Sinpro convida aposentados(as) para reunião nesta quarta(30) no Museu da Imprensa
Jornalista: sindicato
A Diretoria Colegiada do Sinpro-DF, por meio da Secretaria para Assuntos dos Aposentados, convoca cada professora e cada professor para uma reunião, no dia 30 de maio, quarta-feira, às 14h, no auditório da Imprensa Nacional, nas proximidades do Sinpro, para entregar e esclarecer os pontos da proposta negociada durante a greve e aceita pela categoria na assembleia do dia 02 de maio, que suspendeu a greve. Ao mesmo tempo parabenizamos as companheiras e companheiros que, com garra e dignidade, participaram das atividades de nossa greve, contribuindo para aquele momento tão importante de luta da categoria, comprovando que nossa luta não se encerra com a aposentadoria e que a experiência adquirida por nós é valiosa e ajuda muito os que estão nas escolas, desempenhando suas funções.
Nesta reunião faremos a avaliação do movimento, esclareceremos a proposta e nos prepararemos para as próximas batalhas que virão, ainda este ano, sobre a Reestruturação do Plano de Carreira, a incorporação da TIDEM e a implantação plano de saúde.
Também discutiremos sobre os Cursos de Formação Sindical e de Informática, a retomada dos cursos e já daremos início as inscrições para as próximas turmas. Além disso, falaremos sobre os precatórios, a liberação de contracheques e outros assuntos de interesse da categoria. Contamos com a participação de todas e todos os aposentados, especialmente quem já fez os cursos citados acima porque estamos sentindo a falta de muitos de vocês em nossas atividades. Sabemos muito bem que o sucesso de nossas lutas e o fortalecimento de nossa organização, enquanto aposentados, dentro do Sinpro, dependem da presença e participação efetiva das professoras e professores aposentados.
Haverá ônibus/van saindo dos seguintes locais e horários:
Taguatinga – Nenéns Chopp: 13h15
Ceilândia – Estacionamento do BRB: 13h
Brazlândia – Praça do Laço: 13h
Guará II – Centrão: 13h15
Guará I – São Paulo Apóstolo: 13h30
Planaltina – Subsede : 13h
Gama – Subsede: 13h
Formosa – Igreja Matriz: 12h45
Sobradinho – CEM 01: 13h15
Nesta segunda-feira, 28, o Sinpro enviou correspondência aos secretários de Governo, Paulo Tadeu, Administração Wilmar Lacerda e da Educação, Denilson Costa, mais uma vez cobrando as negociações necessárias para o encaminhamento dos compromissos assumidos com a categoria. O prazo de 30 dias acertado para o envio de matérias do nosso interesse à Câmara Legislativa termina no dia 3 de junho e até o momento isso não ocorreu. No documento lembramos que a nossa greve foi suspensa e que estamos com assembleia marcada o dia 14 de junho.
Já havíamos encaminhado outro documento neste sentido há cerca de duas semanas, mas até o momento não obtivemos resposta.
Sinpro participa da Marcha das Vadias em defesa dos direitos das mulheres
Jornalista: sindicato
A Marcha das Vadias movimentou Brasília no último sábado, dia 26. Cerca de 3 mil pessoas compareceram à Marcha, segundo dados dos organizadores do protesto e da Polícia Militar do Distrito Federal(PMDF). A quantidade de manifestantes foi aproximadamente cinco vezes maior do que a da marcha do ano passado. Munidos de buzinas, tambores, cornetas, cartazes e gritos de guerra, os manifestantes tiveram o objetivo de alertar a sociedade para a violência e o abuso sexual contra mulheres. O Sinpro-DF participou do movimento com a diretora Neliane Cunha da Secretaria de Políticas para Mulheres da entidade.”Somos guerreiras, mães, mulheres, profissionais e só lutamos por igualdade de tratamento e respeito. Foi muito importante ter participado desse evento para protestarmos contra toda espécie de preconceito. Como professora e sindicalista me sinto orgulhosa de ver que a sociedade basileira avança rumo a seus objetivos,” ressalta Neliane.
Leia abaixo a Carta Manifesto publicada sobre a Marcha
“Em 2011, fomos duas mil pessoas marchando por uma sociedade sem violência contra a mulher. No DF, marchamos porque houve cerca de 684 inquéritos policiais em crimes de estupro – uma média de duas mulheres violentadas por dia -, e sabemos que ainda há várias mulheres e meninas abusadas cujos casos desconhecemos. Marchamos porque muitas de nós dependemos do precário sistema de transporte público do Distrito Federal, que nos obriga a andar longas distâncias sem qualquer segurança ou iluminação para proteger as várias mulheres que são abusadas sexualmente ao longo desses trajetos.
Dia 26 de maio deste ano, continuaremos marchando porque, no Brasil, aproximadamente 15 mil mulheres são estupradas por ano e, mesmo assim, nossa sociedade acha graça quando um humorista faz piada sobre estupro. Marchamos porque o nosso Superior Tribunal de Justiça inocentou um homem que estuprou três meninas de 12 anos alegando que elas já se prostituíam, culpabilizando as vítimas, ignorando sua situação de vulnerabilidade e negando a falência do próprio Estado, incapaz de garantir uma vida digna para que meninas tão novas não fossem levadas a serem exploradas sexualmente. Marchamos porque vivemos em uma sociedade onde homens são capazes de planejar e executar um estupro coletivo de seis mulheres como “presente de aniversário”. Marchamos pelo direito ao aborto legal e seguro, porque não queremos Legislativo, Judiciário ou Executivo interferindo em nossos úteros para nos dizer que um aborto é pior que um estupro. Marchamos principalmente para que as mulheres pobres, que abortam em condições desumanas, não continuem sendo criminalizadas e levadas à morte pela negligência e perseguição do Estado, como no caso recente em que o Tribunal de Justiça de São Paulo
levará uma mulher acusada de aborto a Juri Popular a pedido do Ministério Público. Marchamos porque o Brasil ocupa, vergonhosamente, o 7 º lugar em homicídio de mulheres e porque, a cada 15 segundos lendo este Manifesto, uma mulher é agredida em algum canto do país.
Continuaremos marchando porque nos colocam rebolativas e caladas como mero pano de fundo em programas de TV nas tardes de domingo e utilizam nossa imagem semi-nua para vender cerveja, vendendo a nós mesmas como mero objeto de prazer e consumo dos homens. Continuaremos marchando porque vivemos em uma cultura patriarcal que aciona diversos
dispositivos para reprimir a sexualidade da mulher, nos dividindo em “santas” e “putas”, e a mesma sociedade que explora a publicização de nossos corpos – voltada ao prazer masculino – se escandaliza quando mostramos o seio em público para amamentar nossas/os filhas e filhos. Continuaremos marchando porque mulheres ainda são minoria em cargos de poder e recebem em média 70% do salário dos homens.
Continuaremos marchando porque há trabalhos desempenhados por uma maioria feminina que não são reconhecidos, nem dotados de valor econômico, porque as trabalhadoras domésticas são invisibilizadas, exploradas, discriminadas e não têm assegurados alguns dos direitos fundamentais mais básicos do trabalho. Continuaremos marchando
porque prostitutas fazem parte do funcionamento de uma sociedade machista e hipócrita que, ao mesmo tempo em que se utiliza de seus corpos, insiste em negar suas cidadanias. Marchamos contra o racismo porque durante séculos nós, mulheres negras,fomos estupradas e, hoje, empregadas domésticas são violentadas, assim como eram as mucamas. Marchamos pelas crianças negras que são hostilizadas pela cor de sua pele, por seus cabelos crespos e são levadas a negar suas identidades negras desde a infância, impelidas a aderir ao padrão de beleza racista vigente. Marchamos porque nossa sociedade racista prega que as mulheres negras são “putas” por serem negras, tratando-nos como mulas, mulatas e objetos de diversão, desprovidas de dor e pudor. Marchamos porque nós negras vivenciamos desprezo e desafeto reduzindo nossas possibilidades afetivas; “Vadia” enquanto estigma recai especialmente sobre nós negras, por isto marchamos em repúdio a esta classificação preconceituosa e discriminatória de nosso pertencimento étnico-racial. Marchamos pela saúde das mulheres negras, porque temos menos acesso aos serviços de saúde, porque nos negam pré-natais, cesarianas e anestesias por acreditarem que somos animais e não sentimos dor, porque sofremos tentativas de extermínio ao sermos submetidas a esterilizações
cirúrgicas sem nosso consentimento, porque somos as que mais morremos em virtude de abortos clandestinos e de complicações no parto, porque nos oferecem atendimento inadequado por terem nojo de nossos corpos negros.
Marchamos pelas cotas raciais nas universidades públicas, porque temos menos acesso à informação e ao ensino superior e queremos ser mestras,doutoras e ter autoridade do argumento para escrever nossas próprias histórias. Marchamos para exigir providências contra as ameaças dirigidas a nós da Marcha das Vadias e às/os estudantes da Universidade de Brasília, proferidas por grupos de ódio que insultam mulheres, negros/as e homossexuais. Marchamos porque não vamos deixar que o medo nos silencie.
Marchamos também porque nós, mulheres indígenas, lideramos os índices de mortalidade materna e há mais de quinhentos anos sofremos agressões e estupros como arma do genocídio social e cultural de nossos povos.
Marchamos porque mulheres e meninas indígenas têm suas necessidades específicas ignoradas pelo governo, que negligencia o fato inaceitável de que, no mundo, uma em cada três indígenas é estuprada durante a vida e que, no Brasil, muitas mulheres e meninas indígenas são levadas à prostituição e ao trabalho escravo pela condição de extrema pobreza em que vivem. No mundo, marchamos porque desde muito novas somos ensinadas a sentir culpa e vergonha pela expressão de nossa sexualidade e a temer que homens invadam nossos corpos sem o nosso consentimento; marchamos porque muitas de nós somos responsabilizadas pela possibilidade de sermos estupradas, quando são os homens que devem ser ensinados a não estuprar; marchamos porque mulheres lésbicas de vários países sofrem o chamado “estupro corretivo” por parte de homens que se acham no direito de
puni-las para corrigir o que consideram um desvio sexual. Marchamos porque, como reflexo desse cenário de opressão e subordinação, 70% das mulheres com deficiência intelectual, como a síndrome de down, já sofreram abuso sexual, cometido muitas vezes por seus próprios cuidadores e/ou familiares. Marchamos porque ontem um pai abusou
sexualmente de uma filha, porque hoje um marido violentou a esposa e, nesse momento, várias mulheres e meninas estão tendo seus corpos invadidos por homens aos quais elas não deram permissão para fazê-lo. Marchamos porque há poderes institucionalizados que banalizam todas essas violências, porque o Estado não toma todas as medidas necessárias para prevenir as nossas mortes e porque estamos cansadas de sentir que não podemos fazer nada por nossas irmãs agredidas e mortas diariamente.Mas podemos.
Já fomos chamadas de vadias porque usamos roupas curtas, já fomos chamadas de vadias porque transamos antes do casamento, já fomos chamadas de vadias por simplesmente dizer “não” a um homem, já fomos chamadas de vadias porque levantamos o tom de voz em uma discussão, já fomos chamadas de vadias porque não seguimos o que a sociedade ou a
nossa família esperava de nós, já fomos chamadas de vadias porque andamos sozinhas à noite e fomos estupradas, já fomos chamadas de vadias porque ficamos bêbadas e sofremos estupro enquanto estávamos inconscientes, por um ou vários homens ao mesmo tempo, já fomos chamadas de vadias quando torturadas e curradas durante a Ditadura Militar e em todos os regimes carcerários antes e depois disso. Já fomos e somos diariamente chamadas de vadias apenas porque somos MULHERES. Mas, hoje, marchamos mais uma vez para dizer que não aceitaremos que palavras e ações sejam utilizadas para nos agredir. Nenhuma palavra mais vai nos parar, impedir, restringir ou dividir, pois os direitos das mulheres são de todas. Enquanto, na nossa sociedade machista, algumas forem invadidas e humilhadas por serem consideradas vadias, TODAS NÓS SOMOS VADIAS. E somos todas santas, e somos todas fortes, e somos todas livres para ser o que quisermos! Somos livres de rótulos, de estereótipos e de qualquer tentativa de opressão masculina à nossa vida, à nossa sexualidade e aos nossos corpos. Estar no comando de nossa vida sexual não significa que estamos nos abrindo para uma expectativa de
violência, e por isso somos solidárias a todas as mulheres estupradas em qualquer circunstância, porque tiveram seus corpos invadidos, foram agredidas e humilhadas, tiveram sua dignidade destroçada e muitas vezes foram culpadas por isso. O direito a uma vida livre de violência, o direito à expressão da própria sexualidade e a autonomia sobre o próprio corpo são alguns dos direitos mais básicos de toda mulher, e é pela garantia desses direitos fundamentais que marchávamos há um ano,
marchamos hoje e marcharemos até que todas sejamos livres. Marcharemos para que não restem dúvidas de que nossos corpos são nossos, não de qualquer homem que nos assedia na rua, nem dos nossos pais, maridos ou namorados, nem dos pastores ou padres, nem dos Congressistas, nem dos médicos ou dos consumidores. Nossos corpos são nossos e vamos
usá-los, vesti-los e caminhá-los por onde e como bem entendermos. Livres de violência, com muito prazer e respeito!
