Projeto Divertelendo é destaque do Programa Alternativo
Jornalista: sindicato
O Programa Alternativo deste sábado (14) abre espaço para um projeto desenvolvido pela Escola Classe 15 de Sobradinho. Com o objetivo de aproximar os alunos da literatura, o projeto Divertelendo tem auxiliado os estudantes na vida escolar e no contexto social.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Sinpro disponibiliza Tira-dúvidas para escolha de turma
Jornalista: sindicato
Já está disponível o tira-dúvidas elaborado pelo Sinpro para o procedimento de escolha de turmas. O objetivo da ferramenta é facilitar a contagem de pontos dos professores, e também identificar outros detalhes do procedimento, que deve ser realizado no dia 20 de fevereiro.
Além desta ferramenta o Sinpro disponibiliza para a categoria, a partir de 2015, o simulador eletrônico de contagem de pontos, disponível de forma permanente no site do Sindicato para todos os professores e professoras sindicalizados. Clique aqui e confira o tira-dúvidas
Clique aqui e confira o simulador
Sinpro disponibiliza Tira-dúvidas para escolha de turma
Jornalista: sindicato
Já está disponível o tira-dúvidas elaborado pelo Sinpro para o procedimento de escolha de turmas. O objetivo da ferramenta é facilitar a contagem de pontos dos professores, e também identificar outros detalhes do procedimento, que deve ser realizado no dia 20 de fevereiro.
Além desta ferramenta o Sinpro disponibiliza para a categoria, a partir de 2015, o simulador eletrônico de contagem de pontos, disponível de forma permanente no site do Sindicato para todos os professores e professoras sindicalizados.
Clique aqui e confira o tira-dúvidas
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Arbitrário, GDF insiste no parcelamento de salários
Jornalista: sindicato
Muito embora não haja – nem nunca houve – acordo com os(as) professores(as) sobre a questão, o governo Rollemberg parcelou os salários da categoria. Os(as) professores(as) com direito a 13º receberam de ontem para hoje apenas uma parcela do total devido.
Em uma conta rasteira, o GDF uniu tudo o que um(a) professor(a) teria direito neste mês sob uma mesma rubrica (salário) e fez o parcelamento arbitrário. Juntou salário com 13º e outros direitos devidos, fazendo com que o total a receber extrapolasse o “teto” estabebelecido para justificar o tal parcelamento durante o mês.
A medida trouxe total indignação da categoria, pois é justamente quando do recebimento do 13º que as pessoas conseguem – ou pelo menos tentam – colocar as contas em dia. Assim, os problemas causados pelo governo com os atrasos salariais se agravarão, com profesores(as) tendo mais dívidas para pagar.
Vale lembrar que em março, no próximo pagamento, os(as) professores(as) que fazem aniversário em fevereiro passarão pelo mesmo calendário arbitrário de pagamento.
Assim como os(as) professores(as) do DF e o Sinpro, os(as) trabalhadores(as) em Educação Pública do Paraná, através da APP-Sindicato, vem há décadas lutando intensamente pela ampliação de seus direitos, por melhores condições de trabalho e consequentemente por uma escola pública de mais qualidade.
Porém, mal o governo Beto Richa (PSDB) teve início, começaram os ataques à escola pública e seus trabalhadores.
Medidas autoritárias e prejudiciais aos/às trabalhadores/as e aos alunos foram tomadas, como o corte de 10 mil funcionários e do não repasse do fundo destinado à manutenção das escolas e compra de materiais. Além disso, o pagamento do terço de férias dos docentes e da rescisão dos 29 mil professores temporários que trabalharam na rede no ano passado ainda não foram realizados.
Por tudo isso, os(as) profesores(as) foram à luta e iniciaram uma greve, aprovada em assembleia da categoria no dia 7 de fevereiro.
Durante esses dias houve avanços, mas a luta dos(as) professore(as) continua.
