Sinpro convida delegados sindicais para reunião dia 30 de abril
Jornalista: Luis Ricardo
A diretoria do Sinpro convida os(as) delegados(as) sindicais para reunião na próxima quinta-feira (30), às 14h. O encontro ocorrerá por meio de telereunião e na véspera o sindicato disponibilizará as orientações técnicas de como o(a) professor(a) e orientador(a) educacional deverão proceder para ter acesso eletrônico à reunião.
O encontro é de grande importância, já que dentre as pautas debateremos os impactos da Covid-19 na educação do Distrito Federal e do Brasil.
GDF começa a escolher quem vai se contagiar de coronavírus nas escolas
Jornalista: Maria Carla
Na Alemanha, as salas de aula do Ensino Médio estão abertas apenas para exame de conclusão de curso e com distanciamento
O governador Ibaneis Rocha (MDB) escolhe estudantes e trabalhadores da educação para pôr em curso, no Distrito Federal, a necropolítica (confira conceito no fim do texto) do Palácio do Planalto. As direções das 683 escolas da rede pública de ensino receberam, nessa quarta-feira (22), um Despacho do Palácio do Buriti determinando o envio, até o fim da tarde desta quinta-feira (23), da lista de professores e orientadores educacionais com idade a partir de 60 anos e doenças crônicas (ou comorbidades).
O documento foi entregue às escolas após o governador enviar um ofício ao secretário de Educação, João Pedro Ferraz dos Passos, solicitando a realização, com urgência, de um estudo para reiniciar o ano letivo dentro de 10 dias. A decisão do governador vai ao encontro da do presidente Jair Bolsonaro de escolher a escola pública e a população mais carente como instrumentos de necroexperiências sem nenhum fundamento científico.
Nesse projeto, Ibaneis pretende colocar o maior número possível de estudantes e trabalhadores da educação para serem contaminados pelo novo coronavírus. Ou seja, na prática, o plano é expor 70% da comunidade escolar ao vírus letal em 45 dias e, nesse período, morre quem tem de morrer e a vida segue para os outros.
Ao dizer que 70% da população deve ser contaminada para se autoimunizar, o governador do DF e quem mais defenda essa ideia deturpam uma constatação de cientistas e governantes de alguns países europeus, como a declaração da chanceler alemã, Angela Merkel, que disse numa entrevista coletiva que “quando a população não dispõe de nenhuma imunidade e não existe nenhuma terapia, de 60% a 70% da população será infectada”. Na deturpação, costumam omitir que, nessa resposta, Merkel assegura que, nesses casos, “a única solução é tentar impedir a propagação do vírus, ‘sem saturar o sistema de saúde’ do país”.
A Alemanha começa, lentamente, nesta semana, à vida normal. Mas isso só ocorre depois de uma queda significativa dos casos de covid-19, após uma longa quarentena. Além disso, só saiu depois que, comprovadamente, o pico da pandemia havia passado. Ainda assim, as salas de aula do Ensino Médio de lá estão abertas apenas para aplicação de exame de conclusão de curso e com distanciamento que pode ser observado na imagem da reportagem do jornal Bom Dia Brasil de 20/4/2020.
A verdade na educação da Alemanha
https://www.youtube.com/watch?v=nV3EQa-wUqo
ORIENTAÇÃO DO SINPRO
A orientação do Sinpro-DF é que os professores e os gestores não preencham esse formulário e aqueles que já tenham enviado seus dados pessoais médicos para as direções de escola desautorizem a divulgação e o envio deles à Secretaria de Educação.
O Sinpro-DF orienta também os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais a continuarem divulgando o “Comunicado à População”, emitido pelo sindicato nessa quarta-feira (22). Enviar para todos os contatos das suas respectivas listas de WhatsApp, Instagram, Twitter, Facebook, Telegram etc. É importante que o maior número possível de habitantes do Distrito Federal tenha acesso ao comunicado.
Não podemos permitir que estudantes e trabalhadores da educação do DF sejam colocados em risco de vida em plena pandemia. Cuidar da saúde neste momento é o mais importante para todos. Copie os links, cole e repasse por suas redes sociais:
Confira, a seguir, o Despacho do governador Ibaneis em PDF: Despacho
O QUE É NECROPOLÍTICA
É quando o governo ou o Estado decide quem deve morrer e quem deve viver. O conceito de necropolítica foi desenvolvido pelo filósofo negro, historiador, teórico político e professor universitário camaronense Achille Mbembe, que, em 2003, escreveu um ensaio questionando os limites da soberania quando o Estado escolhe quem deve viver e quem deve morrer. O ensaio virou livro que chegou ao Brasil em 2018, publicado pela editora N-1. Para Mbembe, quando se nega a humanidade do outro qualquer violência se torna possível, de agressões até morte.
Ibaneis pretende expor meio milhão de estudantes e professores ao novo coronovírus
Jornalista: Maria Carla
Após se reunir com o presidente Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira (20), o governador Ibaneis Rocha (MDB) saiu do Palácio do Planalto dizendo que poderá reabrir a rede pública de ensino do Distrito Federal, em pleno pico da pandemia do novo coronavírus, a partir da próxima semana, a começar pelas escolas militarizadas. Se reabrir, irá expor crianças, adolescentes, professores, orientadores educacionais e pôr a vida delas em risco.
A reunião com Bolsonaro o fez abandonar a política de isolamento social e de contenção da pandemia. Assim, se optar por reabrir as escolas militarizadas, pode estar nos planos do Palácio do Buriti a reabertura, sem nenhuma responsabilidade com a vida, todas as escolas da rede. É assim que Ibaneis irá expor meio milhão de estudantes, professores, orientadores educacionais e milhares de pais, mães, avós e toda a comunidade escolar à contaminação e morte por covid-19.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF repudia a atitude e defende, intransigentemente, que o governador do DF siga as recomendações científicas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e abandone, sim, a orientação de um presidente que, a cada dia, só reafirma não ter nenhum compromisso com a vida dos(as) brasileiros(as). Caso o governador se submeta ao Palácio do Planalto a ponto de pôr a vida de milhares de pessoas em risco e decida pelo retorno às salas de aula, o Sinpro-DF irá recorrer e apelar para todos os recursos até mesmo a judicialização.
Não é a primeira vez que ele dá passos atrás para atender às pressões do Palácio do Planalto. Lamentavelmente, vem mudando seu posicionamento de manter o isolamento social e proteger a população da pandemia há algumas semanas. Tem se dobrado, sucessivamente, às pressões e passando por cima de milhões de pessoas que precisam da proteção do Estado para abrir, desnecessariamente, serviços que não precisam estar abertos no auge da contaminação.
Além disso, não assinou a Carta Aberta à Sociedade Brasileira em Defesa da Democracia, do Fórum de Governadores, divulgada nesse domingo (19), e assinada por 20 chefes do Poder Executivo. Essa, no entanto, não foi a primeira vez que ele se omitiu. Também não assinou a carta de 25/3, assinada por 25 governadores, na qual assumiram que a decisão prioritária era cuidar da vida das pessoas e que a responsabilidade com a economia não era algo excludente.
