Nota de esclarecimento

Não sabemos de onde está partindo essa informação, mas esclarecemos, para que não pairem dúvidas: o GDF não apresentou qualquer proposta à Comissão de Negociação da categoria, nada sobre plano de saúde e nada sobre auxílio-alimentação. Não podemos deixar que boatos propagados por má-fé, com a intenção de dividir a categoria, coloquem sob suspeição a condução da luta pelo Comando Geral de Greve, eleito para esse fim pela categoria.
Também rechaçamos veladas tentativas de desmobilizar a categoria ameaçando corte de ponto. Nossa greve cumpriu todos os procedimentos legais para ser deflagrada e sempre reconhecemos o direito do aluno à reposição das aulas. Acreditamos que essa é uma reação ao fortalecimento cada vez maior da nossa mobilização, mas não é dessa forma que se resolverá o impasse e se restabelecerá a normalidade nas escolas públicas.
Nossa greve vai continuar forte, pois nossa luta é justa, pelo acordo feito pelo governo em 2011.
 

Negocie seriamente com os(as) professores(as), governador! Chega de desrespeito!

R$ 189 milhões. Esse é o valor que o GDF reservou do orçamento deste ano para gasto em publicidade. Segundo o Ministério Público, a Secretaria da Criança, uma das várias pastas criadas pelo atual governo para abrigar aliados e com orçamento de R$ 130 milhões, gastará R$ 102 milhões para manter sua estrutura administrativa. Apenas R$ 1 de cada R$ 5 será gasto na implantação e execução de políticas de assistência a crianças e adolescentes.
E é esse governo que ocupa horário nobre de rádio, TV e paga nota nos principais jornais para alertar sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)? Estão brincando com a gente? É muito indignante: enquanto oferece zero de reajuste, gasta recurso público para atacar as (os) professoras (es)!
A proposta rejeitada pela categoria não correspondia ao compromisso assumido pelo governo em abril, pelo contrário, se aceita, ela causaria a divisão na carreira Magistério Público do DF. Mas a propaganda do GDF não diz isso: e pior, ela afirma que as negociações não foram interrompidas, quando a verdade é que a categoria ficou 113 dias em contagem regressiva esperando ser chamada para negociar e com indicativo de greve marcado para o dia 8 de março.
Durante esse tempo, propagandeamos nossas reivindicações em TV ‘s, rádios e outdoors e alertamos à comunidade escolar para o prazo que estávamos dando ao GDF. No entanto, só fomos recebidos pelo governador uma vez, às vésperas da assembleia, encontro em que não houve negociação e em que ele reafirmou a alegação de seus técnicos (?), de que não poderia conceder nenhum reajuste aos servidores em 2012 para não comprometer com o pagamento de pessoal mais do que o limite máximo estabelecido pela LRF.
A propaganda do governo não esclarece que o Fundo Constitucional do DF, que custeia a Educação, Saúde e Segurança, é composto de recursos federais, que não entram no cálculo do limite da LRF. Da parte desse Fundo destinada à Educação, cerca de R$ 285 milhões são usados para custeio.
Se o governador Agnelo quiser, tiver vontade política e não desculpas técnicas, pode sim atender à demanda da categoria sem necessidade de uso de recursos do Orçamento do GDF. Se quiser Agnelo pode sim destinar parte desse dinheiro para garantir a reestruturação do nosso Plano de Carreira, uma demanda legítima da categoria e um compromisso assumido por ele durante a campanha eleitoral. Basta ele querer para resolver o impasse atual, em um processo verdadeiro de busca de acordo, com propostas que atendam às expectativas imediatas e futuras da categoria, como havia sido acertado no ano passado.
Mesmo após a deflagração da greve não negociaram para valer: os secretários que receberam a comissão de negociação da categoria não fizeram qualquer proposta concreta. Optaram por manter a conversa ensaiada, desmentida pelos números do próprio governo, que mostram aumento constante e significativo da receita própria e crescimento de 13,94 % do valor repassado pelo governo federal por meio do FCDF. E preferiram partir para o confronto,ao atacar trabalhadoras (es) por meio da mídia.
Não podemos competir com gastos tão milionários, ainda que quiséssemos. Mas podemos dizer não ao desrespeito, não ao descaso, informando corretamente à sociedade, lançando nossas respostas aos quatro ventos, convencendo mais um (a) companheiro (a) a se juntar à nossa luta. Ninguém tem o direito de se omitir nesse momento!
Como sabemos que tudo depende de vontade política, lançamos um apelo: ainda há tempo de inverter as prioridades, governador!  Não faltam recursos para a Educação, falta dar a ela a centralidade que ela realmente merece!
Os atuais gestores precisam ter consciência de que a utopia de Brasília não era apenas de um homem: foi um sonho concretizado por todo um povo. Para aqui vieram não apenas candangos, engenheiros e arquitetos! Para cá vieram ideias, de educadores como Darcy Ribeiro, Aníbal Teixeira, Paulo Freire, que acreditavam que, por meio de uma escola pública e universidade onde estudassem tanto o filho do porteiro quanto o filho do deputado, seria construída, a partir da capital do país, a ideia tão sonhada de igualdade de oportunidades para todos (as) os (as) brasileiros (as).
Brasília já teria concretizado esse sonho, não fosse a ditadura, que fechou as portas da UnB e calou experiências educacionais transformadoras. A cidade, que acaba de receber uma missão da ONU para avaliar se merece ainda ostentar o título de patrimônio cultural da humanidade, foi extremamente maltratada nos últimos anos. Governador, ela não merece mais ser tratada como um bolo que se reparte entre amigos, como ocorreu nos governos anteriores!
Por fim, fazemos um apelo aos professores e às professoras: tenhamos bastante clareza do que está em jogo na nossa luta! Tenhamos clareza da nossa responsabilidade neste momento! Tenhamos certeza de que, mesmo em greve estamos ensinando como nunca: ensinando aos nossos alunos, alunas, filhas e filhos a lutarem pelo que é certo e justo! Nem mais nem menos.
Todos à assembleia nesta terça, 20, às 9h30, na Praça do Buriti! Porque juntos somos fortes e porque Brasília e sua população merecem respeito!
 

Problemas em sua escola? Mande sua foto, imagem ou denúncia para o Sinpro

O Sinpro está abrindo um espaço para que as pessoas possam denunciar problemas na infraestrutura, equipamentos ou falta de pessoal nas escolas públicas. Se você tem uma foto ou imagem sobre a situação de alguma escola na sua regional, acesse o link à direita desse site e faça sua denúncia, ou poste fotos ou imagens, com a garantia de anonimato na divulgação, se você preferir. Elas só serão divulgadas após checagem feita pelo Sinpro.
O objetivo do Sindicato é mostrar a verdadeira realidade das escolas públicas no DF, bem distante da propaganda do GDF que diz que está fazendo muito pela educação.

Goiás: professores em Greve realizam nova assembleia nesta quarta(21)

Os professores da rede pública de ensino do Estado de Goiás, em greve desde o dia 6 de fevereiro, farão outra assembleia nesta quarta-feira, dia 21 às 9hs no jóquei Clube.Com a decisão de continuar a greve após assembleia realizada última quarta-feira,dia(14), educadores estaduais seguiram em carreata do Jóquei Clube de Goiás até a BR-153, onde realizaram uma ato público, interrompendo a circulação de carros por quase uma hora. O objetivo foi o de chamar a atenção da sociedade para o descaso do poder público com a Educação. A atividade demonstrou a disposição da categoria que luta pelo retorno da gratificação de titularidade, direito conquistado em anos de luta e extinto pela atual política do secretário estadual de Educação, Thiago Peixoto.
Deflagrada dia 6 de fevereiro, a greve foi impulsionada após a aprovação da lei 17.508/11, elaborada pela dupla Marconi/Thiago, que achatou a carreira dos profissionais da Educação e desrespeitou os direitos da categoria. Dez dias após a abertura do diálogo entre governo do Estado e direção do Sintego, a proposta apresentada não atendeu a principal reivindicação dos trabalhadores.
Além do prejuízo aos educadores, o fim da gratificação de titularidade gera reflexos negativos inclusive para a qualidade do ensino na rede estadual. Ao longo da assembleia, os trabalhadores se manifestaram contra as medidas da Seduc, que atingem professores, administrativos e aposentados da rede estadual.
Greve Nacional
Em carreata, os educadores saíram do Jóquei Clube de Goiás e pararam a BR-153. Apesar do congestionamento, motoristas e caminhoneiros, em respeito aos profissionais da Educação, apoiaram a manifestação.
O ato público também compõe as atividades da Greve Nacional da Educação, que teve início hoje e vai até o dia 16 de março. O movimento nacional possibilita a união de forças de todos os educadores do País em defesa da valorização da Educação e fortalece a luta dos educadores do Estado de Goiás em greve.
Hoje à tarde, a direção do Sintego e profissionais das escolas públicas de Goiás se reuniram na Assembleia Legislativa para pressionar os deputados estaduais a se manifestarem em defesa dos educadores. Amanhã (15), às 9h, uma Tenda da Educação será montada na Praça do Bandeirante, onde serão coletadas assinaturas de apoio da sociedade às lutas da categoria. E na sexta-feira (16), o Sintego irá realizar atividades nos municípios que não pagam o Piso.
CRONOGRAMA DA GREVE NACIONAL EM GOIÁS
Dia 15 – Quinta-feira – Tenda da Educação na Praça do Bandeirante : coleta de assinaturas de apoio às nossas bandeiras de luta, por 10% do PIB no PNE, pelo cumprimento do Piso, em defesa dos Planos de Carreira, em repúdio às terceirizações na Educação.
Dia 16 – Sexta-feira – Divulgação da pauta nacional da CNTE e visitas do Sintego com atividades nos municípios que não pagam o Piso.

Superação é o destaque do Programa Alternativo deste sábado (24)

O Festival Recreativo de Ceilândia (FREC) é um dos destaques do Programa Alternativo deste sábado (17). Desenvolvido pelo Centro de Ensino Especial 02 de Ceilândia, o projeto oferece aos alunos atividades esportivas, recreativas e lúdicas como forma de interação e integração. “O retorno é muito bom porque os alunos têm possibilidade de interagir e ter contato com outros alunos. Isto trabalha os valores e faz com que eles superem barreiras”, analisa a coordenador Joelma Oliveira.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Secretário de Educação não é porta-voz da categoria



Em reunião na Comissão de Educação da Câmara Legislativa, ocorrida na quarta-feira, dia 14, o secretário de Educação do DF, Denilson Bento, fez afirmações em nome do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF).  A informação foi publicada na edição do dia 15 do Jornal de Brasília, na coluna Do Alto da Torre, escrita pelo jornalista Eduardo Brito.
O Sinpro-DF lembra que ele não é membro da Diretoria do Sindicato e, portanto, não está autorizado a falar em nome da entidade. Nós, integrantes da Diretoria Colegiada do Sinpro-DF, eleitos pelas professoras e professores do ensino público do DF, somos, portanto, os únicos que têm legitimidade para serem porta-vozes da categoria.
Não bastasse  falar em nome do Sindicato, o professor Denilson Bento ainda afirmou “que não interessa mais ao Sinpro que os reajustes da categoria sejam da mesma ordem que os percentuais de aumento do Fundo Constitucional do Distrito Federal”.
Só para esclarecer: o reajuste de acordo com o percentual concedido ao FCDF tem sido garantido nos últimos anos e é o mínimo que a categoria deveria receber para continuar a trilhar o caminho em busca da isonomia com as demais carreiras de nível superior do GDF. Perspectiva essa que foi um compromisso assumido pelo GDF e não cumprido pelo governador. É sobre esse descumprimento  que o Secretário deveria falar.
Clique aqui caso queira ler a nota: http://www.clicabrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20120315-jornal/pdf/21.pdf)
 

IV Semana África Brasil no Programa Alternativo

O Programa Alternativo deste sábado (17) vai abordar a cultura africana. A IV Semana África Brasil, projeto realizado pelo Centro de Ensino Fundamental 412 de Samambaia, ganhará destaque e mostrará um pouco de música, dança e desfile da beleza negra.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Categoria realiza atividades de mobilização em todo DF

Neste sábado, vários grupos de educadoras e educadores da rede pública de ensino do DF se reuniram para esclarecer a sociedade sobre os motivos que levaram os(as) professores(as) a decretarem greve por tempo indeterminado na última segunda(12), ou seja há uma semana. Todos os dias, desde então, várias manifestações pacíficas estão sendo realizadas em todas as regionais. Em Samambaia, diretores do Sinpro se uniram pela manhã de sábado a estudantes e a comunidade local para pintar os muros da escola 404.Ironicamente, no muro principal da escola havia uma propaganda de uma escola particular. Uma frase que destaca a valorização da educação; agora decora o muro da Escola de Samambaia. Também promovemos a panfletagem e informes à comunidade do itapoã e outros locais de grande fluxo de pessoas. Nosso objetivo é esclarecer a populção do descaso com que a categoria vem sendo tratada pelo governo.
As atividades de mobilização realizadas nesta sexta-feira (16) em várias regiões administrativas deram ainda mais visibilidade a nossa luta. No quinto dia de paralisação, professores(as) e estudantes promoveram carreatas, apitaços, bandeiraços, passeatas, panfletagem e aulões de conscientização com objetivo de convencer os educadores a aderirem ao nosso movimento paredista.
No Paranoá um grupo de convencimento fez uma visita no CED PAD-DF, maior escola rural do DF, onde conseguiu grande adesão. Pelo menos 70% dos(as) professores(as) aderiram imediatamente à greve e pela influência na região, educadores de outras escolas também comunicaram sua adesão. Em Ceilândia a atividade começou com uma carreata junto com alunos dos CEM’s 02 e 03. Logo depois o grupo foi até a administração e em seguida à Regional de Ensino, onde foi realizado um Aulão de Cidadania. “Tivemos a presença de professores e alunos e onde passávamos tínhamos o apoio da comunidade. O recado foi dado”, salientou o diretor Ilson Veloso.
Em Taguatinga, Recanto e Samambaia foi realizado um ato conjunto no centro de Taguatinga. Professores de Samambaia saíram em carreta pela Avenida Sul da região administrativa até o Cemab, em Taguatinga, onde se juntaram aos educadores das outras duas regionais. Mais de 150 professores visitaram o CEF 17, CEM EIT, CRE Taguatinga e CEI 04, onde convidaram outros professores a aderirem ao movimento.
O movimento em Sobradinho contou com uma conscientização no CED 02 e em seguida carreata por Sobradinho I e II, fechando a atividade na Regional de Ensino. Já no Núcleo Bandeirante uma passeata pelas ruas, escolas da região e na CRE chamou a atenção da comunidade. Mais de cem professores e alunos do CEM NB 01 distribuíram nota de esclarecimento à população sobre a greve e a adesão dos professores que estavam trabalhando foi grande.
Neste momento é de extrema importância a participação de cada professor e professora nas atividades de mobilização. Nossas vitórias serão proporcionais à nossa garra e vontade de lu

Plano Bresser: mudança na data de liberação

O Sinpro informa que, por conta de novo encaminhamento judicial, o pagamento dos precatórios do Plano Bresser previsto para este mês foi adiado para a segunda quinzena do mês de abril. O coordenador do departamento jurídico do Sinpro, Dimas Rocha, solicita que todos fiquem atentos, pois essa data pode sofrer nova alteração e lembra que se isso acontecer a categoria será informada por meio deste site.
Ressaltamos ainda que os professores que receberam correspondência devem informar os dados bancários até o dia 30 de março de 2012.

Adesão da categoria à greve aumenta diariamente

A greve dos(as) professores(as) chega ao terceiro dia e a adesão da categoria aumenta a cada dia. Em todas as regiões administrativas professores (as) aderem em peso ao movimento em protesto pelo descaso do governo do Distrito Federal com a Educação e exigem o cumprimento dos compromissos assumidos com a categoria. As visitas feitas pelos grupos de convencimento às escolas têm um importante papel nesta mobilização, com a paralisação alcançando mais de 70% dos professores em todo DF.
 
Em Brazlândia e em Santa Maria a adesão é de 80%, inclusive com o apoio da maioria dos(as) professores(as) em contratos temporários. Em Sobradinho o saldo é de 73% de adesões e 72% das turmas fechadas. No Gama 70% da categoria paralisou as aulas e após visita dos grupos de convencimento os CEF’s 10 e 11 também aderiram ao movimento, seguido por Planaltina e Samambaia (70%), e Paranoá, Recanto das Emas e Taguatinga com 60% de adesões.
 
O crescente número de adesões nas diversas regionais é a resposta da categoria ao GDF. O trabalho de conscientização de todos e todas deve continuar. E no dia 20 de março, às 9h30, todos e todas na assembleia geral, na Praça do Buriti.
 
Confira o calendário de mobilização da categoria já agendados:
15 de março – bandeiraço e visitas de convencimento em São Sebastião. Concentração às 7h, na entrada da cidade (posto Texaco);
16 de março – Atividades regionalizadas definidas pelo comando de greve;
16 de março – Caminhada e panfletagem na avenida Central do Núcleo Bandeirante, às 9h.
17 e 18 de março – panfletagem nas cidades;
19 de março – grupos de conscientização nas escolas. Às 18h, reunião do comando de greve;
20 de março – Assembleia geral na Praça do Buriti, às 9h30.

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