Negras, brancas, indígenas, estudantes, trabalhadoras,prostitutas, camponesas, transgêneras, mães, filhas, avós. Somos de nós mesmas, somos todas mulheres, somos todas vadias!”
Nelson Giles (Coordenador do Núcleo de Políticas Culturais e Descentralização da Secretaria de Cultura).
A portaria nº 83, de 10 de maio de 2012, estende aos professores temporários as regras para a apresentação de atestados médicos dos professores efetivos. As chefias imediatas estão autorizadas a receberem um atestado médico de até três dias durante cada bimestre do ano civil. A partir do segundo atestado no mesmo bimestre ou que excederem os três dias deverão ser homologados mediante inspeção médica.
De acordo com a portaria, para a perícia médica o professor substituto deverá se apresentar à Coordenação de Saúde Ocupacional portando o formulário de Guia de Inspeção Médica devidamente assinado pela chefia imediata, no prazo de 24 horas a contar da emissão do atestado.
Lei de combate ao bullying passa a valer nas escolas
Jornalista: sindicato
A Lei Nº 4.837, que foi decretada pela Câmara Legislativa e sancionada pelo governador, define bullying como violência física ou psicológica intencional e continuada “com o objetivo de agredir, intimidar, humilhar, causar sofrimento e dano físico ou moral à vítima”. Comportamentos que se enquadram nesse quadro são muitos, e vão desde agressão física à manipulação de um colega, indução ao preconceito, e isolamento do aluno. Ainda segundo a lei, qualquer pessoa que tomar conhecimento de uma vítima de bullying pode formalizar a denúncia junto à direção da escola, na Secretaria da Educação, no Conselho Tutelar, no Ministéiro Público ou na Polícia Civil.
O texto prevê a realização de pesquisas para identificar causas e consequências do bullying. Nós do Sinpro sempre repudiamos qualquer espécie de atitude que coloque tanto alunos quanto professores em situações de constrangimento e enaltecemos os avanços com relação ao assunto. A capacitação dos professores e pedagogos para identificar e lidar com esse tipo de violência, e a exigência dos estabelecimentos de realizarem programas de prevenção ao bullying são outras demandas. Pelo decreto, serão necessários conselhos de segurança escolar para organizar seminários, palestras e debates, e também a distribuição de material didático especializado.
Infraestrutura: o péssimo estado de conservação das escolas
Jornalista: sindicato
Números alarmantes revelam a falta de infraestrutura das escolas brasileiras. Os alunos são os mais prejudicados. Por falta de segurança, uma escola de São Paulo teve de adiar o início do calendário letivo depois que uma vistoria do Corpo de Bombeiros encontrou extintores vencidos e fiação exposta. Em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, até março os alunos de uma instituição tinham de sentar no chão para assistir as aulas porque não havia número suficiente de carteiras. Em Campo Alegre, a 88 quilômetros de Maceió, o teto de uma sala desabou e feriu 19 estudantes em julho de 2011.