Ao expor a categoria de professores, os estudantes e suas famílias na linha de frente da contaminação da covid-19, justamente durante o pico da pandemia no Brasil, Ibaneis se declara, como o próprio Presidente da República, inimigo do povo e defensor da necropolítica neoliberal, que abandona os valores sociais de respeito à vida para valorizar o lucro de alguns.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF lembra que os governantes de outros países que agiram como Jair Bolsonaro e ignoraram o novo coronavírus conseguiram apenas levar milhares de pessoas à morte. A Itália, a Espanha, os EUA, o Equador e a própria China não respeitaram a força da pandemia e viram o novo coronavírus devastar milhares de vidas.
Com o Brasil e o DF mergulhados na escuridão das subnotificações, o governador do DF adota a política da morte, criticada no mundo inteiro. Sem firmeza nas atitudes, ele começa a pôr o DF no mapa do caos sanitário, uma vez que nada justifica, nos meses de abril, maio e junho, meses que marcam o pico da pandemia no DF e no País, a reabertura de comércios e outros serviços, no dia 3/5, e escolas na próxima semana porque não há nada que indique e comprove a regressão da pandemia..
Os países europeus que já anunciaram o retorno à vida normal já passaram pelo pico da pandemia, fizeram muitos testes e não trabalharam com subnotificação, como ocorre no Brasil. E, ainda assim, estão voltando lentamente, com previsão de abertura de alguns setores da economia a partir da segunda quinzena de maio. Nesses países, a educação será o último setor a retornar à normalidade, cuja previsão é somente para setembro.
Os países que prometem o retorno da educação em junho, também já passaram pelo pico da pandemia, não tiveram subnotificação, preservaram com firmeza a quarentena, vão efetuar muitos testes no retorno da educação e vão recomeçar com as turmas bastante reduzidas e horários diferenciados.
A Declaração Universal de Direitos Humanos, uma carta assinada em 10 de dezembro de 1948, da qual o Brasil é signatário, declara que a vida é mais importante do que qualquer outra coisa. A vida é que tem de ser o foco da atenção e atenção dos governos.
É para isto que eles foram eleitos: para cuidar da vida. A história da gripe espanhola, no início do século XX, mostra que as cidades que se recuperaram mais rapidamente dos efeitos econômicos daquela pandemia foram as que fizeram o isolamento social e salvaram vidas. Há estudos técnicos que comprovam isso.
Trabalhadores defendem barrar o golpe de Bolsonaro e garantir a democracia
Jornalista: Maria Carla
Em nota divulgada nesse domingo (19), as centrais sindicais repudiam a escalada golpista liderada pelo presidente Jair Bolsonaro. Confira:
As centrais sindicais abaixo assinadas repudiam a escalada golpista liderada pelo presidente Jair Bolsonaro.
Sua participação em um ato em defesa da volta do famigerado AI-5, do fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, e pela ruptura da ordem democrática, prevista na Constituição de 1988, foi mais um episódio grotesco desta escalada.
Isolado e crescentemente descontrolado que está, provocou, novamente, o seu show de horrores em relação ao necessário isolamento social e de bravatas que afrontam a democracia e colocam o país numa situação ainda mais dramática diante da pandemia que nos assola, e que já contabiliza mais de 30 mil contaminados e nos aproxima dos 3 mil mortos.
Seguindo o mau exemplo de Bolsonaro, atos semelhantes ocorreram hoje em diversas cidades brasileiras, mesmo em meio a quarentena para prevenção da disseminação do coronavírus.
Bolsonaro, mais uma vez testa os limites do seu cargo e os limites das instituições democráticas. Ele avança, com suas extravagâncias, onde não encontra resistência. Se esta resistência não vier, até onde irá a irresponsabilidade do presidente? Onde vamos parar? Uma contundente resposta faz-se urgente e necessária.
Importante frisar que, além de sua postura irresponsável, ele nada oferece aos trabalhadores. A dura realidade do Brasil de Bolsonaro é que os brasileiros, que já vem sofrendo perdas de direitos desde 2017, agora sofrem redução salarial de 30% por conta das medidas de suspensão do contrato de trabalho e redução de salário, instituídas pela MP 936.
Neste grave contexto as centrais sindicais chamam os líderes políticos e da sociedade civil, os representantes dos Poderes Legislativo e Judiciário, das instituições, bem como a todos os democratas, a cerrarem fileiras na defesa da Democracia para barrar os planos do atual Presidente de impor um regime autoritário e repressivo.
Não ao golpe de Bolsonaro!
Viva a Democracia!
São Paulo, 19 de abril de 2020
Sérgio Nobre – Presidente da CUT
Miguel Torres – Presidente da Força Sindical
Ricardo Patah – Presidente da UGT – União Geral dos Trabalhadores
Adilson Araújo – Presidente da CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
José Calixto Ramos – Presidente da NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores
Antonio Neto – Presidente da CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
Mesmo diante do isolamento social devido à pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), o Sinpro mantém o atendimento jurídico para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais normalmente, mas por telefone e WhatsApp. Pensando no bem-estar da categoria, aqueles(as) que precisarem da assessoria jurídica deverão ligar para os telefones dos escritórios responsáveis por cada área de atuação (Cível, Trabalhista e Saúde). É preciso lembrar que estamos mantendo o padrão de atendimento, que é das 8h às 12h e das 14h às 18h.
Para facilitar a visualização de todos os contatos, o sindicato criou uma aba em nossa página para facilitar a pesquisa por parte da categoria.
Neste momento de pandemia, todos os esforços são fundamentais para evitar a propagação da doença. Fique em casa e mantenha o isolamento social.
Confira abaixo cada área e seus respectivos contatos:
CÍVEL
Informações sobre processos e dúvidas podem ser tiradas pelos telefones (61) 99133-5224 e 99295-0305.
SAÚDE
A equipe jurídica do escritório Mendonça Neiva Advocacia, que atende a área de Saúde do Sinpro-DF se organizou da seguinte forma:
Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais deverão ligar para o telefone 98515-5185, falar com Leidiane.
Ela direcionará as ligações para os advogados de plantão. O atendimento será sempre das 8h às 12h e das 14h às 18h.
JURÍDICO DO SINPRO E IR DE AÇÕES JUDICIAIS
Os professores(as) e orientadores(as) que receberam valores em 2019 referentes às ações trabalhistas movidas pelos advogados do Sinpro e ainda não receberam os informes de rendimentos para declaração de imposto de renda, poderão solicitar os informes diretamente no escritório pelos números: 3031-4400 ou 98275-2679 (WhatsApp).
Já aqueles(as) que receberam valores referente a ação de correção do saldo do FGTS de 1992, movida pelo escritório do RJ, poderão solicitar a Nota Fiscal referentes aos honorários advocatícios pelo e-mail: faleconoscojuridico@sinprodf.org.br ou pelos telefones 99611-9715, 99996-5854, 99122-5025 e pelo Whatsapp 99122-5025.
