Batalhão Escolar deve permanecer de forma integral nas escolas, afirma Sinpro

O governo local pretende implantar, até o final do ano, pelo menos três medidas para evitar novos episódios de violência dentro das escolas do DF. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), inclusive, já havia recomendado uma das ações: a mediação. As outras duas tratam da contratação de mais profissionais para a área e da reestruturação curricular de estudantes da rede pública do DF. As informações foram divulgadas pelo jornal Correio Braziliense na edição desta segunda-feira (13).
A promotora de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc), Márcia da Rocha, explica que a mediação será um mecanismo para criar segurança entre as pessoas. “É uma medida primária para evitar que as pessoas transformem um simples desentendimento em conflito, na reprodução da violência. E que, juntos, possam começar a trabalhar o entendimento do que o outro está dizendo”, explicou.
O Sinpro lembra que a mediação já figura nos conselhos de segurança de algumas escolas, em que também participam membros do Batalhão Escolar. Para o Sindicato, é preciso um intenso investimento na PM/Batalhão Escolar, que hoje possui apenas um terço do seu efetivo em relação há 10 anos.
Segundo o Sinpro, “precisamos que o Batalhão volte a ficar na escola de forma integral. Do contrário, as ações de mediação – que também são importantes – não surtirão efeito. Hoje, essas ações de mediacão existem nos conselhos de segurança das escolas, mas não surtem efeitos práticos”.

Definidos os membros da Comissão de Base

Durante a tarde desta quinta-feira (09) os candidatos e diretores do Sinpro se reuniram na sede do Sindicato para acompanhar a apuração para a escolha dos membros da Comissão de Negociação da Base. A Comissão da Base eleita participará, juntamente com a Comissão de Negociação, das discussões com o GDF dos pontos que compõem a pauta de reivindicações da categoria.
A composição da Comissão da Base seguirá a mesma forma de organização do Sinpro, que prevê a paridade de gênero. Portanto serão eleitos os mais votados, compreendendo que há necessidade de duas pessoas de um gênero e três de outro gênero.
 
Relação dos cinco mais votados:
Marilucia de Oliveira Cardoso Novais – 368
Antonio Ricardo Martins Guillen – 362
Izabela Cintra de Souza – 361
Vicentina de Paula Almeida Lopes – 333
Sebastião Honório dos Reis -289
1ª Suplência: Susi Francis Amaral Piva – 304
2ª Suplência: Alberto de Oliveira Ribeiro – 285
 
Relação dos eleitos e a votação de todos os professores que participaram do pleito:
 
Alberto de Oliveira Ribeiro – 285
Marilucia de Oliveira Cardoso Novais – 368
Vicentina de Paula Almeida Lopes – 333
Sebastião Honório dos Reis -289
Izabela Cintra de Souza – 361
Yuri Soares Franco – 97
Antonio Ricardo Martins Guillen – 362
Suzy Francis Amaral Piva – 304
João Flávio de Castro Moreira – 91
Thelma Maria da Silva – 138
Herbert Gler Mendes dos Anjos – 125
Robson Raymundo da Silva – 218
Nelson Moreira Sobrinho – 197
Juliana de Freitas Nascimento – 122
João Guilherme Paranhos Miceli – 98
Adriana Guimarães da Silva Alves – 30
 
 
 
 

Sinpro disponibiliza ônibus para a assembleia de quinta-feira (9)

O Sinpro colocará ônibus a disposição dos professores (as) saindo de várias cidades do DF para a assembleia geral de quinta-feira, dia 9, a partir das 9h30, na Praça do Buriti.
Confira os locais de embarque e compareça um pouco antes do horário marcado para a saída dos coletivos:

