CNTE e CUT prestam solidariedade à luta dos(as) professores(as)

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Roberto Leão, e os diretores Gilmar Ferreira e Marta Vanelli compareceram, durante a tarde desta quarta-feira (11), à vigília dos professores, na Câmara Legislativa do DF, e prestaram solidariedade e apoio à luta da categoria. Os dirigentes da CNTE estavam em uma atividade nacional com vários outros sindicatos na Esplanada dos Ministérios.
Um grupo de 39 professores está em greve de fome no gabinete da presidência da CLDF desde as 9h em protesto à falta de negociação do governo Rollemberg com a categoria. Em solidariedade, vários professores e orientadores educacionais fazem vigília na entrada da Câmara.
“Tivemos a companhia do presidente da CNTE, da secretária geral e do secretário de Formação da Confederação. Os três trouxeram solidariedade com o nosso movimento, fizeram relação da nossa luta com a luta nacional, mostrando que a nossa luta é um exemplo para todo o Brasil, onde tem sido comum a tentativa de retirada de direitos dos trabalhadores em vários estados”, comenta o secretário geral da CUT Brasília, Rodrigo Rodrigues, complementando que o grupo ficará em greve de fome “até que se entenda que a nossa ação cumpriu o objetivo pela qual ela se propôs”.
Já o presidente da CNTE afirmou que a greve dos professores de Brasília é uma resposta à política neoliberal do governo Rollemberg. “Este governador foi eleito prometendo grandes mudanças e na verdade o que ele tem feito é promover o retrocesso das relações entre o governo e seus funcionários. Ele não cumpre nada que prometeu e pior, chama a polícia para tratar destas questões, promovendo um verdadeiro massacre dos trabalhadores quando eles vão às ruas se manifestar”, comenta Roberto Leão.
Gilmar Ferreira parabeniza a grande luta da categoria e se solidariza com todos os professores que estão em greve de fome. “Aqui no DF estamos enfrentando um governo que a exemplo de outros estão há mais de dez meses sem mostrar a que vieram. Aliás, mostram que estão dispostos a impedir todas as conquistas que tivemos enquanto trabalhadores da educação. Portanto, a greve é o instrumento que temos para fazer um contraponto às iniciativas destes governos. Vocês estão sendo exemplo para outros estados que estão sofrendo com uma política neoliberal”, analisa Gilmar.
Já Marta afirma que a solidariedade que a CNTE traz é muito importante para fortalecer a luta da educação contra o retrocesso. “Estamos juntos e prestamos solidariedade aos companheiros que promoveram a ocupação da CLDF. Esta é uma importante referência a todos os trabalhadores em educação do país. A gente melhora a educação pública quando fazemos a resistência, quando conseguimos contrapor a todas as tentativas de retirada de direitos. É importante que esta greve persista até a vitória, para que a categoria saia com a cabeça erguida e com a certeza que a luta vale a pena”.

Confira os locais e horários dos ônibus para a assembleia desta quinta (12)

O Sinpro disponibiliza ônibus para os professores e orientadores educacionais para a assembleia desta quinta-feira (12), às 9h30, na Praça do Buriti.
Confira o local e o horário a seguir.
 

Local Horário
BRAZLÂNDIA – Praça do Laço 8h
CEILÂNDIA – Estacionamento do BRB (2 ônibus) 8h
FORMOSA – Praça da Matriz/Catedral 8h
GAMA – CEM 02 8h
GUARÁ II – Centrão(8h) passando pelo Guará I – parada de ônibus Igreja São Paulo Apóstolo(8h30)  
LUZIÂNIA – em frente à Prefeitura passando pela passarela do Valparaiso 8h
NÚCLEO BANDEIRANTE – CEM N.B 01 8h
PARANOÁ – Praça Central (em frente à Igreja) 8h
PLANALTINA – Centro de Ensino Especial 01 8h
PLANALTINA DE GOIÁS (Brasilinha- Fórum) ônibus 8h
RECANTO DAS EMAS – Faculdade da Terra (2 ônibus) 8h
SAMAMBAIA – CEF Myriam Ervilha BR 060 (8h) passando pela Escola Buritis (8h30)  
SAMAMBAIA – Feira da 202 8h
SANTA MARIA – C.E.E 01
                           CEF 215
8h
SÃO SEBASTIÃO – CAIC 8h
SOBRADINHO – CEM 01 8h
TAGUATINGA – Nene’s Chopp 8h30

Nota de apoio do SAE

O SAE-DF vem manifestar o seu apoio aos professores da rede pública de ensino do Distrito Federal, que atualmente encontram-se em greve.

Acreditamos que o direito de livre manifestação por melhorias nas condições de trabalho e remuneração de qualquer categoria deve ser garantido. A truculência com que o governo vem conduzindo as negociações com os professores demonstra total desrespeito com a categoria.

A tentativa de criminalização dos movimentos de greve por parte do govermo, comprova claramente a política de desvalorização do magistério.

O que os professores pedem é somente o cumprimento da lei, se nem isso o governo se propõem a cumprir, fica evidente que a prioridade é zero quando o assunto se trata dos professores e professoras do Distrito Federal, além de milhares de estudantes.

Neste momento muitos professores estão na CLDF em greve de fome.

Por isso, nos unimos a todos os professores em greve para exigirmos respeito e valorização a todos os servidores públicos do DF e em especial a todos os trabalhadores em educação pública já!

Sinpro convoca categoria para vigília na CLDF, nesta quarta (11), à noite

A diretoria colegiada e a comissão de negociação do Sinpro-DF convocam a categoria para comparecer à vigília em curso na entrada da Câmara Legislativa do DF (CLDF) em solidariedade aos (às) professores (as) em greve de fome e pede para os (as) docentes e orientadores (as) educacionais que vierem a participar da vigília trazerem velas.
Quarenta professores e professoras entraram em greve de fome, na manhã desta quarta-feira (11), por causa da falta de negociação do governo Rollemberg com a categoria, na manhã desta quarta-feira (11). A greve de fome acontece no gabinete da Presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).
Sem o reajuste previsto nas tabelas e sem acordo em vários itens das reivindicações, vários (as) docentes, durante a assembleia geral, realizada na manhã desta quarta-feira (11), decidiram ocupar o gabinete e iniciar a greve de fome.
Do lado de fora da CLDF, outro grupo de professores (as) e orientadores (as) educacionais fazem vigília em solidariedade aos (às) companheiros (as) da carreira do magistério em greve de fome na Câmara.
Paralelamente, 30 minutos após a ocupação do gabinete da Presidência da CLDF, a comissão de negociação do Sinpro-DF se reuniu com representantes do governo. A assembleia permaneceu paralisada, aguardando o desenrolar dos acontecimentos. Participam também da reunião parlamentares distritais e federais.
Durante a tarde e à noite desta quarta, a comissão de negociação do Sinpro-DF se reuniu com a CNBB, o MPDFT e outros para negociar uma saída para o impasse criado pelo governo Rollemberg.

Comissão de negociação vai à CNBB, MPDFT e Rollemberg. Confira agenda desta quarta (11)

