Revoada de pipas é destaque do Programa Alternativo
Jornalista: sindicato
Uma tradicional festa da Escola Parque 210/211 Norte é um dos destaques do Programa Alternativo deste sábado (19). A 19ª Revoada de Pipas, realizada no pátio da escola, coloriu o céu de Brasília e os alunos ainda participaram de oficinas, onde eles e os pais confeccionaram as próprias pipas. Segundo a diretora Inolávena Souza, o objetivo é integrar pais e alunos, além de resgatar a história e o folclore da pipa. “Esta é uma festa tradicional da escola e mostra a importância da integração dos alunos e seus pais”, explica a diretora.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
A Diretoria do Sinpro-DF convoca toda a categoria para participar do ato público, com paralisação, no dia 7 de novembro, às 9h30, na Praça do Buriti, pela inclusão das professoras e professores aposentadas/os proporcionalmente na restruturação do Plano de Carreira do Magistério no DF.
Os diretores do Sindicato alertam que é importantíssimo a participação de toda categoria para pressionar o GDF a negociar os reajustes devidos a mais de 2 mil profissionais aposentadas/os.
O Sinpro exige que o GDF corrija as aposentadorias proporcionais e deixe de penalizar esses profissionais. Para tanto, se faz necessária a mobilização de todas/os professoras/es da ativa e também as/os aposentadas/os proporcionalmente ou não.
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Sinpro cobra do GDF solução para Escola Classe 01 da Estrutural
Jornalista: sindicato
A Escola Classe 01 da Vila Estrutural vem enfrentando uma série de dificuldades desde abril de 2012 quando o prédio foi desativado devido à grande concentração de gás metano nas dependências da escola. Algumas salas chagaram a funcionar com 8% de oxigênio.
O problema foi identificado quandoos alunos, professores e funcionários passaram a se sentir mal com ardência nos olhos e desmaios. Na ocasião, a Defesa Civil e especialistas da UnB constataram que se tratava de gás metano, proveniente de material em decomposição no subsolo, já que a escola foi construída sobre um lixão.
Diante desse cenário o Sinpro/DF mais uma vez solicita ao Governo do DF (GDF) uma solução ágil para esse problema.O sindicato ressalta ainda que essa reivindicação da comunidade escolar de instalar essas crianças na cidade em que reside (Estrutural) ou em um local mais próximo de suas residências é muito antiga, por isso, a necessidade de posicionamento concreto do GDF.
No mês passado durante uma rodada de negociações com o GDF, eles informaram que no prazo de 40 dias iriam inicialmente realocar esses estudantes das séries iniciais para um espaço no Setor de Indústria Gráfica (SIA). Entretanto, isso não aconteceu. E além dessa transferência é preciso iniciar a construção de uma nova escola na Cidade Estrutural para atender os alunos que residem no local.
Os 800 alunos da escola estão atualmente tendo aulas na Eape (Escola de Aperfeiçoamento de Profissionais da Educação) e na Escola Classe da 315 Sul, ambas no Plano Piloto.
Atualmente as crianças utilizam o transporte escolar. Os pais e professores (as) alegam que os alunos precisam acordar de madrugada para o turno da manhã e chegam à noite na Estrutural os estudantes do vespertino. O número de faltas tem sido alarmante, pois as dificuldades de acesso à escola se sobrepõem à importância da busca pelo conhecimento.
Regulamentação é publicada no Diário Oficial do DF
Jornalista: sindicato
A portaria de nº 259, que regulamenta o Plano de Carreira do Magistério,foi publicada nessa quarta-feira (16), no Diário Oficial do DF (DODF). A diretoria irá analisar todos os tópicos do texto final publicado no DODF nos próximos dias.
Um dos principais pontos modificados com o novo plano foi o da progressão horizontal para professoras e professores que estejam em estágio probatório. Eles, agora, também passam a ter direito à progressão.
Para que isto ocorra, o Sinpro alerta que as professoras e professores, que tenham direito à progressão horizontal e queiram desfrutá-lo precisam solicitar o quanto antes o requerimento junto à Secretaria de Educação. Bastando apresentar os certificados do curso concluído.
Outro item importante regulamentado foi a redução de regência de classe para professoras e professores que tenham 20 ou mais anos de regência na atual matrícula. Os que se encontram nesta situação, também devem solicitar imediatamente o benefício. Para agilizar o processo, a professora ou professor deverá anexar comprovantes, emitidos pelas escolas em que atuou, em forma de declaração.
Clique AQUI e leia a portaria na íntegra
O Sinpro-DF ressalta o seu apoio à greve dos trabalhadores em educação do Estado do Pará, que ocorre desde 23 de setembro.
Na última quinta-feira (17), o comando da greve se reuniu na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp) em uma nova tentativa de mostrar à sociedade os motivos que levaram os educadores a deflagrarem greve.
A caminhada saiu do Mercado de São Brás e seguiu pela CAN, CIG, TV Liberal e Pça da República. As principais reivindicações foram a reforma nas escolas e a contratação de mais professores.
Os educadores receberam ainda o apoio do Movimento dos Sem Terra (MST) e do grupo que luta contra o leilão dos poços de petróleo.
Não foi apenas a capital paraense que tomou as ruas. Em Tailândia a concentração foi em frente a EE. São Francisco de Assis. Na pauta da cidade as mesmas mazelas enfrentadas em todo o estado, falta de infra estrutura nos prédios escolares, turmas superlotados, espaços inadequados e muitas vezes inexistentes.
Durante a passeata integrantes do MST entraram em conflito com a Polícia Militar. Pedras foram arremessadas para dentro do prédio do Centro Integrado de Governo. Em resposta, a Rotam dispersou com gás de pimenta os manifestantes envolvidos. Entretanto, o gás chegou a atingir os demais manifestantes que estavam por perto no momento.
O professor e professora em regime de Contratação Temporária é um servidor público, contudo de caráter temporário. Não gera vínculo empregatício entre contratado e o Distrito Federal, mas possui obrigações e direitos assegurados, entre eles: 13º salário; férias; seguridade social pelo INSS; licença para tratamento de saúde; licença maternidade de 6 meses; e exame Papanicolau. É importante salientar que todos e todas têm o direito de se sindicalizar.
Durante o período de atuação o(a) professor(a) passará pela avaliação de desempenho, onde discordando da nota atribuída pelo diretor da escola, terá direito a entrar com recurso junto ao diretor da CRE. Caso isto ocorra o Sinpro deve ser informado pelo professor.
O salário do(a) professor(a) ainda é calculado com base na Hora/Aula trabalhada. Desde 2012 o mês completo corresponde à tabela salarial da categoria, uma vez que a Secretaria de Educação começou a incluir dentro do valor da Hora/Aula o valor da TIDEM.
Para área de Atividade: R$ 18,19 (H/A)
Para área Específica: R$ 23,03 (H/A)
*Os professores que atuam na zona rural, com ensino especial, com alfabetização, entre outros, ainda terão direito a receber gratificação específica.
Profissão Professora – Educação integral do DF merece mais atenção
Jornalista: sindicato
A educação integral tem como objetivo oferecer aos alunos a possibilidade de permanecerem, durante todo o dia, na escola, com atividades que reforcem e fortaleçam a aprendizagem e o desenvolvimento da cidadania. Porém, a realidade encontrada por muitos estudantes no Distrito Federal é bem diferente. Segundo a professora da Escola Parque 308 Sul, Maria Cristina Barbosa de Morais, muitos estudantes tem dificuldade no aprendizado e o corpo docente encontra problemas em respeitar o projeto pedagógico. “Como muitos alunos estudam um período em uma escola e o outro turno em outra, chegam cansados, fato que dificulta o aprendizado e aumenta o número de faltas. Por outro lado, temos dificuldade em saber o conteúdo que está sendo passado na outra escola e isto atrapalha o andamento do projeto pedagógico”, diz.
As ausências e a falta de tempo para a integração de alunos e professores são outros problemas na educação integral. “É preciso uma escola de tempo integral com qualidade e não esta coisa corrida que vemos hoje. Para que tenhamos um futuro melhor, teremos que rever o atendimento da escola integral”, diz.
Em relação às expectativas para o futuro, Maria Cristina diz que sonha em ver uma escola desenvolvendo projetos construtivos para os estudantes, uma educação cada vez melhor no Distrito Federal e a categoria cada vez mais valorizada. “Esta categoria é de muita luta e merecemos um bom plano de saúde e de salários adequados”, revela. “É gratificante ser professora, apesar de todos os problemas. Quando vemos o resultado do nosso trabalho, percebemos que demos bons frutos”, comemora a professora.
Nome: Maria Cristina Barbosa de Morais
Função: Professora
Série: Ensino Fundamental
Tempo de Magistério: 16 anos
Escola: Escola Parque 308 Sul
Inscrições para o IV Concurso de Redação já estão abertas
Jornalista: sindicato
Já estão abertas as inscrições para o IV Concurso de Redação, que este ano terá como tema a frase “O que você vê na mídia, muda sua forma de ver o mundo?”, para as categorias que envolvem a criação de redação, e para as categorias de desenho, a frase será “O que você gosta e o que você não gosta de ver na televisão?”. Os interessados podem acessar o link abaixo e preencher a ficha de inscrição, ou entrega-la na Secretaria de Imprensa do Sinpro até o dia 5 de novembro de 2013 juntamente com a redação ou o desenho. Os professores dos alunos que ficarem em 1º lugar em cada categoria receberão uma premiação.
Podem participar do Concurso alunos da Educação Infantil, de 4 e 5 anos, alunos do Ensino Fundamental, do 1º ao 9º ano, alunos da Educação Especial e os matriculados no Ensino Médio. O Sinpro chama a atenção ainda para o concurso de desenho que deve ser feito em papel A4 sem pauta, sendo o tema ” O que você gosta e o que você não gosta”.
O Concurso de Redação faz parte da Campanha contra a Violência nas Escolas, desenvolvido pelo Sindicato desde 2008 e tem como objetivo levar os alunos da rede pública do DF a fazerem uma reflexão sobre as causas, consequências e soluções para a violência no ambiente escolar, problema que afeta a sociedade como um todo e também para a democratização da mídia.
Sinpro apoia greves e condena infiltrações nos movimentos
Jornalista: sindicato
O Sinpro-DF manifesta seu apoio aos movimentos de greve dos professores em todo o país, tendo em vista a legitimidade das reivindicações, uma vez que a maioria dos municípios descumprem a Lei do Piso 11.738/2008.
O Sinpro condena a violência que tem sido demonstrada pelo Poder Público no trato com os movimentos dos professores. O Sindicato condena ainda os atos de vandalismo praticados por pessoas que se infiltram nos movimentos organizados pelos sindicatos.
Os sindicatos têm legitimidade na organização dos movimentos dos trabalhadores e não compactuam com qualquer tipo de vandalismo. A greve no Rio de Janeiro ocorre num contexto em que o Poder Público, mais uma vez, não consegue ter habilidade necessária para negociar.
Da mesma forma, a greve de Mato Grosso, que completou 60 dias, também demonstra a falta de interesse do governo em valorizar profissionais de educação.
Em Goiás, a greve, que já conta com mais de 20 dias, ocorre no contexto em que o Estado e município de Goiânia insistem há cinco anos, com todos os tipos de subterfúgios, em não cumprir a lei do piso, inclusive agredindo o plano de carreira dos professores.
Diante dessa conjuntura das lutas do magistério, o Sinpro-DF reitera seu apoio aos companheiros professores e professoras desses Estados.
Sinpro marca presença na luta pela soberania alimentar
Jornalista: sindicato
O Sinpro-DF marcou presença na Jornada Unitária de Luta pela Soberania Alimentar, ocorrida nesta quarta-feira (16), na Esplanada dos Ministérios. Trata-se de um movimento internacional encabeçado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), que lidera os esforços internacionais de erradicação da fome e da insegurança alimentar.
Em Brasília, cerca de mil manifestantes, de vários estados, se concentraram em frente ao Ministério da Agricultura desde o início da manhã. Com a participação de mais de uma dezena de entidades de defesa da reforma agrária e da agricultura camponesa, a manifestação pressionou por uma audiência com o ministro da Agricultura, Antonio Andrade.
Entre outras reivindicações, o movimento exige uma verdadeira política de crédito para os camponeses, desapropriações para a reforma agrária, proibição do uso indiscriminado de agrotóxicos e, também, escola públicas de qualidade nos assentamentos rurais.
Uma comissão do movimento foi recebida pelo ministro e pelo secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Segundo lideranças do movimento, os representantes do governo se comprometeram a apresentar planos de ações que atendam as principais reivindicações das entidades ligadas à terra.
Para a diretora do Sinpro, Iolanda Rocha, da Secretaria de Políticas Sociais, a importância do movimento foi demostrada através da união das entidades ligadas ao campo: Abeef; Cimi; Conaq; Contag; CPT; Feab; Fetraf; MAB; MMC; MPA; MST e PJR. “Esta unidade, em torno de uma pauta comum de reivindicações, confere força e legitimidade para a luta pela reforma agrária e da agricultura camponesa”, disse.
Os trabalhadores, trabalhadoras e povos do campo e das florestas, após as negociações no Ministério da Agricultura, também exigiu negociações com o ministro da Pesca, Marcelo Crivella, em solidariedade ao Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais.