartphones Android, e baixá-lo.
“Futuramente, o Sinpro-DF irá colocar mais serviços nesse mesmo aplicativo. A ideia é fazer com que a categoria possa alimentar o sindicato com informações novas sobre as condições de trabalho e salariais e ajudá-lo a denunciar situações problemáticas vividas no dia a dia escolar, como, por exemplo, a falta de professor (a), de coordenadores (as), de orientadores (as) educacionais”, informa Cláudio Antunes, coordenador da Secretaria de Imprensa. O aplicativo é um recurso novo e, até o fim da primeira quinzena de setembro, passará por revisão. Assim, durante esse período de testes e adaptação, o (a) usuário (a) filiado (a) poderá apontar problemas na utilização e no desempenho desse instrumento ou, ainda, se quiser sugerir ideias para a melhoria do serviço poderá enviar as sugestões para o email da Secretaria de Informática: app@sinprodf.org.br.
As escolas que não têm orientadores (as) educacionais devem usar o aplicativo para denúncia. “Afinal, faz parte da luta do Sinpro-DF a exigência da convocação de orientadores (as) educacionais concursados. Temos hoje cerca de mil concursados e o Governo do Distrito Federal (GDF) até agora não convocou nenhum”, afirma Antunes.
Ele informa que uma das formas de pressão que o sindicato irá usar é a identificação e o mapeamento das escolas que estão com falta de orientadores (as) educacionais e usará, para isso, também, o aplicativo. “Para a gente ter esse mapeamento fidedigno é preciso a participação da categoria, incluindo aí, no aplicativo”, afirma o coordenador de Imprensa do sindicato.
“O objetivo do Sinpro-DF ao criar o App é o de ter acesso à realidade vivida nas escolas. Para isso, precisamos que a categoria assuma o papel de alimentá-lo com informações novas. É o sindicato usando os recursos tecnológicos e modernos para facilitar a vida dos (as) professores (as) e orientadores (as) educacionais e fortalecer a luta por melhores condições de trabalho”, afirma Rosilene Corrêa, coordenadora de Finanças.
UTILIZAÇÃO Para cada disciplina denunciada, o App registra uma denúncia. Por exemplo: se a escola está sem um coordenador (a), um (a) professor (a) de português e um (a) professor (a) de matemática, quem usar o aplicativo para denunciá-lo, irá registrar três denúncias: uma para informar a falta do coordenador; outra para denunciar a falta de professor de português; e, uma terceira, para comunicar a falta de professor de matemática.
No momento, o App só está disponível para celulares Android. Para ter o aplicativo, o (a) professor (a) e o (a) orientador (a) educacional devem acessar a loja do Android – a Play Store – e baixá-lo. É gratuito. Posteriormente, o sindicato irá oferecer o serviço nos Iphones (smartphones da Apple).
Após baixá-lo, o (a) filiado (a) deverá inserir o login e senha – os mesmos que utiliza para acessar o serviço de Distribuição de Turmas no site do Sinpro-DF – e, assim, poderá usufruir dos dois serviços oferecidos pelo App. Caso não tenha login e senha, o próprio aplicativo apresenta as orientações de como adquiri-los. Ele oferece orientações tanto para recuperação de senha como para criação de login.
O Sinpro-DF esclarece que o login é a matrícula da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEEDF) e, a senha, é a que o (a) filiado (a) criou na Área do Professor para acessar serviços, como, por exemplo, o de Distribuição de Turmas. Caso tenha esquecido, lá mesmo no App tem o link para recuperação de senha http://www.sinprodf.org.br/professor/usuarios/login.
Se o (a) filiado (a) ainda não tiver esse registro, poderá acessar o “Criar login”, lá mesmo no App, ou acessar o seguinte endereço eletrônico: < http://www.sinprodf.org.br/professor/usuarios/criar>. Professores (as) e orientadores (as) educacionais que tiverem dificuldades poderão, ainda, solicitar suporte por email, no app@sinprodf.org.br.
Sinpro convoca categoria para Comissão Geral na Câmara Legislativa para debater OS, nesta quinta (18)
Jornalista: sindicato
Comissão Geral na Câmara Legislativa vai debater a entrada das Organizações Sociais (OS) nas áreas de Saúde e Educação.
O evento, aberto ao público, será às 15h desta quinta-feira (18), no Plenário da Casa.
Segundo o diretor de Organização do Sinpro, Júlio Barros, “as OS estão em um estágio mais avançado na Saúde, mas presentes também na Educação, com os Centros de Educação para a Primeira Infância (CEPIs) e na compra de cerca de 3 mil vagas na pré-escola para crianças de 4 a 5 anos, o que escancara a educação infantil pública”.
Diante desse quadro de ameaças, o Sinpro convoca a categoria a comparecer ao evento para mostrar o que pensam e de que lado estão os educadores.
Vamos participar!