Sinpro convida gestores para reunião nesta segunda (20)
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro convida todos(as) os(as) gestores(as) de escolas da rede pública de ensino para uma reunião com a direção do sindicato nesta segunda-feira (20), às 16h. A reunião terá como tema Educação em tempos de pandemia.
A reunião será feita pela plataforma “Zoom”. Se você ainda não instalou o aplicativo do “Zoom”, o link te direcionará para a ‘Play Store’ (celulares Android) ou ‘App Store’ (celulares Apple).
Para baixar em celulares Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=us.zoom.videomeetings
Para baixar em celulares Apple: https://apps.apple.com/br/app/zoom-cloud-meetings/id546505307
Os(as) interessados(as) em participar da reunião deverão confirmar participação pelo telefone 99685-4997, para que possam receber o link uma hora antes da abertura da sala virtual. Participe!
FUNDEB|| Saiba sobre fundo que financia a Educação Básica no País
Jornalista: Leticia
Em vigor desde 2007, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é uma das poucas políticas públicas que seguiram em frente em meio às mudanças de governo ao longo dos anos, algo raro em um país como o Brasil, onde a inconstância ainda dita o ritmo desse tipo de ação estatal.
A relevância da política pode ser medida em números: somente no ano passado, por exemplo, o Fundeb canalizou um montante de cerca de R$ 165 bilhões para estados e municípios. Formado por um conjunto de outros 27 fundos, ele engloba os 26 estados e o Distrito Federal, financiando 40% da educação básica da rede pública no país. Isso inclui desde creches até o ensino médio, abarcando ainda a Educação de Jovens e Adultos (EJA) – somente o ensino superior não entra na conta.
Na prática, o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) tem sido um instrumento determinante para se combater desigualdades na educação em todo o país. Sucessor do Fundef (Ensino Fundamental), o fundo ampliou a cooperação federativa pelo financiamento da educação em todo nível básico, representando hoje aproximadamente 60% de todo financiamento do ensino público primário, fundamental e médio do Brasil. Para se ter uma ideia, na distribuição de recursos, hoje a desigualdade entre o menor e o maior valor aluno / ano na educação pública é de 564%, valor este que, apesar de muito alto, sem o Fundo seria superior a 10.000%. Trata-se de um grande cofre do qual sai dinheiro para valorizar os professores (as) e desenvolver e manter funcionando todas as etapas da Educação Básica – desde creches, Pré-escola, Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio até a Educação de Jovens e Adultos (EJA) – não, a Educação Superior não entra nessa conta.
O cenário político e econômico do país, especialmente após à pandemia da Covid-19, têm criado barreiras a um dos principais debates do Brasil, a aprovação do novo FUNDEB, o que deixa toda comunidade escolar preocupada com possíveis cortes na educação pública.
Além dos recursos para estados e municípios, FUNDEB é importante também para o cenário educacional no Distrito Federal. Professores(as) e orientadores(as), tem em sua composição de remuneração mensal, recursos que advém do Fundeb. Porém, as condições de trabalho enfrentadas pelos professores(as) e orientadores do Distrito Federal , podem ser melhoradas se o novo Fundeb for aprovado na íntegra, onde trará mais recursos para Educação Básica do DF, já que 40% dos seus recursos, são destinados para a manutenção das escolas.
Para assinar a petição, os membros da Carreira Magistério, devem clicar no link e assinar a petição pela aprovação do Fundeb.
Participe também da mobilização virtual na próxima segunda-feira (20), enviando mensagens para os oito deputados do Distrito Federal e suas lideranças, a fim de pressioná-los. Na manhã do dia 20, o Sinpro encaminhará uma mensagem por meio do WhatsApp, com os telefones dos parlamentares, onde os professores(as) e orientadores(as), irão clicar e enviar mensagens ao deputados. Sua participação é fundamental, não fique de fora.
Diante de inúmeras incertezas devido à pandemia, o cenário escolar pode sofrer a não renovação do FUNDEB, e para isso, participe e ajude com a mobilização virtual para pressionar os deputados(as) a votarem o projeto de lei que torna o Fundeb permanente. Não fique de fora, participe você também!
Anúncio da reavaliação foi feito após pergunta sobre uma estimativa de que a volta às aulas pode causar a morte de 17 mil crianças em todo o Brasil, feita por um matemático da FGV. Governo planejava retomada parcial das aulas presenciais em setembro.
Alunos da rede municipal em escola de Campinas, no interior de São Paulo
O centro de contingência contra o coronavírus, comitê do governo de São Paulo que delibera sobre a quarentena no estado, vai reavaliar a volta às aulas programada para o início de setembro. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (16) após o coordenador-executivo do grupo, o médico João Gabbardo, ser questionado sobre uma projeção matemática que estima até 17 mil mortes entre crianças com a retomada das escolas em todo o Brasil.
“Em função dessas novas informações, a gente pediu para que o centro de contingencia, que tem discutido isso com o secretário da educação, faça uma reavaliação daquilo que já foi definido. Tão logo nós tenhamos essas informações, a gente vai trazer aqui para a entrevista coletiva”, disse Gabbardo.
A afirmação ocorre dois dias depois do seminário da Fapesp sobre coronavírus no qual o matemático Eduardo Massad, professor titular da Escola de Matemática Aplicada Fundação Getúlio Vargas (FGV), criticou a retomada das aulas em SP e fez a estimativa de 17 mil óbitos em todo o país(veja o vídeo)
São Paulo planeja a retomada gradual das aulas a partir de 08 de setembro para as cidades que tiverem mais de 28 dias na fase amarela do Plano São Paulo de flexibilização, segundo o governo paulista. A proposta prevê ainda combinação de aulas presenciais e virtuais.
No mesmo evento virtual, o ex-coordenador do comitê de saúde estadual, Dimas Covas, disse que as mortes diárias por coronavírus no estado de São Paulo podem continuar em um “patamar elevado” até 2021.
Projeção sobre a volta às aulas
No debate virtual com especialistas realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapesp) e o Butantan, o matemático Eduardo Massad afirmou que São Paulo e o Brasil não vivem um bom momento para reabertura de escolas.
“As aulas absolutamente não podem voltar em setembro. Nós temos hoje no Brasil 500 mil crianças portadoras do vírus zanzando por aí. Se você reabrir agora em agosto, mesmo usando máscara, mesmo botando distância de dois metros. No primeiro dia de aula nós vamos ter 1.700 novas infecções, com 38 óbitos. Isso vai dobrar depois de 10 dias e quadruplicar depois de 15 dias. Então, abrir as escolas agora é genocídio”, declarou.
Por meio de fórmulas matemáticas, Eduardo Massad afirmou que, caso aconteça uma reabertura precipitada das escolas no Brasil, o país pode saltar de 300 mortes de criança abaixo de 5 anos para 17 mil até o final do ano.
“300 e poucas crianças abaixo de 5 anos morreram no Brasil. Se a gente reabrir as escolas, nós vamos chegar a 17 mil. São 17 mil crianças que vão morrer e não precisariam morrer. Todo o resto dos problemas vocês consegue dar um jeito e resolver. Nós estamos falando de vidas. Se a gente abrir sem um planejamento muito preciso e um controle muito grande, o que vai acontecer é que vai morrer 17 mil crianças contra 300 e poucas no curso natural da epidemia, com as escolas fechadas”, afirmou.
No mesmo seminário, Massad também criticou a utilização do platô como meta de política pública.
“Alguns dirigentes têm usado esse platô como argumento pra dar sustento às suas políticas de relaxamento das medidas de isolamento social. Na verdade, é o que eu venho dizendo a algum tempo: o platô é a assinatura do fracasso. Toda curva epidêmica que se preze ela tem que atingir um pico e cair”, afirmou.
Críticas à reabertura
As mortes diárias por coronavírus no estado de São Paulo podem continuar em um “patamar elevado” até 2021, segundo projeção apresentada nesta terça-feira (14) pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.
“Nós vamos manter essa epidemia por um bom tempo ainda. A taxa de mortalidade, embora possa estar estabilizada, está em um patamar elevado. Temos algo em torno de 300 óbitos por dia no estado de São Paulo. O que corresponde a um Boeing 747. Estamos tendo a explosão de um Boeing 747 por dia e pode ser que isso se prolongue até o ano que vem”, afirmou durante debate virtual com especialistas realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapesp) e o Butantan.
Dimas Covas faz parte do Centro de Contingência montado pelo governo de São Paulo e já coordenou o grupo em um dos revezamentos de seus membros. No entanto, apresenta posições diferentes das defendidas pela gestão João Doria (PSDB).
Nesta semana, o governo comemorou o fato de que as mortes semanais no estado tenham caído pela 3ª semana seguida e anunciou a maior flexibilização da quarentena em 9 regiões do estado. Embora os números semanais tenham sido menores no estado, a média móvel de mortes diárias indica uma estabilidade nos registros (platô) no ponto mais alto, acima de 200 mortes por dia, e não uma queda.
De acordo com as projeções apresentadas por Dimas Covas, os números de mortes e casos devem continuar subindo no estado, já que a taxa de transmissão da doença ainda não caiu o suficiente para derrubar o contágio.
“Embora muitos tenham a falsa sensação de que estamos em um momento de inflexão, de platô, na realidade esses casos ainda devem continuar aumentando. Da mesma forma, o número de óbitos deve continuar aumentando”, afirmou.
Segundo Dimas Covas, a solução para diminuir as mortes e casos seria aumentar o isolamento social para 70%, o que já era recomendado por especialistas no início da pandemia, mas que deixou de ser o principal critério para a reabertura.
“Considerando o que nós temos mantido de isolamento social, abaixo de 50%, em torno de 45% no estado como um todo, nós vemos essa espécie de platô. A alternativa a isso seria aumentar as medidas de isolamento para 70%, com isso nós seguramente teríamos um comportamento diferente da epidemia”.
Em 11 de junho, Dimas Covas já havia criticado o plano de reabertura do comércio em São Paulo.
“Quando você faz um planejamento, você tem que prever quando é que você vai sair DO (Diário Oficial). Mas nenhum especialista, nenhum infectologista, nenhum epidemiologista fala pra você que você pode sair com curva em ascensão. Quer dizer, isso não faz muito sentido, você tá entendendo? E no estado de São Paulo, nós não temos nenhuma curva em descensão”, disse ele na ocasião.
Mais um processo do Vale Alimentação se transformou em precatório. A informação foi dada pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) à Secretaria de Assuntos Jurídicos do Sinpro, referindo-se à última atualização dos precatórios referente às ações ajuizadas, requerendo assim o pagamento do Vale Alimentação do período em que o mesmo ficou suspenso.
Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais(as) que não encontrarem seu nome na lista devem continuar aguardando a conclusão do restante das ações em execução.
Processo do Vale Alimentação 0074214-41.2010.8.07.0001
De acordo com a emenda 62/2009, têm direito ao requerimento de prioridade do pagamento dos precatórios os(as) servidores(as) com idade a partir de 60 anos ou acometidos por doenças graves citadas no Art. 6º da lei 7.713/88.
Aqueles(as) que se encaixam nestes requisitos ou quiserem ter mais informações sobre o precatório e como requerer o pedido de prioridade, entre em contato pelo e-mail ou pelos telefones (WhatsApp) abaixo:
Devido à COVID-19, o Sinpro está fazendo atendimento remoto. Diante disto informaremos a forma como os(as) interessados(as) deverão entregar as cópias autenticadas em cartório público de documentos pessoais (RG, CPF e o laudo médico, se for o caso, com o CID e formulários em duas vias preenchidos com caneta azul, sem rasuras e sem abreviação de sobrenome).
Para assinar os formulários específicos (a partir de 60 anos e ou doenças graves especificadas em Lei conforme o Art. 6º) clique nos links abaixo:
Pedido de Preferência
Procuração
Contrato de Honorários Advocatícios
Autorização de retenção de 10%
Art. 6º Inciso XIV da Lei 7.713/88
– Tuberculose ativa;
– Alienação mental;
– Neoplasia maligna;
– Cegueira;
– Esclerose múltipla;
– Hanseníase;
– Paralisia irreversível e incapacitante;
– Cardiopatia grave;
– Doença de Parkinson;
– Espondiloartrose anquilosante;
– Nefropatia grave;
– Estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante);
– Contaminação por radiação;
– Síndrome da deficiência imunológica adquirida (AIDS);
– Hepatopatia grave;
– Moléstias profissionais.
Parágrafo único. Pode ser beneficiado pela preferência constitucional o credor portador de doença grave, assim considerada com base na conclusão da medicina especializada comprovada em laudo médico oficial, mesmo que a doença tenha sido contraída após o início do processo.
Para preencher o formulário específico da lei 7.713/88, que trata de doenças graves.
NOVOS CRITÉRIOS PARA CLASSIFICAÇÃO EM GRUPO DE RISCO
Jornalista: Leticia
A Subsecretaria de Saúde do Distrito Federal, definiu por meio de um documento publicado na última terça-feira (14), os critérios e situações consideráveis para a classificação de um servidor(a) no grupo de risco.
Além disso, documento orienta os servidores(as) a procurarem suas chefias imediatas e fazerem a apresentação de relatórios médicos, para que sejam avaliados e tipificados como grupo de risco ou não pela SUBSAÚDE.
Sem uma data ainda certa de volta aulas, os professores( as) que se enquadrarem no grupo de risco, devem se atentar às normas e orientações estabelecidas pela Subsecretaria de Saúde do DF.
Confira na íntegra o protocolo para afastamento de servidores(as) com comorbidades
Desde do início da pandemia, as direções escolares estão na linha de frente no atendimento e auxílio aos professores(as), orientadores(as) e comunidade escolar. Com o retorno gradativo das aulas, o contato físico pode ser um risco. Mesmo seguindo todos os protocolos recomendados pelas autoridades de saúde, diversos professores(as) e orientadores que são das direções de escolas, foram contaminados com a Covid-19,o que preocupa todos.
Os relatos a seguir, são de professoras da rede que foram contaminadas pela Covid-19.
“Foi uma experiência horrível! Estávamos em Teletrabalho, eu e minha vice-diretora íamos à escola tomando todos os cuidados possíveis e durante este período nós conseguimos não nos contaminar. No entanto, quando iniciou o trabalho remoto dos professores, tudo fugiu do nosso controle e em apenas uma semana onde houve encontros para montagem de kits e atividades impressas, foi o suficiente para contaminação de ao menos 5 pessoas , dentre elas a equipe gestora que fora afastada das atividades. Deste contágio na escola, meu filho se contaminou e todos da minha casa se contaminaram também, meu quadro evoluiu para pneumonia e ainda estou com desconforto respiratório”, afirma a professora e gestora da Escola Classe Chapadinha, Jacirene de Oliveira Cardoso.
“Com as constante demandas da SEEDF que exige trabalho presencial, tivemos que ir à escola por várias vezes. Um dos vigias teve a Covid-19 e a empresa terceirizada não tomou providências nem para nos avisar e nem desinfectar a escola. Quando eu como gestora, soube dessa contaminação, de imediato, solicitei a desinfecção da escola, o que já era tarde demais. Fui infectada, a vice-diretora e nossas famílias. A doença é terrível! Acaba com você e deixa a gente prostrada em uma cama com dores horríveis pelo corpo, na cabeça, e febre alta. Tive a perda do apetite, olfato e paladar. Estou no meu décimo dia de contágio, meu marido no oitavo, sem contar os gastos que são grandes. Os nossos professores(as) estão revoltados porque nem reuniões com os servidores(as) está sendo possível, muito menos acompanhar o Teletrabalho e nossos estudantes, é preocupante todo esse cenário”, afirma a professora Maria Auxiliadora de Sousa Godinho, Diretora CEF/01 Brasília /106 sul.
Diante de relatos pessoais, o Sinpro reforça que o retorno das aulas mesmo que paliativos, pode ser um grande risco para professores e comunidade escolar, uma vez que nossas escolas não foram adaptadas para receber professores(as) e estudantes. Mesmo que não haja aglomerações nas escolas, o contágio e a contaminação do novo Coronavírus pode ser possível, levando inclusive ao óbito.
Destacamos também, que pais, mães e responsáveis por estudantes têm se manifestado constantemente nas redes sociais do Sinpro-DF sobre esse retorno, dizendo que não é ainda o melhor momento para retorno das aulas presenciais e apoiando os(as) professores(as) e orientadores(as) que têm ponderado sobre o tema na Internet.
Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais também têm se manifestado nas redes. Além disso, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) têm se expressado contra esse retorno e exigido que o Governo do Distrito Federal (GDF) apresente as condições sanitárias e adequadas para assegurar o volta às aulas presenciais.
O Sinpro já realizou duas pesquisas de opinião sobre o tema da pandemia e volta às aulas em maio e, iniciou outra, para saber “o que você acha sobre a volta às aulas em plena pandemia”. Clique aqui e acesse a nota da pesquisa. O sindicato também tem levado em consideração manifestações, recebidas, diariamente, nas redes sociais também de trabalhadores(as) da educação da carreira de assistência, categoria que também está mobilizada para que não ocorra esse retorno em momento de pandemia global.
Ser obrigado a utilizar um diário de papel, não ter um computador adaptado, andar com dificuldades e ainda assim, precisar subir escadas para chegar à sala de aula, são algumas formas de exclusão que os servidores(as) com deficiência enfrentam ao serem admitidos para trabalhar na Secretaria de Educação do Distrito Federal.
Imagine ter que pedir um favor ou implorar para trabalhar em decorrência do descaso da Instituição em acolher as diferenças. Qual o sentido de um concurso que abre vagas para candidatos com deficiência, mas não prevê condições de trabalho que garantam a participação plena e igualitária desses servidores(as)?. Atitude que coloca as múltiplas deficiências como pesos a serem carregados ou objetos a serem descartados na caixa das coisas inúteis.
Na contramão das leis que garantem a proteção da pessoa com deficiência, parece haver algo de falho em não pensar em como será executado o trabalho. Um tipo de discriminação que contrata, mas não promove, protege e assegura o direito de trabalhar. A reunião do coletivo de PCD’s conseguiu avançar nos pleitos feitos em relação à pesquisa científica sobre a acessibilidade das escolas públicas do DF. “O site do Sinpro-DF possui agora acessibilidades, a sede do sindicato adequou sua sede para acessibilidade, ou seja, vários pleitos feitos foram atendidos. Agora precisamos juntos lutarmos para conquistar respeito e direitos frente a tantas questões que ainda faltam nos espaços das escolas”, afirma o diretor do Sinpro Alberto Ribeiro.
Esse é o resultado do espaço de escuta feito pelo Sinpro, por meio da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador, no último dia (13), com a participação de 100 (cem) pessoas com deficiência no lançamento da pesquisa de acessibilidade nas escolas da Rede de Ensino do Distrito Federal.
Para o diretor do Sinpro Carlos Maciel, promover a inclusão das pessoas com deficiência, é um dever de todos, e não somente por questões políticas, mas também, por dever social e de responsabilidade. “As obrigações que determinam as leis que tratam os direitos das pessoas com deficiência, ainda não foram atendidas em sua plenitude, por esse motivo são importantes instrumentos. A acessibilidade é um bem coletivo e oportuniza condições de trabalho segura para todos. Lutar para garantir acessibilidade como princípio, é permitir a participação de todos independente de suas limitações. Aproveito para lembrar o aniversário da Lei nº 13.146/2015 LBI que é uma das mais importantes leis sobre a pessoa com deficiência” afirma Carlos.
Plenária Nacional será realizada no dia 16 de julho
Jornalista: Leticia
Plenária Nacional em defesa da democracia, da vida, da educação pública, da ciência e da tecnologia
Escopo: Atividade de avaliação, mobilização e de lançamento do texto de manifesto em defesa da Democracia, da educação pública, da ciência e da tecnologia
Público alvo: FNPE, FEEs, profissionais da educação (professores e funcionários) básica e superior, estudantes, pesquisadores, gestores
Data: 16 de julho de 2020
Mesa 1. 9h – 11h – Educação em tempos de pandemia e os Fóruns Estaduais de Educação
Expositores:
Alberto Damasceno (Fórum do Pará)
Alessandra Assis (Fórum da Bahia)
Júlio Barros (Fórum Distrital de Educação)
Marlei Fernandes (Fórum do Paraná)
Leandro Alves Oliveira (Fórum de São Paulo)
Mediação: Heleno Araújo (CNTE)
Mesa 2. 11h – 13h – Educação em tempos de pandemia e os estudantes da educação básica e superior
Expositores:
Iago Montalvão (UNE)
Rozana Barroso (UBES)
Vanusa Tavares (UNILAB)
Josicleia Vieira de Souza (CONTAG)
Fernanda Cristina de Souza (MIEIB)
Mediação: Nilson Cardoso (FORPIBID)
Mesa 3. 14h – 16h – Educação em tempos de pandemia e os profissionais da educação
Expositores:
Luciene Fernandes (PROIFES)
André Gonçalves (FASUBRA)
Margarida Machado (UFG)
Zezinho Prado (CNTE)
Leonardo Cabral (UFSCAR)
Dante Henrique Moura (IFRN)
Mediação: Maria Luiza Süssekind (ANPED)
Mesa 4. 16h – 18h – Encerramento: lançamento do Manifesto em Defesa da Democracia, da vida, da Educação Pública, da Ciência e da Tecnologia
Apresentação do Manifesto
Executiva do FNPE: Romualdo Portela de Oliveira (Anpae), Miriam Fábia Alves (Anped), Heleno Araújo (Cnte), Edjane Rodrigues (Contag), Gilson Reis (Contee), Tino Lourenço (Cut), André Gonçalves (Fasubra), Nilton Brandão (Proifes), Guilherme Barbosa (Une)
Representante dos Fóruns Estaduais
Parlamentares coordenadores de Frentes da Educação
Apresentação e Mediação: Luiz Dourado e Walisson Araújo
Depois de alguns meses na espera, tendo inclusive o cancelamento da posse, os professores(as) nomeamos, fizeram hoje (14), a entrega da documentação necessária para a posse em sistema drive thru, instalado pela Secretaria de Educação na Sede III, localizada no SIA SAP, Lote E.
O Sindicato dos Professores, entregou aos nomeados, uma pasta contendo orientações e informações importantes para os novos professores(as) efetivos da Secretaria de Educação.
A escolha das carências, acontecerá no fim do mês de forma eletrônica. A assinatura do termo de posse, ocorrerá no próxima dia 3 de agosto. Os professores(as) nomeados, devem se atentar ao calendário disponibilizado pela Secretaria de Educação do Distrito Federal.
Para o diretor do Sinpro Luciano Matos, a posse dos professores(as) é resultado de muita luta da categoria e dos novos servidores(as). “A vitória é de toda comunidade escolar e também do Sinpro, onde garantirá mais professares(as) nas escolas públicas do DF”, afirma Luciano.
Os professores(as) novatos, poderão se sindicalizar assim que tomarem posse e já tiverem o número da matrícula funcional, que será disponibilizada no dia da posse.
GDF ARRISCA VIDA DE PROFESSORES E orientadores educacionais
Jornalista: Leticia
No dia em que o Distrito Federal atinge a marca de 72.284casos confirmados de Covid-19, e 930óbitos, a Secretaria de Educação do Distrito Federal, apresentou hoje (13), o cronograma de retomada das atividades educacionais presenciais, com o retorno dos profissionais de educação para o início de agosto. De acordo com o calendário, o retorno começa com a testagem em massa dos profissionais da educação, de 3 a 14 de agosto, uma parceria com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal.
Segundo o boletim epidemiológico divulgado às 18h00 de hoje (13) ,em menos de 24 horas, o DF teve um aumento de 1.572 casos novos em relação ao dia anterior, o que preocupa todos, onde de vez recuar, o GDF busca a todo instante a retomada das aulas, colocando em risco à vida dos professores(as) com uma possível volta gradativa.
(Reprodução: Metrópoles)
Numa espécie de rodízio, voltam para às salas de aulas, a partir do dia 31 de agosto, os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA), e da Educação Profissional. No dia 8 de setembro, o Ensino Médio, e no dia 14 de setembro, será a vez dos estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental, incluindo a Escola Parque da Cidade. Por fim, no dia 21 de setembro, voltam os anos iniciais, incluindo a Escola Meninos e Meninas do Parque.
Para a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa, o momento é de planejamento, pois o controle da pandemia responderá sobre essa volta regressiva.“Quem vai definir o momento do retorno dos nossos profissionais da educação e estudantes, não será calendário, mas sim, as condições do momento, uma vez que estamos em meio à uma pandemia global”, afirma.
Diante do anúncio feito pela Secretaria de Educação, o Sinpro ressalta que nenhuma das escolas foram adaptadas para o retorno às aulas. As medidas anunciadas pelo governo há quase dois meses, até agora não foram colocadas em práticas, o que pode ser um grande risco para toda categoria, levando inclusive a contaminação em massa de estudantes e professores(as)