A redução de regência de classe é um benefício criado pela Lei 4.075/2007, e que foi aperfeiçoado no atual Plano de Carreira. A partir de agora o professor terá a sua redução de regência de classe em 20% quando o mesmo apresentar no 20º ano, documentos que comprovem 20 anos de regência de classe trabalhados na Rede Pública de Ensino do DF. Antes o benefício era escalonado entre 8 e 20%. Com o aperfeiçoamento da Lei, o professor com 20 anos regência no DF fará jus no 21º ano de regência a redução total de 20% sobre a carga horária máxima de regência de classe que a legislação prevê. Para os professores que ainda não possuem o beneficio, devem fazer o requerimento até o dia 31 d e outubro para gozar do benefício em 2014.
O Sinpro-DF ressalta seu apoio a greve dos professores de Goiânia.
Os professores e auxiliares administrativos da Rede Municipal de Educação passaram o fim de semana acampados na Câmara de Goiânia. Em greve há 18 dias, a categoria continua a ocupação no plenário da Casa, iniciada na semana passada, mesmo após a Justiça determinar a reintegração de posse.
Professores em estágio probatório já podem apresentar títulos
Jornalista: sindicato
Para solicitar a progressão faz-se necessário que os professores apresentem títulos de suas especialidades em mestrado ou doutorado. O professores em estagio probatório podem apresentar os títulos na Regional de Ensino conforme previsto no Plano de Carreira, Lei 5.105/2013. O Sinpro-DF continua acompanhando a publicação da regulamentação no Diário Oficial, mas desde já orienta os professores e professoras a solicitarem os benefícios da progressão horizontal.
Sinpro-DF apoia greve dos professores de Mato Grosso
Jornalista: sindicato
O Sinpro-DF externa mais uma vez seu apoio e repudia o ocorrido na manifestação dos estudantes de Cuiabá (MT) em apoio a greve dos professores da educação básica pública, em que na última sexta-feira, estudantes e professores entraram em confronto com a policia militar.
Atenção para expediente do Sinpro nos dias 14 e 15 de outubro
Jornalista: sindicato
O Sinpro-DF informa que em função do feriado do Dia do Professor não haverá expediente na sede e subsedes na próxima terça-feira (15). Na segunda-feira (14) o atendimento ao público será normal. Desejamos a todos um ótimo feriado.
É com pesar que comunicamos o falecimento do professor Lourival, ele era professor de história do GG no Guará I. O óbito ocorreu neste domingo. O sepultamento será nesta segunda (14) no cemitério Campo da Esperança, às 10h e o velório está sendo realizado na capela 6.
Profissão Professor – Mais música para humanizar o ensino
Jornalista: sindicato
“A profissão de professor é muito gratificante. Temos como missão, além de educar, o compromisso com uma prática pedagógica voltada para a superação e transformação da comunidade na qual atuamos.” Esta é a opinião do professor Luiz Henrique Martins Vieira, da Escola de Música de Brasília (EMB), sobre a carreira do Magistério.
É com orgulho que o professor fala da sua escola. “Na EMB nós fazemos música de manhã, de tarde e de noite. A música é a forma mais nobre de educar humanamente”, diz Luiz Henrique. Ele acrescenta que a escola fomenta o ensino da música erudita e popular, promovendo uma educação profissional voltada para a Educação Cidadã, mercado de trabalho e uma cultura estética.
Luiz Henrique, que tem 18 anos de profissão, diz que a Escola de Música já completou 50 anos de atividade. Segundo ele, a escola teve início com o professor e maestro Levino de Alcântara e, ao longo destas cinco décadas, fez história com sua contribuição para a formação profissional de músicos do Distrito Federal e Entorno.
Apesar da existência da lei que determina o ensino de música nas escolas, de acordo com o professor, isso ainda não ocorre. O que existe, diz Luiz, é a prática de alguns professores de Artes que dão aula de Música nas escolas.
Luiz Henrique considera de suma importância que a Secretaria de Educação do DF cumpra a lei, oferecendo condições para a oferta deste componente curricular, já que a música contribui imensamente para o desenvolvimento artístico, da imaginação e da criatividade como cultura estética. “A música favorece uma existência plena e autêntica do ser humano”, acrescenta Luiz. “Nossa expectativa é que tenhamos mais professores de música, para que possamos ter mais atividades de orquestras, bandas de música, prática de coral e espaços de manifestações artísticas em todas as regionais de ensino”, conclui o professor.
Nome: Luiz Henrique Martins Vieira
Função: Professor de Regência
Tempo de Magistério: 18 anos
Escola: Centro de Ensino Profissionalizante (CEP) – Escola de Música de Brasília
Profissão Professora – Educar não é uma viagem com roteiro programado
Jornalista: sindicato
A professora Eliana Luíza de Azevedo, diz que quando entrou na rede pública de ensino, acreditava piamente que a profissão de educador seria previsível, bem como disse Paulo Freire: “uma agência de viagens com roteiros programados.” Mas, com o tempo, ela diz que descobriu que educar não era apenas ensinar aquilo que se programava, ia mais além.
“Estava em arriscar com o outro, ir além do esperado, acreditar jamais possuir respostas para tudo e tornar possível uma aprendizagem coletiva que abraça o ser como cidadão partícipe do mundo que o rodeia”, explica a professora.
Para Eliana, ser educador é cada dia poder crescer com o outro e aceitar mudanças, lendo e fazendo ler criticamente o mundo, sua economia, sociedade, política, religião, etnias e tudo o mais que faz parte de nosso universo. Ser educador, diz ela, pressupõe, antes de tudo, sentir-se como sujeito e objeto da aprendizagem, acreditando que para olhar o outro devemos reconhecê-lo em nós mesmos. Isso gera respeito, receptividade, aproximação.
Estes três pilares a fizeram perceber que cada educador — ao longo de sua história — vai construindo sua forma de descobrir, sentir e avaliar o outro e a si mesmo. “Ao longo da minha história profissional, quanto mais me aprofundava nesses fundamentos, mais amava e amava perceber no outro e em mim mesma as transformações advindas das descobertas”, lembrou Eliana.
Hoje, acrescenta, ela tem a certeza de que cada dia é um dia diferente, cada momento exige uma redescoberta e de ver nascer em cada ser a convicção de que apesar de todos os percalços, se ela pudesse escolher novamente outra profissão escolheria ser professora.
Desde 1984, professora Eliana trabalha na Secretaria de Educação. Como primeira turma, teve uma terceira série do ensino fundamental e foi aí, diz ela, que aprendeu que rir, chorar e aprender juntos é bem mais gostoso. Ao término da graduação, assumiu a cadeira de Português do ensino médio e desde antão atua na área e o prazer foi maior ainda.
A professora trabalha atualmente no Centro de Ensino Médio Setor Leste, com alunos do terceiro ano. Eliana confessa que é apaixonada e sente que – mesmo com a aposentadoria batendo à porta – é esta paixão que a faz assumir um projeto grandioso na escola chamado Projeto Semana de Arte e Cultura do Setor Leste.
“Neste projeto, vejo ser possível aliar aprendizagem da língua portuguesa à prática de pesquisa, descoberta corporal, artes plásticas, história, artes cênicas e reconhecimento do ser do mundo e estar no mundo”, explica Eliana.
Apesar disso, a professora considera que ainda se tem um longo percurso para se atingir uma educação de qualidade, não excludente, não elitista; em que todos possam “abrir os olhos para as coisas do mundo e sonhar com algo acessível, de fato, a todos.”
Ao longo da profissão, diz ainda Eliana, “os educadores se sentem impotentes diante do medo de falhar, de não ser aceitos; sentem-se fragilizados, desvalorizados, contraditórios, inconstantes, desaprovados. Infelizmente, essas injunções negativas, acomodadoras e medíocres norteiam a profissão e minam em muitos o idealismo que alimenta o ato de educar”, ressaltou.
“ É importante para nós enquanto profissionais que sejam reconhecidas, valorizadas e colocadas em prática as qualidades do educador, percebendo-o como capazes de modificar a percepção do outro, de ajudá-lo plenamente a apropriar-se do saber” afirma a professora, com sua experiência de quase 30 anos de magistério.
Concluindo, a professora Eliana diz que para isso, se faz necessário trabalhar a dignidade do profissional, possibilitando-lhe acessibilidade à formação continuada de qualidade, salários que justifiquem sua importância na sociedade, saúde de qualidade.
“Estes foram direitos pelos quais lutei durante todo o tempo de magistério. Avançamos bem pouco ao longo destes vinte e sete anos, mas não desejo uma luta com parcas vitórias aos colegas que no futuro abraçarem a profissão”, finaliza.
Nome Completo: Eliana Luíza de Azevedo
Ingresso na Secretaria: 28/03/1984
Escola em que atua: Centro de Ensino Médio Setor Leste
Área: professora de Português.
Profissão Professora – PNAIC: uma posposta que dá resultado
Jornalista: sindicato
O Pacto Nacional pela Educação na Idade Certa (PNAIC) é uma proposta que vem dando certo, porque envolve um olhar para a alfabetização e busca uma maneira de se preocupar com o início da vida escolar dos alunos, de forma positiva. O Pacto começa pela base, preparando o professor com um curso realizado em dois anos, auxiliando-os em suas atividades pedagógicas, onde o aluno é o beneficiado por excelência. Ideias, sugestões e estudos colaboram no curso para que o professor alfabetizador cresça como educador e transmita este aprendizado aos alunos.
O PNAIC é uma proposta de âmbito Federal. Isto propõe oportunidades de estudos e aprendizagens desde as grandes capitais aos vilarejos de interior, e a perspectiva de crescimento do aluno começa a existir independente do estado. Além disso, a bolsa que o professor e o orientador do curso recebem é um grande incentivo, principalmente para as cidades de interior que nem sempre tem oportunidades de se reciclar.
Para a professora Cláudia Caires Silva, da Escola Classe 410 de Samambaia, o Pacto Nacional pela Educação está contribuindo muito. “Estou adquirindo concepções que estão ajudando a reciclar e mudar a minha prática pedagógica e com isso acredito que a alfabetização na idade certa tem tudo para dar certo. Acredito também que leis e projetos ligados à educação nem sempre são colocados em prática, e o PNAIC vem de encontro com aqueles que se preocupam de alguma forma com uma educação de qualidade, pois o futuro do nosso país tem tudo para ser melhor se valorizarmos a educação”, afirma a professora.
Nome: Cláudia Caires Silva
Função: Professora
Série: 2º ano – Ensino Fundamental
Tempo de magistério: 27 anos
Escola: Escola Classe 410 de Samambaia
Gincanão do CEF 404 de Samambaia é destaque no Programa Alternativo
Jornalista: sindicato
Um projeto criado por professores de educação física é um dos destaques do Programa Alternativo deste sábado (12). Desde 1996 o Centro de Ensino Fundamental 404 de Samambaia realiza o Gincanão, projeto que leva para a quadra de esportes tudo aquilo que foi trabalhado com os alunos em sala de aula. “É um dos projetos mais ambiciosos da escola, porque trabalha a parte pedagógica de forma lúdica. Isto traz desenvolvimento aos nossos estudantes, além de um envolvimento maior com a comunidade escolar”, ressalta o diretor Paulo Rogério Ramos Leão.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.