Canal da Educação dessa quarta (27) aborda pagamento da pecúnia das licenças-prêmio

A luta dos(as) professores(as) aposentados(as) pelo pagamento da pecúnia das licenças-prêmio será o destaque do Canal da Educação dessa quarta-feira (27). A diretora do Sinpro Sílvia Canabrava abordará o tema durante o programa.
Em virtude da reunião do Sinpro com o GDF para tratar da pecúnia dos(as) aposentados(as), o programa deve ir ao ar às 20h30 desta quarta-feira (27).
A secretaria de Assuntos dos Aposentados do Sinpro convocou os profissionais que se aposentaram de junho de 2015 até hoje, e que não receberam a pecúnia para uma concentração em frente ao Palácio do Buriti. A atividade tem como objetivo pressionar o GDF a efetivar os pagamentos com mais celeridade.
A diretora Silvia Canabrava ressalta que assunto já foi discutido e faz parte do documento assinado pelo GDF que suspendeu a greve da categoria no final do ano passado.
O programa, apresentado quinzenalmente, vai ao ar às 20h, ao vivo, no site do Sinpro e na TopTV Brasil.
A produção e apresentação são do jornalista Valdir Borges. Perguntas podem ser enviadas ao vivo, através do próprio site do Sindicato (o vídeo disponibilizará um espaço para interação) ou por mensagens via whatsapp, no número (61) 8162-0065.

Missa de 30º dia da diretora Isabel Portuguez

Os(as) amigos(as) da diretora do Sinpro Isabel Portuguez convidam para a missa de 30º dia. A missa em sufrágio da alma de Isabel será realizada às 19h30 desta sexta-feira (29), na Paróquia Imaculada Conceição (EQNM 38/40 – Próximo ao Supermercado Centro Oeste – Setor M Norte).

Pagamento da pecúnia das licenças-prêmio é destaque do TV Sinpro na TV Comunitária

A luta dos(as) professores(as) aposentados(as) pelo pagamento da pecúnia das licenças-prêmio será o destaque do programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (26). A diretora do Sinpro Sílvia Canabrava abordará o tema durante o programa.
A secretaria de Assuntos dos Aposentados do Sinpro convocou os profissionais que se aposentaram de junho de 2015 até hoje, e que não receberam a pecúnia para uma concentração em frente ao Palácio do Buriti. A atividade, que visa a pressionar o GDF a efetivar os pagamentos com mais celeridade, será na quarta-feira, dia 27, às 10h.
A diretora Silvia Canabrava ressalta que assunto já foi discutido e faz parte do documento assinado pelo GDF que suspendeu a greve da categoria no final do ano passado.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17 horas, no Canal 12 da NET. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programa a baixo). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.
 
Programação:
Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30

Sinpro abre inscrições para atendimento psicológico

Estão abertas as inscrições para a Clínica do Trabalho, na sede do Sinpro, no Plano Piloto.
Este espaço de escuta psicológica em grupo é realizado no Sindicato desde 2009, com o intuito de acolher professores que estão em sofrimento por causas relacionadas ao trabalho ou para os que pretendem atuar na prevenção de doenças ocupacionais.
Além da possibilidade de reflexão ética, o grupo permite que se pense nas condições de trabalho, na crise do coletivo e trabalha na ideia da diminuição da sensação de desamparo.
Os professores interessados em participar dos atendimentos devem preencher uma ficha de inscrição na sede ou subsedes do Sinpro e aguardarem contato via ligação telefônica.
Os próximos grupos serão iniciados em fevereiro de 2016.
 Mais informações e inscrições com Patrícia (3343-4211), Edna (3343-4212), Eduardo/Zuzu (3388-5144), Maria Elieuza/Denise (3562-4856) e Manoel/Maria de Jesus (3556-9105).

Nota de falecimento

É com grande pesar que a Diretoria Colegiada do Sinpro comunica o falecimento do professor e ex-diretor do Sinpro, Vespasiano Trestini. O professor lutava contra o câncer e faleceu neste domingo (24), na cidade de Joanópolis-SP.
O enterro será às 16h desta segunda-feira (25), em Joanópolis-SP.
A diretoria do Sinpro presta toda sua solidariedade à família e aos amigos neste momento de dor.