ATENDIMENTOS GERAIS DA ÁREA TRABALHISTA
Para assuntos gerais do jurídico, urgências, dúvidas e para confirmação de mensagens enviadas pelo sindicato para aqueles(as) que têm processos como precatórios, FGTS, IR e outras ações, o(a) professor(a) pode entrar em contato pelos telefones e WhatsApp abaixo:
Sinpro-DF repudia ato contra democracia e orienta categoria a manter isolamento
Jornalista: Maria Carla
Enquanto as subnotificações escondem a real dimensão da pandemia do novo coronavírus no Brasil, grupos extremistas de ultradireita, convocados pelo Gabinete do Ódio instalado no interior do Palácio do Planalto, vão às ruas clamar por ditadura militar, repressão e morte. São grupos de terraplanistas, que atacam a educação pública e desqualificam a ciência e a medicina no momento que somente isso pode salvar o Brasil da covid-19.
A pauta da manifestação política, realizada no domingo (19), em defesa de um golpe de Estado com fechamento de importantes instituições democráticas, como o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF), pedia a volta do AI5. Na economia, esses grupos, que atuam no governo Bolsonaro em cargos fundamentais, flertam com o terraplanismo econômico e seguem a ortodoxia neoliberal, que, questionada no mundo inteiro desde a segunda metade do século XX, distribui no planeta a miséria e a degradação intelectual, moral e social.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF entende que a violência da pandemia do novo coronavírus em curso no Brasil, já com várias unidades da Federação em estado de calamidade pública por falta de leitos nos hospitais para salvar vidas de contaminados e pela irresponsabilidade do Presidente da República de convocar a classe trabalhadora para ir às ruas, faz parte da agenda de austeridade adotada em 2015 e consolidada com o golpe de 2016.
No Brasil, as subnotificações escondem a real dimensão da pandemia. Por causa disso, todos os institutos científicos do mundo orientam a população brasileira a multiplicar por 10 cada número divulgado pelos governos a fim de encontrar, mais ou menos, a taxa de contaminação e mortalidade reais. A prova do nível de contaminação está no fato de que o primeiro caso da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, ter sido confirmado no Brasil em 26 de fevereiro de 2020. Em menos 2 meses, os casos registrados já ultrapassaram 30 mil com mais de duas mil mortes.
No Distrito Federal, apesar das medidas do governador para conter o avanço desenfreado da pandemia, a doença chegou e se instalou. Vários dados mostram que o DF vive uma intensa taxa de subnotificação. Os números dos Cartórios de Registro Civil da capital do País, por exemplo, apontam que, em 4 meses, o DF tem mais mortes por doenças pulmonares do que em todo o ano de 2019.
Importante lembrar ainda que a tentativa de esconder as dimensões, as razões e orientações sobre as epidemias foi uma prática da ditadura militar. Em 1974, durante terceiro surto da epidemia de meningite no Brasil, os generais esconderam da população a gravidade e a dimensão da epidemia. Escolas fechadas, hospitais lotados e eventos foram cancelados, como os Jogos Pan-Americanos de 1975. O mais grave é que a censura proibiu os meios de comunicação de falar sobre a doença e, ao impor o silenciamento, impediu que ações rápidas e adequadas fossem tomadas. Milhares de brasileiros morreram.
O exemplo material dessa situação é a atitude do Presidente Bolsonaro de comparecer ao ato de domingo (19), em Brasília, para discursar a favor de um golpe militar e a instalação de um Estado de exceção. O objetivo é confundir e envolver o povo numa escalada de mortes nunca vista no Brasil. A diretoria colegiada do Sinpro-DF pede à categoria para crer na ciência e no exemplo dos países do mundo inteiro no combate à pandemia, sempre com obediência ao isolamento social, defesa das instituições públicas e respeito pela vida.
As lideranças sindicais do Sinpro-DF, entidade erguida e marcada pela defesa intransigente da democracia, vem lembrar também que, para quem conhece a história recente do Brasil, a pauta desses grupos extremistas defensores da necropolítica e liderados por Jair Bolsonaro é sinônimo de morte, pobreza, dívida, fome, fascismo e toda sorte de misérias e desmandos contra a sociedade, os serviços e servidores públicos e contra o patrimônio e as riquezas nacionais. É sinônimo sim de terra devastada. E temos exemplos concretos na história.
Diante dessa situação, o Sinpro-DF se associa às centrais sindicais e a seus sindicatos filiados, aos parlamentares federais, distritais e ministros do STF que defendem, irredutivelmente, a democracia. Também se une aos 20 governadores que assinaram a carta do Fórum de Governadores, na qual defendem a democracia e os encaminhamentos do Congresso, do STF e dos estados contra a pandemia do novo coronavírus.
Devido à pandemia do Coronavírus (Covid-19), a Justiça Federal determinou nesta sexta-feira (17) o adiamento do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). De acordo com decisão da 12ª Vara Cível Federal de São Paulo, fica determinado a adequação do calendário e do cronograma do ENEM à realidade do atual ano letivo, cancelando assim a realização das provas.
Na ação, a Defensoria Pública da União argumenta que “como consequência de grave problema de saúde pública – pandemia do Coronavírus –, escolas fecharam e aulas presenciais foram suspensas. Com a suspensão das aulas presenciais, a forma recomendada para os alunos continuarem os seus estudos foi a virtual. No entanto, de acordo com os dados colhidos pelo TIC Educação 2018 e pelo TIC Domicílios 2018, sabe-se que as condições de ensino à distância para os estudantes brasileiros são desiguais”.
O Ministério da Educação havia lançado o edital com as datas de realização do Enem e o prazo para pedido de isenção da taxa de inscrição, que terminou nesta sexta-feira (17). Diante da situação vivida pelo mundo hoje, com isolamento social, escolas fecharam e aulas presenciais suspensas, entidades de classe e a UNE ingressaram com ações pedindo a suspensão do calendário e a devida adequação para a realidade dos calendários escolares do país, tanto universitário quanto da educação básica.
Desde o início da pandemia o Sinpro e entidades ligadas à educação foram contra a realização do Enem pelo fato da rede pública de ensino estar com suas aulas suspensas. A falta de aulas poderia prejudicar ainda mais os estudantes de escolas públicas, trazendo danos tanto no conteúdo pedagógico de 2020 quanto no desempenho deste grupo nos vestibulares.
O Sinpro continuará acompanhando os desdobramentos deste caso e informará a categoria pela página do sindicato e pelas redes sociais.
Europeus adotam critérios científicos para retomar a vida e abrir escolas
Jornalista: Maria Carla
O governador, Ibaneis Rocha (MDB), que, em março, adotou as regras da União Europeia e decretou o isolamento social, seguindo à risca as recomendações da ciência, voltou atrás e, na semana passada, divulgou decreto anunciando o relaxamento das medidas de confinamento e prevendo a retomada da “vida normal” para o dia 3 de maio.
