Reestruturação da Eape resulta em devolução de seis servidores

O governo Rollemberg iniciou o desmonte da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação (Eape). Começou com a mudança do nome da instituição. Agora ela se chama Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação, Esporte e Lazer.
Um dos prejuízos dessa reestruturação do Governo do Distrito Federal (GDF) implantada pelo governo neoliberal do PSB ocorreu recentemente com a devolução de seis servidores: três professores e três servidores da carreira de assistência.
Além do desmonte da estrutura pública, o governo do DF adota uma revisão da proposta pedagógica da escola que desconserta e prejudica profundamente a formação continuada do corpo docente da Secretaria de Educação (SEEDF) e demais carreiras do serviço público que necessitam da Eape para atualizar conhecimento, melhorar e aperfeiçoar sua atuação.
O governador Rodrigo Rollemberg adota o mesmo modelo de gestão em curso nos Estados de São Paulo, Goiás, Paraná, Pernambuco e em todas as unidades da Federação geridas por governos comprometidos com a política neoliberal de Estado mínimo e redução de direitos trabalhistas.
Em São Paulo, por exemplo, a reestruturação do governo Geraldo Alckmin (PSDB) ameaça fechar 94 escolas públicas estaduais. O anúncio desse fechamento gerou um conflito entre governo e estudantes, pais e professores. Dados da Apeosp indicam que nunca como hoje houve uma redução tão dramática do número de docentes na rede pública estadual de ensino. Em Goiás, o governo Marconi Perillo (PSDB) privatizou a gestão das escolas públicas estaduais e a entregou às Organizações Sociais. Também eliminou os concursos públicos como forma democrática de ingresso no serviço público.
A reestruturação em curso no GDF tem o objetivo de reduzir a máquina administrativa e, no caso da Eape, levou ao fechamento de três gerências, dentre elas o Núcleo de Diversidade, o qual foi absolvido por outra. Com isso, o governo Rollemberg retira da pauta do DF conquistas de segmentos historicamente discriminados e altamente vulneráveis que precisam das políticas públicas, dos recursos financeiros e da atenção diuturna e permanente do Estado e dos governos que passam pelo Palácio do Buriti.
Ao perder o status de núcleo, o tema da diversidade volta a ser classificado como assunto de segundo plano. Essa desclassificação ocorre paralelamente a vários ataques aos direitos das minorias e outros direitos assegurados na Constituição, os quais estão em constante ameaça de serem revogados pelas bancadas conservadoras do Congresso Nacional e das Câmaras se Assembleias Legislativas.
Basta ver o Projeto de Lei nº 867/2015, do deputado federal Izalci Lucas (PSDB-DF), conhecido como “Escola sem Partido”, em tramitação na Câmara dos Deputados e vários projetos de lei semelhantes em tramitação nas esferas estaduais, municipais e distrital. São propostas altamente conservadoras que instituem no Brasil o controle do conteúdo que docentes repassam a seus estudantes exatamente como ocorreu e ocorrem nas ditaduras: o conservador vai passar a perseguir o progressista. A prova dessa perseguição está registrada na disputa ideológica para garantir o debate de gênero no texto do Plano Nacional de Educação (PNE) e no do Plano Distrital de Educação (PDE).
A Eape realizou, ao longo dos anos, um trabalho muito sério e com excelência de capacitação e formação de professores no tema da diversidade e em outras formações. As categorias da SEDF, tanto os profissionais da carreira do magistério como os auxiliares de ensino, também aguardam há anos por uma reforma da estrutura física da Eape, que precisa até mesmo de ser reconstruída para assegurar melhores condições de trabalho e modernidade pedagógica porque é por ali que passam os formadores da SEEDF.
A reestruturação da Eape não passou pela discussão democrática. Os professores não foram ouvidos em relação ao fazer pedagógico da escola. Além disso, agora, a Eape está sem modulação e com estratégias e planejamento deficitários.
O governo Rollemberg não conseguiu planejar a Eape para os próximos semestres, turmas foram fechadas como resultado de uma política de redução de quadros. Com isso, a procura pela escola está diminuindo. No entendimento da diretoria colegiada do Sinpro-DF, o governo Rollemberg fabricou, propositadamente, uma profusão de problemas de gestão com o claro objetivo de sucatear a Eape de forma rápida como vem ocorrendo em estados geridos por administrações neoliberais.