Delegação do Sinpro-DF vai a ato e denuncia ameaças a estudantes em Anápolis

Fotos: Joaquim Dantas
Delegação do Sinpro-DF em ato político, em Anápolis, dia 22/1, contra as OS. Fotos de Joaquim Dantas

Uma delegação do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) participou de ato público, em Anápolis, na manhã de sexta-feira (22), contra a privatização das escolas estaduais públicas em Goiás. Estudantes secundaristas promoveram o ato político na Praça Central contra a terceirização (privatização) e em apoio aos (às) estudantes que ocupam sete escolas da cidade.
Os (as) integrantes da delegação do Sinpro-DF aproveitaram a ocasião para visitar uma das escolas ocupadas, a Escola Estadual Herta Layser Odwyer, por estudantes com idades que vão de 13 a 18 anos. “Eles e elas estão sofrendo uma pressão cruel, tanto da sociedade local e lideranças da comunidade como do governo e da própria polícia, para desocuparem as unidades escolares”, informa o diretor de Imprensa do sindicato, Cleber Soares.
Ele lembra que essas e outras ações do governo Perillo contra os (as) estudantes que se manifestam contra a privatização da educação estadual pública lembram a repressão da ditadura militar, no ano de 1969, logo após a edição do Ato Institucional número 5 (AI-5), quando vários (as) estudantes foram presos (as) por motivos absurdos, como, por exemplo, os (as) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) que foram às ruas de Belo Horizonte para panfletar e se manifestar contra um dos primeiros e nefastos projetos de sucateamento, precarização, mercantilização e, finalmente, privatização da educação pública do Brasil: o Acordo MEC/USAID (Ministério da Educação/United States for International Development) de 1969.
Esse projeto entregava toda a elaboração, organização e ação do sistema educacional brasileiro aos Estados Unidos da América (EUA). Os panfletos distribuídos por estudantes na capital mineira e que denunciavam essa política entreguista foram produzidos, na época, pelos movimentos de esquerda denominados Ação Popular (AP) e Política Operária (Polop), cuja maior parte dos militantes já atuava na clandestinidade por causa da perseguição política desenvolvida pela ditadura e aprofundada com o AI-5.
Quarenta e sete anos depois, estudantes ocupam escolas estaduais em São Paulo e Goiás e professores (as) vãos às ruas da capital do Paraná para impedir que esse projeto privatista prossiga ainda mais feroz, em 2015 e em 2016, executado por políticos brasileiros. E uma das formas encontradas para impedir a privatização do direito social à educação pública e gratuita é a ocupação do estabelecimento educacional. Em São Paulo, no ano passado, os estudantes ocuparam 93 escolas estaduais públicas contra esse mesmo projeto.
Atualmente, no Estado de Goiás há 24 escolas ocupadas. Em Anápolis, sete escolas estaduais sob ocupação, a saber: Colégio Estadual Herta Layser Odwyer, ocupado desde 23/12/2015; Colégio Estadual Polivalente Frei João Batista, ocupado desde 14/12/2015; Colégio Estadual Padre Fernando Gomes de Melo, ocupado desde 16/12/2015; Colégio Estadual José Ludovico de Almeida, ocupado desde 15/12/2015; Colégio Estadual Jad Salomão, ocupado desde 16/12/2015; Colégio Estadual Carlos de Pina, ocupado desde 16/12/2015 e Colégio Estadual Américo Borges de Carvalho, ocupado desde 16/12/2015.
O ato público contou com representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Goiás (Sintego). O diretor do Sinpro-DF, Francisco de Assis Souza, que participou da delegação, discursou durante o ato, repudiou a imposição das OS para administrar as escolas estaduais e se solidarizou com os (as) estudantes que ocupam as escolas de Anápolis.
Confira aqui a denúncia dos (as) estudantes:

Terrorismo
Para privatizar os serviços públicos, o governo Marconi Perillo, do PSDB, não mede nenhum esforço e aterroriza quem se atreve a impedir essa apropriação indevida dos recursos financeiros e patrimônio públicos. Ele está aterrorizando os estudantes que ocuparam escolas estaduais públicas em Anápolis.
“Na noite desse sábado (24), mandou desligar a luz das escolas ocupadas várias vezes. Os (as) estudantes estão passando um sufoco”, relata a pedagoga-orientadora educacional Centro Interescolar de Línguas do Gama, Célia Rúbia Ferreira, integrante da delegação do Sinpro-DF. Desde as primeiras horas da ocupação, em dezembro de 2015, o governo Perillo tem submetido os (as) estudantes a um clima de terror, com ameaças à integridade física e insuflamento da comunidade contra quem se manifeste e lute contra a apropriação inconstitucional do patrimônio público.
Além da pressão psicológica, da ameaça à integridade física e da insuflação da comunidade anapolina para atacar com pedradas as escolas ocupadas, os(as) professores (as) que participaram da delegação do Sinpro-DF contam que o governador também aciona a mídia diariamente com fartas campanhas publicitárias pagas também pelos cofres públicos para justificar o terrorismo e todas as demais ações inconstitucionais. Confira aqui matéria da Série Privatização da Educação Pública em que o Sinpro-DF desmente o governo Perillo e explica o que são as OS.
Célia Rúbia conta que a categoria docente do DF vem acompanhando os movimentos e as denúncias do Sintego e do movimento estudantil pelas redes sociais e que ela decidiu integrar a delegação do Sinpro-DF para verificar no local a situação. “Após o ato público, a delegação visitou a Escola Estadual Herta Layser Odwyer. Essa escola foi apedrejada pela comunidade para intimidar os (as) ocupantes, a polícia ameaçou prendê-los(as), o diretor da escola ligou para os pais solicitando que impedissem a ocupação. Os (as) estudantes estão necessitando de todo tipo de apoio: desde apoio moral e proteção até ajuda com alimentos”, informa a professora.
Ela diz ainda que o Ministério Público determinou a desocupação, contudo, houve uma reunião na Universidade Estadual de Goiás (UEG) para discutir a situação. “Nessa visita vi que os estudantes estão com a consciência política muito forte. Entendi que é necessário o engajamento de toda comunidade escolar e o aprofundamento do debate para mostrar a todos e todas o que é uma OS e o significado disso”, declara .
Outra integrante da delegação do Sinpro-DF foi a professora da Escola Classe Córrego Barreiro (ECCB), no Gama, Maria do Rosário do Nascimento Ribeiro. Ela conta que o que mais a impressionou foi a coragem, a lucidez e a determinação dos (as) estudantes ocupantes.
“Suas falas revelaram uma compreensão muito clara dos malefícios da transferência da administração da escola para as OS. Além disso, é revoltante ver que estão praticamente sozinhos(as), uma vez que a comunidade escolar ainda não percebeu a gravidade da situação e cedem às ameaças do governo Marconi Perillo. Os (as) estudantes estão sofrendo toda a sorte de pressão, passando por necessidade”, denuncia.
O governador Marconi Perillo, que já entregou, de forma inconstitucional, a saúde pública do Estado de Goiás à iniciativa privada, inicia, este ano, a privatização da educação estadual pública. Ele começa com o repasse da gestão de 23 escolas estaduais situadas na chamada Macrorregião IV, onde pretende privatizar 18 estabelecimentos públicos em Anápolis; um, em Alexânia; um, em Abadiânia; um, em Nerópolis; e dois em Pirenópolis.
Não é por acaso que ele escolheu escolas de municípios ao redor do Distrito Federal. Apesar de o secretário de Estado da Educação (SEE) do Governo do Distrito Federal (GDF), Júlio Gregório, e a subsecretária de Relações do Trabalho e do Terceiro Setor, da Casa Civil, Mari Trindade, terem afirmado, durante a reunião de negociação, realizada no dia 12 de janeiro, que “não faz parte do projeto do governo Rollemberg privatizar ou terceirizar a educação pública”, aqui no DF o governador também se comprometeu com a iniciativa privada de acabar com a escola pública e gratuita.
No dia 31 de dezembro de 2015, ele publicou o decreto que pavimenta o caminho para a transferência da gestão dos serviços públicos que atendem aos direitos sociais às OS e já está sucateando fortemente a saúde para justificar a sua privatização. Confira matéria que denuncia a pretensão de Rollemberg de privatizar a educação pública do DF
Em Goiás, o governador publicou o Aviso de Chamamento Público nº 001/2016, no Diário Oficial do Estado de Goiás, no dia 4 de janeiro, convocando as Organizações Sociais para distribuição 25% (300 escolas) do patrimônio e do dinheiro públicos à OS que ganhar o processo de escolha. Confira aqui matéria da Série Privatização da Educação Pública no site do Sinpro-DF.
Confira, a seguir, vídeos e imagens da ocupação e do ato público. Fotos de Joaquim Dantas.

 

Orientações sobre a reposição dos dias letivos do período de greve

O Sinpro disponibiliza o calendário de reposição dos dias letivos da greve, montado a partir dos parâmetros negociados entre a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF) e o Sindicato dos Professores. A greve teve início no dia 15 de outubro, com suspensão no dia 12 de novembro. Foram, portanto, 20 dias letivos, que agora serão repostos com aulas nos dias assinalados no calendário de reposição.
O calendário de reposição apresentará as possibilidades de datas para as aulas. É importante lembrar que trata-se de um calendário básico de reposição, que cada escola deve utilizar como referência para montar o seu próprio calendário. Serão disponibilizados mais dias do que os necessários para a montagem do calendário da escola. Isto ocorrerá para que cada unidade escolar tenha uma margem de opções. Há situações, por exemplo, em que não há necessidade de se utilizar sábados como dia de reposição. Isto ocorre porque após a data indicada de 16 de janeiro/2016, a escola poderá optar em fazer a reposição até o dia 22/01, tendo como resultado a diminuição de dias de sábado.
Confira o nosso tira-dúvidas da reposição, imprima o calendário básico de reposição juntamente com o documento da SEE e faça a discussão na escola para a montagem do calendário da sua escola. Havendo dúvidas em relação à reposição, solicitamos que entrem em contato com o(a) diretor(a) do Sinpro que visita a sua escola.

  1. Clique aqui para ver o calendário básico de reposição
  2. Confira abaixo o documento da SEE-DF sobre a reposição:

Anexo 1
Anexo 2
Anexo 3
Anexo 4
 
Leia o tira-dúvidas do Sinpro:

  1. A direção da escola é quem elabora o calendário de reposição?

Não. O calendário de reposição da escola deve ser elaborado pelos professores/orientadores da escola que participaram da greve, conjuntamente com a direção da escola. Após a confecção do calendário, o mesmo deve ser enviado ao conselho escolar para aprovação e, posteriormente, ser encaminhado à CRE e divulgado à comunidade escolar.
 

  1. É possível fazer a reposição sem utilizar os dias de sábado?

A greve teve 20 dias letivos. Estão sendo disponibilizadas de 30 a 33 datas possíveis de serem usadas para a reposição. No mínimo serão 18 dias de semana, que podem chegar a 21 dias (caso a escola já tenha antecipado as reposições dos dias 23/24/28 de dezembro, antes da greve). Os professores que por motivos religiosos não puderem repor em dias de sábado terão a partir destas orientações, condições de fazer suas reposições sem ferir seus princípios religiosos. Portanto, é possível que em alguns casos o uso do sábado seja dispensável e na maioria dos casos o número de sábados seja bastante reduzido. Por isso cada escola deve montar seu calendário a partir de uma ampla discussão, tendo como referência os documentos que estamos disponibilizando.
 

  1. Quais os dias que não poderão ser utilizados para reposição:

Domingos;
Feriados: 30/11/15; 25/12/15 e 01/01/16;
Dias: 26/12/15 e 02/01/2016;
 

  1. Até que dia a reposição deve acabar?

Temos duas datas limites.
Primeira data: encerrar a reposição até o dia 15/01/16, sendo que o dia 16/01/16 ficaria para a recuperação final (LDB) nos CEFs e CEDs/CEMs. Essa opção faz com que seja necessário o uso de muitos sábados.
Segunda data: encerrar a reposição até o dia 22/01/16, sendo que o dia 23/01/16 ficaria para a recuperação final (LDB) nos CEFs e CEDs/CEMs. Essa opção utiliza o espaço do recesso e diminui a necessidade de uso dos sábados na reposição.
 

  1. Uso de abonos e TREs na reposição serão permitidos?

Sim. No caso dos abonos, previstos na LC 840/11, há de se considerar que os de 2015 só poderão ser utilizados até 31/12/2015.
 

  1. Professores/orientadores readaptados devem fazer reposição?

Sim. Farão a reposição conforme calendário de reposição organizado coletivamente.
 

  1. Avaliações podem ser aplicadas nos dias de sábados?

Sim, mas os estudantes que por motivos religiosos não puderem comparecer, terão direito a realizar as atividades em outra data. O registro da falta será mantido no diário, conforme parecer 224/2006-MEC.
 

  1. Pode haver mudança de turno na reposição?

A orientação preferencial é a de fazer a reposição no mesmo turno. Entretanto, havendo acordo com a comunidade escolar e espaço físico, a mudança de turno será possível.
 

  1. Direções de escolas devem fazer reposição?

Sim. Com a Lei 4.751/12, da Gestão Democrática, os gestores passaram a ser eleitos pela comunidade escolar e no entendimento do Sinpro, passam a ter a condição, hoje, de participar de todas as atividades coletivas da categoria. Os que aderiram à greve farão a reposição nas mesmas condições dos demais professores/orientadores.
 

  1. O calendário escolar deve conter os 200 dias letivos?

Sim. A reposição somente termina quando os 200 dias forem cumpridas.
 

  1. Professores Temporário farão reposição?

Sim. O direito de greve é para todos. Os contratos se encerrarão no dia 28/12, porém, os professores deverão seguir o calendário de reposição organizado coletivamente pela escola. Assim como os professores efetivos, os professores em regime de contratação temporária não terão o corte de pagamento nos próximos pagamentos, haja vista que ao final da greve, este ponto fez parte da discussão com o governador.
 

  1. Após a reposição, haverá recesso?

Sim. Contudo, o recesso previsto no artigo 34 do nosso plano de carreira, Lei nº 5.105/13, poderá ser usado para reposição, caso a escola opte em não usar muitos sábados.
 

  1. Professores que não participaram da greve e ficaram sem estudantes, devem repor?

Sim. Segundo a Recomendação nº 02/2002-PROEDUC o dia letivo é composto de atividade pedagógica com presença de professor e alunos.
 

  1. Como serão tratados os casos de LTS durante a greve e nos dias de reposição?

Os atestados médicos serão lançados normalmente, tanto durante a greve quanto nos dias de reposição, ou seja, o atestado médico na reposição é válido. O mesmo se aplica nos casos LG no período de greve ou de reposição.
 

  1. Quando teremos férias?

As férias coletivas da categoria, previstas no artigo 32 do nosso Plano de Carreira, lei 5.105/13, ocorrerão para todos os professores, no período de 25 de janeiro/16 a 23 de fevereiro/16.

Governador Rollemberg descumpre mais um acordo e não recebe o SINPRO-DF

Há mais de uma semana o Sinpro-DF encaminhou ofícios com solicitação de reunião com o governador Rodrigo Rollemberg e com o secretário de Educação, Júlio Gregório, e até agora ninguém respondeu à diretoria colegiada do Sinpro-DF. Nos ofícios, o Sinpro-DF pede reunião para tratar dos itens que não estão sendo cumpridos do documento que gerou a suspensão da greve de 29 dias, no ano passado, sobretudo o não pagamento da pecúnia da licença-prêmio aos (às) recém-aposentados (as).
Numa atitude que demonstra recusa ao diálogo, há uma semana o governador Rollemberg não se manifesta e não dá nenhum retorno às solicitações da diretoria do sindicato. Além de revelar a falta de compromisso com toda a categoria e demonstrar que não honra suas próprias propostas, com essa atitude, o governador impõe uma situação de extrema angústia aos (às) recém-aposentados(as) da Secretaria de Estado de Educação do DF (SEEDF).
Ao não pagar, o governador subtrai mais um direito desses (as) professores (as) que se aposentaram no ano passado. Ao longo da carreira, o Governo do Distrito Federal (GDF) não permitiu que esses (as) docentes gozassem o direito à licença-prêmio; no ato da aposentadoria subtraiu o direito de receber pela licença-prêmio não gozada e, hoje, subtrai o direito de gozar a aposentadoria, criando um clima de tensão e, em alguns casos, de extremo constrangimento a vários (as) professores (as).
“A diretoria do Sinpro-DF continua a insistir para que o governador nos receba e mantenha o diálogo estabelecido no fim da greve do ano passado. Todavia, o governador, numa postura irresponsável, vem se recusando ao diálogo”, afirma o diretor de imprensa, Cleber Soares.

Projeto do CEM 03 de Ceilândia é destaque do Programa Alternativo

O Centro de Ensino Médio 03 de Ceilândia apresenta, no Programa Alternativo deste sábado (23), um projeto desenvolvido pelos estudantes com o objetivo de integração e cidadania. No projeto pedagógico, a Banda Toque Especial apresentou algumas músicas e, ao final, uma exposição de trabalhos dos estudantes. A banda realiza um trabalho de conscientizarão e oportunidade para resgatar valores de solidariedade e justiça, e promove a integração de alunos portadores de necessidades especiais na sociedade proporcionando dignidade e cidadania.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Governo Rollemberg reduz salário de professoras em LM e descumpre acordo de greve

Diferentemente do que ele mesmo propôs no documento com 19 itens que levou a categoria a suspender a greve realizada no fim do ano passado, neste mês de janeiro de 2016, o governo Rollemberg cortou os auxílios alimentação e transporte das professoras em estabilidade provisória e de licença maternidade.
Com isso, ele descumpre mais um item da proposta firmada com os(as) professores(as) e pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais. O Governo do Distrito Federal (GDF) usa argumentos evasivos para justificar essa atitude. O subsecretário de Gestão dos Profissionais da Educação (Sugep), Isaías Aparecido da Silva, afirma que os auxílios foram cortados porque não há nenhuma lei que ampare o pagamento deles.
“O fato é que também não existe nenhuma lei que impeça a suspensão do crédito desses benefícios. E mais: para suspendê-los com respaldo em ‘lei’, o secretário de Educação, Júlio Gregório, está se amparando em uma determinação do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). O problema é que determinação do TCDF não é lei, e sim, tão-somente, uma orientação. A lei não diz que não pode pagar. Importante lembrar que, até mesmo o contrato assinado pelos professores e pelas professoras do contrato temporário que trabalharam no ano de 2015 prevê o recebimento desses auxílios”, esclarece o diretor de Imprensa do Sinpro-DF, Cleber Soares.
Ele informa que o governo Rollemberg, segundo o subsecretário Isaías, não pagou os benefícios e reduziu os salários de cerca de 30 professoras que estão de licença maternidade. Um dos 19 itens do documento que gerou a suspensão da greve no fim de 2015 dava conta de que ele iria encaminhar à CLDF um projeto de lei que garantisse aos professores e professoras do contrato temporário nenhum prejuízo com relação ao recebimento dos auxílios alimentação e saúde.
“Se o argumento do governo é o de que não há uma legislação que ampare o pagamento, o governo tem de reconhecer que essa legislação não existe porque ele, o governo, não encaminhou à CLDF, no ano passado, como parte do acordo firmado para a categoria suspender a greve, o projeto de lei sobre esse tema e, assim, evitando que a situação chegasse no ponto que chegou. O governo Rollemberg, por incompetência e descompromisso não encaminhou o projeto de lei à CLDF, por isso, não foi votado e não se tornou lei. Por causa desse desrespeito ao acordo é que as professoras do contrário temporário em licença maternidade estão sendo apenadas agora no mês de janeiro. Isso é mais uma demonstração de que o governo Rollemberg propõe e aquilo que ele mesmo propõe, ele mesmo descumpre”, afirma Soares.
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