Justamente nesta data, segundo a previsão de cientistas, o Brasil estará no auge de sua crise sanitária por causa da Covid-19. É importante lembrar que a Europa só iniciou o planejamento para relaxar as medidas rígidas exatamente 30 dias após o início do confinamento. Na semana de 16/4, vários países europeus anunciaram, nesta semana, o relaxamento das medidas de quarentena contra o novo coronavírus. A maior parte da Europa iniciou o isolamento social no dia 16 de março.
Por lá, os governos entendem que saúde e economia caminham juntas e não uma em detrimento da outra. Para os governos europeus, a economia não existe sem a saúde da população. A prova disso é que a União Europeia (UE) criou um roteiro com três critérios científicos básicos para a retomada da economia do continente.
E deixou os países livres para, além dessas três regras, elaborar seus próprios critérios de retomada da vida normal. Segundo o documento apresentado pela UE, na quarta-feira (15), pela presidente da Comissão Europeia, Ursula Von Der Leyen, os critérios são: a evolução das transmissões; a capacidade do sistema de saúde; e a capacidade de acompanhar novos casos.
O texto da UE intitulado “Um roteiro europeu para levantar medidas de contenção da Covid-19” detalha também os princípios que devem orientar os países na retomada da vida normal e sugere medidas de acompanhamento. De acordo com a Folha de S. Paulo, até o dia 14/4, dez países da Europa haviam anunciado planos de relaxamento das quarentenas.
RETORNO DA EDUCAÇÃO NA FRANÇA
O presidente francês Emmanuel Macron anunciou, na segunda-feira (13), oito estratégias para a retomada, prevendo o fim progressivo da quarentena somente a partir de 11 de maio. Na França, as escolas e os trabalhadores pararam suas atividades no mesmo dia: 16/3.
Dentre elas, avisou que idosos e pessoas com doenças crônicas, primeiros a serem proibidos de saírem de casa, serão os últimos a voltarem às ruas. O Ministério da Educação, por sua vez, definiu mais outros critérios para reabrir as escolas. A volta às aulas será progressiva e de forma adaptada, com menos estudantes em sala de aula e em tempo diferente e com o uso da educação a distância.
“Mas tudo ainda está em discussão entre cientistas, sindicatos e pais de estudantes”, informa Valdecy Guillonx, trabalhadora social (travailleur social) e ex-professora de língua portuguesa da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal. Val, como é mais conhecida, reside em Bordeaux e tem duas filhas na escola francesa. Ela diz que toda a mídia já está anunciando o retorno de todas as atividades, porém, com ressalvas e destaques para a forma como será feita.
“Nas escolas, por exemplo, antes de os 12 milhões de estudantes do Ensino Básico retornarem às unidades escolares, o governo fará um teste científico com 600 crianças durante um mês para ver o nível de contaminação pelo novo coronavírus de delas porque, segundo a ciência, as crianças pegam o vírus , transmitem, mas não ficam doentes”, informa.
Na França, portanto, antes de abrir as escolas, haverá o teste antes. “O governo gostaria de voltar com as crianças às escolas porque o ano letivo termina dia 4 de julho, com um novo ano escolar iniciando somente em setembro, mas tudo isso ainda são só hipóteses, vai depender da progressão da pandemia”, afirma Val.
Ela informa que não haverá mais aula para os 2,7 milhões de estudantes das universidades este ano. Os professores darão as notas que os estudantes tinham para fechar o ano. Embora tenha anunciado a reabertura das cidades na segunda-feira (13/4), o governo francês informou que somente dentro de 15 dias irá apresentar um plano de fim progressivo da quarentena.
RETORNO DA EDUCAÇÃO NA ITÁLIA
Embora a Itália também tenha anunciado a reabertura das atividades econômicas, em 15 dias a retomada de alguns setores do comércio começou nesta semana de forma esporádica, como vendedores e clientes escalados voltaram a movimentar papelarias e lojas de roupas infantis.
Contudo, é importante destacar que esse retorno começa 40 dias após a passagem da mais profunda fase da pandemia pelo país. Camila Cynara Lima de Almeida, professora da Universidade de Bolonha, diz que em relação à educação ainda não há regras delimitadas e que as escolas continuam fechadas. “Não se sabe ao certo ainda o que irá acontecer”, afirma.
Ela diz que cada região terá autonomia para definir seus critérios de retomada. “Em algumas, por exemplo, estão tornando obrigatório o uso de máscara; já em outras, não. Na minha região, apesar de ser a segunda mais atingida, não será obrigatório ainda. Na Itália, o retorno vai depender de cada estado”, informa.
Camila reside na Região Emília-Romanha, cidade de Bolonha. E, lá, a universidade também não retornará às aulas presencias. Na Itália, todo o sistema escolar é público e, lá, cada prefeitura deverá adotar medidas próprias de retorno às aulas.
“Na universidade a gente não volta a ter aulas presenciais neste semestre, somente a partir do fim de setembro e início de outubro. Por enquanto, a prioridade é a volta do comércio e a última coisa que irá voltar de forma mais regular serão as escolas porque ela mexe com toda a população e aí é muita gente envolvida”, finaliza.
Confira, a seguir, as recomendações da Centro Europeu de Prevenção e Controle das Doenças, organismo da UE, e do grupo de consultores sobre como combater a pandemia, a UE sugere os oito passos seguintes. Importante lembra que retomada da vida normal nesses países começa com cautela, por etapa, e, sobretudo, só se inicia em regiões nas quais a pandemia do novo coronavírus já passou e está, realmente, em constatada diminuição de mortes e contágio.
Oito regras para a retomada da vida normal na Europa:
1 – Fazer o relaxamento gradua, em etapas diferentes, com um tempo razoável para medir seus efeitos (a sugestão é de um mês).
2 – Substituir progressivamente medidas gerais por outras mais específicas. Por exemplo, prolongar o distanciamento social dos idosos.
3 – Começar o relaxamento das medidas com impacto local e estendê-lo gradualmente, levando em conta diferenças regionais.
4 – Abrir em fases as fronteiras internas e externas, levando em consideração as diferenças regionais de infecção e abertura e garantindo o transporte de carga.
5 – Retomar a atividade econômica de forma gradual, com base na possibilidade de trabalho remoto, na importância econômica da atividade, na frequência de contato dos trabalhadores.
Nem toda a população deve voltar ao local de trabalho ao mesmo tempo. A prioridade deve ser para setores menos ameaçados, essenciais, para facilitar a atividade econômica, como transporte.
6 – Permitir, progressivamente, reuniões de pessoas, com horários diferentes para almoço em escolas, salas de aulas menores, mais ensino a distância, restrição ao número de clientes em lojas, redução do horário de funcionamento e da ocupação de restaurantes.
No transporte público, a densidade de passageiros deverá ser reduzida, a frequência de serviço aumentada e deverá ser assegurado equipamento de proteção e barreiras de desinfecção.
7 – Reforçar a comunicação para impedir a propagação do vírus, com campanhas sobre práticas de higiene (lavar as mãos com sabão por 40 segundos, etiqueta para tossir, espirrar, limpar superfícies com alto contato etc.) e manter o distanciamento social.