“A nossa greve continua, porque não houve negociação de nenhum outro ponto da pauta da greve. Estamos em uma greve forte e ficaremos, no Carnaval, no acampamento em frente ao Palácio Iguaçu”, informou o presidente da APP-Sindicato, professor Hermes Leão. Ele também esclareceu que a retirada dos projetos da Assembleia Legislativa do Paraná [projetos de lei 06/2015 e 60/2015, nocivos aos trabalhadores, e de iniciativa do governo] não é, de jeito nenhum, motivo para nos desmobilizar. “Diante da pressão, o governo retira as medidas. Mas, é claro, já fica subentendido que, num outro momento, eles voltarão a atacar a Educação, a previdência e a carreira dos servidores”, alerta.
Segundo Hermes, a categoria não sai da greve sem o pagamento imediato dos salários em atrasos (PSS, 1/3 de férias, auxílio alimentação e conveniadas). Além disso, a retomada das negociações sobre os temas educacionais e a organização escolar, bem como a retomada do Porte das Escolas (tendo como referência mínima dezembro de 2014). “Com as medidas do governo, houve um verdadeiro desmonte das escolas, com redução de professores, diretores, pedagogos, funcionários, de turmas e matrículas. Algo inaceitável”, denuncia Hermes.
A categoria permanece em greve e os educadores(as) continuarão acampados em frente ao Palácio Iguaçu até depois do Carnaval.
O Sinpro apoia integralmente a luta dos(as) professores(as) do Paraná e entende, como a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que a educação é um bem, um direito a que todas e todos devem ter acesso. Por isso, não aceitamos que as medidas de contenção de gastos atinjam o que há de mais importante para uma sociedade: a educação. Crianças e jovens não podem ser prejudicadas em nome de contenção de gastos.
Luta garante continuidade do usufruto dos abonos e das folgas dos(as) professores(as)
Jornalista: sindicato
O Sinpro entrou em contato com a Subsecretaria de Gestão dos Profissionais da Educação (SUGEPE), durante a tarde desta quinta-feira (12), e foi informado que o usufruto dos abonos (TRE e de Ponto Anual) continuará sendo usufruído normalmente pela categoria. As direções das escolas continuarão fazendo o controle deste benefício, que está previsto na Lei Complementar nº 840/2011.
Durante a noite de quarta-feira (11) a Secretaria de Educação do DF divulgou a Circular nº 3/2015, suspendendo o gozo dos benefícios previstos em lei. O Sinpro, juntamente com a categoria, manifestou todo repúdio e indignação em relação à atitude da SEE. Segundo o secretário de Educação, Júlio Gregório, o principal argumento para a suspensão era o de “minimizar impactos financeiros de substituições”, ou seja, economizar onde não há gasto.
Mais uma vez a categoria está de parabéns. Foi por meio das manifestações nas redes sociais e na fanpage do Sinpro e das intervenções realizadas pela Comissão de Negociação do Sindicato que mostramos que as leis precisam ser cumpridas.
Em reunião com diretores de escola, que ocorre nesta quinta-feira (12) em Planaltina, o secretário de Educação, Júlio Gregório, informou que pode revogar a Circular nº 3/2015, publicada na noite ontem. Sob o argumento de “minimizar impactos financeiros de substituições”, a medida oficializou a suspensão de abonos (TRE e de Ponto Anual).
Desde ontem o assunto tem tomado as redes sociais, pelas quais os(as) professores(as) manifestam sua indignação, sendo também objeto de nota de repúdio do Sinpro.
Diretores do Sindicato estão mantendo contato com a SEE para confirmar a decisão de Gregório de revogar a circular.
>>> Aguarde mais informações
O Sinpro reforça que é sistemático o ataque que vem sendo aplicado sobre a Educação e seus profissionais – via medidas arbitrárias do GDF e da publicação de matérias na chamada grande mídia -, no sentido de desqualificar o sistema, com vistas a alterá-lo para pior.
A lógica é utilizar-se da meritocracia para justificar as falhas que existem na Educação. Por esse viés, a culpa do fracasso escolar sempre recairá sobre o professor.
Ao contrário do que disse o subsecretário de Educação Básica do DF, Gilmar Ribeiro, e também a professora da Faculdade de Educação da UnB, Stella Maris, em entrevista ao Correio Braziliense (vide abaixo), as séries iniciais no DF têm um desempenho bem superior ao do resto do país (se pensarmos com olhar meritocrático, ou seja, o discurso deles é contraditório com os números que eles mesmos apresentam).
Além disso, o subsecretário não aponta nenhum indicador da falta de estrutura da escola e de condições de trabalho docente, como por exemplo, a SEE não autorizar a liberação do coordenador pedagógico neste primeiro bimestre.
Fundamentalmente, a Educação necessita de investimento na carreira do Magistério, na estrutura da escola e na formação continuada do professor.
A diretoria do Sinpro enfatiza que os entrevistados do Correio Braziliense precisam é começar a discutir essa tríade de questões.
Sinpro repudia suspensão de abonos adotada por Gregório
Jornalista: sindicato
Sob o argumento de “minimizar impactos financeiros de substituições”, o secretário de Educação, Júlio Gregório, divulgou e oficializou a suspensão de abonos (TRE e de Ponto Anual). A medida foi tomada por meio da Circular nº 3/2015, na noite desta quarta-feira (11).
Mais uma vez o governo Rollemberg se mostra arbitrário – vez que os abonos são direito da categoria, consolidado na Lei Complementar 840 – e o departamento jurídico do Sinpro irá analisar a questão já na manhã desta quinta-feira (12) para tomar as medidas que o caso exige.
O ato é tão arbitrário que não leva em consideração que alguns professores e orientadores ainda estão em viagem e muitos já fizeram sua marcação de abono para a próxima semana. A se manter esta medida, eles terão um prejuízo significativo.
Vale lembrar que em 99% das vezes quando um professor marca um abono não há substitução paga, ou seja, não há contratação temporária de professor para fazer a substituição. Os temporários não assumem carga de um ou dois dias. Logo, sob o ponto de vista do Estado, não há economia alguma, como tenta fazer crer o secretário de Educação.
O Sinpro repudia mais esta arbitrariedade contra a categoria, que vê ao longo dos últimos 40 dias nada além do que a retirada de direitos e conquistas. >>>Clique aqui e confira a Circular publicada hoje à noite
Confira o Simulador Eletrônico para contagem de pontos
Jornalista: sindicato
Já está disponível o simulador eletrônico de contagem de pontos para o procedimento de escolha de turmas 2015. O programa tem o objetivo de facilitar a vida do professor sindicalizado no preenchimento do formulário e auxiliar a distribuição de turmas nos próximos anos, uma vez que todas as informações ficarão guardadas para serem reutilizadas em outros momentos.
O simulador passou por um período de testes, realizado no último final de semana, e teve ótimo aproveitamento. Algumas sugestões enviadas pela categoria foram acolhidas pelo Sinpro e agora o Sindicato apresenta o programa em sua versão final para 2015.
O Sinpro avisa aos professores que participaram da versão teste que precisou apagar todos os dados para executar as sugestões que foram enviadas, mas que a partir da versão final os dados serão guardados.
Junto com o simulador será apresentado o Tira-Dúvidas para que o professor tenha todos os esclarecimentos necessários para o momento da distribuição da carga-horária de sua escola. O Tira-Dúvidas será disponibilizado para consulta da categoria até o final da tarde desta quinta-feira (12).
Para fazer o programa o professor sindicalizado deve confirmar o cadastro no e-mail que o Sinpro enviará. Somente após esta confirmação ele poderá utilizar o programa.
Clique aqui e confira o Simulador Eletrônico