A Comissão de negociação do Sinpro tem percorrido a cidade para buscar organismos de ajuda humanitária para intervir na situação de conflito criada pelo governo Rollemberg contra a categoria docente e buscar que o Governo do Distrito Federal (GDF) apresente uma proposta séria e factível para professores (as) e orientadores (as) educacionais.
Na manhã desta terça-feira (11), a comissão de negociação do Sinpro se reuniu com integrantes da Comissão de Justiça e Paz, da Conferencia Nacional Dos Bispos do Brasil (CNBB), sobretudo para influir numa decisão governamental que promova o fim da greve de fome de professores (as) e orientadores (as) educacionais em curso na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Às 17h desta terça haverá reunião com o arcebispo de Brasília, dom Sérgio da Rocha.
Neste momento, a comissão de negociação está reunida com procurador-geral de Justiça, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Leonardo Bessa, e com promotores da Promotoria de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc), sobre o corte de ponto e a multa diária, exorbitante, no valor de R$ 400 mil.
No entendimento dos (as) integrantes da comissão de negociação, uma vez que o GDF tem usado o MPDFT para executar esse tipo de ação repressora e antissindical, a comissão irá buscar dialogar diretamente com o procurador-geral. Às 19h30, está prevista uma reunião com o governador Rodrigo Rollemberg (PSB).
Quarenta professores (as) e orientadores (as) educacionais continuam em greve de fome no gabinete da Presidência da CLDF. Na entrada da Câmara, outro grupo de professores (as) e orientadores (as) fazem vigília em solidariedade aos (às) companheiros em greve de fome.

Categoria vota pela manutenção da greve. Próxima assembleia nesta quinta-feira (12), no Buriti

Por decisão praticamente unânime, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais decidiram pela manutenção da greve do magistério público do Distrito Federal. A decisão foi tomada durante assembleia geral nessa quarta-feira (11), na Praça do Buriti. O encaminhamento da assembleia foi uma resposta ao retrocesso nas negociações entre a Diretoria do Sinpro e o GDF. Diante disto não restou outra alternativa senão continuar o movimento paredista.
A categoria ainda aprovou uma nova assembleia geral para esta quinta-feira (12), às 9h30, na Praça do Buriti.
Ao final da assembleia a categoria caminhou até a entrada da Câmara Legislativa do DF e chegou aplaudindo o grupo de 36 professores que estão em greve de fome no gabinete da presidência da Casa desde as 9h. O grupo promete sair de lá somente quando os parlamentares se posicionarem e intervierem junto ao GDF para resolver o impasse. Os docentes estão prontos para permanecer no local até que as negociações avancem.
Neste momento os professores realizam uma vigília em frente à CLDF e o Sinpro pede para que todos participem em apoio aos companheiros que estão em greve de fome. A vigília durará enquanto o grupo de professores estiver em protesto no gabinete da deputada Celina Leão.
A Comissão de Negociação do Sinpro se reunirá com o governador Rollemberg às 19h30 desta quarta-feira (11).
 
Retrocesso – A reunião da diretoria do Sinpro-DF e do Comando de Greve com representantes do governo, realizada na terça-feira (10), foi considerada, no mínimo, frustrante e desrespeitosa.
Ao invés de dar sequência à negociação, o GDF deu um passo atrás e conseguiu piorar a proposta apresentada na semana passada.
Com 17 itens, a nova proposta oficializa as Organizações Sociais (OS) como método de privatização da educação. No item 16 da proposta, praticamente encerra a docência do magistério público na educação infantil do Distrito Federal.
Além disso, Rollemberg manteve o corte de ponto e a multa exorbitante para o Sindicato (R$ 400 mil por dia).
Insistindo na eterna falta de recurso, o governo também manteve o pagamento das tabelas salariais a partir de outubro de 2016 e previsão de pagamento do retroativo somente em janeiro de 2017. A novidade da nova proposta fica por conta de que não haverá pagamento dos dias parados e, assim, consolida a posição de criminalizar o legítimo direito de se manifestar e ainda apela para a Justiça, em vez de discutir com a categoria, na Mesa de Negociação.
Vale lembrar que nunca, na história do movimento docente do Distrito Federal, houve governador que, a cada negociação, piorasse as propostas discutidas em Mesa.

Governo Rollemberg força radicalização. Categoria protesta no Buriti e ocupa a CLDF

Diante do retrocesso nas negociações entre a categoria do Magistério Público e o Governo do Distrito Federal, não restou alternativa a professores(as) e orientadores(as) educacionais senão radicalizar o movimento paredista.
A assembleia na manhã desta quarta-feira (11) foi interrompida por volta das 11h.
Descontente com os encaminhamentos apontados pelo governo Rollemberg (PSB) em reunião na tarde de ontem, a categoria resolveu suspender a atividade para transformar a assembleia em um grande ato de protesto.
Parte dos docentes se dirigiu para o gramado na frente da sede do governo, reivindicando a abertura de negociações sérias, que possam pôr fim à greve. A Polícia Militar reagiu com gás de pimenta e posicionou o Batalhão de Operações Especiais da PM (BOPE) próximo aos(às) professores(as).
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Outra parte ocupou o gabinete da presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão, e só promete sair de lá quando os parlamentares se posicionarem e intervierem junto ao GDF para resolver o impasse. Os docentes estão prontos a permanecer no local e a realizar greve de fome caso as negociações não avancem.
Retrocesso – A reunião da diretoria do Sinpro-DF e do Comando de Greve com representantes do governo, realizada na terça-feira (10), foi considerada, no mínimo, frustrante. Desrespeitosa até.
Ao invés de dar sequência à negociação, o GDF deu um passo atrás e conseguiu piorar a proposta apresentada na semana passada.
Com 17 itens, a nova proposta oficializa as Organizações Sociais (OS) como método de privatização da educação. No item 16 da proposta, praticamente encerra a docência do magistério público na educação infantil do Distrito Federal.
Além disso, Rollemberg manteve o corte de ponto e a multa exorbitante para o Sindicato (R$ 400 mil por dia).
Insistindo na eterna falta de recurso, o governo também manteve o pagamento das tabelas salariais a partir de outubro de 2016 e previsão de pagamento do retroativo somente em janeiro de 2017. A novidade da nova proposta fica por conta de que não haverá pagamento dos dias parados e, assim, consolida a posição de criminalizar o legítimo direito de se manifestar e ainda apela para a Justiça, em vez de discutir com a categoria, na Mesa de Negociação.
Vale lembrar que nunca, na história do movimento docente do Distrito Federal, houve governador que, a cada negociação, piorasse as propostas discutidas em Mesa.
>>> Confira a nova proposta do GDF

Começa greve de fome dos professores na CLDF

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Quarenta professores e professoras entraram em greve de fome por causa da falta de negociação do governo Rollemberg com a categoria. A greve de fome acontece no gabinete da Presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Sem o reajuste previsto nas tabelas e sem acordo em vários itens das reivindicações, vários (as) docentes, durante a assembleia geral, realizada na manhã desta quarta-feira (11), decidiram ocupar o gabinete e iniciar a greve de fome.
Do lado de fora da CLDF, outro grupo de professores (as) e orientadores (as) educacionais fazem vigília em solidariedade aos (às) companheiros (as) da carreira do magistério em greve de fome na Câmara. A greve começou às 10h30.
Paralelamente, há pouco mais de 30 minutos, a Comissão de Greve e dirigentes do Sinpro-DF estão reunidos com representantes do governo. A assembleia continua paralisada, aguardando o desenrolar dos acontecimentos.
Participam também da reunião parlamentares distritais e federais.

Greve: um direito de todos (as) os (as) trabalhadores (as)

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca os (as) professores (as) do contrato temporário, do estágio probatório e diretores (as) de escola para integrarem-se ao movimento grevista que começa nesta quinta-feira (15), Dia do Professor, e para o ato público previsto para ocorrer às 10h, na Praça do Buriti.
Informa que não há nenhuma restrição jurídica que impeça ou proíba a participação dos (as) docentes do contrato temporário, do estágio probatório e diretores (as) de escolas nas atividades promovidas pelo sindicato.
Esclarece que estão veiculando, de forma apócrifa, uma matéria que o Sinpro-DF publicou, em maio deste ano, denunciando a prática do governo de tentar pressionar os (as) professores (as) do contrato temporário a não participar das atividades sindicais.
Explica que, em maio deste ano, o GDF alegou que não havia autorizado o gerente de Gestão de Professores Substitutos a divulgar uma nota com recomendações restritivas aos (às) professores (as) do contrato temporário e retirou todos os efeitos do tal documento.
Da mesma forma, em véspera de greve, há relatos de pressão contra professores (as) que estão em estágio probatório. A diretoria reafirma que, para todos os efeitos legais, o (a) professor (a) de estágio probatório tem direito de greve e a sua avaliação do período probatório não pode ser prejudicada em virtude da participação no movimento grevista.
As direções de escola gozam, hoje, da estrutura da gestão democrática. Ou seja, são eleitas e, portanto, estão numa situação diferente de outras greves que já tivemos, podendo participar de todas as atividades sindicais, sobretudo nas greves.
A diretoria afirma que é na luta que se constroem os caminhos e avisa que, na história do Sinpro-DF, a categoria sempre atuou com unidade e, por isso, nunca perdeu direitos do professores e professoras do contrato temporário, do estágio probatório e diretores de escolas públicas em procedimento de greve.
“Em nenhum momento de nossa história, após a ditadura militar, nas gestões dos ex-governadores Joaquim Roriz, José Roberto Arruda, Cristóvam Buarque, Wanderley Vallim da Silva, Maria de Lourdes Abadia, Paulo Otávio Alves Pereira, Agnelo Queiroz etc., nenhum deles subtraiu direitos e nem demitiu professores e professoras do contrato temporário, do estágio probatório e diretores de escola pública por causa da participação nas atividades do Sinpro-DF, incluindo aí a greve”, informa.
As lideranças sindicais do Sinpro-DF informam que continuará defendendo o direito à greve de todo (a) trabalhador (a), como determina a Constituição Federal.
Confira a seguir a matéria produzida pela Secretaria de Imprensa do Sinpro-DF sobre o documento divulgado em maio deste ano e, em seguida, a outra matéria mostrando a atitude do governo Rollemberg de tornar tal documento sem efeito.
SEDF invalida circulares que cassam direitos políticos dos(as) docentes temporários(as)
 

Rollemberg chama polícia para acabar com protesto


Dezenas de servidores, incluindo professores(as), bloquearam as saídas de Brasília nos Eixões Norte e Sul da cidade, na tarde desta quarta-feira (28/10).
A interdição das faixas é mais um ato de protesto contra a intransigência do governo Rolemberg em não negociar com os servidores em greve e não apresentar uma solução pelo pagamento de reajuste ao Magistério Público do DF, previsto para setembro e que foi adiado pelo governador para outubro de 2016.
No momento, a Ponte do Bragueto, sentido Sobradinho — Asa Norte, está fechada.
O mesmo ocorre do outro lado da cidade, com a interdição do Eixão Sul. Ao menos 300 servidores protestavam na via quando os policiais iniciaram o confronto. Todas as pistas estão fechadas com os próprios carros dos manifestantes.
Truculência – Há relatos de pessoas presas nos veículos sofrendo pela truculência da Polícia Militar, que tem como comandante em chefe o governador Rollemberg.
Segundo informações recebidas pelo Sinpro, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) chegou à saída sul atirando bombas de gás e spray de pimenta para todos os lados para acabar com o protesto.
O resultado foi desastroso. Houve prisões de professores e diretores do Sinpro – inclusive alguns saíram feridos. A PM ainda disparou balas de borracha contra os manifestantes, provocando pânico entre a multidão.
No momento, alguns professores e dirigentes sindicais estão sendo levados para a 1ª Delegacia de Polícia, na Asa Sul.
Advogados do Sindicato já estão a caminho da delegacia para prestar suporte aos professores.
Fotos: Deva Garcia
 
 
 


 

 
 

 
 

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