8 – Monitorar, continuamente, o relaxamento das medidas e manter a preparação para retomada das medidas de contenção mais rigorosas em caso de aumento das taxas de infecção.
O Sinpro reafirma que o prazo para recadastramento de professores(as) que estão na ativa termina no dia 30 de abril. Mesmo diante do isolamento social provocado pela pandemia do Coronavírus, a Subsecretaria de Gestão de Pessoas da Secretaria da Educação do Distrito Federal (SEEDF) avisa que o recadastramento está mantido. Todo o procedimento pode ser feito pela Internet e o prazo final permanece o mesmo: 30 de abril de 2020.
Quem não se recadastrar será convocado a prestar esclarecimentos pelo setorial responsável por meio de processo administrativo que irá apurar as responsabilidades do não recadastramento e poderá ficar sem pagamento.
Os(as) servidores(as) aposentados(as) fazem prova de vida e não recadastramento. Apesar de parecerem semelhantes, as duas ferramentas são destinadas para públicos diferentes. Atualmente a prova de vida dos(as) aposentados(as) está suspensa e os(as) mesmos(as) devem aguardar um novo anúncio para esta prova de vida, que deve acontecer até o dia 3 de maio.
Confira algumas dúvidas e as respostas:
Quem é obrigado a realizar o RECADASTRAMENTO?
Para os SERVIDORES ATIVOS o recadastramento é coordenado pela Secretaria de Estado de Economia – SEEC, sendo medida obrigatória para todos, dos comissionados aos cedidos a outros órgãos, e também os servidores temporários, por meio Sistema de Recadastramento, Complementação e Atualização de Dados (Recad) acessível pela internet, pelo endereço eletrônico https://sistemas.df.gov.br/Recadastramento/, regulamentado pela Portaria n° 256/2019-SEEC, publicada em 6 de agosto, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), independentemente de estarem afastados, licenciados, de férias ou cedidos a outros Poderes ou entes federativos.
Importante: Os servidores aposentados deverão seguir as orientações do Instituto de Previdência dos servidores do Distrito Federal – IPREV-DF, para realização de prova de vida no mês de seu aniversário, junto ao BRB ( http://www.iprev.df.gov.br/).
Qual é o período do RECADASTRAMENTO para os servidores ativos da SEEDF? Houve prorrogação do prazo?
Conforme cronograma estabelecido pela SEEC, os servidores desta SEEDF, inclusive temporários e servidores da FUNAB, devem se recadastrar no período de 15/02/2020 a 30/04/2020. Todos os agentes públicos, ativos e contratados temporariamente, definidos no Art. 2º, da Portaria nº 256, de 05 de agosto de 2019, deverão realizar o recadastramento no prazo acima estabelecido,
Até o presente momento ainda não temos informações de prorrogação.
Quais as medidas que serão adotadas junto aos servidores que não realizarem o RECADASTRAMENTO?
Conforme se observa no Decreto 39.276/2018, para os servidores que não se recadastrarem cabe aos setoriais responsáveis instaurar processo administrativo para apuração de responsabilidade. Assim, caso os servidores não se recadastrarem no período estabelecido, serão convocados a prestarem esclarecimentos.
Como posso acessar o Manual do RECADASTRAMENTO?
Por meio do seguinte link, os servidores poderão acessar o Manual contendo as informações necessárias para a realização do recadastramento:
http://www.seplag.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/12/MANUAL_2019-08-07.pdf, é possível acessar o Manual do Recadastramento, com maiores informações aos servidores.
Por meio do link http://www.seplag.df.gov.br/duvidas-frequentes/, ambos constantes na página da SEEC, os servidores poderão acessar as dúvidas frequentes acerca do recadastramento, as quais reproduzimos.
POR QUE EU DEVO ME RECADASTRAR?
Inicialmente, porque é muito importante que você mantenha seus dados pessoais sempre atualizados junto ao seu órgão. Além disso, o Governo do Distrito Federal está vivenciando um momento muito importante de implantação de um novo sistema de gestão de pessoas e produção da folha de pagamento, o SIGEPE-DF, e, nesse caso, o recadastramento é fundamental para assegurar que os dados que sejam inseridos no novo sistema estejam atualizados.
6) ONDE EU DEVO IR PARA ME RECADASTRAR?
O Recadastramento de Ativos 2019 deve ser feito através do RECAD – Sistema de Recadastramento, Complementação e Atualização de Dados, que pode ser acessado via internet em qualquer lugar. Assim, não se preocupe, você poderá fazer seu recadastramento no seu ambiente de trabalho, ou no conforto de sua residência, basta acessar https://sistemas.df.gov.br/Recadastramento/.
7) SE ESTOU DOENTE OU AFASTADO, PRECISO ME RECADASTRAR?
Sim. Todos os agentes públicos definidos no Art. 2º, da Portaria nº 256, de 05 de agosto de 2019, deverão realizar o recadastramento no prazo estabelecido, independentemente de estarem afastados, licenciados, de férias ou cedidos a outros Poderes ou entes federativos.
8) E SE EU NÃO TIVER CONDIÇÕES DE ME RECADASTRAR MESMO NO SISTEMA ON LINE?
Se por algum motivo você esteve impedido de realizar seu recadastramento por meio do sistema, você poderá fazê-lo posteriormente, desde que apresente as devidas justificativas, pessoalmente, diretamente na respectiva Unidade Regional de Gestão de Pessoas (servidores lotados em unidades intermediárias e escolares) ou na Diretoria de Cadastro Funcional – DICAF (servidores lotados nas unidades Centrais).
9) TENHO DOIS VÍNCULOS COM O GDF, PRECISO ME RECADASTRAR DUAS VEZES?
Se os órgãos nos quais você tem cada um dos vínculos estiverem no mesmo grupo de recadastramento, você deverá se recadastrar apenas uma vez. Mas se estiverem em grupos diferentes, você deverá se recadastrar em cada grupo. Por exemplo: Você é Professor e Médico, tem um vínculo na Secretaria de Estado de Educação e outro na Secretaria de Estado de Saúde, você se recadastrará nos Grupos 3 e 4. Mas se seus dois vínculos forem como Professor, por exemplo, você se recadastra apenas uma vez.
10) COMO EU ACESSO O SISTEMA DE RECADASTRAMENTO?
O RECAD está disponível no endereço https://sistemas.df.gov.br/Recadastramento/ e você poderá realizar seu recadastramento de qualquer computador com acesso à internet.
11) QUAL A SENHA DE ACESSO AO SISTEMA DE RECADASTRAMENTO?
O sistema de recadastramento utiliza a mesma senha de acesso do sistema SIGRHNet, aquele no qual você pega seu contracheque.
12) NÃO TENHO A SENHA DO CONTRACHEQUE, COMO FAÇO?