E o mais grave é que estes não são casos isolados. Eles refletem a falta de infraestrutura básica de grande parte das escolas brasileiras. Sinais de depredação – como lâmpadas estouradas, portas e janelas quebradas e carteiras em mau estado de conservação – estão presentes em 23,5% das instituições. E, se o assunto é o telhado, a demanda cresce – 36,4% das escolas necessitam de reformas na cobertura. Os dados foram coletados entre as 58 mil escolas que responderam ao questionário que acompanha a inscrição da Prova Brasil 2009 e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). A pedido de GESTÃO ESCOLAR, eles foram tabulados pelo economista Ernesto Martins Faria, especialista em cálculos e análises de indicadores educacionais e coordenador de projetos da Fundação Lemann, de São Paulo. Ernesto também investigou as respostas do Censo Escolar 2010 para mensurar o número de estabelecimentos públicos de Ensino Fundamental que funcionam de forma ainda mais precária: sem esgoto, energia elétrica ou banheiro. Segundo o levantamento, 8,8 mil unidades de ensino não têm nenhum sanitário, 11 mil não contam com rede de esgoto e mais de 12 mil delas dependem de geradores de energia (veja mais informações dos estudos nos boxes).
Situação das instalações físicas nas escolas
Telhado
36,4% precisam de reforma na cobertura
439 unidades não têm telhado
Sala de aula
35,6% das escolas necessitam reformar as salas de aula
10% afirmam que a iluminação não é adequada
19% relatam problemas de ventilação
Sinais de depredação
23,5% das instituições apresentam problemas como portas e janelas quebradas, brinquedos e carteiras mal conservados e paredes e muros pichados.
Fonte: Dados do Questionário Saeb/Prova Brasil 2009, respondido por 58.374 escolas públicas de todo o país.
Ocimara Balmant ( da revista Nova Escola).
Seminário promovido pela CNTE e que discute o piso e a carreira continua nesta sexta(25)
Jornalista: sindicato
A CNTE dará continuidade ao seminário: “As implicações do piso salarial nacional do magistério na carreira profissional: atualização do debate”, nesta sexta-feira (25). Entre outras discussões, o evento vai abordar a atuação dos parlamentares pela implantação da lei do piso, os conceitos jurídicos envolvendo a carreira e a valorização da categoria. O seminário acontece das 9h às 18h, no auditório da CNTE. Confira a programação completa do seminário:
Painel: O que pensa e faz o parlamento acerca da implantação do piso nacional do magistério e do PL 3.776/08, que trata da atualização monetária prevista na Lei 11.738. Expositores:
• Cristovam Buarque (membro do grupo de trabalho da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado para acompanhamento do piso do magistério).
• Fátima Bezerra (presidenta da Frente Parlamentar em Defesa do Piso do Magistério Público da Educação Básica).
11h
Painel: Conceitos jurídicos sobre a carreira dos trabalhadores da educação básica
Expositor:
• Adovaldo Filho (Assessoria jurídica da CNTE).
14h
Painel: Resgate dos conceitos históricos da CNTE sobre a valorização da carreira dos trabalhadores da educação
Expositor:
• João Monlevade (Consultor do Senado e ex-dirigente da Confederação dos Professores do Brasil – CPB)
16h
Painel: A política remuneratória de Subsídio nas carreiras dos trabalhadores da educação básica – experiências nos estados de MG e MT
Expositores:
• Beatriz Cerqueira (coordenadora geral do Sind-Ute/MG)
• Gilmar Soares Ferreira (presidente do Sintep/MT) (Fonte:CNTE)
Seminário "Rio+20 e você! É urgente Brasil" acontece em Brasília
Jornalista: sindicato
Para preparar e aprofundar o debate sobre sustentabilidade e todas as questões relevantes sobre meio ambiente, está acontecendo nesta quarta(23) e amanhã, quinta(24),o Seminário:“Rio+20 e VOCÊ! É URGENTE Brasil!”. O objetivo é mobilizar e trazer para o debate participantes(membros e/ou delegados) de todos os setores da sociedade civil envolvidos para participar entre 20 e 22 de Junho de 2012 no Rio de Janeiro, da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável(CNUDS, ou UNCSD na sigla em inglês).Essa iniciativa da ONU está também motivando a organização de uma série de eventos e processos de discussão em cada estado do Brasil e em todo o mundo, que culminarão em um grande conjunto de atividades no período próximo à conferência. O foco será a cidade do Rio de Janeiro, entre os dias 11 e 24 de Junho, mas ocorrerão inúmeras atividades relacionadas também em outros lugares, e em outras datas. É importante destacar que “Rio+20” é o apelido dado tanto à conferência da ONU em si, quanto ao conjunto de eventos e atividades a ela relacionados, conectados ou não ao seu processo oficial, especificamente à conferência ou a esse conjunto amplo de eventos e atividades.