LOCAL HORÁRIO
Brazlândia – Praça do Laço 8h30
Ceilândia – Estacionamento do BRB 8h30
Formosa – Praça da Matriz 8h
Taguatinga – Nene’s Chopp 8h30
Gama – CEM 02 8h15
Planaltina – Centro de Ensino Especial 01 8h30
Planaltina de Goiás – Fórum (van) 8h30
Samambaia – CEF Myriam Ervilha BR 060 (8h) passando pela Escola Buritis (8h30)  
Samambaia – Feira da 202 8h30
Santa Maria – C.E.E. 01 (8h45) passando pelo CEF 215 (9h)  
Sobradinho – CEM 01 8h

 

Mesmo impedidos de entrar, trabalhadores protestam na Câmara contra o PL 4.330

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As mobilizações contra o PL 4.330 continuam nesta quarta-feira (8), quando a Câmara dos Deputados deve votar o texto base da proposta ainda pela manhã.
No entanto, a Câmara amanheceu cercada por policiais da PM e da Polícia Legislativa, impedindo o ingresso das pessoas que desejam acompanhar a votação do projeto de lei.
Ontem (7), o pedido de urgência urgentíssima do PL 4330 foi aprovado. Para tanto, chegou-se ao cúmulo de utilizar força e truculência policial contra dirigentes e militantes CUTistas e de movimentos sociais que repudiavam o projeto em frente ao Congresso.
Sobre o assunto, o deputado Vicentinho (PT/SP) disse que “ontem foi um dia complicado, triste, mas nada diante do mal que está sendo feito para a classe trabalhadora nesta Casa. A atual composição da Câmara dos Deputados é ainda mais reacionária; e a responsabilidade desses acontecimentos é do presidente, deputado Eduardo Cunha [PMDB/RJ]. Há ordem para não deixar ninguém entrar, só o patronato”.
Diretores do Sinpro ressaltaram que estamos diante de uma demonstração do retrocesso. “A prova disso é o PL 4.330, que é a concretização da retirada de direitos, ou seja, tudo o que foi resultado de muita luta está ameaçado. Além do ataque aos direitos dos trabalhadores, vemos o cerceamento à liberdade de expressão quando nos impedem de entrar na Câmara para acompanhar a votação”.
O PL 4.330 flexibiliza as relações de trabalho, permite a subcontratação ilimitadamente e precariza o trabalho, causando prejuízos graves à classe trabalhadora e à sua organização sindical.
Os diretores do Sindicato também enfatizaram que mesmo no setor público abre-se uma possibilidade para precarizar direitos. “Veja o exemplo de São Paulo, onde as escolas estão lotadas de contratos temporários e não há previsão de novos concursos. É a política perversa do Estado mínimo e da exploração da mão de obra”.
A diretoria da CUT Brasília lembra que às 13h haverá um ato com todos os deputados federais que são contra o PL 4.330. “É importante que a partir de agora todos desçam para o Anexo II da Câmara dos Deputados para a vigilia contra o PL 4330. Compareçam!”

Luta contra o PL 4.330 continua nesta quarta (8)

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Apesar da tentativa dos setores reacionários e parlamentares empresários de tratorar os trabalhadores na Câmara, empurrando goela abaixo da classe trabalhadora o PL 4.330, nesta quarta-feira (8), o Sinpro, a CUT Brasília e os movimentos sociais se concentrarão novamente às 9h no Anexo 2 da Câmara para barrar o famigerado Projeto de Lei da Escravidão.
O PL 4.330 flexibiliza as relações de trabalho, permite a subcontratação ilimitadamente e precariza o trabalho, causando prejuízos graves à classe trabalhadora e à sua organização sindical.
Ontem (7), o pedido de urgência urgentíssima do PL 4330 foi aprovado. Para tanto, chegaram ao cúmulo de utilizar força e truculência policial contra dirigentes e militantes CUTistas e de movimentos sociais que repudiavam o projeto em frente ao Congresso.
Ainda hoje, à tarde, representantes da CUT, de outras centrais e de entidades que combatem o PL 4330 se reúnem para definir nossos passos do movimento diante dos acontecimentos e da insistência da Câmara em prosseguir a votação do projeto, sem ouvir os protestos da classe trabalhadora. Será realizado um dia de paralisação nacional contra o PL 4330, com data a ser acertada na reunião desta quarta.
O Sinpro enfatiza que é extremamente importante a mobilização de professores e professoras para estarem presentes nessas atividades.
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Professores(as) têm encontro marcado nesta quinta-feira (09). É dia de decisão

O próximo dia 9 de abril será decisivo para a categoria. Nesta data, professores e professoras se reúnem mais uma vez em assembleia do Sinpro, com paralisação e indicativo de greve. O ato será às 9h30, na Praça do Buriti.
Na ocasião, a categoria deliberará sobre o reajuste salarial a ser executado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em março, proveniente do plano de carreira em curso. Os(as) professores(as) exigem que o governo pague os atrasados e a penúltima parcela do reajuste – que deve ocorrer até o quinto dia útil de abril.
A diretoria do Sinpro reforça que a participação de todos(as) será fundamental para traçarmos os rumos do movimento, que poderá culminar com uma greve geral por tempo indeterminado, a depender das ações do governo Rollemberg.
Participem!!!

CUT convoca trabalhadores para mobilização contra o PL 4330 nesta quarta (8) às 9h

A CUT convoca todos os trabalhadores, dirigentes e militantes dos sindicatos filiados para mobilização nesta quarta-feira (08), às 9h, no Anexo 2 da Câmara. O plenário foi convocado neste horário para votar o PL 4330 em regime de urgência urgentíssima. O projeto de lei precariza o trabalho e rouba direitos históricos da classe trabalhadora. A presença de todos e todas é fundamental nessa luta para barra o PL da Escravidão.
Durante a tarde desta terça-feira (07) milhares de trabalhadores participaram de manifestações contra a PL 4330. Organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), os protestos que ocorreram em todo o país eram contra o projeto de lei que amplia a terceirização. O principal ponto do PL é a permissão de que empresas terceirizem não só atividades-meio (funções de apoio ao negócio central da empresa, como limpeza e vigilância), mas também as atividades-fim (por exemplo, a fabricação de carros, no caso de uma montadora).
No Congresso Nacional, aproximadamente seis mil pessoas se reuniram em frente à Chapelaria. Entre gritos de “não à precarização” e vaias ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e ao relator da proposta, Arthur Maia, os manifestantes foram agredidos pela Polícia Militar. A atuação truculenta de policiais deixou clara a resposta que a atual presidência da Casa pretende dar a manifestações democráticas e que enfrentem interesses empresariais.
Os PMs também utilizaram spray de pimenta e bombas de gás para dispersar a manifestação, impedindo a descida do carro de som. A atitude da polícia gerou revolta entre os trabalhadores, que resolveram enfrentar a polícia, mesmo sob tiros de borracha. Para o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, a repressão policial é só uma parte lamentável de um Congresso cada vez mais conservador. “O lamentável aqui é o Congresso querer votar o PL 4330, onde o governo se coloca contra a base aliada, querer votar um projeto contra os trabalhadores. Resta a resistência e o enfrentamento”, afirmou.
Projeto em análise
O PL 4330 ainda precisaria da análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Entretanto, é previsto no Regimento Interno da Casa que o texto seja apreciado direto pelo plenário. Esta decisão não leva em conta a opinião da CUT e demais centrais sindicais que representam 33 milhões de trabalhadores, segundo Ministério do Trabalho.
Para o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto, “é inadmissível que a Casa do Povo não contemple de fato o que é de interesse do povo. A intenção de aprovação do PL 4330 é totalmente a favor dos interesses dos empresários e traz o caos para a classe trabalhadora. Se a Câmara tampa os ouvidos para a classe trabalhadora, nós vamos aumentar o nosso tom, até que sejamos ouvidos. Isso vai ser demonstrado neste mês de abril, quando realizaremos o Abril de Luta. Toda a militância CUTista já está convocada para as ações que repudiam qualquer tentativa de retirada de direito da classe trabalhadora, principalmente para a ação do dia 7, quando ‘tingiremos’ a Câmara de vermelho”.
O projeto de terceirização está na pauta do plenário da Câmara nesta quarta-feira, mas o governo trabalha para adiar para o final do mês a apreciação da proposta.
O Sinpro enfatiza que é extremamente importante a mobilização de professores e professoras para estarem presentes nessas atividades.

Sinpro-DF repudia vereador que agrediu sindicalista em Valparaíso

As diretoras da Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF não aceitam nenhum tipo de agressão, sobretudo quando essa violência é praticada por um político e se expressa como um ataque ao patrimônio ético e moral das mulheres.
“Nós, diretoras da Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF, repudiamos todo tipo de agressão contra a mulher. Não toleramos a manifestação de preconceito e o ataque à presidenta do SINDSEPEM/VAL, professora Olízia Alves, e sua família”, disse Eliceuda França, que também é secretária de Mulher da CUT Brasília.
De acordo com a nota de repúdio divulgada pelo SINDSEPEM/VAL, a presidenta do sindicato e a dirigente sindical Gizele Rodrigues foram atacadas pelo vereador Afrânio Pimentel em sessão realizada na Câmara Municipal de Valparaíso, no dia 1º de abril, durante uma audiência pública que deveria discutir o plano de carreira dos(as) servidores(as) públicos(as).
Além da presidenta do sindicato, o vereador Pimentel e os parlamentares eleitos que o aplaudiram, os quais deveriam dar o exemplo de moralidade, atacaram, com essa atitude, todas as mulheres de Valparaíso e toda a categoria docente da capital federal. A atitude dos vereadores demonstra desprezo não só pelos serviços públicos e pela categoria de professores e professoras, mas também pela população de Valparaíso e do país.
Nota de Repúdio a nota de repúdio do SINDSEPEM/VAL

Dirigentes e militantes cutistas dizem 'não' ao PL 4.330

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Dirigentes e militantes cutistas realizaram um protesto contra o projeto de lei 4.330/2004, no aeroporto Juscelino Kubitschek, na manhã desta terça-feira (7). O objetivo foi mostrar toda a indignação e dialogar com os passageiros, especialmente parlamentares federais que chegaram de outros estados, explicitando o posicionamento contrário da CUT e dos sindicatos filiados à aprovação de um PL – que pode ser colocado em votação nesta terça na Câmara – cuja intenção é precarizar as relações de trabalho por meio da subcontratação ilimitada de serviços.
Na ocasião, o grupo distribuiu panfletos alertando para os perigos do PL 4.330 e fixou faixas de repúdio pelo aeroporto.
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Mais manifestação – Ainda hoje, a partir das 13h, os manifestantes se concentrarão na tenda da CUT montada próximo à Alameda dos Estados (em frente ao Congresso Nacional). Lá será realizada uma breve assembleia que definirá a atuação do grupo no Congresso Nacional.
Outras manifestações estão programadas para São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, entre outras capitais.
O Sinpro, sindicato cutista, reafirma que a CUT é absolutamente contra o PL 4.330, vez que há outras centrais – ditas “sindicais” – apoiando o nefasto projeto de lei.
PL da Escravidão – Criado por um mega empresário, o PL 4330 apresenta uma falsa regulamentação da terceirização. Na verdade, o PL faz da exceção a regra quando libera a subcontratação para todas as atividades, inclusive para a essencial e principal (atividade-fim) da empresa. O projeto ainda não garante efetiva isonomia das condições de trabalho e de direitos entre os trabalhadores contratados diretamente e os contratados indiretamente, fragmentando a classe trabalhadora e contribuindo para a fragilização da organização sindical.
Com informações da CUT Brasília

Programa Alternativo abre espaço para uma festa literária

Um projeto da Escola Classe 16 de Taguatinga é um dos destaques do Programa Alternativo deste sábado (04). Atividade responsável pela aproximação dos estudantes ao mundo literário, a Festa Literária vai além das atividades pedagógicas e oferece aos alunos uma oportunidade de conhecer um novo universo escondido dentro da literatura.

O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

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