Se você tem um endereço de e-mail cadastrado no SIGRH, basta entrar na página de acesso ao contracheque, o Portal do Servidor no endereço https://www.gdfnet.df.gov.br e clicar na opção “Esqueceu ou bloqueou sua senha?”. Em caso de dúvidas, ou se não tiver e-mail cadastrado, procure o sua UNIGEP/ CRE (servidores lotados em unidades intermediárias e escolares) ou na DICAF (servidores lotados nas unidades Centrais) para gerar uma nova senha de acesso para você.
ATENÇÃO: Durante este período de medidas de teletrabalho e prevenção ao COVID-19, enquanto perdurar a vigência do Decreto nº 40.546/2020:
* se necessário alterar o e-mail, poderá ser feito via requerimento SEI, no caso de servidores efetivos ativos, encaminhando-o à sua UNIGEP (servidores lotados em CREs e unidades escolares) ou, à DICAF (servidores lotados nas Sedes).
Contatos para esclarecimentos de eventuais dúvidas poderão ser feitos com as UNIGEPs (servidores lotados nas Unidades Intermediárias e escolares), por meio dos canais de comunicação disponíveis no site desta Pasta www.se.df.gov.br e por meio do email da Diretoria de Cadastro Funcional – DICAF, atendimentodicaf.se@gmail.com, no caso de servidores lotados nas Unidades Centrais.
13) ESTOU COM DIFICULDADES EM UTILIZAR O SISTEMA DE RECADASTRAMENTO. O que devo fazer?
Você pode consultar o MANUAL. Caso persistam as dúvidas poderão ser consultadas as UNIGEPs (servidores lotados nas Unidades Intermediárias e escolares), por meio dos canais de comunicação disponíveis no site desta Pasta www.se.df.gov.br e por meio do email da Diretoria de Cadastro Funcional – DICAF, atendimentodicaf.se@gmail.com, no caso de servidores lotados nas Unidades Centrais.
14) PRECISO COMPROVAR AS INFORMAÇÕES QUE ALTERAR OU INCLUIR NO SISTEMA?
Sim, esta é uma etapa muito importante. Para cada dado novo ou corrigido você deverá anexar o respectivo comprovante, que posteriormente será conferido, impresso, e juntado a sua pasta funcional.
15) PRECISO IMPRIMIR MEU COMPROVANTE DE RECADASTRAMENTO?
O comprovante é um documento importante, nele constam todos os dados que você corrigiu, confirmou ou incluiu no sistema. Também apresenta uma relação de todos os comprovantes que você anexou. É importante que você salve uma cópia do Comprovante de Recadastramento no seu computador, ou imprima, caso prefira.
Mas esclarecemos que, após a homologação do recadastramento a ser realizado pela UNIGEP ou pela DICAF, o servidor receberá o seu comprovante de recadastramento por meio do e-mail cadastrado junto a esta SEEDF.
16) SE EU COMEÇAR O RECADASTRAMENTO E SAIR SEM CONCLUIR, PERCO OS DADOS QUE JÁ INFORMADOS?
Você pode iniciar o recadastramento e interrompê-lo diversas vezes sem perder os dados já informados. Entretanto, fique atento, você deverá finalizar seu recadastramento no período de recadastramento informado, ou seja, até 30/04/2020.
17) É OBRIGATÓRIO INFORMAR OS DEPENDENTES?
É de suma importância que você cadastre todos os seus dependentes. Mesmo os maiores de idade e o seu cônjuge precisam ser informados como dependentes nesse momento, pois eles são dependentes para fins previdenciários (Considera-se dependente para fim previdenciário aquele que possa ser seu beneficiário em caso de pensão por morte, por exemplo).
***Mais alguns questionamentos que temos recebido:
18) Meu nome estava errado, tentei arrumar e não deu certo. O que fazer?
Você deve abrir um processo no SEI para que a alteração seja feita a alteração no SIGRH e encaminhar para a UNIGEP, se for lotada em Coordenação Regional de Ensino – CRE ou para a DICAF caso seja lotada nas Sedes.
19) Fiz o RECADASTRAMENTO e recebi o resultado de que estava em análise. Está correto?
está correto após a homologação a ser feita pela UNIGEP ou DICAF, você receberá por e-mail cadastrado junto a Secretaria de Educação o comprovante de recadastramento. O recadastramento tem como prazo final 30/04/2020 e a homologação até fim do mês de maio/2020. Aguarde!
20) Como ter certeza que deu certo?
Quando você receber o seu comprovante de recadastramento por e-mail.
Lembrando, guarde o seu comprovante e o e-mail para o qual será encaminhado é o que está cadastrado junto à SEEDF.
21) Como está o cronograma para os aposentados? Estava suspensa a prova de vida. Já tem data?
Os servidores aposentados deverão seguir as orientações do Instituto de Previdência dos servidores do Distrito Federal – IPREV-DF, para realização de prova de vida no mês de seu aniversário, junto ao BRB ( http://www.iprev.df.gov.br/). Segue também o número do telefone da Coordenação de Gerenciamento do Pagamento de Benefícios para contato (61) 9 9195-0847, conforme consta no site.
De acordo com informações presentes no referido site, a prova de vida se encontra SIM, temporariamente suspensa, até o dia 03 de maio de 2020 apenas para os aposentados e pensionistas que deveriam fazer a prova de vida neste ano.
Prova de Vida
A prova de vida é uma exigência feita pela Secretaria de Previdência para todos os beneficiários do RPPS. Uma vez ao ano, na data do seu aniversário, o beneficiário deve comparecer à agência bancária e comprovar que está vivo sob o risco de suspensão e posterior cancelamento do benefício.
Esse procedimento é obrigatório e é uma forma de evitar fraudes e pagamentos indevidos.
Calendário
Em função do Decreto nº 40.520, de 14 de março de 2020, que dispõe sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do novo coronavírus, que determinou a suspensão de diversos serviços e atividades, o Iprev/DF suspendeu a realização da prova de vida por 30 dias podendo ser prorrogado por igual período quantas vezes se fizer necessário.
Assim, tão logo as atividades retornem a sua normalidade, o Iprev divulgará novo calendário para a realização dos procedimentos.
22) Os temporários precisam se recadastrar?
Sim, conforme prevê o Decreto 39.276/2018 e a Portaria 199/2018.
23) Fica em análise pelo RH quanto tempo?
Não temos um tempo estimado, tendo em vista a quantidade de recadastramento. Com certeza será homologado dentro do prazo estabelecido pela Secretaria de Economia.
24) Por que devo realizar o RECADASTRAMENTO? Qual a função?
O recadastramento tem como finalidade a atualizados dos dados pessoais e funcionais de todos os servidores do GDF e até mesmo para cumprir obrigações inerentes aos servidores constantes da Lei Complementar 840/2011, onde prevê a obrigatoriedade de manter seu cadastro atualizado, caso não faça, o servidor estará passivo de sansões administrativas.
25) Não consigo fazer o recadastramento, pois não arrumaram meu e-mail. O que fazer?
Se você for servidor ativo, deve abrir um processo no SEI solicitando alteração do e-mail, informando o novo e-mail e posteriormente encaminhar para a DICAF e se possível encaminhar a solicitação constando já o número do processo SEI para o e-mail atendimentodicaf.se@gmail.com
26) Quando aparece será feita uma análise dos recursos humanos, o recadastramento está válido?
Válido sim, porém não concluído ainda, só após a homologação a ser feita pela UNIGEP ou pela DICAF.
27) O meu link no GDFnet dá erro. O que fazer?
Segue o link https://sistemas.df.gov.br/Recadastramento/Common.Login.aspx ,ou ainda, acesse o portal do GDF e clique em recadastramento.
28) Devo cadastrar cônjuge como dependente? Por quê?
Se você é casado(a), separado(a) ou divorciado(a) e tem cônjuge deverá informa no campo de cônjuge os dados que se pede, obrigatoriamente você deverá anexar a documentação que comprove, conforme se pede quando da anexação.
29) Qual é a Certidão de dependente que devo anexar para pai ou mãe?
Quando você informar os dados de inclusão do pai ou da mãe, automaticamente o sistema irá exigir a anexação dos documentos que já constam do lado direito abaixo, para pai e mãe pede-se o CPF e a Certidão Civil (nascimento, casamento ou divórcio), conforme o estado civil dos pais.
30) O meu recadastramento consta em análise. Receberei alguma resposta?
Sim, após a homologação você receberá a confirmação de seu recadastramento via e-mail cadastrado junto a esta SEEDF.
ATENÇÃO!
Segue, abaixo, alguns trechos do MANUAL (http://www.seplag.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/12/MANUAL_2019-08-07.pdf), que podem te ajudar! NO LINK ACIMA, você encontrará, além das informações, as imagens do passo a passo para o RECADASTRAMENTO.
Não deixe de se recadastrar! O prazo está acabando!
INFORMAÇÕES GERAIS
Conceito: o Recadastramento é o instrumento legal instituído pela Administração com a finalidade de atualizar os dados cadastrais dos servidores públicos ativos da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do Distrito Federal, e dos empregados públicos das empresas dependentes do Tesouro do Distrito Federal. 1.1. Fundamento legal Decreto nº 39.276, de 6 de agosto de 2018; Portaria nº 256, de 05 de agosto de 2019.
COMO UTILIZAR O SISTEMA
O RECAD – Sistema de Recadastramento, Complementação e Atualização de Dados está disponível via web e pode ser acessado de qualquer computador.
Para fazer seu recadastramento, basta acessar o endereço http://sistemas.df.gov.br/Recadastramento
2.1. Efetuando o acesso ao sistema
– Ao carregar a página do sistema será apresentada a tela de “login”.
– Para acessar o sistema você deve informar o seu CPF e sua senha – que nesse caso é a mesma senha que você utiliza para visualizar seu contracheque.
– Em seguida, clique no botão EFETIVADO O ACESSO, o sistema apresenta uma tela com avisos.
– Leia! As informações podem ser importantes para você. Para fechar os avisos basta clicar no “X” no canto superior direito.
2.2. Termos para o recadastramento
– Para realizar seu recadastramento é fundamental que você leia com atenção a seção “Termos para o recadastramento”.
– Nela consta um resumo dos ditames da legislação pertinente a esse recadastramento, os documentos que você deverá apresentar e, também, é nesse momento que você irá declarar que está apresentando informações e documentos condizentes com a verdade.
– Não se esqueça de marcar a opção “Li e estou ciente do Termo de Compromisso. E não se preocupe, você poderá consultar novamente esse documento a qualquer tempo, ele continuará disponível.
2.3. Dados Cadastrais
– Todos os campos com (*) são de preenchimento obrigatório.
– A inclusão ou alteração de dados deve ser comprovada mediante anexação da respectiva documentação comprobatória, que deve ser inserida em formato “.pdf” ou”.jpeg”, com tamanho máximo de 2 MB.
– Leia com atenção as informações que já vierem preenchidas. Essa é a oportunidade de você corrigir qualquer inconformidade.
– Caso seu NOME, CPF, SEXO E/OU DATA DE NASCIMENTO estejam em desacordo, você não poderá alterá-los diretamente nesse sistema. Para alterar qualquer um desses dados você deverá procurar pessoalmente o seu setorial de gestão de pessoas de posse dos documentos comprobatórios que justifiquem essas alterações. Os demais dados, poderão ser corrigidos por você.
– Neste momento de pandemia, em face da impossibilidade de comparecimento presencial e teletrabalho pelos servidores, orienta-se que os servidores abram um processo no SEI para que a alteração seja feita a alteração no SIGRH e encaminhar para a UNIGEP, se for lotada em Coordenação Regional de Ensino – CRE ou para a DICAF caso seja lotada nas Sedes.
– Alguns campos cujos dados podem gerar dúvidas, há um texto para te orientar. Sempre que você ver uma “?”, basta clicar que aparecerá uma orientação.
– Fique atento aos campos da lateral direita da tela. Eles também deverão ser preenchidos e/ou atualizados com a anexação da respectiva documentação comprobatória.
– Para acessá-los, clique na seta e proceda ao preenchimento.
– Ao final do preenchimento de cada bloco de dados, não se esqueça de SALVAR as inclusões e/ou alterações
– Lembre-se: é fundamental atualizar seus dados de contato e endereço. O Campo “Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS é obrigatório apenas para Empregados Públicos!
2.4. Dados de Cônjuge e Dependentes
É importante que você tenha atenção ao preenchimento dessas informações:
* CPF
* Nome do dependente
* Data de nascimento
*Tipo de dependente
– Para cadastro de um dependente, todos os dados são obrigatórios.
– Devem ser informados todos os dependentes economicamente conforme as regras do Imposto de Renda e efeitos previdenciários.
– O cônjuge também deverá ser cadastrado como um dependente, pois ele deve ser considerando para efeitos previdenciários. A mesma regra vale, ainda, para os filhos maiores de 21 anos que não sejam economicamente dependentes.
2.5. Dados de Estrangeiros
– Os blocos de dados correspondentes só deverão ser preenchidos se você for um trabalhador estrangeiro.
2.6. Inclusão de Anexos
– No canto inferior direito da tela você encontra a área de inclusão dos anexos.
– Para cada dado que você incluiu ou alterou você deve anexar um comprovante correspondente. O sistema está preparado para aceitar documentos em formato “.pdf” ou”.jpeg”, com tamanho máximo de 2 MB.
– Na lista, selecione a qual dado se refere o documento que você estará anexando. Escolha o arquivo correspondente em seu computador e em seguida clique em “Enviar”.
– Deve ser anexado um documento comprobatório para cada dependente cadastrado no sistema.
– Caso você tenha procedido alguma alteração de dados e se esqueça de anexar a comprovante correspondente!
– Ao tentar finalizar seu recadastramento, o sistema apresentará uma lista com os anexos que estiverem faltando.
– Os documentos que forem enviados serão posteriormente conferidos pelo setorial de gestão de pessoas (UNIGEP ou DICAF) que fará a homologação do seu recadastramento.
– Esses documentos passarão a fazer parte de sua pasta funcional.