A Rio+20 será um evento de grandes dimensões, e o governo brasileiro tem declarado a ambição de que seja a maior conferência já realizada pela ONU. Espera-se a presença de mais de uma centena de chefes de Estado ou de governo. Como se percebe este seminário é uma emergencial necessidade da sociedade e deste modo em harmonia com interesse público e ressaltando a função social e ambiental deste evento lhe convidamos para participar do evento.
Dias 23 e 24 de Maio de 2012
Local: Museu Nacional – Esplanadas dos Ministérios – Brasília/DF.
Horário:
Dia 23 07h às 20:30h
Dia 24 08h30min às 20h15min
Inscrições – Haverá Certificado
Debate vai discutir: "Celac, a integração latino-americana e o papel dos sindicatos” dia 29/05
Jornalista: sindicato
“A Celac, a integração latino-americana e o papel dos sindicatos” é o tema do debate que o Sindicato dos Bancários de Brasília e a TV Cidade Livre do DF promovem no próximo dia 29 de maio, terça-feira, às 19 horas, no Teatro dos Bancários, com objetivo de proporcionar ao movimento sindical, movimentos sociais, estudantes e intelectuais, uma reflexão sobre as ações políticas a tomar a partir da criação da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e do Caribe, em dezembro último. O debate, que será gravado e transmitido pela TV Cidade Livre do DF, terá a participação do Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, Alto-Representante do Mercosul, do Embaixador de Cuba, Carlos Zamora, do Embaixador da Venezuela, Maximillien Arvelaiz, do Diretor de Organização da CUT-Nacional, Jacy Afonso Melo, do Presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília, Rodrigo Britto, e do Diretor da Telesur, jornalista Beto Almeida. O debate será mediado por Rafael Zanon, Diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília.
A Celac é uma entidade nova, marcada pela cooperação e pela integração, que vem substituir a moribunda OEA, marcada pela submissão aos EUA e da qual Cuba foi expulsa quando realizou sua Revolução. Numa era em que se estruturam projetos e entidades visando uma integração solidária dos povos desta região, onde muitos projetos governamentais trabalham na construção de infra-estruturas comuns, colaboração energética, de acordos financeiros e monetários cooperativos, como o Banco do Sul, é indispensável que também seja construída, no interior da Celac, uma participação protagonista dos sindicatos para que, desde o início, sejam observados, considerados e respeitados, os interesses e a visão dos trabalhadores neste processo.
A participação ativa e propositiva do movimento sindical no âmbito da Celac será decisiva para que se estruturem políticas sociais e trabalhistas públicas, democráticas, horizontais e cooperativas sintonizadas com a justiça social, com a superação da miséria, o que será um grande exemplo para o mundo, especialmente para a Europa, região na qual direitos trabalhistas e sociais estão sendo demolidos em razão da submissão daqueles países às políticas neoliberais.
Compareça! Participe!
Debate: “A Celac, a integração latino-americana e o papel dos sindicatos”
Dia 29 de maio, terça-feira, 19 horas
Teatro dos Bancários – 514 sul
O Sinpro avisa todas as professores e professores que a CSO-Coordenação de Saúde Ocupacional da regional de Taguatinga não vai fechar. Tranquilizamos a todos(as) esclarecendo que permanece a troca de atestados médicos e perícia médica no local(atestados até 30 dias). Desde o início do mês de maio as juntas médicas passaram a ser realizadas somente na CSO do Plano Piloto.