É com profundo pesar que informamos a morte do nosso grande amigo e companheiro de jornada, Wellington Côrtes. O velório está acontecendo na manhã desta sexta-feira (8), no Templo Ecumênico, que fica no Cemitério Campo da Esperança (Asa Sul). Já o sepultamento será em Goiânia-GO.
Além de atuar por muitos anos no Sigma e no Galois, lecionando gramática, Wellington foi diretor do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF). Com muita garra e disposição, ajudou a construir a luta na gestão de 1989 a 1992, na secretaria de Imprensa e Divulgação.
Wellington será sempre lembrado pelo profissionalismo, honestidade e competência e, neste momento de dor, só nos cabe pedir a Deus que lhe ilumine e lhe dê paz.
Deixamos os nossos mais sinceros pêsames aos familiares e amigos e que Deus dê conforto para que possam enfrentar este momento com serenidade.
Sinpro-DF integra Cortejo do Dia Internacional de Luta das Mulheres
Jornalista: Leticia
O Dia Interacional da Mulher, comemorado nesta sexta-feira, 8 de março, será um dia de luta e união das mulheres no Distrito Federal. Para celebrar a data, a CUT Brasília e sindicatos filiados integrarão a ala Lula Livre. A atividade será realizada na Esplanada dos Ministérios, com concentração às 16h, no gramado da rodoviária do Plano Piloto.
A diretora de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro-DF Vilmara Pereira convoca todas as companheiras professoras e orientadoras para se somarem a esta importante mobilização. “Esta será a primeira grande manifestação de massas em Brasília, no centro do poder político, abrindo a temporada de lutas contra o governo que continua com o projeto golpista inciado por Temer de retirada de direitos. Seguiremos em cortejo contra a reforma da Previdência, contra o feminicídio, contra o racismo. Existe um grito preso em nossas gargantas que clama por uma sociedade livre e pacífica, com menos armas e mais livros e com mais respeito e tolerância. Basta de Violência e de preconceitos”, conclamou a diretora.
A dirigente ainda relembra que outra importante bandeira de luta é contra a Intervenção Militar nas escolas. “defendemos segurança nas ruas e nas comunidades para garantir, inclusive, o acesso da comunidade escolar às escolas. Entendemos que lugar de polícia é nas ruas, assegurando o direito de ir e vir a todas e todos e não dentro das escolas. Para as escolas precisamos é de mais professores(as), orientadores(as), e recursos. A militarização é mais uma forma de amordaçar, censurar estudantes e educadores(as) em sua liberdade de se expressar, de educar e de aprender”, ressalta.
O Cortejo do Dia Internacional de Luta das Mulheres está sendo construído por mais de 90 organizações e coletivos ligados à luta das mulheres. Neste ano, o ato tem como lema “Pela vida de todas as mulheres, resistiremos!”, que denunciará o aumento dos números crescentes de feminicídio (assassinato de mulheres pelo fato de serem mulheres) e os ataques aos direitos sociais e trabalhistas. Questões como o repúdio à reforma da Previdência de Bolsonaro, o fim do genocídio de indígenas e quilombolas, a valorização da Lei Maria da Penha e da Casa da Mulher Brasileira, o poder de decisão da mulher sobre o próprio corpo, a revogação da reforma trabalhista, o fim do desmonte da saúde pública, além da luta pelo desarmamento e por justiça para Marielle Franco – executada em março de 2018 –, são algumas das bandeiras levantadas.
A atividade será composta por várias alas, que serão animadas por batuqueiras, cirandeiras, artistas circenses e outras atrações. Além da ala Lula Livre, também haverá a ala Justiça para Marielle, a ala Noiva Cadáver (contra o feminicídio), a ala LesBiTrans (LGBTI), a ala Feminismo Popular e várias outras.
Ainda na concentração do ato, serão realizadas falas políticas e intervenções culturais. Um grupo de mulheres transitará na rodoviária do Plano Piloto para dialogar com a população sobre a pauta levantada pelo Cortejo e convidar mulheres e homens a se somarem ao ato.
Serviço
Cortejo do Dia Internacional de Luta das Mulheres
Data: 8 de março Concentração: 16h, no gramado da rodoviária do Plano Piloto Saída do Cortejo: 18h Trajeto: Marcha pela Esplanada dos Ministérios até a Alameda das Bandeiras; finalização do ato na Praça dos Prazeres (201 Norte)
Mais informações: https://www.facebook.com/8demarcounificadas/
Em virtude do feriado de Carnaval, a Diretoria Colegiada informa que não haverá expediente na sede e subsedes do Sinpro na segunda (4), terça (5) e quarta-feira (6). O atendimento voltará ao normal na quinta-feira (7).
Um bom feriado a todos e todas.
Os estudantes, professores(as), orientadores(as) educacionais, pais e gestores do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Doutora Zilda Arns, no Itapoã, lançaram um abaixo-assinado reivindicando segurança e a intensificação da atuação do Batalhão Escolar nas imediações do colégio.
A decisão foi tomada em reunião realizada nesta sexta-feira (1°/3), e contou com apoio e participação do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro/DF).
O documento deverá ser entregue ao administrador regional e novas mobilizações deverão acontecer após o feriado de Carnaval.
Os estudantes afirmam que têm sido alvos de assaltos frequentemente na entrada e saída das aulas. De acordo com os alunos, os últimos episódios aconteceram ainda essa semana, em um deles, cinco estudantes foram roubados em um arrastão e um sofreu agressão física.
O histórico de violência no Itapoã é antigo. Em 2017, um estudante foi morto dentro CEF Zilda Arns. De acordo com a Polícia Militar, um homem encapuzado atirou três vezes na vítima e, em seguida, fugiu em uma Parati prata.
O Sinpro-DF tem acompanhado de perto e atuado junto à luta do Itapoã e Paranoá por segurança nas cidades. Após diversas mobilizações, passeatas, atos e reuniões com o poder público, o trabalho do Batalhão Escolar até foi intensificado temporariamente, mas, não durou muito. De acordo com a comunidade escolar, durante esse período de ampla atuação do batalhão diminuíram os índices de ocorrências e incidências desse tipo. Atualmente, os relatos é de que apenas uma viatura está realizando o patrulhamento na região.
O diretor de Assuntos Culturais do Sinpro-DF Ticho Lavenère ressalta que o Itapoã e o Paranoá aparecem frequentemente na mídia devido aos conflitos e problemas existentes, mas, o dirigente lembra que essas comunidades escolares também deveriam estar nas manchetes pelo amplo histórico de geração de talentos, inclusive, na música, nos esportes e nas artes. Para ele, a escola pode ter um desempenho ainda maior se forem feitos os investimentos necessários.
Ticho ressalta ainda que o cenário de insegurança pode abrir brechas para decisões intempestivas como, por exemplo, a intervenção militar nas escolas. Porém, o dirigente relembra que a militarização não é a melhor solução para o problema da insegurança e, muito menos, para os problemas da educação. “A escola não produz a violência, pelo contrário, ela reproduz a violência presente na sociedade. Se houver os investimentos necessários nas escolas e no Batalhão Escolar, sem dúvidas, haverá mudanças significativas. Anteriormente, o patrulhamento era feito por uma dupla de PM’s em cada escola, mas, o que temos visto é o desmonte do batalhão”, relembra o dirigente.
Além da luta por segurança, outra pauta frequente da comunidade do Itapoã e Paranoá é pela construção e reformas de escolas.
A situação da região é dramática. As escolas têm uma demanda reprimida de milhares de vagas e os moradores são obrigados a estudarem em outras cidades. Diante da ausência do poder público, que não reforma nem constrói novas unidades escolares, estudantes desde a educação infantil precisam sair do lugar onde moram para estudar, desterritorializando seus currículos escolares.
Das escolas existentes, a maioria necessita urgentemente de reforma e em muitas as salas são superlotadas, o que prejudica o desempenho dos alunos.
No Centro de Ensino Fundamental (CEF) 5, do Paranoá, por exemplo, a escola está funcionando há cinco anos de maneira provisória, em um prédio precário que já acumula diversos laudos e relatórios do Corpo de Bombeiros, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), da Defesa Civil e outros órgãos responsáveis, confirmando e alertando para o risco eminente de se manter a estrutura nas atuais condições.
O Sinpro também está acompanhando de perto essa demanda e na luta por mais segurança e escolas para a toda comunidade do Itapoã e do Paranoá.
Lançamento da Frente Mista Parlamentar em Defesa da Previdência acontece em 20 de março
Jornalista: Leticia
No dia 20 de março, será lançada, na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social da 56º Legislatura. O lançamento é parte da luta contra a reformulação do sistema previdenciário, proposta pelo governo Bolsonaro (PSL) por meio da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 6/2019.
O evento ― que reunirá deputados, senadores centrais, sindicatos, associações, federações ― acontece no Auditório Nereu Ramos, a partir das 9h30, e deve estender-se até o final do dia. A participação demanda inscrição prévia, que pode ser feita aqui.
A Frente foi criada em maio de 2016, quando a Previdência Social estava sob ameaça da PEC 287, do golpista de Michel Temer. Coordenada pelo senador Paulo Paim (PT-RS) e o ex-deputado Arnaldo Faria de Sá (PP-SP), o grupo realizou diversos estudos e debates sobre o tema, no decorrer de sua tramitação no Congresso Nacional.
Para esta legislatura, a ideia é que os trabalhos sejam intensificados, tendo em vista que a proposta de Bolsonaro é bem mais perversa que a apresentada por Temer. Uma das ações, a exemplo do que foi realizado nas lutas anteriores, é a denúncia dos parlamentares favoráveis à medida em suas bases eleitorais.
O projeto do governo federal eleva a idade mínima para 65 anos para homens e 62 para mulher, e institui o regime de capitalização para quem começa a trabalhar após a reforma. Na prática, extingue o modelo solidário da Previdência atual, consagrado na Constituição de 1988. Todos os segmentos sociais e todas as categorias trabalhistas serão extremamente prejudicados caso a medida seja aprovada.
Sinpro faz transmissão ao vivo para falar sobre a PEC da aposentadoria de Bolsonaro
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro realiza às 19h desta sexta-feira (01), com transmissão ao vivo pelo Facebook, um tira-dúvidas sobre como será feito o cálculo da aposentadoria caso a reforma da Previdência proposta pelo governo Bolsonaro seja aprovada pelo Congresso Nacional. A transmissão será feita ao vivo e o coordenador da Secretaria de Imprensa do Sinpro, Cláudio Antunes, responderá as dúvidas dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais.
A transmissão será feita pela fanpage oficial do Sinpro no Facebook. Não perca e aproveite a ocasião para esclarecer suas dúvidas em tempo real.
O governo Ibaneis (MDB – ex-PMDB) promove outro ataque à educação pública e gratuita do Distrito Federal. Notícia veiculada na imprensa dá conta de que o Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou uma análise para criar uma escola pública a ser gerida pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), nos moldes das quatro escolas, atualmente, geridas pela Polícia Militar (PM).
Nesta semana, o secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres, determinou à direção da PCDF a realização de um estudo sobre o projeto, a ser coordenado pela direção da PCDF e aconselhamento das Secretarias de Segurança Pública (SSP-DF) e da Educação (SEEDF). Os policiais civis reivindicaram uma escola pública para seus próprios filhos. O governador Ibaneis foi mais além e sugeriu a criação de uma escola sob a gestão da Polícia Civil.
A atitude do governador ultrapassa a falta de respeito com a categoria docente e com a população que paga impostos para ter uma escola pública, gratuita e de qualidade, como está previsto no Plano Nacional de Educação (PNE), na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), na Constituição Federal e, no caso do Distrito Federal, também, no Plano Distrital de Educação (PDE).
Essa atitude demonstra que a educação pública do Distrito Federal se tornou um brinquedo e, ao mesmo tempo, território de aventuras do governador Ibaneis Rocha. O atual governador do Distrito Federal e o governo Bolsonaro ignoram completamente a existência de um projeto sério e responsável de educação em curso no Brasil, o qual se encontra nas 21 Metas do PDE e nas 20 Metas do PNE e no PNE.
O país tem um PNE elaborado, democraticamente, pelos professores, Academia e comunidades que puderam, pela primeira vez na história da nação, opinar sobre o projeto de educação que querem para seus filhos. A mesma coisa ocorreu no Distrito Federal, onde foi feito um planejamento decenal com a comunidade escolar que envolve pais, estudantes, professores, funcionários de escolas, universidade.
De repente, o Brasil e o Distrito Federal se encontram nas mãos de aventureiros que decidiram distorcer a finalidade de cada área do serviço público e querem tratar o Estado com negligência, descaso e desprezo, sem a noção da devida importância desses serviços para a população.
A educação no Distrito Federal se tornou um objeto de aventura dos dois últimos governos e do país. Não é à toa que o governador Ibaneis decidiu entregar unidades escolares da rede pública de ensino do DF à PC na semana em que o ministro da Educação, o colombiano Ricardo Vélez Rodríguez, mandou para todas as escolas públicas do país um email pedindo que as crianças sejam perfiladas para cantar o Hino Nacional e que o momento seja gravado em vídeo e enviado para o governo.
No email, o ministro pede ainda que seja lida uma carta dele para os(as) estudantes, a qual termina com o slogan do governo Bolsonaro “Brasil acima de tudo. Deus acima de todos”. Ligado aos grupos que defendem a Lei da Mordaça e simpatizante da ditadura militar de 1964, Vélez Rodríguez não está agindo de forma atabalhoada. Não se trata de falta de experiência administrativa, de uma aventura desnorteada, sem fundamento e sem critério. Pelo contrário, isso é um projeto político e econômico, concatenado com as políticas privatistas, belicosas e de desmonte dos serviços públicos do governo federal.
As comunidades escolares já perceberam que o governo federal pôs em curso uma política de desmonte da educação pública e começaram a reagir a essas iniciativas, como a do ministro da Educação, e estão orientando as pessoas, em vários pontos do país, a filmarem os problemas das escolas e enviarem os filmes para os e-mails do ministro da Educação e da Presidência da República.
Trata-se de um projeto de desmonte do Estado e transformação dos serviços públicos em mercadoria. E uma das formas de acelerar esse processo de mercantilização e de privatização dos serviços públicos é, no primeiro momento, desorganizá-lo, desvirtuando a finalidade de cada Pasta, cada setor.
Confira a campanha que está sendo feita nas cidades contra o email do ministro da Educação:
O Sinpro-DF informa aos(às) professores(as) notificados da liberação do alvará de levantamento nas Requisições de Pequeno Valor (RPVs) que está ocorrendo atraso nos depósitos dos créditos nas contas bancárias dos clientes.
O atraso ocorreu em razão da demora na realização do procedimento bancário, que é efetuado pelo Banco do Brasil, pois diante da elevada demanda de alvarás a serem levantados e da quantidade reduzida de funcionários da agência bancária, os créditos têm demorado mais do que o previsto para serem disponibilizados na conta bancária do cliente.
No entanto, informamos que o Sinpro-DF, juntamente com o escritório de advocacia responsável pelos processos judiciais da área trabalhista, já tomaram as medidas necessárias a fim de solucionar a demora no atraso dos pagamentos.
A diretoria colegiada do Sinpro promove nos dias 23 e 24 de fevereiro de 2019, na Chácara do Professor, o Torneio de Futebol Paulo Freire, para Professores e Professoras Sindicalizados. O evento tem como objetivo recepcionar os(as) professores(as) para mais um ano letivo, além de promover momentos de confraternização e celebração dos 40 anos do Sinpro. “Eventos como esse têm uma importância muito grande, porque oferecem à categoria um momento de confraternização e união, além de incentivar a atividade física e a qualidade de vida dos professores e professoras. Por isso é importante a participação de todos e todas para que, juntos, possamos iniciar o ano letivo de maneira saudável e alegre”, afirma a coordenadora da Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro, Thaís Romanelli.
O Torneio será dividido nas categorias masculina e feminina, com dez participantes em cada uma delas. Na parte da manhã os jogos terão início às 9h, e de tarde, às 14h.
Os três primeiros colocados ganharão troféus e todos os participantes receberão camiseta do evento. É importante salientar que os uniformes dos times ficarão a cargo de cada equipe.
O capitão de cada equipe será o responsável pelo preenchimento e envio da ficha de inscrição dos jogadores e deverá devolvê-la para o e-mail joelma@sinprodf.org.br.
Monte seu time, traga sua família e comemore esse momento conosco.
Mais informações com Joelma (3343-4209). Clique aqui e veja o regulamento.
Sinpro se reúne com o SEE para discutir tentativa de mudanças na rotina do CED 308 do Recanto
Jornalista: Luis Ricardo
A diretoria do Sinpro se reuniu nessa terça-feira (19) com o secretário de Educação do DF Rafael de Carvalho para discutir as tentativas de mudanças impostas pela Polícia Militar na rotina de trabalho do Centro Educacional 308 do Recanto das Emas. Na última semana a PM impôs, de forma unilateral, uma série de modificações no CED, entre elas obrigando que todos(as) que estão em coordenação façam a substituição em regência aos(às) professores(as) ausentes. Além disso, os militares impuseram o fim de datas comemorativas como as festas juninas, sob o pretexto de não produção pedagógica do estudante; a modificação no horário das aulas; mudanças nos turnos matutino e vespertino com a inclusão do horário de almoço e formatura diária; o não funcionamento da escola aos sábados, tirando também os dias móveis; e o fim do intervalo de 15 minutos, com a promessa de que o período seria pago todo fim do dia, sob a ciência de que não é valido como regência.
Diante de toda essa arbitrariedade o Sinpro cobrou do secretário uma posição da Secretaria de Educação sobre a rotina da escola, uma vez que antes da implantação do que o governo chama de gestão compartilhada, foi anunciado pelo próprio governador que não haveria nenhuma ingerência na rotina pedagógica da escola. Em resposta às cobranças do sindicato o secretário afirmou que não haverá qualquer tipo de alteração da rotina e do calendário escolar do CED 308.
Com relação às notícias que andam circulando sobre algumas escolas estarem promovendo debates com a comunidade sobre a militarização na rede pública, o secretário informou que não há nenhum movimento da Secretaria de Educação para esse tipo de reunião. Rafael de Carvalho ainda afirmou que providências nesse sentido só serão retomadas após a avaliação semestral da implantação da gestão compartilhada, projeto este que, na verdade, é intervenção militar nas escolas.
As escolas e a própria categoria devem ficar atentas para qualquer tipo de atuação que comprometa o que já está estabelecido com o próprio Calendário Escolar. Em caso de descumprimento, o sindicato deverá ser procurado.
Durante a reunião o Sinpro ainda cobrou agilidade nas convocações de professores(as) e orientadores(as) educacionais; o repasse do PDAF; providências para a atualização do valor das gratificações dos gestores; a criação do projeto de lei que criará a gratificação de coordenador pedagógico e ainda solicitou uma nova reunião com a SEE, com a participação da secretaria de Fazenda, para darmos prosseguimento nas discussões da Meta 17 do PDE, do plano de saúde e de um calendário de pagamento da pecúnia, dentre outros pontos.