2.7. Concluir o recadastramento
– Enviar o formulário depois de preencher todos os campos e anexar os documentos comprobatórios, chegou a hora de enviar o formulário!
– Para isso, basta clicar em no botão: ENVIAR FORMULÁRIO DE RECADASTRAMENTO (localizado no lado superior direito da tela).
– Nesse momento, o sistema pedirá que confirme se você está pronto para concluir seu recadastramento.
– Após envio do formulário, seus dados não poderão mais ser alterados por você!
– Ao confirmar o envio do formulário de recadastramento, o sistema apresentará a tela com a situação do seu recadastramento, disponibilizando o seu comprovante.
– Enquanto o setorial (UNIGEP ou DICAF) não homologar seu recadastramento, a situação informada será “Em análise pelo setor de Recursos Humanos”.
– Mas não se preocupe! Você cumpriu com sua obrigação de se recadastrar.
– A homologação dos dados é de responsabilidade do setorial. Seu comprovante trará todos os dados que você ratificou, incluiu e/ou retificou, e também a lista de documentos que você anexou. Para visualizá-lo, basta clicar no botão COMPROVANTE.
– Caso você não conclua o seu recadastramento, os dados já preenchidos estarão salvos e você poderá continuar de onde parou quando fizer novo acesso no sistema.
– Mas não se esqueça, sua obrigação só termina quando você confirmar o envio do formulário. Atenção ao prazo! Você tem até o dia 30/04/2020.
Clique aqui e confira o arquivo da SUGEP com perguntas e respostas.
SEE cancela entrega de livros didáticos e Sinpro alerta: professores não estão em teletrabalho
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro tomou conhecimento que a Secretaria de Educação do Distrito Federal estava se mobilizando para fazer a distribuição dos livros didáticos para os(as) estudantes da rede pública de ensino do DF ainda esta semana. Diante da pandemia do novo Coronavírus, o sindicato, juntamente com outras entidades, entrou em contato com a Subsecretaria de Educação Básica (SUBEB) e na manhã desta quinta-feira (16) foi informado pela SUBEB que houve entendimento de não ser este o melhor momento, suspendendo assim a distribuição.
Devido à logística que seria empregada para esta distribuição, o risco de contágio de gestores(as), professores(as) e estudantes no ato da entrega do material seria muito grande.
O governo confirmou a suspensão e está prevista para esta quinta-feira (16) ou no mais tardar sexta-feira (17) a publicação de uma circular.
Professores não estão em teletrabalho
O Sinpro aproveita a oportunidade para lembrar que os(as) professores(as) regentes, orientadores(as) educacionais e professores(as) que fazem trabalho nos atendimentos (EEAA, SAA, Itinerância e sala de recurso) não estão em teletrabalho. Portanto, não devem participar de reuniões presenciais, assim como não tem obrigação de participar de telereuniões e menos ainda devem encaminhar atividades para os(as) estudantes em qualquer modalidade (Educação Infantil, Educação Especial, Ensino Fundamental Anos Iniciais, Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio). Salientamos ainda que a SEE está desenvolvendo atividades usando as plataformas Class Room e Google sala de aula, porém o sindicato orienta o professor a não participar de tais atividades, que hoje são chamadas pela secretaria de voluntárias.
Salientamos este ponto pelo fato de a Secretaria de Educação estar pedindo ajuda para professores(as) do Ensino Médio de forma voluntária. Ainda assim, a posição do Sinpro é de que todos(as) devem se abster deste tipo de trabalho, visto que até o momento, pelo que já monitoramos, alguns voluntários estão se deslocando para estúdios e tendo contato com mais pessoas, assim como outros, para ter acesso a materiais que complementem o uso do Class Room, estão indo às escolas buscar material ou fazer reunião com as escolas para desenvolver as aulas, ou seja, estão se expondo ao vírus e expondo a própria família ao contato do vírus. Mesmo os(as) que estão em casa estão desempenhando uma atividade que, no futuro, não será aproveitada como dia letivo e, portanto, terão de trabalhar novamente as atividades.
O sindicato chama a atenção que esta categoria, que sempre lutou para que a educação pública fosse ofertada para todos, não pode contribuir neste momento para o aumento do abismo que existe entre o acesso à tecnologia e a pobreza, que muitas vezes envolve as famílias. É preciso lembrar que muitas famílias dos nossos estudantes hoje têm uma situação mais urgente para resolver, que é o problema da fome.
Momento de se cuidar
O sindicato ressalta que este é um momento de cuidar da própria saúde e da família para que ao passar a pandemia e na reformulação de um novo calendário escolar, os(as) professores(as) tenham a disposição e a saúde necessárias para um grande esforço que será feito por esta categoria, que sempre teve compromisso com a educação e com os(as) nossos(as) estudantes.
Este esforço após a pandemia será exigido de todos(as) os(as) trabalhadores(as) do mundo, sobretudo dos(as) educadores(as), porque é a categoria que forma a base de uma sociedade justa e igualitária. Portanto, hoje os(as) trabalhadores(as) da área da saúde são exigidos ao máximo e tendo um grande sacrifício em prol da humanidade. Amanhã será a nossa vez. Esta não é a hora do professor. A nossa hora chegará.
Problemas se repetem pelo mundo
O Sinpro já entrevistou professores(as) da França, da Itália e da Espanha e o sindicato entende que neste momento todos(as) estão angustiados(as) e querendo colaborar. Mas o nosso comportamento não é diferente dos outros países. Para mostrar relatos de outros(as) companheiros(as), na próxima semana publicaremos textos e reportagens com a realidade de outros países e também da nossa rede de ensino.
Os(as) professores(as) poderão ler três matérias publicadas em nossa página, onde mostramos que há menção do uso de tecnologia de EAD na França, Itália e Espanha. Em todos os relatos, estes professores revelam dificuldades de fazer a ponte entre o que seria a aula e esta educação à distância.
Importante salientar que os estudantes destes três países possuem condição econômica muito melhor que as nossas, mesmo os mais pobres, alguns tendo acesso a equipamentos e sinal. Mesmo assim, como a educação básica destes países não está planejada para ter este tipo de aula, os três países europeus não estão conseguindo fazer fluir este tipo de conceito. A tendência, portanto, é de que como estão no final de ano letivo e nós no início, podem finalizar o ano com o que foi visto até o momento, aproveitando muito pouco as aulas à distância.
Como nós estamos no início do ano letivo, teremos tempo de desenvolver as aulas a partir do segundo semestre.
Um grande sacrifício está por vir
O Sinpro orienta a categoria que dedique este tempo de suspensão das atividades para cuidar da saúde, da família e se prepare para o grande sacrifício que teremos de fazer quando as aulas voltarem ao normal.
Já recebemos vários vídeos de escolas se comunicando com os pais de alunos passando uma mensagem de tranquilidade e calma neste momento, desejando saúde e pedindo para ficar em casa. Todos os vídeos serão publicados ao longo das próximas semanas. Se sua escola fez um vídeo, envie para nós que publicaremos em nossa página e redes sociais.
Confira abaixo os vídeos produzidos por várias escolas: