Último prazo: data para entrega de documentação da GAEE 2011 se encerra em 3/12

O prazo para entrega de documentação da GAEE 2011 foi prorrogado até a próxima quinta-feira, dia 3 de dezembro, último prazo.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF solicita especial atenção dos professores e professoras para a observação da prescrição judicial de alguns processos que podem extinguir direitos certos dos educadores.
Assim, comunica aos (às) professores (as) e orientadores (as) educacionais que o Departamento Jurídico do Sindicato alerta para a urgência na entrega da documentação e avisa que o dia 3 de dezembro é o prazo máximo para a entrega dos documentos relativos ao processo da GAEE (Gratificação por Atividade de Ensino Especial)  referente ao ano de 2011.
A relação dos documentos é a seguinte:
MODELO DECLARAÇÃO GAEE
DECLARACAO DE CUSTAS
CONTRATO DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS
AUTORIZAÇÃO DE RETENÇÃO DE 10% DEZ POR CENTO
PROCURAÇÃO
Cópia CPF e RG;
Cópia de comprovante de residência;
Cópia dos 3 últimos contracheques atuais;
Cópia do da Ficha financeira de 2011
Cópia de certificados de cursos destinados a atuarem com alunos especiais ( Se tiver).
Para mais esclarecimentos, entrar em contato com o Sindicato.

Suspensão da greve é destaque do Canal da Educação dessa quarta (18)

O Canal de Educação dessa quarta-feira (18) colocará em debate a suspensão da greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Para falar sobre o tema foram convidados o diretor do Sinpro Cleber Soares e a professora do Centro de Ensino Médio 12 de Ceilândia, Verônica Silva.
O programa, apresentado quinzenalmente, vai ao ar às 20h, ao vivo, no site do Sinpro e na TopTV Brasil.
A produção e apresentação são do jornalista Valdir Borges. Perguntas podem ser enviadas ao vivo, através do próprio site do Sindicato (o vídeo disponibilizará um espaço para interação) ou por mensagens via whatsapp, no número (61) 8162-0065.

Inscrições para o VI Concurso de Redação e Desenho prorrogadas até o dia 26/11

As inscrições para o VI Concurso de Redação e Desenho do Sinpro foram prorrogadas até o dia 26 de novembro. A greve de 29 dias dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais ocasionou o adiamento desta data. Os trabalhos podem ser entregues na Sede e Subsedes do Sindicato.
O tema deste ano é Discriminação produz violência. A discriminação é um dos tipos de preconceitos causadores da violência na sociedade e, consequentemente, no ambiente escolar. Escrever sobre o tema é traduzir, na redação, a discussão e as propostas sobre formas de diminuir agressões físicas, verbais, as mortes, enfim, todo tipo de violência na sociedade.
O Concurso de Redação e Desenho é promovido pelo Sinpro e faz parte da Campanha contra a Violência nas Escolas, realizada pelo Sindicato desde 2008. O objetivo da campanha é estimular os (as) estudantes da rede pública do Distrito Federal (DF) a refletirem sobre as causas e as consequências da violência no ambiente escolar e na sociedade e a pensar em soluções para esse tipo de problema que afeta a sociedade e acaba por repercutir nas relações sociais no interior das escolas.
Para desenvolver a redação ou os desenhos, os estudantes poderão dissertar sobre aspectos que têm pautado o debate sobre violência no Brasil e no mundo, como gênero, raça, etnia, religião, classe social, drogas, deficiência física ou mental, tipo físico, bullying, velhice e juventude (idoso/jovem), geracional e outros.
As inscrições, que começaram no dia 7 de agosto e foram prorrogadas até o dia 26 de novembro, são permitidas apenas a estudantes da educação infantil, de 4 a 5 anos de idade, até aos do ensino médio. As redações e desenhos poderão ser encaminhados para a sede e as subsedes do Sindicato. Cada participante deverá fazer sua inscrição no site do Sinpro, no qual será gerado um código de identificação que deve ser usado para preencher a folha da redação ou desenho.
Os prêmios serão distribuídos para os (as) estudantes vencedores e os (as) professores (as) indicados (as) pelos (as) participantes. É importante salientar que os (as) professores (as) que fazem parte da comissão julgadora não podem ser indicados (as) pelos (as) estudantes. A comissão é formada por professores (as) e orientadores (as) educacionais da rede pública de ensino. Essa comissão receberá os trabalhos sem identificação da escola, do nome do (a) estudante ou do (a) professor (a) que orientou o trabalho para garantir a transparência do processo.
Os (as) estudantes da educação infantil, do CEE e classes especiais e os (as) matriculados do 1º ao 3º ano do ensino fundamental/EJA expressarão sua opinião por meio de desenho. Os (as) estudantes do 4º ao 9º ano do ensino fundamental/EJA e do ensino médio/EJA, por sua vez, irão discutir a temática na forma de redação.
Os (as) estudantes devem fazer a inscrição pela internet para obter o código de participante, o qual será usado na folha de redação como único instrumento de identificação do trabalho.
O concurso é destinado aos (às) estudantes da rede pública e só poderão participar com um único trabalho. No entanto, professores (as) ou orientadores (as) educacionais poderão trabalhar com vários (as) estudantes. Dessa forma o (a) mesmo professor (a) poderá ser indicado (a) por vários (a) estudantes, podendo ser premiado (a) mais de uma vez.
Mais informações pelo telefone 3343-4236.
Clique aqui para ler o REGULAMENTO
Folha para redação
Folha para desenho horizontal
ou
Folha para desenho vertical

TV Sinpro na TV Comunitária dá destaque à suspensão da greve dos professores

A suspensão da greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do Distrito Federal será o destaque do programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (17). Para falar sobre o assunto foi convidada a diretores do Sinpro Rosilene  Correa.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17 horas, no Canal 12 da NET. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programa a baixo). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.
 
Programação:
 
Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30

Primeira Marcha Nacional das Mulheres Negras, nesta quarta (18), às 10h

Nesta quarta-feira (18), as mulheres negras de todo o país e de várias regiões do mundo estarão em Brasília para a primeira a Marcha Nacional das Mulheres Negras contra o Racismo, a Violência e pelo o Bem Viver. A marcha é uma manifestação nacional contra o racismo, a violência, a falta de acesso a serviços públicos, como saúde, educação, trabalho e moradia, entre outros. A concentração será no Ginásio Nilson Nelson, a partir das 8h30. Maiores informações pelo site http://www.marchadasmulheresnegras.com/
A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca toda a categoria para participar. Trata-se de um evento nacional que vem mostrar o grande desafio para desenvolvimento do país. No entendimento da diretoria do Sindicato, não pode haver democracia e desenvolvimento no Brasil enquanto não houver, de fato, a democracia racial.
Lei da Igualdade Racial e a Lei 10.639/03
A coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade, Wiviane Farkas, diz que a marcha é um momento ímpar para se divulgar também políticas e ações que visem a transformar o Brasil num país realmente democrático, com leis que modifiquem os aspectos culturais e históricos que ainda persistem e mantêm vivos o racismo, o machismo e o todo tipo de discriminação.
Ela lembra que o Sinpro-DF promoveu várias iniciativas, ao longo de seus 36 anos, que visaram ao combate a toda forma de segregação e violência. Um exemplo é o Caderno Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, lançado no 10º Congresso dos Trabalhadores em Educação, em agosto deste ano. Trata-se da terceira edição da temática. O caderno é interativo e está disponível no Sinpro-DF para quem quiser desenvolver e se aprofundar na temática. Vale lembrar que o tema do racismo e indígena foram assuntos de três publicações do Sinpro-DF cuja finalidade é sempre a de dialogar com professores (as) e a sala de aula.
O caderno foi elaborado para subsidiar docentes que queiram aprofundar e promover o enfrentamento ao racismo na execução do magistério.  O caderno traz as Leis nº 10.639/2003, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas; a 11.645, que também torna obrigatório o ensino da cultura afro-brasileira e indígena nas escolas; e a 12.288/2010, que institui o Estatuto da Igualdade Racial.
 “São importantes leis para o enfrentamento ao racismo e que, realmente, vieram para dialogar com a educação quando exigem que os (as) professores (as) ensinem, estudem e aprofundem o conteúdo sobre de África e cultura africana e a lei que inclui aí a cultura e história indígena. Para a gente esse debate é muito caro porque desenvolvemos projetos antes mesmo da aprovação da lei. São leis importantes para o desenvolvimento acadêmico, mas são resultantes do movimento social, sobretudo do movimento negro”.
Na opinião de Wiviane , são leis e marchas como estas são muito importantes não só para o fortalecer o embate, mas também para dar visibilidade à população negra e a todos os problemas que ela enfrenta no seu dia a dia. A invisibilidade da população negra é constatada a cada dia nos meios de comunicação. Assim, medidas como esta se tornam mudanças necessárias para que a sociedade discuta.
“Estamos muito felizes porque é a primeira marcha e ela estar acontecendo em Brasília para que a gente possa, unidas, mulheres negras, brancas, homens negros e brancos que enfrentam o racismo diariamente e, principalmente, a realidade das mulheres negras que é totalmente diferente. Em todos os índices, a mulher negra está abaixo do normal: educacional, salarial, e em todos os níveis de desigualdades que podemos constatar”, afirma a diretora de Raça e Sexualidade.
No entendimento da diretoria colegiada do Sinpro-DF, uma iniciativa como essa é de fundamental importância que a categoria docente e todos (as) os (as) educadores se mobilizem, bem como a comunidade escolar e toda a sociedade para que possamos enfrentar o racismo.
Lei do Feminicídio e Maria da Penha
A diretoria colegiada do Sinpro-DF tem como uma de suas principais políticas a realização do enfrentamento do machismo, do racismo, da violência. “E foi para isto que foram criadas, especialmente, as Secretarias de Raça e Sexualidade e de Assuntos para Mulheres Educadoras. A política é do Sinpro-DF, mas são materializadas por meio dessas duas secretarias”, informa Eliceuda França, coordenadora da Secretaria de Assuntos para Mulheres Educadoras – ou simplesmente Secretaria de Mulheres Educadoras.
Ela lembra que a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/06) e a Lei do Feminicídio – a Lei nº 13.104, também sancionada pela presidenta Dilma em 9 de março de 2015 – asseguram a luta pela democracia racial no Brasil. “Temos hoje um quadro muito triste. Saiu uma pesquisa, recentemente, que mostra que mais de 55% dos homicídios de mulheres ocorrem dentro de casa da vítima e que 66,7% são contra negras. Este dado saiu, no início de novembro, nos jornais locais, numa pesquisa que mostra a nossa realidade: a morte tem cor e tem local. A morte são das mulheres negras e são das mulheres mais pobres, das trabalhadoras com menores salários, com as piores condições de vida”, analisa Eliceuda.
A coordenadora da Secretaria de Mulheres Educadoras entende que as mulheres precisam enfrentar o feminicídio. “Mas é preciso que a gente assuma essas leis em todos os espaços da sociedade, em todos os movimentos. Estaremos nesta marcha com muita força porque é a primeira de muitas que faremos. Não aceitaremos que, em nosso país, esses índices continuem aumentando. Precisamos dar um basta já. Por isso estaremos marchando: contra o machismo, o racismo e pelo bem viver de todas as mulheres”.
Essa pesquisa foi lançada juntamente com o Mapa da Violência 2015, elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), entre 1980 e 2013, no qual registra que o número de homicídios de mulheres aumentou 252%, passando de 1.353 para 4.762 assassinatos. As mortes têm cor e local. Mais de 55% dos crimes ocorrem dentro de casa e 66,7% deles são contra negras.
Por que marchamos?
“Marchamos desde que existimos”, afima Jacira da Silva, jornalista, coordenadora do Movimento Negro Unificado do Distrito Federal e coordenadora do Grupo de Trabalho de Mulheres do Movimento Negro Unificado Nacional.
Ela e outras organizadoras, integrantes movimento feminista das mulheres negras, informam que as negras representam 25% da população brasileira, ou seja, 49 milhões de pessoas, cuja maioria está excluída, de alguma forma, de serviços e de políticas públicas. Jacira afirma que a marcha vem mostrar que, na luta pela democracia racial, “as mulheres negras, nos índices oficiais, representam a maioria da população que continua no seu dia a dia, nas relações sociais e políticas, ainda e historicamente, no espaço secundarizado”.
Jacira conta que a marcha ocorre porque as mulheres negras sempre lutaram. Basta lembra a luta das escravas pela libertação da escravidão, formadoras, tanto quando os negros, de grandes quilombos. É o caso da negra Dandara. E afirma que a marcha dará a visibilidade nacional e internacional às temáticas das mulheres negras porque será a primeira em que elas vão às ruas para dar um basta à tripla discriminação sofrida; ao racismo velado e institucional da sociedade brasileira; e para exigir que as políticas públicas, de fato, sejam efetivadas a partir do momento em que o Estado e os governos têm de saber onde estão as mulheres negras, como elas estão, quantas elas são e para onde elas vão.
A organização das mulheres negras no Brasil sempre se formou a partir de associações de moradores, de mães e, antes disso, dos quilombos. Todavia, a pauta étnico-racial sempre ficou para segundo plano. Assim, a primeira Marcha Nacional das Mulheres Negras contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver traz a possibilidade de exigir do Brasil e do mundo que essas políticas públicas sejam efetivadas. As organizadoras afirmam que será a oportunidade de homenagear mulheres negras que construíram a liberdade de ir e vir e de expressão das mulheres negras.
A construção dessa primeira marcha vem consolidar a luta do movimento feminista das mulheres negras que enfrenta grandes desafios até mesmo dentro do próprio movimento negro. Jacira esclarece que a pauta específica de gênero, dentro do próprio movimento negro, é um grande desafio. “É uma luta para organizarmos a questão de gênero”, afirma.
A marcha da inclusão
Outra integrante do Movimento Negro Unificado e da organização da marcha, Vera Lúcia Araújo, advogada e ativista, afirma que a Marcha das Mulheres Negras é uma experiência muito singular porque, “em primeiro lugar, nos possibilita, por exemplo, esse encontro tão rico, diverso, cultural, de algumas gerações de militantes negras que ao longo da nossa história, tanto pela recuperação histórica de muitas delas quanto pelo vigor que as novas gerações, mostrem o potencial e a capacidade transformadora e que a sua marca já é rigorosamente histórica da construção democrática de nosso país.
Ela diz que se sente somando à experiência de estar vivendo uma terceira marcha negra. “A gente teve marchas do movimento negro. Teve, a partir de 1995, com a grande Marcha dos 300 Anos do Zumbi dos Palmares, e essa é a terceira década, que os negros se reúnem marchando sobre Brasília, colocando-se, afirmando-se, cultuando as suas pautas mais urgentes e prioritárias”. Vera Lúcia alerta para o fato de que o diferencial e a experiência própria desta Marcha Nacional das Mulheres Negras é que, nela, as mulheres negras não excluem nenhum segmento do povo brasileiro e de setores organizados.
“Queremos é afirmar que nós, mulheres negras, nunca tivemos um papel subalterno nos processos de luta por liberdade, pelo fim da escravidão e, nesse momento tão próprio e crucial para a vida democrática, para a consolidação de conquistas e direitos, para a afirmação das forças populares, estarmos à frente desta grande marcha que, de repente, fecha o ano de 2015 como o grande ano de afirmação das mulheres negras brasileiras.
Confira a programação:
 
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Das raízes às pontas: um filme para estimular o bom relacionamento com o cabelo

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convida a categoria para a estreia, nesta terça-feira (17), às 19h, no Cine Brasília, na EQS 106/107 Sul. Das raízes às Pontas é um curta-metragem documentário que aborda o resgate das raízes negras a partir dos cabelos crespos.
Parte do documentário foi filmada no Jardim de Infância 603, do Recanto das Emas, e conta com depoimentos de professoras, como da diretora da escola, Fabíola Farias, e de estudantes. Conta também com a participação da cantora Elen Oléria, Sharan Menezes, entre outras. O filme propõe estimular o público a se relacionar bem com o cabelo na forma natural e, consequentemente, promover a aceitação e a aproximação com a origem de sua cultura.
O documentário aborda o resgate das raízes afro-brasileiras a partir dos cabelos crespos e estimular a aproximação com a nossa origem cultural. O curta-metragem conta com diferentes personagens, que emprestaram suas trajetórias e a forma como se relacionaram com seus cabelos, da infância aos dias atuais.
A estreia do filme no Cine Brasília faz parte da programação de eventos do Mês da Consciência Negra, em Brasília. Confira mais informações sobre o filme no Facebook, no endereço: https://www.facebook.com/events/1496393247356832/, e no site do filme: http://dasraizesaspontas.com/

Palestra aborda Esporte, Lazer e Cidadania

O Sinpro convida os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para a palestra Esporte, Lazer e Cidadania, que será ministrada pelo professor Juan Álvaro Rodríguez Diaz, da Universidade de Sevilha – Espanha. A diretora Rosilene Correa fará parte da mesa de abertura do evento, organizado pela Secretaria Distrital do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE/DF) e pelo Grupo de Pesquisa e Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer (AVANTE-UnB). A palestra será realizada nesta segunda-feira (16), às 18h30, no auditório da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília (UnB).
Na ocasião também ocorrerá o lançamento do livro Política de Esporte nos anos Lula e Dilma, publicação organizada pelo grupo AVANTE-UnB com financiamento da Rede CEDES do Ministério do Esporte.
As inscrições poderão ser feitas no próprio local. Participe!
 

Reunião do GTPA-Fórum EJA, neste sábado (14)

O Grupo de Trabalho Pró-Alfabetização do Distrito Federal e o Fórum de Educação de Jovens e Adultos do Distrito Federal (GTPA-Fórum EJA) convidam a todos e todas que atuam na EJA para reunião ampliada, neste sábado (14/11), às 9h, no auditório do Sindsep, situado no Setor Bancário Sul (SBS) – Quadra 1 – Bloco K – Ed. Seguradoras – 16º e 17º Andares (atrás do prédio da Caixa Econômica Federal).
Confira a pauta:
1 – Informes gerais e específicos.
2 – Avaliação do XXIV Encontro Distrital de EJA.
3 – XIV Eneja: 18 a 21/11/2015.
4 – Recomposição da coordenação.
O GTPA-Fórum EJA pede a colaboração de todos e todas para o lanche coletivo.

Prazo de entrega dos trabalhos para o Concurso de Redação é adiado

Em razão da greve dos professores(as) e orientadores(as) educacionais, o prazo original para entrega dos textos do Concurso de Redação do Sinpro-DF teve que ser revisto.
Desta forma, o Sindicato divulgará nova data para entrega do material na segunda-feira, dia 16, pelo site da entidade.
Aguarde e confira.

“Quem determina o fim da greve é a categoria”, enfatiza Comissão de Negociação

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Ao contrário do que publicou o jornal Correio Braziliense, em sua versão online, informando que o “GDF e Sindicato dos Professores chegam a um acordo”, dando praticamente como encerada a greve, o fato não se sustenta.
Na verdade, o que houve foi uma reunião de negociação, na noite desta quarta-feira (11), entre a Comissão de Negociação do Sinpro-DF, o governador Rollemberg e secretários de Estado, juntamente com dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Universidade de Brasília (UnB), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), além de cinco deputados distritais e uma federal.
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Documento contendo nova proposta do GDF está sendo preparado para ser analisado em assembleia da categoria, nesta quinta-feira (12), às 9h30, na Praça do Buriti.
A Comissão de Negociação do Sinpro-DF enfatiza que a suspensão ou não do movimento paredista é uma atribuição soberana dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais reunidos em assembleia, instância máxima de deliberação da categoria.
Fotos: Deva Garcia

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