Atividade político-cultural coloca em pauta a luta contra a AIDS

Em internavirtude do Dia Mundial de Luta contra a AIDS, o Sinpro realizará no dia 1º de dezembro uma atividade político-cultural com estudantes do 9º ano do ensino fundamental, do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos diurno (EJA).
O evento será realizado das 8h às 12h, no Cine Brasília (EQS 106/107, Asa Sul), e contará com apresentações de música, perna de pau, malabares, mágico e exibição do filme Yesterday com debates.
O objetivo da atividade é promover uma discussão com os estudantes sobre questões relacionadas à AIDS.

Nota de falecimento

É com grande pesar que a Diretoria Colegiada do Sinpro comunica o falecimento da professora Cátia Soares, da Escola Classe da Natureza.
O velório será neste domingo (22), na Capela 1, a partir das 8h, e o sepultamento às 11h30, no Cemitério de Brazlândia.

A diretoria do Sinpro presta toda sua solidariedade à família e aos amigos neste momento de dor.

I Sarau Cultural do CED Casa Grande do Gama é destaque do Programa Alternativo

 
O Programa Alternativo deste sábado (21) dá destaque a um projeto desenvolvido pelo Centro Educacional Casa Grande do Gama. O I Sarau Cultural tem como objetivo fomentar nos estudantes e professores a fruição de leitura diversificada, motivando-os para a produção de textos, oralidade, expressão corporal, declamação de poemas, dramatização, dança, música, pintura e confecção de objetos artísticos.
A inspiração para a atividade é a Semana de Arte Moderna de 1922, idealizada pelo artista plástico brasileiro Di Cavalcante. O nome “Sarau Cultural” veio ao encontro da expectativa de se abranger atividades poéticas, elementos da cultura pop e o caráter lúdico da expressão artística. De acordo com a coordenadora pedagógica, Silvânia Martins da Silva, procurou-se identificar talentos entre discentes e docentes para desencadear na comunidade escolar o prazer por atividades artísticas e lúdicas. Enfim, proporcionar aos participantes um momento de lazer e cultura.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Dia da Consciência Negra: os desafios do Brasil para superar o racismo

As pesquisas sobre racismo são unânimes em afirmar que, no Brasil, não há democracia racial e que os temas da desigualdade social e discriminação por causa da cor da pele estão diretamente ligados à educação, à cultura e à formação pessoal e profissional e a qualquer outro setor no qual não haja valorização do protagonismo e reconhecimento da importância do negro africano na construção do Brasil.
Gilberto Freyre desistiu, no fim de sua carreira, da tese de que havia democracia racial no país porque descobriu que não há esse tipo de sentimento na sociedade brasileira. O que há, de fato, é uma dívida histórica que prevalece ano após ano, maculando ainda mais a história do Brasil. As estatísticas do Mapa da Violência 2014 sobre mortes de jovens por assassinato no país, por exemplo, reafirmam que, paralelamente à implantação de políticas afirmativas, há, no Brasil, um cruel extermínio da juventude negra.
Outro dado recente e chocante que joga por terra de uma vez por todas e põe abaixo o mito da chamada democracia racial está publicado no Mapa da Violência 2015. O levantamento revela que as mulheres negras são as mais vulneráveis e que, entre elas, a vitimização cresceu 54,2%, entre 2003 e 2013, enquanto o homicídio de mulheres brancas caiu 9,8%.
Elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), o Mapa da Violência 2015 dá conta de que, entre 1980 e 2013, o número de homicídios de mulheres aumentou 252%, passando de 1.353 assassinatos para 4.762 casos. E que as mortes têm cor e local: mais de 55% dos crimes ocorrem dentro de casa e 66,7% deles são contra negras.
Outros números e índices são tão dramáticos quanto os dos assassinatos porque declaram a morte em vida da maior parte da população brasileira e comprovam a mais completa falta de democracia racial no país. O Censo do IBGE de 2010 indica que a população preta e parda, que corresponde a 50,7% da população brasileira, ultrapassou os 101 milhões de habitantes. Neste 20 de novembro, Dia da Consciência negra, a população do Brasil ultrapassou dos 205 milhões de habitantes.
O Brasil é gigante em quase tudo. Todavia, suas dimensões continentais não conseguiram esconder por tanto tempo as dívidas com seu povo, sobretudo com a população negra. Com o início da escravidão de negros africanos para as Américas – maior tráfico de pessoas da história da humanidade (entre os séculos XVI ao XIX) –, o Brasil passou a integrar o grupo de nações ocidentais com uma das maiores dívidas históricas com população negra. E para piorar essa situação, mesmo após a proibição, por meio de legislação, nunca conseguiu zerar essa dívida.
A abolição da escravatura não significou o início do fim do analfabetismo e menos ainda do racismo. Não houve abolição do extermínio da juventude negra, da segregação em guetos (favelas), da expulsão desse grupo populacional da educação e, consequentemente, das melhores vagas do mercado de trabalho.
Por muitos anos corria a boca miúda e informalmente no seio da sociedade branca um dos maiores absurdos propagados pelas teorias racistas e nazistas de que os negros e as negras não podiam integrar as escolas e muito menos as universidades porque não tinham capacidade intelectual para desenvolver pesquisas.
Apesar de alguns avanços no sentido de minimizar a situação, até hoje o Brasil acumula anos nessa dívida histórica que aumenta em razão da falta de investimento em políticas que visem a combater as desigualdades sociais. O país ainda tem muito chão a percorrer no sentido de exterminar o racismo e suas consequências no mercado de trabalho e em todos os setores da vida em sociedade para superar as discriminações relacionadas à cor da pele e à classe social.
Para se ter uma ideia do tamanho dessa dívida e dos desafios a superar para exterminar o racismo, a primeira Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver ocorreu no dia 18 de novembro de 2015: mais de 120 anos após sanção da Lei Áurea – que pretendeu declarar para o mundo, sobretudo para os países hegemônicos europeus que iniciavam sua trajetória pelo liberalismo econômico, o fim da escravatura.
Os desafios continuam. Um dos principais passos para acabar com o racismo brasileiro é fortalecer a educação pública e gratuita, de qualidade socialmente referenciada. Na avaliação da diretoria colegiada do Sinpro-DF, a execução de uma educação antirracista e o trabalho pedagógico sobre preconceito racial, discriminação e racismo em sala de aula continua sendo um desafio.
Apesar da sanção da Lei nº 10.639/2003 (que obriga a rede de ensino a lecionar a história e cultura afro-brasileira) e, posteriormente, a Lei nº 11.645/2008 (sobre a obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas), bem como de todos os avanços e pesquisas nesse campo, percebe-se que a sociedade mudando lentamente.
Em 2014, a sanção da Lei 12.990, que reserva 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para a população negra, é mais uma iniciativa do governo para quitar um pouco dessa dívida. Na opinião da diretoria colegiada do Sinpro-DF, essa lei constitui outro passo muito importante para que a população negra chegue às repartições públicas e se empodere desses espaços e, a partir de uma mudança no mercado de trabalho, no futuro será possível observar o reflexo dessa iniciativa na sociedade.
Há anos o Sinpro-DF reconhece a dívida, empreende a luta e dedica recursos financeiros e ações políticas à questão racial. Para isso, há vários anos instituiu a Secretaria de Raça e Sexualidade no Sindicato.
“O nosso desafio na educação é cada vez mais combater atitudes racistas. Divulgar não só as leis, mas contar a verdadeira história dos povos que eram livres e que chegaram aqui na condição de escravizados. Desconstruir termos como escravidão, escravos e uma suposta situação de passividade por esse povo é necessário que a gente debata em sala de aula que a história não foi esta”, afirma Wiviane Farkas, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF.
A sindicalista destaca a resistência dos quilombos, como o Quilombo dos Palmares, como um movimento de enfrentamento importante, “como foi feito nesta semana, durante a primeira Marcha das Mulheres Negras, em que por meio do enfrentamento, de políticas, de visibilidade da população negra, é que a gente pode realmente mudar a sociedade”.
No entendimento da diretoria, “as atitudes e as leis são importantes, porém, elas não deveriam ficar apenas no campo da legislação, e sim na prática, no dia a dia, porque, a partir do momento em que as pessoas se apropriam dessa concepção e muda sua formação e maneira de agir e de pensar, essa mudança estrutural que acaba por ocorrer também na sociedade”.
A coordenadora de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF afirma que, na opinião da diretoria, “há importantes instrumentos na educação, como livros, filmes, documentários e materiais didáticos que podem ser usados no dia a dia dos educandos para que reflita numa educação diferenciada: uma educação inclusiva e de combate ao racismo. Esse continua sendo o nosso maior desafio: criar uma sociedade igualitária, mais igual e com a extinção de todo tipo de discriminação”, finaliza.

Eleições complementares para escolas da rede foram adiadas para o dia 16 de dezembro

As eleições complementares para escolha de direções e do conselho escolar nas escolas públicas do Distrito Federal foram remarcadas para o dia 16 de dezembro. As escolas que por algum motivo tiveram exonerações de direções eleitas deverão participar do pleito, seguindo o cronograma em anexo.
Como a última eleição ocorreu em 2013 – o atual mandato é para 2014/2015/2016 -, em 2016 não vai ter eleições complementares. Portanto, qualquer direção que deixar a função ou as atuais escolas que não estão com direções eleitas ou não participarem das eleições do dia 16 de dezembro terão que aguardar a eleição geral, que acontecerá em novembro de 2016.
Para ser eleito(a) os(as) candidatos(as) deverão ter a maioria dos votos simples, neste caso quando se tratar de eleição com duas ou mais chapas concorrentes. Quando a eleição na unidade escolar se der apenas com apenas uma chapa inscrita, esta chapa deverá obter a qualificação SIM nos dois conjuntos de segmentos: pais/estudantes e professores/servidores. É importante lembrar que as escolas que se encontram nos casos citados acima e que não apresentarem chapas poderão ter suas atuais direções de escola substituídas por ato do secretário de Educação, previsto na Lei 4.751/2012.
Confira o novo calendário de eleições.
Anexo 1
Anexo 2

Encontro Político-Cultural terá uma nova data

O Sinpro informa o adiamento do Encontro Político-Cultural: Por uma Educação Antirracista, que aconteceria nesta sexta-feira (20), na Chácara do Professor.
Posteriormente o Sindicato informará uma nova data e local.

Vídeos mostram luta do Sinpro contra choque de gestão no DF

A greve dos (as) professores (as) e orientadores (as) educacionais acabou, na quinta-feira (12), com um acordo que impõe ao Governo do Distrito Federal (GDF) não mexer em vários direitos trabalhistas. A unidade e a participação da categoria garantiram avanços na discussão sobre a gestão neoliberal da educação pública do DF.
A greve impôs o recuo do projeto privatista do governo Rodrigo Rollemberg, do PSB. Porém, a diretoria colegiada do Sinpro-DF alerta a categoria para o fato de que a luta continua diariamente, uma vez que o Distrito Federal está submetido a um governo de concepção neoliberal, de visão mercantilista, com projetos privatistas para os direitos sociais e bens públicos.
Desde o início deste ano, a categoria luta contra retiradas de direitos e contra o calote nos salários. E agiu rapidamente, com maturidade e responsabilidade, a fim de assegurar as conquistas trabalhistas materializadas.
Desde o começo de 2015, a luta da categoria docente não foi somente pela última parcela de um reajuste salarial no valor de 3,7%. Era preciso impedir a mudança de concepção da gestão da educação pública e gratuita do DF. A greve de 29 dias forçou o governo Rollemberg a recuar. Ele teve de se comprometer a não instituir as Organizações Sociais como modelo de administração das escolas públicas e a não acabar com a jornada ampliada.
Desde o primeiro momento dessa luta, a categoria tem denunciado o projeto de destruição da educação e dos serviços públicos, dos servidores e de suas representações sindicais. Todas as atitudes do governo Rollemberg mexeram com os sentimentos da categoria.
Fatos como a Lei da Mordaça, a alteração arbitrária do Calendário Escolar e o ataque do governo Beto Richa (PSDB), no Paraná, à manifestação dos (as) professores (as) estaduais que lutavam contra as medidas neoliberais de privatização da educação pública indignaram a categoria no DF.
Essa indignação se expressou na manifestação de solidariedade do Sinpro-DF no Paraná e continuará toda vez que qualquer governo neoliberal tentar retirar direitos. A cada um dos ataques do governo neoliberal do PSB no DF, o Sinpro-DF respondeu com um vídeo-denúncia por intermédio da mídia televisiva ou por meio das redes sociais.
Também a cada assembleia ou realização de atos públicos, o Sinpro-DF divulgou um vídeo nas TVs denunciando os ataques à categoria e ao serviço público. Em todos os meios de comunicação da cidade foram veiculadas as denúncias e explicado os motivos da greve.
No site do Sinpro-DF, diariamente, produziu-se matérias e reportagens com a denúncia do calote e do projeto neoliberal. A diretoria colegiada e a categoria foram à luta em várias frentes, nas escolas e nas ruas, para denunciar o calote e as reais intenções do Poder Executivo local para os próximos três anos.
Confira, a seguir, todos os vídeos sobre a nossa luta contra os projetos neoliberais do governo Rollemberg. Em cada vídeo, uma denúncia específica.
 
Basta de ataques!
Convocação para a assembleia geral no dia 8 de outubro. O VT veiculado nos dias 5, 6 e 7 de outubro nas TVs. Denuncia o não pagamento do reajuste do plano de carreira, a pecúnia da licença-prêmio, o reajuste do auxílio alimentação, o 13º em dia e o 13º salário integral dos novatos. Denuncia a não nomeação de orientadores educacionais concursados e o número insuficiente de professores e afirma que GDF apresentou pacote fiscal que põe em risco vários direitos trabalhistas e recursos financeiros da aposentadoria.
https://www.youtube.com/watch?v=mQ643cbDhvM
 
Somos todos professores
Dia do Professor. Campanha #SomosTodosProfessores. Mexeu com ele, mexeu comigo / #SomosTodasProfessoras. Mexeu com ele, mexeu comigo. Três VTs em homenagem ao Dia do Professor com depoimentos de três personagens de profissões distintas: advogado, arquiteta, mecânico.
https://www.youtube.com/watch?v=KvWmCfEwZXo
https://www.youtube.com/watch?v=-uBIMASgr4I
https://www.youtube.com/watch?v=j4BLOXg7uKo
 
Comunicado sobre a greve
O VT foi veiculado na Globo e demais emissoras de TVs nos dias 12, 13 e 15 de outubro, foi um comunicado sobre a deflagração da greve da categoria no dia 15 de outubro. Dia do Professor.  Denúncia de que a greve foi o resultado de o governo Rollemberg não ter pago a tabela salarial em vigor.
https://www.youtube.com/watch?v=XDvdnNOKucc
 
Pesadelo
Veiculados nas redes sociais nos dias 18 e 19 de outubro. O vídeo traz a denúncia de que já se passava uma semana da greve e o governo Rollemberg não havia se mobilizado e que o GDF havia transformado a relação trabalhista com os servidores público em um pesadelo: além dos ataques aos direitos trabalhistas, a denuncia traz o não pagamento da tabela salarial.
https://www.youtube.com/watch?v=cldHO9Wwbi4
 
GDF na ilegalidade
Veiculado no dia 22/10 com imagens da assembleia do dia 20/10 denunciando o calote. Sinpro explica as razões de a categoria estar em greve e reforça a ideia do calote na categoria, descumprindo a lei do plano de carreira e reduzindo os salários do magistério público. No VT, o diálogo é direto com o governo. A solução para o fim da greve nas mãos de Rollemberg.
https://www.youtube.com/watch?v=iN-oaDJSFDc
 
Sem proposta e com espetáculo midiático
VT veiculado antes da assembleia do dia 27 de outubro, realizada em frente à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), o VT  a não apresentação de uma proposta séria para a categoria e, em vez de negociar, o governo transforma as mesas de negociação em espetáculo midiático. E reafirma que a categoria não aceita calote nas tabelas salariais.
https://www.youtube.com/watch?v=45U3vXjPsJE
 
GDF não paga tabelas salariais
O VT e o spot foram veiculados antes da assembleia de 30 de outubro. Nenhum trabalhador admite redução salarial. O VT explica que os servidores estão em greve porque o governador Rollemberg não quer pagar as tabelas salarias das categorias.
https://www.youtube.com/watch?v=ECYZzyKLTXc
 
Pancadaria e prisão de professores
VT com imagens do ataque da polícia aos professores que realizavam manifestação no final do Eixo Sul. Policial gritando. Pancadarias. Balas de borracha. Spray de pimenta. Professores sendo arrancados dos seus carros, algemados e presos. Veiculado nos dias 31/10, 1º e 2/11 para a assembleia no dia 4/11. Denuncia a truculência do governo Rollemberg ao lidar com as manifestações e os pleitos dos professores como caso de política.
https://www.youtube.com/watch?v=9vZTZ21rURY
 
Greve de fome
VT mostra a greve de fome realizada no dia 11 e 12/11, na Presidência da Câmara Legislativa do DF e explica que a greve de fome ocorre porque o “governo do calote descumpre a lei do plano de carreira”. Chama para a assembleia de 12/11.
https://www.youtube.com/watch?v=iN-oaDJSFDc
 
MPDFT tenta criminalizar a greve
Convocação da categoria para a assembleia dia 11/11 e denuncia a falta de respeito do governador. Exigem respeito aos direitos e o fim dos ataques ao plano de carreira da categoria. Sinpro denuncia a segunda manifestação, em 2015, do MPDFT, para impedir que professores e orientadores de exercerem o direito à greve.
https://www.youtube.com/watch?v=45U3vXjPsJE
 
Greve continua porque GDF continua na Ilegalidade
VT com a chamada da assembleia do dia 9/11 afirmando que a greve continua porque o governo continua descumprindo a lei do plano de carreira.
https://www.youtube.com/watch?v=ECYZzyKLTXc
 
Polícia ataca professores
Video mostra as imagens do ataque do Bope aos professores em manifestação
https://www.youtube.com/watch?v=9vZTZ21rURY
 
GDF não quer pagar tabela salarial

Chamada para assembleia geral dia 30 de outubro. Rollemberg não quer pagar a tabela salarial vigente, mesmo tendo aumento na. Ao mesmo tempo que se recusa em apresentar propostas para dialogar com a categoria, o governo aumenta impostos, taxas, passagens e até mesmo o preço dos restaurantes comunitários.
 
Governo não apresenta proposta


Chamada para assembleia do dia 27 de outubro, em frente à Câmara Legislativa. O GDF não apresenta uma proposta que atenda às reivindicações dos professores, transforma a negociação em espetáculo midiático. Exigimos respeito ao nosso Plano de Carreira, não aceitaremos o fim da jornada ampliada, pois significaria a redução de duzentas horas-aula dos estudantes.
 
Categoria não aceitará calote

Chamada para assembleia do dia 23 de outubro, na Praça do Buriti. Neste vídeo os professores afirmam que não aceitarão calote imposto pelo governo Rollemberg (PSB).
 
Professores fazem greve de 24 horas

Professores(as), orientadores(as) e demais servidores do GDF paralisam suas atividades contra o pacote do governo e deflagram greve geral de 24h no dia 24 de setembro.
 
História de vitórias e conquistas da categoria

Vídeo institucional contando um pouco sobre a história do Sinpro e de todas as conquistas e vitórias alcançadas pela categoria, sem deixar de lado a luta contra a tentativa de calote do GDF.
 
Ato público pelo cumprimento das leis

Chamada para Ato no dia 13 de agosto em exigência ao cumprimento das leis.
 
Assembleia contra as arbitrariedades do GDF
https://www.youtube.com/watch?v=FaAQo-Zfwwg
Chamada para assembleia do dia 12 de junho contra a postura arbitrária e de ataques aos trabalhadores com projetos de leis que mudam a aposentadoria, o auxílio alimentação sem reajuste e aumento de impostos.
 
Ato público do dia 26 de maio

Chamada para ato público dia 26 de maio para acompanhar votação da ADI do reajuste salarial.
Professores do Distrito Federal apoiam luta dos professores do Paraná

Vídeo mostra a luta dos professores de todo o Brasil pelo respeito aos direitos da categoria, por uma educação pública de qualidade e pela democracia no Brasil.
 
Assembleia com indicativo de greve

Chamada para assembleia geral do dia 9 de abril com indicativo de greve. Categoria exige respeito ao Plano de Carreira.
 
GDF não paga direitos trabalhistas

Comunicado da Educação informando que o GDF ainda não pagou o 13º salário, as férias, a rescisão dos professores temporários e não quer pagar a 5ª parcela do reajuste em março.
 
Assembleia de 27 de fevereiro

Comunicado convocando para assembleia do dia 27 de fevereiro em resposta à assembleia anterior, dia 23 de fevereiro, primeiro dia letivo de 2015, quando professores e orientadores decidiram paralisar as atividades até o dia 24.
 
Categoria faz vigília reivindicando respeito

Vídeo convocando a categoria para vigília no dia 19 de janeiro, na Praça do Buriti, em respeito aos direitos dos trabalhadores. GDF tenta parcelar os salários e retirar direitos da categoria.
 
GDF não paga direitos dos professores

Convocação para assembleia gedoral dia 18 de fevereiro. O GDF não pagou o 13º salário, as férias, a rescisão dos professores temporários, parcelou os salários, alterou autoritariamente o calendário escolar e não repassou a verba do PDAF.
 
Calotes implantados pelo governo do DF

Vídeo informando a série de calotes do GDF, como a falta de pagamento dos salários de dezembro, o abono de férias, as diferenças do 13º salário e a rescisão dos contratos temporários.
 
Prejuízos causados pelo GDF

Comunicado informando que o GDF continua causando prejuízos aos professores e orientadores da rede pública. O governo não pagou o 13º salário dos aniversariantes de dezembro, a diferença dos que fizeram aniversário antes de setembro, a rescisão dos temporários e as férias.

Nota de repúdio ao ataque da polícia à Marcha das Mulheres Negras, em Brasília

O Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM-DF) vem a público manifestar-se sobre as agressões ocorridas nessa quarta-feira, 18/11, durante a Marcha Nacional das Mulheres Negras, que vitimou, de forma covarde, nossas companheiras.
Além do total repúdio à violência cometida pelo policial civil, e à reação, também violenta, da Polícia Militar, expressamos aqui a nossa solidariedade às mulheres feridas e a todas as demais que sofreram os efeitos psicológicos das bombas, dos tiros e do spray de pimenta e outras truculências da polícia lançadas contra as marchantes.
Destacamos que, desde o início das articulações para a realização do evento, nas diversas cidades e estados do país, até a chegada das participantes ao gramado do Congresso Nacional, a marcha tinha como pauta a denúncia do racismo e das violações de direitos sofridas, cotidianamente, pelas mulheres negras.
A violência cometida contra as marchantes no principal momento de sua ação reivindicatória reforça a necessidade de nossa vigilância e luta cotidianas e revela a urgente necessidade de se analisar e reformular o papel das polícias no Brasil.
Por isso, nós, do CDM-DF, reafirmamos nosso compromisso de continuar debatendo e apoiando as pautas das mulheres negras, respeitando seu protagonismo e dando continuidade às ações pelo fim do racismo, do machismo, do sexismo e de todas as formas de violência.
Salve as mulheres negras do Brasil! Nossa luta resiste!
Brasília, 19 de novembro de 2015
Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal

Greve é suspensa e categoria continua na luta

Os professores e orientadores educacionais decidiram suspender a greve do magistério público do Distrito Federal, mas a categoria continua declarando que não aceitará calote do governo do Distrito Federal. A decisão foi tomada em assembleia geral nesta quinta-feira (12), na Praça do Buriti.
A luta dos(as) professores(as) fez o governo recuar de diversos ataques contra a categoria e foi a partir desta luta que nós garantimos pontos importantes. Dentre eles destacamos a rejeição do item número 1, que fala sobre o pagamento do reajuste salarial previsto a partir de outubro de 2016 – é importante salientar que este item voltará a ser discutido pela categoria na Campanha Salarial de 2016; a manutenção da jornada ampliada; a manutenção da licença-prêmio conforme está previsto na Lei Complementar nº 840; a certeza de que as Organizações Sociais (OS), que estão sendo implantadas na educação pública dos estados de Goiás e São Paulo, não atingirão as escolas do DF; que a Gestão Democrática, Lei nº 4.751/12, será mantida da forma como está hoje; e a proposta para a reposição dos dias parados sem desconto no salário do professor.
Outro ponto importante é o pagamento da GAEE (Gratificação de Atividade de Ensino Especial) àqueles professores que atendem estudantes da inclusão nas turmas regulares. Com esta proposta, que será encaminhada à Câmara Legislativa do Distrito Federal nos próximos dias, deixaremos de ter que entrar na Justiça para receber esta gratificação, que a categoria já tem ganhado nos tribunais. Os processos judiciais referentes a esta gratificação levam de 2 a 4 anos para que o professor receba o pagamento.
Outro avanço é a montagem de uma comissão, que vai discutir o plano de saúde da categoria. Os professores e orientadores educacionais lutam por um plano desde 2005, quando na greve desse mesmo ano foi criada a Lei do Plano de Saúde, lei esta que se materializou, ainda de forma insuficiente, na greve de 2012 com a criação do auxílio saúde de R$ 200. O movimento paredista de 2015 traz uma proposta que nos próximos meses pode culminar na criação do plano de saúde para a categoria.
 
Rejeição de pagamento do retroativo para 2017
A Comissão de Negociação do Sinpro rejeitou a hipótese de o GDF pagar o retroativo em 2017. A rejeição foi formalizada em documento durante a reunião realizada ontem entre a Comissão e o governo. A avaliação da direção do Sinpro é de que o GDF passou o tempo todo impedindo que a categoria pudesse discutir a campanha salarial de 2016 e de 2017 e ao retirar esta questão do documento, entendemos que o ponto econômico do cumprimento do Plano de Carreira estará colocado na Campanha Salarial de 2016.
“O Sinpro parabeniza todos e todas que não recuaram nesta luta e ressalva que em 2016 teremos mais enfrentamentos contra este governo neoliberal que tenta retirar direitos dos trabalhadores. Não vamos nos dobrar para este governo e todas as forças que temos, usaremos no próximo ano, quando voltaremos com força total na luta por nossos direitos”, ressalta a diretora Rosilene Correa.
Já o diretor Cleber Soares afirma que a greve derrotou o governador Rollemberg em vários pontos. “O governo Rollemberg, ao não avançar no debate financeiro, assumiu a condição de caloteiro e de truculento quando foi incapaz de estabelecer negociações que produzissem avanços. Por isto a luta não acaba aqui. A batalha alcançou alguns avanços à medida que manteve conquistas históricas, mas a guerra continuará até que vençamos a política de desrespeito aos profissionais do magistério e da tentativa de sucateamento da educação pública no DF”.
A categoria decidiu, ainda, uma nova assembleia geral na primeira semana do ano letivo de 2016.
 
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